segunda-feira, 29 de março de 2010

:: As principais audiências de 26, 27 e 28 de março ::

Destaque para o BBB - que teve a maior audiência num domingo, com 28 pontos e 55 % de share - e para o Fantástico, que bateu seu recorde de 2010, com 29 pontos.

GLOBO (sexta):
Mais você - 8
Sinha Moça - 15
Malhação - 19
Cama de gato - 26
Tempos modernos - 22
Viver a vida - 39
Globo repórter - 26
BBB - 37

GLOBO (sábado):
Estrelas - 12
Caldeirão do Huck - 15
Cama de gato - 23
Tempos modernos - 19
Viver a vida - 33
BBB - 35
Zorra total - 25
Altas horas - 10

GLOBO (domingo):
Turma do Didi - 9
Domingão do Faustão - 21
Fantástico - 29
BBB - 28


REDE TV!
Pânico na TV - 7


SBT (sexta):
Uma rosa com amor - 5
Programa do ratinho - 5

SBT (sábado):
Uma rosa com amor - 5
Supernanny - 5

SBT (domingo):
Domingo legal - 7,4
Eliana - 8,8


RECORD (sexta):
Hoje em dia - 8

RECORD (sábado):
Hoje em dia - 10
O melhor do Brasil - 12

RECORD (domingo):
Programa do Gugu - 10
Tudo é possível - 8

Fonte: Blog Patricia Kogut.

:: Fusão entre Ricardo Eletro e Insinuante resulta em holding ::

Máquina de Vendas terá verba de R$ 250 milhões; marcas manterão agências Pró Brasil e Propeg

Foi anunciada nesta segunda-feira (29), em São Paulo, a criação da holding Máquina de Vendas que une as marcas Ricardo Eletro e Insinuante, dois gigantes do mercado de eletroeletrônicos, eletrodométicos e móveis.

Com a decisão, protocolada por Ricardo Nunes, da Ricardo Eletro, que vai presidir a operação, e Luiz Carlos Batista, da Insinuante, foi formada a segunda maior rede de varejo do País com faturamento anual de aproximadamente R$ 5 bilhões e 528 lojas, ficando atrás apenas do Grupo Pão de Açúcar/Casas Bahia. Ricardo Eletro será a marca para as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul e Insinuante para Norte e Nordeste.

O plano da Máquina de Vendas é dobrar o faturamento atual e o número de lojas até 2014. As agências Propeg, que controla a comunicação da Insinuante; e Pró Brasil, da Ricardo Eletro, serão mantidas. A verba de publicidade é de R$ 250 milhões.

Fonte: m&m on line.

:: Insinuante e Ricardo Eletro criam nova gigante do varejo :

A rede de eletrodomésticos e móveis criada com a fusão deve ser maior do que o Magazine Luiza, hoje o 2º colocado no setor, atrás de Pão de Açúcar/Casas Bahia

Juntas, redes terão 480 lojas espalhadas em 17 Estados do país; controle será meio a meio e novo presidente será Ricardo Nunes, da Eletro


As redes de móveis e eletrodomésticos Insinuante, da Bahia, e Ricardo Eletro, de Minas Gerais, devem anunciar entre hoje e amanhã a união de suas operações. Juntas, as empresas devem ampliar seus negócios no Nordeste, no Rio de Janeiro e no interior de São Paulo.

A nova empresa terá 480 lojas espalhadas em 17 Estados do país. Com faturamento de R$ 4,6 bilhões anuais, a Insinuante/Ricardo Eletro deverá ser maior do que o Magazine Luiza (faturamento de R$ 3,8 bilhões no ano passado), que ocupa a segunda colocação no ranking do varejo no país, atrás de Pão de Açúcar/Casas Bahia.

O controle deverá ser dividido entre as duas redes -cada uma possuirá 50% de participação. Ricardo Nunes, dono da Ricardo Eletro, deve comandar a nova companhia. Luis Carlos Batista, da Insinuante, fica no conselho de administração.

No ano passado, Nunes disse que seu objetivo era consolidar e não vender a empresa. A rede montou um centro de distribuição em São Paulo e previa abrir mais 50 lojas no interior do Rio de Janeiro em 2010. O faturamento da rede no ano passado foi da ordem de R$ 2,1 bilhões, o que representou um aumento de 28% sobre 2008.

A decisão de fundir as duas redes ocorreu após o negócio entre o grupo Pão de Açúcar e as Casas Bahia no ano passado. Parceira do BTG Pactual, de André Esteves, a Insinuante foi uma das finalistas para a compra das Casas Bahia.

Fundada em 1959 em Vitória da Conquista, no interior da Bahia, a Insinuante, que começou suas operações com o comércio de calçados, tem cerca de 220 lojas. A Ricardo Eletro, fundada em 1989 em Divinópolis (MG) pelos irmãos Ricardo e Rodrigo Nunes, possui cerca de 240 lojas no país e emprega cerca de 8.000 pessoas.

A concentração no varejo, principalmente após o negócio entre Pão de Açúcar e Casas Bahia, estimula a fusão de redes menores, segundo consultores de varejo. A indústria é contrária ao movimento porque perde poder de negociação e fica nas mãos de grandes clientes.

Veículo: Folha de São Paulo

:: Ricardo Eletro estreia campanha para a Copa do Mundo ::

Campanha tem como foco promoção que vai devolver até 50% do dinheiro para quem comprar televisores

De olho na Copa do Mundo de 2010, uma das melhores datas para o varejo mundial, a rede Ricardo Eletro - que acaba de se fundir com a Insinuante, formando a holding Máquina de Vendas - lança campanha criada pela Pro Brasil Propaganda.

Com investimentos de R$ 2 milhões e tendo o apresentador Luciano Huck como garoto propaganda, a ação traz a mensagem teaser: “O Ricardo fechou o maior acordo do varejo. O jogo vai virar”. O objetivo foi atrair a atenção dos consumidores para a nova estratégia de marketing da rede.

Logo depois dessa fase “teaser” vem a grande revelação da promoção: "você compra sua TV na Ricardo Eletro e recebe de volta até metade do valor para comprar outra TV na próxima Copa. O conceito é o “Preço na Raça”.

A campanha abrange vários veículos como televisão, rádio, jornal, mídia exterior, internet e PDV nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Goiás e interior de São Paulo e será veiculada até o dia 11 de julho de 2010.

Ficha técnica
Título: É Preço na Raça
Anunciante: Ricardo Eletro
Agência: Pro Brasil Propaganda
Diretor de Criação: Julio Alves / Alexandre Level
Redação: Alexandre Level, André Maia, Kika Vernalha, Quel Fávaro
Direção de Arte: Matheus Carvalho, Victor Monticelli
Ilustrações 3D: Alexandre Pena
Diretor de Atendimento e Planejamento: Euler Brandão
Gerente de Atendimento: Grasiela Scalioni
Atendimento: Camila Gatti, Fabiana Oliveira, Wagner Falcão, Polyane Nunes e Bernardo Coelho
Gerente de Planejamento: Suzana Schneider
Planejamento: Polyana Daimond
Diretora de Mídia: Cláudia Cordeiro
Gerente de Mídia: Síria Guimarães
Produção: Diogo Diegues e Márcia Cançado
RTVC: Juliana Olímpio e Leonardo Damasceno
Produtora de Vídeo: Casa na Árvore
Produtora de Áudio: Loop Reclame
Aprovação: Débora Assunção, Sônia Trindade e Ricardo Nunes

Fonte: m&m on line.

:: Sony apresenta linha 3D no BBB 10 ::

Antes de chegar ao mercado brasileiro, a televisão 3D da Sony fará uma exclusiva apresentação na casa mais vigiada do Brasil, em uma ação criada pela agência Dentsu.

Nesta segunda-feira (29), os participantes do Big Brother Brasil 10 terão uma experiência em três dimensões com a nova TV da marca. Será a primeira exibição de uma televisão com esta nova visão da realidade em rede nacional. Para fechar a ação, um dos brother levará para a casa um aparelho.
Fonte: m&m on line.

:: Previsão é que receita seja melhor nesta Páscoa ::

Empresas estimam alta de até 14%.

A rede ABC tem 20 lojas em nove cidades mineiras, nas regiões Centro-Oeste, Central e Alto Paranaíba
A aproximação da Páscoa já está movimentando os negócios dos supermercados mineiros, segundo representantes do setor. Diante de um cenário de recuperação da economia, com aumento do emprego e da renda, a previsão é de alta de até 14% nas vendas de produtos relacionados à data comemorativa, como bombons, ovos de chocolate e peixes, principalmente bacalhau, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Entretanto, o aquecimento mais expressivo na comercialização, segundo eles, deverá acontecer durante a Semana Santa. "Tradicionalmente, as vendas ligadas à data, em especial de ovos de chocolate, acontecem nos últimos dias antes da Páscoa", observou o diretor de Marketing e Comércio Exterior da rede de supermercados ABC, Thulio Fernandes Martins.

De acordo com ele, a procura começou a aumentar logo depois do Carnaval, quando os primeiros ovos foram disponibilizados. "Até o momento, já verificamos incremento na casa dos 30% frente ao mesmo intervalo do ano anterior", disse.

Segundo ele, a estratégia adotada pela empresa neste ano foi antecipar parte da comercialização. "No geral, 70% das vendas de chocolates e ovos acontecem durante a semana da Páscoa. Em 2010, elas deverão ficar entre 60% e 64%", afirmou.

O diretor da rede, que conta com 20 lojas espalhadas por nove municípios mineiros - Divinópolis, Formiga, Oliveira, Campo Belo, Arcos, Santo Antônio do Monte e Itaúna, na região Centro-Oeste; Pará de Minas, na região Central; e Araxá, no Alto Paranaíba -, estima incremento de 14% nos negócios ante o exercício passado. A empresa considera como período de Páscoa o resultado de março até o dia 4 de abril.

Durante a Quaresma, conforme Martins, um dos destaques em termos de vendas foi o bacalhau. "Esta época do ano é o melhor período de vendas desse produto, melhor até mesmo que o Natal", ressaltou.

Março - Segundo o diretor, as vendas de fevereiro foram 16% maiores que em igual intervalo de 2009, considerando o mesmo número de lojas. O resultado de janeiro também foi positivo, com alta de 15% ante o primeiro mês do exercício passado.

Para este ano, a expectativa é que as vendas tenham incremento de 15% ante o resultado de 2009, quando a alta foi de 21% ante 2008 (considerando o mesmo número de unidades). "O percentual menor não quer dizer que estamos perdendo fôlego.  um movimento natural, pois nos últimos três anos registramos crescimento acima de 20%", observou.

Diante dos bons resultados, o Supermercados ABC irá aumentar, em 2010, o número de lojas. "Por enquanto, posso adiantar que nossa 21ª unidade será aberta em Lagoa da Prata (Centro-Oeste). Será uma loja ecologicamente correta. Há projetos em negociação, mas não posso revelar mais detalhes", disse o diretor.

O investimento nessa filial será da ordem de R$ 5 milhões e irá gerar 140 postos de trabalho, entre diretos e indiretos. "A previsão é que a unidade esteja funcionando entre abril e maio deste ano", salientou. Atualmente, a rede, que tem sede em Divinópolis, cidade que abriga nove pontos-de-venda, conta com 2,5 mil funcionários.

Veículo: Diário do Comércio - MG

:: CRESCE CONSUMO DA CLASSE D ::

O instituto de pesquisas Data Popular calcula que, em 2010, a classe D, composta por famílias que têm renda até três salários mínimos, fará circular R$ 381,2 bilhões na economia brasileira. O montante é superior ao projetado para consumo das classes A e B, cujos gastos deverão somar R$ 216,1 bilhões e R$ 329, 5 bilhões, respectivamente. Um dos motivadores do aumento da massa de dinheiro movimentada pela classe D é o crescimento do número de famílias na base da pirâmide.

Veículo: Brasil Econômico

:: TV 3D: realidade ou armação? ::

Em recente evento em Boston, a Panasonic fez uma demonstração de seu mais recente produto 3D: um televisor de plasma com tela de alta definição de 50 polegadas, que chegará ao mercado no mês que vem ao preço de US$ 2.499.

Em uma sala escura, coloquei o óculos de US$ 150 e assisti cenas de cascatas e caminhadas em imagens tridimensionais mais claras e nítidas do que qualquer coisa que eu tenha visto nos cinemas. Sem oferecer números específicos, a Panasonic afirmou que vendeu todo o estoque disponível de outros de seus modelos 3D em apenas uma semana, nos Estados Unidos.

Os anúncios da Panasonic e de outros grandes fabricantes como Mitsubisihi, Toshiba, Sony e Philips significam que os consumidores em breve poderão comprar muitos produtos 3D diferentes: televisores, aparelhos de Blu-ray, videogames e até mesmo câmeras. Um novo padrão Blu-ray para 3D também deve facilitar para as companhias a produção de conteúdo em 3D executável em todos os televisores 3D.

"Cerca de 8% dos televisores vendidos aos consumidores dos Estados Unidos este ano serão 3D, e no que vem essa proporção dobrará", disse Robert Perry, vice-presidente sênior da divisão Panasonic Consumer Electronics.

Já que os televisores de alta definição precisaram de oito anos para conquistar o mercado, Perry prevê que "precisaremos de quatro ou cinco anos para que metade dos televisores vendidos nos Estados Unidos tenham capacidade 3D. Mas depois disso a proporção vai subir muito rápido".

Os fabricantes esperam que a popularidade dos filmes 3D ajude a levar essa tecnologia aos lares. "Existe maior conscientização sobre o 3D", disse Jonas Tanenbaum, vice-presidente de marketing de televisores LCD e LED na Samsung, que este ano está oferecendo 15 modelos de televisores 3D, em versões LED, LCD e plasma, com preços de US$ 1.699 a US$ 5 mil. No entanto, alguns especialistas demonstram mais ceticismo quanto à adoção ampla.

A DisplaySearch, uma empresa de pesquisa, prevê que este ano 1,2 milhão de televisores 3D serão vendidos, e que no ano que vem o total chegará a quatro milhões, ante os 200 mil vendidos em 2009. Jennifer Colegrove, diretora de tecnologias de tela na DisplaySearch, disse que todos esses televisores - que podem também funcionar em modo 2D - serão usados primordialmente para assistir a programação em 2D.

"A maioria das pessoas que compra televisores 3D não usará o recurso", disse. Um dos obstáculos, segundo Colegrove, é que alguns televisores 3D não funcionam bem sob iluminação fluorescente ou de halogênio (a luz interfere com o emissor infravermelho que transmite sinais do televisor aos óculos 3D).

A incompatibilidade entre os diferentes televisores 3D também pode desestimular alguns consumidores do gasto envolvido em atualizar seu entretenimento doméstico. Nos cinemas, os espectadores usam óculos "passivos", polarizados, que transformam a imagem indistinta da tela em uma imagem 3D. Mas os home theaters em geral requerem o uso de óculos "ativos", acionados por baterias, que funcionam ao abrir e fechar rapidamente uma tela diante de cada olho (em geral de 60 a 120 vezes por segundo), acompanhando os quadros do filme que está sendo exibido.

Os óculos se mantêm sincronizados com o televisor por meio de um emissor e receptor infravermelho. O problema é que o ritmo da tela e os padrões de transmissão podem variar de aparelho a aparelho (embora a XpanD, uma empresa que produz óculos passivos para o cinema, alegue ter desenvolvido um modelo universal de óculos 3D). Outra questão é que muitos dos interessados em adotar o novo sistema provavelmente adquiriram televisores de telas planas novos recentemente, e podem se mostrar menos inclinados a repetir o investimento em curto prazo.

Mesmo que os consumidores adquiram os televisores 3D, não existe muito conteúdo disponível. Mas estações de TV como a DirecTV e a ESPN prometeram iniciar transmissões em 3D, e os primeiros filmes Blu-ray 3D começam a ser lançados. Televisores da Mitsubishi, Samsung e Toshiba podem converter conteúdo 2D em 3D, por meio de algoritmos que adivinham onde deve haver profundidade, mas os resultados tendem a ser menos vívidos que o do conteúdo filmado originalmente em 3D.
"Minha opinião é que essas tecnologias de conversão serão importantes, mas no momento ainda não têm muita qualidade", diz Colegrove.

Os videogames seriam uma das maiores fontes de conteúdo 3D, em um primeiro estágio. "Não resta dúvida de que os jogos em 3D seriam grande propulsor para a adoção desses produtos", diz Tanenbaum. Na demonstração da Panasonic, a Nvidia exibiu sua tecnologia para jogos 3D. A empresa converteu 400 videogames ao formato 3D. Embora a diferença do 3D não fosse tão marcada quanto em outras formas de conteúdo, ainda assim tornou um jogo de corrida de automóveis ainda mais envolvente.
Os fabricantes esperam que outros produtos 3D, como câmeras, encorajem os usuários a criar conteúdo 3D próprio. A DisplaySearch prevê que, pelo final de 2010, haverá 10 milhões de câmeras 3D no mercado, ante apenas 300 mil no começo do ano. "Acreditamos que o preço vá cair e a tecnologia melhorar", disse Colegrove.

Amar Aggoun, pesquisador de imagens 3D na Universidade Brunel, em Londres, está desenvolvendo um sistema 3D que não requererá óculos. "Para uso caseiro, a obrigação de que todos usem óculos pode tornar a prática menos conveniente do que no cinema", ele disse, acrescentando que "assistir a filmes com óculos 3D tende a causar dor de cabeça".

Houve algumas demonstrações da tecnologia 3D que dispensa óculos, mas Aggoun acredita que ela demore ainda três anos a chegar ao mercado.

Fonte: The New York Times