A novela 'Ti-ti-ti', de Maria Adelaide Amaral dirigida por Jorge Fernando, bateu seu recorde nesta quinta-feira com 31 pontos de média no Ibope e participação de 53%.
GLOBO:
Sinhá Moça - 16
Malhação - 18
Escrito nas estrelas - 25
Ti-ti-ti - 31
Passione - 34
A grande família - 26
A vida alheia - 16
Brasileiros - 11
SBT:
Pérola negra - 5
Esmeralda - 5
As tontas não vão céu - 5
Uma rosa com amor - 8
Ana Raio e Zé Trovão - 8
Programa do Ratinho - 5
Conexão repórter - 6
A praça é nossa - 8
RECORD:
Fala Brasil - 8
Hoje em dia - 6
Os mutantes - 6
CSI Investigação criminal - 12
Ribeirão do Tempo - 10
Ídolos - 11
BAND:
Polícia 24h - 7,5
Jogo aberto - 3
Fonte: Blog Patricia Kogut.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
:: Ônibus de São Paulo ganham nova mídia ::
Além dos painéis instalados nas janelas traseiras e dos monitores que veiculam uma programação especial em algumas linhas, os ônibus da cidade de São Paulo ganharam mais um espaço de veiculação de anúncios e mensagens publicitárias.
Com o objetivo de impactar uma grande quantidade de pessoas com uma mensagem, a Media Service desenvolveu os "handles", apoios de mãos feitos de acrílico, localizados nas barras superiores dos ônibus e que têm a função de auxiliar o apoio dos passageiros durante o trajeto.
De acordo com a agência, as peças de mídia já estão homologadas pelo Inmetro e autorizadas pela SPTrans, empresa que controla o sistema de ônibus na capital paulista. A ideia é que a experiência da mídia em São Paulo sirva como base para a expansão do serviço a outras capitais brasileiras.
O espaço oferecido para veiculações publicitárias é de 120 por 170 mm e cada um dos veículos comporta entre 10 e 15 apoios. O objetivo da Media Service é instalar 60 mil peças nos ônibus paulistanos até o final do ano.
A rede de fast food McDonald's, em criação da Taterka, foi uma das primeiras marcas a fechar uma parceria com a Media Services e já veicula anúncios de seus produtos nos espaços plásticos instalados dentro dos veículos.
Fonte: m&m online.
Com o objetivo de impactar uma grande quantidade de pessoas com uma mensagem, a Media Service desenvolveu os "handles", apoios de mãos feitos de acrílico, localizados nas barras superiores dos ônibus e que têm a função de auxiliar o apoio dos passageiros durante o trajeto.
De acordo com a agência, as peças de mídia já estão homologadas pelo Inmetro e autorizadas pela SPTrans, empresa que controla o sistema de ônibus na capital paulista. A ideia é que a experiência da mídia em São Paulo sirva como base para a expansão do serviço a outras capitais brasileiras.
O espaço oferecido para veiculações publicitárias é de 120 por 170 mm e cada um dos veículos comporta entre 10 e 15 apoios. O objetivo da Media Service é instalar 60 mil peças nos ônibus paulistanos até o final do ano.
A rede de fast food McDonald's, em criação da Taterka, foi uma das primeiras marcas a fechar uma parceria com a Media Services e já veicula anúncios de seus produtos nos espaços plásticos instalados dentro dos veículos.
Fonte: m&m online.
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:: Quando a moda chega à ponta dos dedos ::
Inspirados nas cores lançadas pela Chanel, pequenos fabricantes nacionais ganham força no mercado de esmaltes
Não dá para questionar a referência da toda-poderosa Chanel nas passarelas. Mas, de três anos para cá, a grife francesa ganhou um novo rótulo, o de ícone no mercado de esmaltes. O gatilho para atuar num novo segmento foi a crise econômica global de 2008, responsável pela queda no consumo de luxo na Europa e Estados Unidos. As apaixonadas pela grife tiveram nos esmaltes, vendidos em média por US$ 23, uma espécie de prazer de baixo custo para suportar os dias difíceis.Aos poucos, a Chanel, com faturamento estimado entre 2 bilhões e 3 bilhões, disseminou nos grandes mercados consumidores o uso de cores da passarela também nos esmaltes. Graças ao apelo fashion, em 2009 os esmaltes foram o único segmento entre os produtos de beleza que tiveram aumento nas vendas nos Estados Unidos.
O casamento entre moda e esmaltes também virou febre no Brasil e resultou na introdução de cores lançadas pela Chanel no portfólio de empresas. O mercado, ainda que pequeno em faturamento, apresenta altas taxas de crescimento - na casa dos 30% de janeiro a maio, de acordo com dados da Nielsen. Risqué (da Hypermarcas), Colorama (da L"Oréal) e Impala (da Mundial) têm mais da metade do mercado. Mas as pequenas empresas começam a despontar.
Um desses casos é o da Big Universo, de Mauá (SP). A empresa foi fundada há 25 anos por Roque de Siqueira, um metalúrgico que, depois de perder o braço em um acidente de trabalho, teve de procurar outra fonte de renda. Foi quando soube por um conhecido que poderia fabricar esmaltes em casa. As primeiras experiências foram feitas literalmente no fundo do quintal. Mais tarde, um dos filhos, Gilmar, se interessou pelo negócio e se formou em química para tocar os projetos de expansão.
Recentemente a terceira geração chegou aos negócios. Clarissa Ezaki, filha de Gilmar, assumiu a área de marketing e de relacionamento com clientes. "Não temos dinheiro para investir em anúncios, então tratamos as blogueiras com carinho, antecipando as novidades. Apesar de tanto tempo de mercado, apenas há seis meses nos tornamos conhecidos graças aos blogs", conta. Até novembro do ano passado, a produção da Big Universo oscilava entre 100 mil e 150 mil frascos por mês. Agora a empresa produz entre 400 mil e 500 mil e espera fechar 2010 com um faturamento de R$ 3 milhões.
Made in Pará. Outra empresa que comemora a boa fase é a Ludurana, de Ananindeua, na Grande Belém. Seu fundador é Francisco José Anastácio da Silva, de 42 anos, um ex-vendedor que há 14 anos resolveu trocar as castanhas pelos esmaltes. Hoje, segundo Paulo Romualdo, diretor da empresa, a produção da Ludurana é de 7 milhões de vidros por mês e, até dezembro, a meta é chegar a 10 milhões de unidades e atingir R$ 60 milhões em vendas - o dobro de 2009.
Os competidores tradicionais do setor não estão parados. A Impala aumentou a produção em 90% e desde março a linha de produção trabalha em três turnos. A gerente de marketing Luciana Laurito conta que as cores tradicionais perderam a majestade. Há dois meses as vendas da Impala são lideradas pela cartela de cores da linha matte flúor. "Desde os lançamentos da Chanel de cores como blue satin, black satin e jade, os esmaltes ficaram mais ligados a moda", explica.
Até a Coca-Cola pegou carona na febre dos esmaltes. A fabricante de bebidas lançou uma ação promocional com a marca inglesa de esmaltes Nails Inc. Na compra de duas garrafas de Diet Coke, a consumidora ganha um esmalte da Coca feito com cores exclusivas pela Nails Inc. A brasileira Arezzo também entrou nessa moda e há duas coleções incluiu a venda de esmaltes nas suas lojas. Como se vê, ninguém quer perder o bom momento.
Destaque
O Brasil é o segundo maior consumidor de esmaltes do mundo, atrás dos EUA. Segundo dados da consultoria Euromonitor, as vendas no País somaram US$ 326 milhões no ano passado.
Veículo: O Estado de S.Paulo
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:: Varejo: Código já é obrigatório nos pontos de vendas ::
Após oito dias da aprovação, o varejo tenta ainda se adaptar à nova medida que obriga estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços a disponibilizar um exemplar do Código de Defesa do Consumidor a seus clientes. Caso o lojista descumpra a medida, estará sujeito a multa de R$ 1.064,10.
De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun, é fundamental conscientizar os clientes sobre seus direitos e deveres, o que ajuda a estreitar ainda mais a relação de confiança que deve existir entre consumidor e comerciante.
Com o objetivo de esclarecer as dúvidas dos empresários do varejo, a entidade planeja a criação de uma linha direta entre o setor e os órgãos de defesa do consumidor, disponibilizando informações e orientando os lojistas com uma consultoria especializada, porém não há ainda uma data prevista para tal.
"Não há uma previsão para o projeto entrar em vigor, pois precisamos definir alguns detalhes estratégicos que ficarão acertados após a criação de uma câmara de varejo entre a Alshop e a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), nosso parceiro neste projeto", conclui Sahyoun.
Veículo: DCI
De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun, é fundamental conscientizar os clientes sobre seus direitos e deveres, o que ajuda a estreitar ainda mais a relação de confiança que deve existir entre consumidor e comerciante.
Com o objetivo de esclarecer as dúvidas dos empresários do varejo, a entidade planeja a criação de uma linha direta entre o setor e os órgãos de defesa do consumidor, disponibilizando informações e orientando os lojistas com uma consultoria especializada, porém não há ainda uma data prevista para tal.
"Não há uma previsão para o projeto entrar em vigor, pois precisamos definir alguns detalhes estratégicos que ficarão acertados após a criação de uma câmara de varejo entre a Alshop e a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), nosso parceiro neste projeto", conclui Sahyoun.
Veículo: DCI
:: Site de compras coletivas planeja triplicar clientes ::
Embalado pela popularização do acesso aos sites de compras coletivas no Brasil, assim como já acontece nos Estados Unidos, o ClickOn pretende chegar ao fim do ano com 1 milhão de usuários no país, número três vezes superior aos 320 mil cadastrados hoje. No mesmo período, o volume acumulado de 120 ofertas deve pular para mil, conforme previsão do diretor-presidente da empresa, Marcelo Macedo.
"Nossos segmentos principais de atuação são restaurantes, entretenimento e bem-estar", afirma o empresário, que criou o site em abril, em São Paulo, com os sócios Paulo Humberg e os alemães Oliver Jung e Klaus Hommels (investidor do Skype e do Facebook). Desde então, o ClickOn se estabeleceu também em Curitiba, Salvador, Fortaleza, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre, e amanhã começa a operar no Rio de Janeiro.
O plano de Macedo é chegar ao fim do ano com uma cobertura de 18 a 20 cidades brasileiras, com possibilidade de atingir praças de porte médio no interior de alguns Estados, como Caxias do Sul (RS), Joinville (SC) ou Maringá (PR). A empresa detém participação de 39% sobre o volume de vendas do segmento, formado por cerca de 12 sites especializados no país, segundo o executivo. O valor total não foi informado.
No modelo de compras coletivas, a venda dos produtos e serviços só é efetivada se um número determinado de usuários - em geral conectados pelas redes sociais na internet - fecha o negócio. Segundo Macedo, somente quando a operação é efetivada o ClickOn lança o valor correspondente no cartão de crédito do cliente, que imprime um cupom para apresentar na loja, no restaurante ou no acesso ao espetáculo adquirido.
Com a escala de negócios ampliada, os comerciantes e prestadores de serviços que vendem no ClickOn podem oferecer descontos de até 80% nos preços, diz Macedo. As ofertas são únicas e permanecem disponíveis no site por períodos de 24 a 48 horas. Ontem, em Porto Alegre, um banho numa loja de animais da cidade podia ser agendado por R$ 14,70, ante o preço de tabela de R$ 35.
A ClickOn é remunerada com um percentual sobre as vendas dos parceiros, que fecham contratos com o site para cada oferta. "É um modelo barato e seguro para o vendedor", diz o empresário, sem revelar o faturamento. A empresa conta com equipe própria de 48 pessoas, sendo 22 representantes comerciais que oferecem a plataforma de negócios na área de atuação.
Veículo: Valor Econômico
"Nossos segmentos principais de atuação são restaurantes, entretenimento e bem-estar", afirma o empresário, que criou o site em abril, em São Paulo, com os sócios Paulo Humberg e os alemães Oliver Jung e Klaus Hommels (investidor do Skype e do Facebook). Desde então, o ClickOn se estabeleceu também em Curitiba, Salvador, Fortaleza, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre, e amanhã começa a operar no Rio de Janeiro.
O plano de Macedo é chegar ao fim do ano com uma cobertura de 18 a 20 cidades brasileiras, com possibilidade de atingir praças de porte médio no interior de alguns Estados, como Caxias do Sul (RS), Joinville (SC) ou Maringá (PR). A empresa detém participação de 39% sobre o volume de vendas do segmento, formado por cerca de 12 sites especializados no país, segundo o executivo. O valor total não foi informado.
No modelo de compras coletivas, a venda dos produtos e serviços só é efetivada se um número determinado de usuários - em geral conectados pelas redes sociais na internet - fecha o negócio. Segundo Macedo, somente quando a operação é efetivada o ClickOn lança o valor correspondente no cartão de crédito do cliente, que imprime um cupom para apresentar na loja, no restaurante ou no acesso ao espetáculo adquirido.
Com a escala de negócios ampliada, os comerciantes e prestadores de serviços que vendem no ClickOn podem oferecer descontos de até 80% nos preços, diz Macedo. As ofertas são únicas e permanecem disponíveis no site por períodos de 24 a 48 horas. Ontem, em Porto Alegre, um banho numa loja de animais da cidade podia ser agendado por R$ 14,70, ante o preço de tabela de R$ 35.
A ClickOn é remunerada com um percentual sobre as vendas dos parceiros, que fecham contratos com o site para cada oferta. "É um modelo barato e seguro para o vendedor", diz o empresário, sem revelar o faturamento. A empresa conta com equipe própria de 48 pessoas, sendo 22 representantes comerciais que oferecem a plataforma de negócios na área de atuação.
Veículo: Valor Econômico
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