Com novo horário de exibição neste domingo, das 16h às 20h, o "Programa do Gugu" ficou em segundo lugar na audiência, com 9 pontos, perdendo para o "Domingão do Faustão", que marcou 21.
O "Domingo espetacular", que foi ao ar das 20h à 0h, registrou sua melhor audiência de 2010. A atração teve média de 13 pontos, com pico de 20 e 11 minutos de liderança no horário.
GLOBO (sexta):
Mais você - 8
Sinhá moça - 14
Malhação - 16
Escrito nas estrelas - 24
Tempos modernos - 23
Passione - 28
Globo repórter - 24
Separação?! - 14
GLOBO (sábado):
Estrelas - 11
Caldeirão do Huck - 14
Escrito nas estrelas - 24
Tempos modernos - 20
Passione - 24
Zorra total - 20
GLOBO (domingo):
Os caras de pau - 13
Domingão do Faustão - 21
Fantástico - 20
SOS Emergência - 11
SBT (sexta):
As tontas não vão ao céu - 4
Uma rosa com amor - 6
Programa do Ratinho - 4
Tela de sucessos ("Momento crítico") - 5
SBT (sábado):
Uma rosa com amor - 4
Supernanny - 6
Sábado cine 1 ("As aventuad de Tom e Jerry") - 5
Sábado cine 2 ("A culpa foi do macaco") - 5
Aventura selvagem - 7
Cine belas artes ("O cara") - 5
SBT (domingo):
Domingo legal - 7
Eliana - 7
Programa Silvio Santos - 8
Roda a roda - 7
REDE TV! (domingo):
Pânico na TV - 10,5
Dr. Hollywood - 4,4
RECORD (sexta):
Hoje em dia - 7
Bela, a feia - 15
Ribeirão do tempo - 11
Fala Brasil - 8
CSI Investigação Criminal - 12
RECORD (sábado):
O melhor do Brasil - 12
Hoje em dia - 4
Legendários - 6
Show do Tom - 6
RECORD (domingo):
Tudo é possível - 6
Domingo espetacular - 13
Programa do Gugu - 9
BAND (sexta):
Brasil gente - 5,4
Tribunal na TV - 2,3
A noite é uma criança - 1
BAND (sábado):
Programa Raul Gil - 3,2
BAND (domingo):
Fórmula Indy - 4
Terceiro tempo - 5
Fonte: Blog da Patricia Kogut.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
:: Pesquisa IBOPE - Sonho de mãe ::
Análise setorial produzida pelo IBOPE Mídia e publicada no jornal Meio & Mensagem em 24 de maio de 2010
Mais da metade (51%) das brasileiras são mães, segundo a pesquisa Target Group Index, realizada com pessoas de 12 a 64 anos de idade que moram em regiões metropolitanas e no interior do Sul e do Sudeste. O Target Group Index inclui nessa categoria quem é mãe, tutora ou responsável direta por alguma pessoa da residência.
Mas essa quantidade de mães brasileiras não forma uma massa homogênea. Dependendo da condição econômica, da idade, da quantidade de filhos, do fato de trabalhar e até de ter ou não um companheiro, seus hábitos e suas expectativas são bastante diferentes.
Na separação por classes, é possível perceber que há proporcionalmente mais mulheres que são mães nas classes C, D e E. Em geral, as mães mais pobres são mais jovens, têm mais filhos e, na maioria das vezes, não contam com o apoio de um marido ou companheiro.
O percentual de mulheres com filhos passa de 50% no grupo C/D/E. Já no A/B, menos da metade das mulheres é mãe. A média de filhos também é um pouco maior entre as mães das classes C,D e E. Segundo o Target Group Index, 2% das mães das classes A e B têm quatro filhos. Essa média atinge 6% das mães das classes D e E.
Leia a matéria na integra no site do IBOPE.
Mais da metade (51%) das brasileiras são mães, segundo a pesquisa Target Group Index, realizada com pessoas de 12 a 64 anos de idade que moram em regiões metropolitanas e no interior do Sul e do Sudeste. O Target Group Index inclui nessa categoria quem é mãe, tutora ou responsável direta por alguma pessoa da residência.
Mas essa quantidade de mães brasileiras não forma uma massa homogênea. Dependendo da condição econômica, da idade, da quantidade de filhos, do fato de trabalhar e até de ter ou não um companheiro, seus hábitos e suas expectativas são bastante diferentes.
Na separação por classes, é possível perceber que há proporcionalmente mais mulheres que são mães nas classes C, D e E. Em geral, as mães mais pobres são mais jovens, têm mais filhos e, na maioria das vezes, não contam com o apoio de um marido ou companheiro.
O percentual de mulheres com filhos passa de 50% no grupo C/D/E. Já no A/B, menos da metade das mulheres é mãe. A média de filhos também é um pouco maior entre as mães das classes C,D e E. Segundo o Target Group Index, 2% das mães das classes A e B têm quatro filhos. Essa média atinge 6% das mães das classes D e E.
Leia a matéria na integra no site do IBOPE.
:: Band vende principal cota de "O Formigueiro" por R$ 10 milhões ::
A Band anunciou que a cota de patrocínio master do programa “O Formigueiro”, no valor de R$ 10 milhões, já foi comercializada pela rede.A atração, uma espécie de talk show misturado com musicais e stand up comedy, está prevista para estrear no final de julho, logo após a Copa do Mundo. O programa será apresentado por Marco Luque, do “CQC”. Em “O Formigueiro”, o apresentador estará ao lado de dois bonecos em forma de formiga e colocará seus entrevistados em situações inusitadas.
O piloto do programa foi gravado no cenário da versão espanhola da atração. Na ocasião, Luque entrevistou a cantora Luiza Possi, que em um determinado momento aparece ingerindo gás hélio.
A atração deverá ser exibida ao vivo e é mais um produto resultante da parceria da emissora do Morumbi com a produtora argentina Cuatro Cabezas.
Com informações de O Estado de S. Paulo.
Fonte: Na Telinha.
:: Folha lança "sãopaulo", nova revista dominical ::
No próximo domingo (6/6), a Folha de S.Paulo lança sua nova revista semanal, "sãopaulo". Com 150 páginas, a nova publicação entra em substituição à "Revista da Folha" e trará reportagens de arquitetura, comportamento, consumo, cultura, gente da cidade, poluição, trânsito e urbanismo.A revista mostrará personagens e pontos interessantes da maior cidade do país, como na seção "São Paulo, SP", em que será feita uma entrevista com algum paulistano famoso. Outra seção, "GPS", trará uma foto e um mapa com os caminhos percorridos por alguém da cidade, anônimo ou conhecido, com lugares interessantes para o leitor.
"sãopaulo" também publicará um roteiro semanal de cultura e lazer, com programação de cinema, teatro, música, exposições, dança, passeio, restaurante e lugares. O jornalista Sílvio Lancellotti assina a seção "Outra São Paulo", que apresenta dicas de passeios incomuns na cidade. Já Manuel da Costa Pinto assina "Fique em Casa", com indicações de filmes em DVD, além de livros e discos.
"A proposta é garimpar o que a cidade tem de melhor e lançar um novo olhar sobre a vida na metrópole", diz a editora, Beatriz Peres. "Os repórteres vão às ruas, vivenciando com os pés no chão o que mexe com a vida das pessoas", completa o editor-assistente Thales de Menezes.
A revista dominical será distribuída em toda a Grande São Paulo, mas assinantes de outras localidades poderão acessar a versão digital. "sãopaulo" engloba o Núcleo de Revistas da Folha, comandado pela jornalista Cleusa Turra, também responsável pelo "Guia da Folha", que sai às sextas-feiras, e a revista mensal "Serafina".
Com informações do Comunique-se
Redação Adnews
:: Copa impulsiona venda de TVs no Brasil ::
A Copa do Mundo tem surpreendido o mercado varejista. As vendas de televisores já ultrapassaram as expectativas das maiores redes do país, que apostam na boa campanha da Seleção Brasileira para aumentar ainda mais os números.As redes Extra e Ponto Frio, ambas do Grupo Pão de Açúcar, apresentaram crescimento de 110% nas vendas deste ano, em comparação com 2009. De acordo com as lojas, os produtos mais atraentes têm sido TVs LCD de 32 e 42 polegadas com resolução Full HD. Visando atender à demanda, 60% do estoque de 2010 foi adiantado para o primeiro trimestre.
O Carrefour, por sua vez, registrou crescimento de 80% nas vendas apenas na primeira quinzena de maio, na comparação anual. A porcentagem alcançada é o dobro do que previra a rede em abril (40%).
Mesmo ainda sem números consolidados no ano, o Magazine Luiza afirma que a expectativa de aumento de vendas traçado pela rede – 50% – está sendo correspondida.
Os bons resultados confirmam dados de uma pesquisa feita pela consultoria GfK com mil pessoas em todo o país. O estudo, realizado pessoas acima de 18 anos, mostra que 20% dos brasileiros pretendia comprar um novo televisor por causa da Copa.
As regiões Norte e Centro-Oeste são as que mais intencionam adquirir um aparelho: 29%, com idades de 35 a 44 anos (26%) e das classes C e D (21%).
Com informações do UOL
Redação Adnews
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:: Tendências ::
:: Brasil prepara 1º filme em 3D para 2011 ::
O primeiro longa-metragem brasileiro em três dimensões só deverá despontar nas telinhas em 2011. A produção mais adiantada é "Brasil Animado", de Mariana Caltabiano, que já está pronto, mas ainda passa pela fase de montagem. O filme pretende misturar cenários reais e desenho animado para mostrar dois personagens em peregrinação pela busca de um símbolo da flora brasileira.
Outros dois longas em 3D estão em pré-produção: "Quem tem medo de fantasma?", de Cris D´Amato, e a animação "Nautilus". O primeiro, com personagens reais, trará uma obra de fantasia infanto-juvenil; já o segundo, cuja produção é assinada pela Labocine, é uma aventura com Leonardo Da Vinci, Monalisa e Cristóvão Colombo.
"Nós nos associamos ao “Brasil animado”, ao “Quem tem medo de fantasma?” e ao “Nautilus”, diz Carlos Eduardo Rodrigues, diretor da Globo Filmes. "Mas também temos outros projetos. O filme que o Daniel Filho vai fazer baseado no texto de “Saramandaia” (novela de Dias Gomes, de 1976) poderá ser rodado em 3D. As histórias do Dias Gomes possibilitam bem esse tipo de recurso."
Rodrigues ainda afirma que outros longas, produzidos inicialmente em duas dimensões, podem ter seu conteúdo adaptado posteriormente para a nova tecnologia, como "Tainá 3" e "Se eu fosse você 3".
Impedimentos
Mas as produções em três dimensões podem demorar a se popularizar por aqui, isso porque o uso da tecnologia encarece em até 30% o orçamento dos longas – fator esse que também impede a ampliação das salas que exibem o formato. Um exemplo é o "Brasil animado", que era previsto para estrear em julho deste ano, postergado para outubro e agora adiado para 2011.
Além do alto custo, a falta de experiência dificulta a disseminação da tecnologia no Brasil. "O filme só por ser em 3D não garante seu sucesso. Eu acho que talvez fosse necessário associar uma grande marca, como a Xuxa, o Renato Aragão ou até a Tainá, a um filme brasileiro em 3D para que o projeto dê certo", comenta Paulo Sérgio Almeida, do portal Filme B.
TV sai na frente
Se no cinema as produções nacionais levarão um ano para aparecer, na televisão a situação é diferente. Mesmo com poucos aparelhos preparados para a tecnologia no país, as principais emissoras abertas estão bem adiantadas na sua transmissão.
A RedeTV!, por exemplo, fez no domingo (23) a primeira exibição de um programa ao vivo em três dimensões do Brasil. A atração escolhida é uma das que apresenta melhores resultados na audiência da emissora, o Pânico, que se mantém à frente de Gugu Liberato e Silvo Santos.
A Band também se movimenta em direção ao 3D. Em março, a emissora realizou testes durante a etapa de Fórmula Indy de São Paulo. Mas, no caso da Band, apenas clientes da operadora de TV por assinatura, NET, puderam acompanhar a novidade.
Além de exibir jogos da Copa em três dimensões, a Globo também realiza testes em sua programação com a tecnologia. Todos os programas têm trechos gravados em 3D para experimentá-lo em diferentes formatos, segundo o colunista do R7, Daniel Castro.
Com informações de O Globo
Redação Adnews
Outros dois longas em 3D estão em pré-produção: "Quem tem medo de fantasma?", de Cris D´Amato, e a animação "Nautilus". O primeiro, com personagens reais, trará uma obra de fantasia infanto-juvenil; já o segundo, cuja produção é assinada pela Labocine, é uma aventura com Leonardo Da Vinci, Monalisa e Cristóvão Colombo.
"Nós nos associamos ao “Brasil animado”, ao “Quem tem medo de fantasma?” e ao “Nautilus”, diz Carlos Eduardo Rodrigues, diretor da Globo Filmes. "Mas também temos outros projetos. O filme que o Daniel Filho vai fazer baseado no texto de “Saramandaia” (novela de Dias Gomes, de 1976) poderá ser rodado em 3D. As histórias do Dias Gomes possibilitam bem esse tipo de recurso."
Rodrigues ainda afirma que outros longas, produzidos inicialmente em duas dimensões, podem ter seu conteúdo adaptado posteriormente para a nova tecnologia, como "Tainá 3" e "Se eu fosse você 3".
Impedimentos
Mas as produções em três dimensões podem demorar a se popularizar por aqui, isso porque o uso da tecnologia encarece em até 30% o orçamento dos longas – fator esse que também impede a ampliação das salas que exibem o formato. Um exemplo é o "Brasil animado", que era previsto para estrear em julho deste ano, postergado para outubro e agora adiado para 2011.
Além do alto custo, a falta de experiência dificulta a disseminação da tecnologia no Brasil. "O filme só por ser em 3D não garante seu sucesso. Eu acho que talvez fosse necessário associar uma grande marca, como a Xuxa, o Renato Aragão ou até a Tainá, a um filme brasileiro em 3D para que o projeto dê certo", comenta Paulo Sérgio Almeida, do portal Filme B.
TV sai na frente
Se no cinema as produções nacionais levarão um ano para aparecer, na televisão a situação é diferente. Mesmo com poucos aparelhos preparados para a tecnologia no país, as principais emissoras abertas estão bem adiantadas na sua transmissão.
A RedeTV!, por exemplo, fez no domingo (23) a primeira exibição de um programa ao vivo em três dimensões do Brasil. A atração escolhida é uma das que apresenta melhores resultados na audiência da emissora, o Pânico, que se mantém à frente de Gugu Liberato e Silvo Santos.
A Band também se movimenta em direção ao 3D. Em março, a emissora realizou testes durante a etapa de Fórmula Indy de São Paulo. Mas, no caso da Band, apenas clientes da operadora de TV por assinatura, NET, puderam acompanhar a novidade.
Além de exibir jogos da Copa em três dimensões, a Globo também realiza testes em sua programação com a tecnologia. Todos os programas têm trechos gravados em 3D para experimentá-lo em diferentes formatos, segundo o colunista do R7, Daniel Castro.
Com informações de O Globo
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