quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

:: As principais audiências de 03 de fevereiro ::

Globo
Mais Você 7
Alma Gêmea 22
Malhação ID 15
Cama de Gato 20
Tempos Modernos 21
Viver a Vida 30
Big Brother Brasil 30

SBT
Um contra cem 6
Gossip Girl 6
Qual é o seu talento? 6
Eu, a patroa e as crianças 9

Fonte: Blog Patricia Kogut.

:: Club Social faz ação nas praias ::

O litoral sul e sudeste recebem a ação Club Social na Areia, promovida pela marca Club Social, da Kraft Foods Brasil. "Após o sucesso da Ilha Club Social, em 2009, decidimos continuar apostando em ações inovadoras. Por isso, criamos atividades de verão", diz Ana Ferrell, gerente de Marketing da categoria de biscoitos.

Acesse: http://www.clubsocial.com.br/
Veículo: DCI

:: Comércio eletrônico conquista a confiança de 86,3% de internautas ::

As lojas eletrônicas brasileiras foram consideradas confiáveis por 86,3% das pessoas que fizeram compras pela Internet durante todo o ano de 2009. Essa é a principal constatação do Índice de Confiança do e-consumidor, estudo desenvolvido pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a atuar na educação do usuário para que o mesmo evite cair em golpes aplicados pela rede.

Ao todo foram coletados pela e-bit mais de 1.4 milhão de questionários de janeiro a dezembro do ano passado e a média de satisfação revelada pelos pesquisados com o desempenho das lojas ficou em 86,3%. Durante os 12 meses houve uma variação máxima de 1.7 ponto percentual entre o menor (fevereiro – 85,59%) e o maior (agosto – 87,29%) índice de confiança.

O coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade explica que a consolidação do estudo feito ao longo do ano revelou que o comércio eletrônico brasileiro tem um nível de aprovação junto ao consumidor superior ao de países como os Estados Unidos, por exemplo. “A variação dos números que indicam satisfação foi muito pequena mesmo com o aumento do volume de transações em eventos sazonais, greve de operadores logísticos, enchentes e outros imprevistos”, diz.

O diretor executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) Gerson Rolim comemora a consolidação de sua previsão feita em novembro de que a média de satisfação do ano ficaria acima dos 85%, padrão considerado pela camara-e.net como sendo de excelência para o varejo eletrônico. “Nos Estados Unidos, por exemplo, onde a cultura de compras não presenciais é muito mais disseminada do que no Brasil, a média de satisfação é de 82%. Levando-se em conta toda a complexidade das compras pela Internet, principalmente n um país com dimensões continentais como o Brasil, temos consciência de que é muito difícil alcançar patamares próximos a 80% de satisfação, por isso consideramos 85% um marco de eficiência do segmento”, afirma.

Somente no mês de dezembro foram coletados pela e-bit 150.998 mil questionários entre os dias 1 e 31. O índice específico do mês do Natal ficou em 85,98% de satisfação. De acordo com a e-bit, foram movimentados R$ 1,6 bilhões no período de 15/11 a 24/12 em vendas de bens de consumo. Esse valor representa um aumento de 28% em relação ao mesmo período de 2008, quando o faturamento para a data sazonal foi de R$ 1,25 bilhões.

Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, esse faturamento expressivo mostra que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras.
Fonte: Adnews

:: Campanhas das Casas Bahia e Ponto Frio seguem independentes ::

Grupo Pão de Açúcar assina acordo com o Cade para assegurar as aquisições.

Conforme o previsto, o Grupo Pão de Açúcar e as Casas Bahia selaram nesta quarta-feira, 3, o Acordo Provisório de Reversibilidade da Operação (Apro) junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A proposta do órgão antitruste é conferir uma certa segurança às transações entre as redes varejistas, garantindo um certo conforto e elasticidade nos processos de negociação. Em junho de 2009, o grupo Pão de Açúcar se tornou dono da rede de eletroeletrônicos Ponto Frio e, em dezembro do ano passado, deu um grande passo no segmento varejista nacional ao adquirir parte das Casas Bahia, considerada o maior anunciante do País.

Pelo acordo estabelecido pelo Cade, o Grupo Pão de Açúcar fica comprometido a manter as marcas Casas Bahia e Ponto Frio, assegurando os mesmos investimentos em publicidade em marketing que as duas companhias vinham mantendo no período anterior à fusão. As campanhas publicitárias de cada uma das bandeiras também deverão ser produzidas e veiculadas de forma independente.

O acordo também prevê que o Pão de Açúcar não poderá fechar nenhuma loja do Ponto ou das Casas Bahia nos municípios em que as duas bandeiras coexistem. A manutenção das operações das duas companhias também vale para os Centros de Distribuição (CD) e a Fábrica de Móveis Bartira. O Grupo também se comprometeu a não realizar demissões por conta da reestruturação das operações das duas bandeiras.

Em comunicado divulgado à imprensa na tarde desta quarta-feira, 3, tanto o Grupo Pão de Açúcar quanto as Casas Bahia declaram considerar o acordo positivo "na na medida em que o Cade reconhece que não há necessidade de suspender ou "congelar" os feitos da associação".
Fonte: M&M on line - Em Pauta - Marketing & Negócios.

:: Google, Apple e outras tentam mudar publicidade de celular ::

O Google, a Apple e várias novas empresas estão tentando inovar em propaganda para celular, na esperança de convencer os anunciantes a gastar mais num formato que a indústria de tecnologia festeja há anos sem ter muito o que mostrar em termos concretos.

Até agora, a propaganda on-line consistia principalmente em pequenos anúncios no canto de uma página da web para celular, ou anúncios de texto que pareciam spam, ou propaganda indesejada. O resultado disso é que o mercado de propaganda em celular continua relativamente pequeno, ainda que os celulares proliferassem.

O Google, a Apple e outras empresas estão investindo para mudar isso. O Google anunciou em novembro um acordo de US$ 750 milhões para comprar a AdMob Inc., uma empresa que vende uma variedade de anúncios para celular, como alguns que mostram num mapa a localização da loja mais próxima de um varejista ou permitem que os usuários de celular baixem músicas ou assistam a um comercial entre as fases de um jogo.

O Google também lançou semana passada um novo tipo de propaganda ligada a resultados de busca para celulares avançados como o iPhone, da Apple. Quem quiser procurar uma pizzaria, por exemplo, pode obter um anúncio ligado a resultados de busca com um número de telefone em que pode clicar para contatar a pizzaria.

A Apple, enquanto isso, comprou a agência de propaganda on-line Quattro Wireless em janeiro. E, semana passada, o diretor financeiro da Apple, Peter Oppenheimer, disse que a empresa comprou a Quattro para oferecer "uma maneira sem impedimentos para nossos programadores ganharem mais dinheiro com seus aplicativos, especialmente os que oferecem aplicativos gratuitos".

Os anunciantes também estão de olho no iPad, um computador "tablet" que a Apple anunciou semana passada e que roda aplicativos parecidos com os do iPhone, e também numa série de outros produtos, enquanto tentam ampliar suas estratégias para além da primeira geração de propagandas para celular, como os anúncios de texto.

A Volkswagen começou a testar as propagandas em torpedos em 2008 e contratou ano passado a agência digital AKQA para desenvolver uma estratégia de propaganda em celular de sua marca. A empresa criou um site voltado para a internet em celular e lançou seu novo Golf GTI com um jogo para celular. A montadora alemã agora está preparando aplicativos para celular em seu site. Eles permitirão que donos de carros marquem revisões mecânicas ou paguem suas contas, e que interessados em comprar um carro acompanhem as ofertas do momento, disse ao Wall Street Journal Charlie Taylor, gerente-geral de marketing digital da Volks.

O diretor de marketing da varejista americana de eletrônicos Best Buy, Barry Judge, quer usar a tecnologia de celular para tornar as propagandas normais mais interativas. Um anúncio impresso num outdoor, por exemplo, pode informar um endereço para o qual as pessoas podem enviar uma mensagem de texto pedindo mais informações.

Enquanto a concorrência entre Google e Apple começa a esquentar, empresas iniciantes como FourSquare e Loopt tentam vender aos anunciantes novas maneiras de atingir os clientes por meio de seus celulares.

O site de relacionamento social para celular Loopt está desenvolvendo um serviço que pode enviar ofertas ao celular das pessoas que entrarem numa loja específica um determinado número de vezes, diz o diretor-presidente da Loopt, Sam Altman.

A FourSquare, cujo aplicativo permite que os usuários avisem aos amigos quando estão em certos locais, como um restaurante, busca novas maneiras de cobrar por um serviço parecido que envia ofertas especiais para pessoas que frequentam habitualmente um local ou estão próximas dele. Mais de 600 locais já usam uma versão gratuita do serviço, afirma a FourSquare.

Toda essa movimentação ocorre quando a propaganda em celular ainda não atingiu o potencial que a indústria de tecnologia enxerga nela. Os gastos com propaganda em celular nos EUA continuam pequenos - só US$ 416 milhões em 2009, ante US$ 320 milhões em 2008 -, segundo a firma de pesquisa de mercado eMarketer. É uma pequena fração do mercado americano de publicidade online, de US$ 22,4 bilhões.

O crescimento tem sido mais lento do que o esperado e muitos sites voltados para celular ainda não atraíram visitantes suficientes.

Veículo: Valor Econômico

:: Fabricantes e importadores negociam acordo para tênis ::

Fabricantes nacionais e importadores de calçados estão negociando um acordo para evitar que os tênis de alta tecnologia vindos da China continuem sujeitos à tarifa antidumping. O argumento dos importadores é que não há condições de produzir esse tipo de tênis no Brasil. A indústria nacional aceita conversar, desde que seja estabelecido um preço mínimo, um limite de volume de importação e uma definição clara do que é tênis de alta tecnologia.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a legislação brasileira antidumping permite que os dois lados envolvidos negociem um compromisso de preço. Segundo uma fonte próxima à negociação, um preço mínimo em discussão está por volta de US$ 27,50 o par, o que significa cerca de R$ 50. No entanto, na documentação do processo, os importadores definem como de alta tec nologia todos os tênis acima de 7,50 euros (cerca de R$ 19).

As conversas estão em fase inicial e há muito desentendimento entre os dois lados. Participam das reuniões representantes da Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados) e da Associação Brasileira do Mercado Esportivo (Abramesp), que representa as marcas Nike, Adidas, Puma e Asics no País. Um representante dos importadores nega haver “propostas concretas sobre a mesa” e diz que as discussões “são genéricas, sobre o futuro da indústria”, mas reconhece que “um acordo interessa a todos”.

Desde setembro, todos os tipos de calçados importados da China estão sujeitos a uma tarifa adicional de US$ 12,47 por par. Esse valor é somado aos 35% de tarifa de importação que já incidiam sobre o produto - o porcentual máximo que o Brasil consolidou na Organização Mundial de Comércio (OMC). A tarifa de US$ 12,47 por par é provisória e foi aplicada para evitar um dano irrev ersível à indústria nacional enquanto corre a investigação antidumping. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Revista Veja on-line - SP