GLOBO (sexta):
Sinhá moça - 15
Malhação - 20
Escrito nas estrelas - 26
Tempos modernos - 23
Viver a vida - 36
Separação?! - 16
GLOBO (sábado):
Estrelas - 11
Caldeirão do Huck - 14
Escrito nas estrelas - 20
Tempos modernos - 20
Viver a vida - 33
GLOBO (domingo):
Os caras de pau - 11
Domingão do Faustão - 23
Fantástico - 24
SOS Emergência - 14
SBT (sexta):
As tontas não vão ao céu - 4
Uma rosa com amor - 5
Programa do Ratinho - 4
Tela de sucessos - 7
SBT (sábado):
Uma rosa com amor - 4
Supernanny - 5
Sábado cine 1 - 6
Sábado cine 2 - 5
Aventura selvagem - 7
Cine belas artes - 6
SBT (domingo):
Domingo legal - 7
Eliana - 6
Programa Silvio Santos - 9,2
Roda a roda - 9
REDE TV! (domingo):
Pânico na TV - 10
BAND (sexta):
VídeoNews- 2
Toda sexta - 2
BAND (sábado):
Programa Raul Gil - 3
BAND (domingo):
Santos X Santo André - 8
VídeoNews - 2
Terceiro tempo - 5
RECORD (sexta):
Hoje em dia - 5
Bela, a feia - 11
Fala Brasil - 6
RECORD (sábado):
O melhor do Brasil - 12
Legendários - 7
Esporte fantástico - 5
Show do Tom - 9
RECORD (domingo):
Programa do Gugu - 9,6
Tudo é possível - 7,8
Domingo espetacular - 11,5
Fonte: Blog Patricia Kogut
segunda-feira, 3 de maio de 2010
:: Audiências de 29 de abril ::
GLOBO:
Sinhá moça - 14
Malhação - 19
Escrito nas estrelas - 28
Tempos modernos - 25
Viver a vida - 39
A grande família - 31
A vida alheia - 20
Globo mar - 14
SBT:
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Programa do Ratinho - 5
Conexão repórter - 7
A praça é nossa - 7
RECORD:
Bela, a feia - 12
Hoje em dia – 5
Aprendiz universitário - 9
Fala Brasil - 7
CSI Las Vegas - 10
REDE TV!:
Mega Senha - 2,6
Fonte: Blog Patricia Kogut
Sinhá moça - 14
Malhação - 19
Escrito nas estrelas - 28
Tempos modernos - 25
Viver a vida - 39
A grande família - 31
A vida alheia - 20
Globo mar - 14
SBT:
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Programa do Ratinho - 5
Conexão repórter - 7
A praça é nossa - 7
RECORD:
Bela, a feia - 12
Hoje em dia – 5
Aprendiz universitário - 9
Fala Brasil - 7
CSI Las Vegas - 10
REDE TV!:
Mega Senha - 2,6
Fonte: Blog Patricia Kogut
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:: Ranking de Audiência ::
:: Capitais e classe B vão liderar consumo, mostra estudo ::
As grandes cidades e as famílias da classe B, aquelas que sentiram no ano passado o tranco da crise em suas aplicações financeiras, serão as vedetes do consumo em 2010. Sustentados pelo crescimento do crédito, da renda e do emprego, os brasileiros, no total, devem gastar neste ano R$ 2,2 trilhões com produtos e serviços básicos, além das despesas com viagens e com a compra de eletrodomésticos, veículos, roupas e móveis.
Os números fazem parte do estudo Índice de Potencial de Consumo (IPC) Target. Esta será a maior cifra desembolsada desde que o indicador começou a ser calculado, em 1995. O estudo é feito anualmente pela IPC Marketing Editora, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cruzados com os de outras fontes. Para a edição deste ano, levou-se em conta que o Produto Interno Bruto (PIB) do País crescerá 6,1% este ano.
De acordo com o estudo, as 27 capitais devem responder por 34,5% do consumo neste ano. A participação delas em 2009 foi de 32%, a menor em cinco anos. Já as famílias das classes B1 e B2 detinham no ano passado 43,9% do consumo das capitais e, neste ano, a participação subiu para 48,1%.
Fonte: O Estado de São Paulo
Os números fazem parte do estudo Índice de Potencial de Consumo (IPC) Target. Esta será a maior cifra desembolsada desde que o indicador começou a ser calculado, em 1995. O estudo é feito anualmente pela IPC Marketing Editora, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cruzados com os de outras fontes. Para a edição deste ano, levou-se em conta que o Produto Interno Bruto (PIB) do País crescerá 6,1% este ano.
De acordo com o estudo, as 27 capitais devem responder por 34,5% do consumo neste ano. A participação delas em 2009 foi de 32%, a menor em cinco anos. Já as famílias das classes B1 e B2 detinham no ano passado 43,9% do consumo das capitais e, neste ano, a participação subiu para 48,1%.
Fonte: O Estado de São Paulo
:: Lista de compras da classe C já inclui mais lazer e roupas, diz pesquisa ::
Emprego estável, renda maior e preços mais acessíveis formaram a combinação ideal para que a nova classe média destinasse maior parte do salário para gastar com vestuário e lazer. Levantamento da financeira Cetelem aponta que as despesas com roupas e sapatos entre essas famílias cresceram 20% no ano passado, totalizando média mensal de R$ 204.
A mauaense Priscila de Lima Pereira, 25 anos, está entre as pessoas que estão renovando o guarda-roupa. Ela calcula que deixa no mínimo R$ 360 nas lojas dos centros de compras do Grande ABC quase todos os meses.
"Todos os fins de semana passo no shopping para ver o que tem de novo nas vitrines. Quando encontro, compro", dispara a secretária escolar, cuja renda familiar é de R$ 3.000.
Quando o estabelecimento oferece desconto ela prefere pagar a compra à vista; quando não, utiliza o cartão de crédito, ferramenta que não sai de sua carteira.
Segundo pesquisa realizada com pessoas de todas as classes sociais em dezembro, 66% das que integram a faixa C adquiriam roupas nos últimos 90 dias, enquanto na classe AB esta fatia chega a 73% e na DE, a 44%. Mesmo gastando mais nesta categoria, apenas um quarto dos respondentes dizem financiar essas compras, contra 37% registrados em 2008.
"À medida que a população passar a ter mais dinheiro disponível e estabilidade no emprego, eleva as despesas com itens não essenciais. As pessoas adquirem a roupa desejada e têm acesso a serviços como turismo", destaca o diretor geral da Cetelem, Marcos Etchegoyen.
Lazer - Entre as pretensões de compra para este ano, a categoria de lazer e viagens foi uma das poucas que tiveram crescimento, de 31% para 32%. Na classe DE o avanço também foi de um ponto percentual, de 14% para 15%, enquanto entre o público de alta renda a intenção de gasto aumentou de 43% para 48%.
Etchegoyen aponta que dependendo do valor do pacote para as capitais nordestinas muitos preferem destinos como Estados Unidos, Argentina e Chile. A intenção de gasto do brasileiro com lazer e viagem subiu dois pontos percentuais frente a 2008, atingindo 28%.
O operador de utilidade Cícero Gomes da Costa Neto, 50 anos, de Santo André, diz que está gastando mais com viagens nos períodos de férias, principalmente no fim do ano, quando normalmente tem 15 dias para passear com a família.
"Também saímos constantemente para almoçar ou jantar nos restaurantes. Enquanto minha filha e o namorado dela vão mais ao cinema", comenta Costa. Ele só não viaja mais porque não folga nos feriados prolongados.
Já Priscila de Lima Pereira foi a Fortaleza (CE) em março. "Acabo viajando mais, pois os valores dos pacotes estão mais acessíveis." A secretária escolar pagou R$ 1.600 pela estada no Nordeste.
Seus planos são viajar pelo menos duas vezes ao ano para conhecer outras capitais, visto que tem duas férias. "Estou destinando um pouco mais da minha renda para esses passeios", finaliza.
Nova classe média vai crescer por mais dez anos
A nova classe média brasileira continuará crescendo por pelo menos mais dez anos, prevê o economista-chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn. Atualmente, a classe C representa metade da população, contingente de 92 milhões de pessoas.
Diante dessa massa em ascensão, a tendência é que mais empresas direcionem seus negócios para abocanhar uma fatia desse bolo. Estima-se que, de cada sete cartões de créditos emitidos no País, sete são para esses consumidores, porém, a movimentação financeira ainda não representa metade do setor.
"Nos últimos cinco anos 35 milhões de pessoas ascenderam para a classe C. Nos próximos dez anos essa camada somará 115 milhões de indivíduos'', avalia o diretor de cartões da instituição bancária, Marcos Magalhães.
O avanço dessa população na economia deve-se ao aumento do emprego e renda. A geração de postos de trabalho formais está maior frente aos informais. "Isso deve-se às pequenas empresas que estão se formalizando no mercado para conseguir crédito", diz Goldfajn.
Acesso - O cartão é o principal instrumento utilizado pelas instituições financeiras para fisgar o cliente da nova classe média. O plástico também é a porta de entrada para que essas pessoas comecem a usar outros produtos financeiros como seguros, previdência privada, financiamentos imobiliário e estudantil.
Diferentemente da conta-corrente tradicional, essa ferramenta de crédito tem acesso facilitado à população com renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 2.000, pois não necessita de estrutura de rede de agências, cujo custo é mais elevado.
Segundo Magalhães, os cartões emitidos pelos estabelecimentos é a maneira mais fácil de chegar aos clientes. "A parceria com o lojista é caminho natural, devido à preferência de uso pelo consumidor."
Ao focar na venda de plásticos à classe C, o Itaú-Unibanco, por exemplo, assegura presença num mercado onde concorrentes como Banco do Brasil e Bradesco estão crescendo de maneira bastante agressiva.
Fonte: Diário do Grande ABC
A mauaense Priscila de Lima Pereira, 25 anos, está entre as pessoas que estão renovando o guarda-roupa. Ela calcula que deixa no mínimo R$ 360 nas lojas dos centros de compras do Grande ABC quase todos os meses.
"Todos os fins de semana passo no shopping para ver o que tem de novo nas vitrines. Quando encontro, compro", dispara a secretária escolar, cuja renda familiar é de R$ 3.000.
Quando o estabelecimento oferece desconto ela prefere pagar a compra à vista; quando não, utiliza o cartão de crédito, ferramenta que não sai de sua carteira.
Segundo pesquisa realizada com pessoas de todas as classes sociais em dezembro, 66% das que integram a faixa C adquiriam roupas nos últimos 90 dias, enquanto na classe AB esta fatia chega a 73% e na DE, a 44%. Mesmo gastando mais nesta categoria, apenas um quarto dos respondentes dizem financiar essas compras, contra 37% registrados em 2008.
"À medida que a população passar a ter mais dinheiro disponível e estabilidade no emprego, eleva as despesas com itens não essenciais. As pessoas adquirem a roupa desejada e têm acesso a serviços como turismo", destaca o diretor geral da Cetelem, Marcos Etchegoyen.
Lazer - Entre as pretensões de compra para este ano, a categoria de lazer e viagens foi uma das poucas que tiveram crescimento, de 31% para 32%. Na classe DE o avanço também foi de um ponto percentual, de 14% para 15%, enquanto entre o público de alta renda a intenção de gasto aumentou de 43% para 48%.
Etchegoyen aponta que dependendo do valor do pacote para as capitais nordestinas muitos preferem destinos como Estados Unidos, Argentina e Chile. A intenção de gasto do brasileiro com lazer e viagem subiu dois pontos percentuais frente a 2008, atingindo 28%.
O operador de utilidade Cícero Gomes da Costa Neto, 50 anos, de Santo André, diz que está gastando mais com viagens nos períodos de férias, principalmente no fim do ano, quando normalmente tem 15 dias para passear com a família.
"Também saímos constantemente para almoçar ou jantar nos restaurantes. Enquanto minha filha e o namorado dela vão mais ao cinema", comenta Costa. Ele só não viaja mais porque não folga nos feriados prolongados.
Já Priscila de Lima Pereira foi a Fortaleza (CE) em março. "Acabo viajando mais, pois os valores dos pacotes estão mais acessíveis." A secretária escolar pagou R$ 1.600 pela estada no Nordeste.
Seus planos são viajar pelo menos duas vezes ao ano para conhecer outras capitais, visto que tem duas férias. "Estou destinando um pouco mais da minha renda para esses passeios", finaliza.
Nova classe média vai crescer por mais dez anos
A nova classe média brasileira continuará crescendo por pelo menos mais dez anos, prevê o economista-chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn. Atualmente, a classe C representa metade da população, contingente de 92 milhões de pessoas.
Diante dessa massa em ascensão, a tendência é que mais empresas direcionem seus negócios para abocanhar uma fatia desse bolo. Estima-se que, de cada sete cartões de créditos emitidos no País, sete são para esses consumidores, porém, a movimentação financeira ainda não representa metade do setor.
"Nos últimos cinco anos 35 milhões de pessoas ascenderam para a classe C. Nos próximos dez anos essa camada somará 115 milhões de indivíduos'', avalia o diretor de cartões da instituição bancária, Marcos Magalhães.
O avanço dessa população na economia deve-se ao aumento do emprego e renda. A geração de postos de trabalho formais está maior frente aos informais. "Isso deve-se às pequenas empresas que estão se formalizando no mercado para conseguir crédito", diz Goldfajn.
Acesso - O cartão é o principal instrumento utilizado pelas instituições financeiras para fisgar o cliente da nova classe média. O plástico também é a porta de entrada para que essas pessoas comecem a usar outros produtos financeiros como seguros, previdência privada, financiamentos imobiliário e estudantil.
Diferentemente da conta-corrente tradicional, essa ferramenta de crédito tem acesso facilitado à população com renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 2.000, pois não necessita de estrutura de rede de agências, cujo custo é mais elevado.
Segundo Magalhães, os cartões emitidos pelos estabelecimentos é a maneira mais fácil de chegar aos clientes. "A parceria com o lojista é caminho natural, devido à preferência de uso pelo consumidor."
Ao focar na venda de plásticos à classe C, o Itaú-Unibanco, por exemplo, assegura presença num mercado onde concorrentes como Banco do Brasil e Bradesco estão crescendo de maneira bastante agressiva.
Fonte: Diário do Grande ABC
:: As marcas mais valiosas do Brasil ::
A Petrobras é a primeira no ranking das marcas mais valiosas do Brasil, da consultoria BrandAnalytics.
Avaliada em R$ 19,3 bilhões, a marca registrou um aumento de 735% em comparação ao ano anterior.
Pela primeira vez em quatro anos a primeira colocada da lista é uma marca de empresa não-financeira.
Em 2009, Bradesco liderou. Este ano, a marca do banco ficou na 2ª colocação, avaliada em R$ 14,9 bilhões.
Itaú aparece em terceiro, com R$ 13,3 bilhões, seguido do Banco do Brasil, com R$ 11 bilhões.
Abaixo, as 10 marcas mais valiosas do país, segundo BrandAnalytics:
1º Petrobras R$ 19,3 bilhões
2º Bradesco R$ 14,9 bilhões
3º Itaú R$ 13,3 bilhões
4º Banco do Brasil R$ 11 bilhões
5º Natura R$ 6,1 bilhões
6º Skol R$ 5,4 bilhões
7º Brahma R$ 2,5 bilhões
8º Perdigão R$ 2 bilhões
9º Casas Bahia R$ 1,9 bilhão
10º Sadia R$ 1,6 bilhão
Valéria Campos
Fonte: CCSP.
Avaliada em R$ 19,3 bilhões, a marca registrou um aumento de 735% em comparação ao ano anterior.
Pela primeira vez em quatro anos a primeira colocada da lista é uma marca de empresa não-financeira.
Em 2009, Bradesco liderou. Este ano, a marca do banco ficou na 2ª colocação, avaliada em R$ 14,9 bilhões.
Itaú aparece em terceiro, com R$ 13,3 bilhões, seguido do Banco do Brasil, com R$ 11 bilhões.
Abaixo, as 10 marcas mais valiosas do país, segundo BrandAnalytics:
1º Petrobras R$ 19,3 bilhões
2º Bradesco R$ 14,9 bilhões
3º Itaú R$ 13,3 bilhões
4º Banco do Brasil R$ 11 bilhões
5º Natura R$ 6,1 bilhões
6º Skol R$ 5,4 bilhões
7º Brahma R$ 2,5 bilhões
8º Perdigão R$ 2 bilhões
9º Casas Bahia R$ 1,9 bilhão
10º Sadia R$ 1,6 bilhão
Valéria Campos
Fonte: CCSP.
:: IVC libera acesso à audiência de sites ::
O IVC - Instituo de Verificador de Circulação - aderiu à ideia de democratização da internet e abriu uma vitrine online de sua auditoria. A partir desta sexta-feira os internautas têm livre acesso ao serviço que mostra a audiência, quantidade de impressões e outras informações sobre o desempenho dos sites afiliados.
O espaço está integrado às redes sociais. Lá, o internauta consegue acesso ao Twitter, Facebook, LindeIn, entre outros. De acordo com João Torres, um dos responsáveis pelo projeto, a ideia é "ter uma plataforma de fácil acesso para agências, anunciantes de consultarem os dados".
Torres informa que o acesso deve se manter liberado até a metade do ano.
Redação AdNews
O espaço está integrado às redes sociais. Lá, o internauta consegue acesso ao Twitter, Facebook, LindeIn, entre outros. De acordo com João Torres, um dos responsáveis pelo projeto, a ideia é "ter uma plataforma de fácil acesso para agências, anunciantes de consultarem os dados".
Torres informa que o acesso deve se manter liberado até a metade do ano.
Redação AdNews
:: Facebook e Twitter empatam em popularidade ::
Mesmo sem ter ainda a mesma quantidade de usuários que o Facebook, o Twitter é tão reconhecido quando a rede social nos EUA. O que comprova essa afirmação é um estudo publicado nesta quinta-feira (29) pela Edison Research, que recebeu o nome de “Twitter Usage in America 2010”.
A pesquisa revelou que, neste ano, 87% da população local conhece o microblog. A marca encosta no patamar alcançado pelo Facebook, que é de 88%.Há um assunto abordado pela pesquisa que também envolve o mercado publicitário.
De acordo com o levantamento, 50% dos usuários acreditam que a publicidade não teria efeito nenhum no seu modo de usar o serviço e 16% o usariam ainda mais. Em contrapartida, 19% dos pesquisados afirmaram que diminuiriam o uso do Twitter, enquanto 15% pretendem interromper o uso, caso este comece a veicular anúncios.
O estudo revela ainda que cerca de dois terços dos usuários do microblog utilizam seu serviço de postagens através de telefones celulares. Esse estudo foi formulado a partir de entrevistas telefônicas realizadas com 1.753 norte-americanos e depois comparado com dados coletados nos últimos três anos.
No Brasil
A disputa entre os dois sites também acontece em território tupiniquim. Por aqui, eles ainda não chegam nem perto da audiência do Orkut, mas brigam ferozmente entre si, no que se trata de preferência dos usuários. Uma pesquisa recente da Serasa revelou que o Facebook cresceu 804% a partir de abril do ano passado, enquanto o Twitter subiu 768%.
No entanto, essa pesquisa ressaltou que "o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente".
Na audiência dentre as redes sociais, porém, os dois não chegam nem perto da rede social do Google. O Orkut responde por 62,14% do número de usuários. O Facebook segue com 2,35% e o Twitter com apenas 1,91% do total.
Redação AdNews
A pesquisa revelou que, neste ano, 87% da população local conhece o microblog. A marca encosta no patamar alcançado pelo Facebook, que é de 88%.Há um assunto abordado pela pesquisa que também envolve o mercado publicitário.
De acordo com o levantamento, 50% dos usuários acreditam que a publicidade não teria efeito nenhum no seu modo de usar o serviço e 16% o usariam ainda mais. Em contrapartida, 19% dos pesquisados afirmaram que diminuiriam o uso do Twitter, enquanto 15% pretendem interromper o uso, caso este comece a veicular anúncios.
O estudo revela ainda que cerca de dois terços dos usuários do microblog utilizam seu serviço de postagens através de telefones celulares. Esse estudo foi formulado a partir de entrevistas telefônicas realizadas com 1.753 norte-americanos e depois comparado com dados coletados nos últimos três anos.
No Brasil
A disputa entre os dois sites também acontece em território tupiniquim. Por aqui, eles ainda não chegam nem perto da audiência do Orkut, mas brigam ferozmente entre si, no que se trata de preferência dos usuários. Uma pesquisa recente da Serasa revelou que o Facebook cresceu 804% a partir de abril do ano passado, enquanto o Twitter subiu 768%.
No entanto, essa pesquisa ressaltou que "o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente".
Na audiência dentre as redes sociais, porém, os dois não chegam nem perto da rede social do Google. O Orkut responde por 62,14% do número de usuários. O Facebook segue com 2,35% e o Twitter com apenas 1,91% do total.
Redação AdNews
:: Apple lança iPad 3G ::
A Apple lançou a versão 3G do iPad, na sexta-feira (30). O aparelho já está disponível no site da empresa e nas lojas dos Estados Unidos.
As primeiras lojas tinham previsão de abertura para a venda às 5h (9h pelo horário brasileiro) e a Apple já iniciou o envio de e-mails promocionais convidando os consumidores para as lojas.
A conexão com internet será feita com o uso da rede da operadora AT&T.
Redação Adnews
As primeiras lojas tinham previsão de abertura para a venda às 5h (9h pelo horário brasileiro) e a Apple já iniciou o envio de e-mails promocionais convidando os consumidores para as lojas.
A conexão com internet será feita com o uso da rede da operadora AT&T.
Redação Adnews
:: HP é a nova dona da Palm ::
A Hewlett Packard (HP) anunciou nessa quarta-feira 28 a compra da companhia de smartphones Palm. Pela aquisição, a HP teria desembolsado a quantia de US$ 1,2 bilhão, assumindo também as dívidas da Palm.
Em comunicado divulgado a imprensa, as duas companhias noticiaram a negociação. A HP afirmou que, com o negócio, poderá participar de uma forma mais agressiva do setor de smartphones e de aparelhos conectados. O processo completo da transação das companhias só deverá ser concluído no final do mês de julho.
Com informações da Agência Estado.
Fonte: m&m on line > Em Pauta - Digital
Em comunicado divulgado a imprensa, as duas companhias noticiaram a negociação. A HP afirmou que, com o negócio, poderá participar de uma forma mais agressiva do setor de smartphones e de aparelhos conectados. O processo completo da transação das companhias só deverá ser concluído no final do mês de julho.
Com informações da Agência Estado.
Fonte: m&m on line > Em Pauta - Digital
:: Brasileiros navegam mais de 70 horas em março ::
No mês de março os brasileiros passaram, em média 71 horas, 14 minutos e 32 segundos conectados à internet. Esse tempo é 16,8% maior do que o registrado no último mês de fevereiro. Além disso, o número de pessoas que utilizarem a internet de maneira ativa no último mês também cresceu: em março, 37.925 milhões de brasileiros navegaram na internet com freqüência - número 3,3% maior do que o total de internautas ativos em fevereiro.
Os dados fazem parte do relatório mensal divulgado pelo Ibope Nielsen Online, que via mapear o uso da internet no Brasil. Segundo os dados, os brasileiros continuam mais a web e por mais tempo. Ainda de acordo com o Ibope, no último quadrimestre do ano passado, um total de 67.452 milhões de brasileiros tinha acesso a internet por diferentes meios (residência, trabalhos, lan-houses, telecentros, bibliotecas e outros locais).
O número de pessoas que possuem conexão a internet em sua própria casa, entretanto, não mudou. O mês de março manteve o mesmo patamar de 46.986 usuários domiciliares registrados no mês anterior.
Anúncios online
O relatório mensal do ibope também mapeia as áreas dos portais que mais recebem investimentos publicitários. De acordo com o serviço AdRelevance, a subcategoria com maior número de campanhas no mês de março foi a de entretenimento - que agrega os canais próprios canais de entretenimento dos portais. Essa subdivisão abrigou, segundo o Ibope, 1.382 campanhas em março, provindas de 486 anunciantes diferentes. No total, 4.684 peças publicitárias foram veiculadas na multicategoria entretenimento na web em março.
A categoria de Notícia ficou em segundo lugar, recebendo 1.319 campanhas, seguida de Esportes (com 985 campanhas).
Fonte: m&m on line > Em Pauta - Digital
Os dados fazem parte do relatório mensal divulgado pelo Ibope Nielsen Online, que via mapear o uso da internet no Brasil. Segundo os dados, os brasileiros continuam mais a web e por mais tempo. Ainda de acordo com o Ibope, no último quadrimestre do ano passado, um total de 67.452 milhões de brasileiros tinha acesso a internet por diferentes meios (residência, trabalhos, lan-houses, telecentros, bibliotecas e outros locais).
O número de pessoas que possuem conexão a internet em sua própria casa, entretanto, não mudou. O mês de março manteve o mesmo patamar de 46.986 usuários domiciliares registrados no mês anterior.
Anúncios online
O relatório mensal do ibope também mapeia as áreas dos portais que mais recebem investimentos publicitários. De acordo com o serviço AdRelevance, a subcategoria com maior número de campanhas no mês de março foi a de entretenimento - que agrega os canais próprios canais de entretenimento dos portais. Essa subdivisão abrigou, segundo o Ibope, 1.382 campanhas em março, provindas de 486 anunciantes diferentes. No total, 4.684 peças publicitárias foram veiculadas na multicategoria entretenimento na web em março.
A categoria de Notícia ficou em segundo lugar, recebendo 1.319 campanhas, seguida de Esportes (com 985 campanhas).
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