quinta-feira, 17 de setembro de 2009

:: As Principais Audiências de 16 de setembro ::

'Viver a Vida' marca 38 pontos.


Globo:
Mais Você - 6
Video Show - 15
Alma Gêmea - 19
Malhação- 22
Paraíso - 29
Caras & Bocas - 35
Viver a Vida - 38

Record:
Hoje em Dia - 5
Ídolos - 11
Bela, a feia - 8
Poder Paralelo - 11

Fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/

:: CURTINHAS ::

GLOBO
Globo lança melhores novelas em DVD

A Globo vai lançar suas melhores novelas em DVD e a primera será Roque Santeiro, de Dias Gomes e Aguinaldo Silva. A Globo Marcas, braço da rede, vai licenciar os produtos.

Segundo informações de Keila Jiminez do "O Estado de S.Paulo", o lançamento deve acontecer no ano que vem, mas depende da recuperação de capítulos antigos da novela, que com o passar dos anos perderam a qualidade sonora e visual. A trama foi ao ar pela primeira vez na emissora em 1985.

Entre os lançamentos também estão previstos O Bem Amado (19730 e O Clone (2002). O objetivo é tentar abalar a pirataria de DVDs das tramas que estão na internet. Em sites de e-commerce é possível comprar um box completo com 30 CDs de Roque Santeiro por R$ 150.

Algumas novelas já são comercializadas sem nenhuma participação da Globo como A Gata Comeu, A Indomada, O Salvador da Pátria, Vale Tudo e Vereda Tropical.
Redação Adnews


SBT
Justus estreia mal no Ibope e SBT não assusta concorrentes

O game show "1 Contra 100", comandado por Roberto Justus, estreou ontem (16/09) no SBT. No programa, o participante Cuca disputou contra 100 concorrentes. Ele errou uma pergunta e em seu luar, Irineu, um dos 100 ganhou R$ 200 mil.

Na audiência, a atração de Justus não assustou os concorrentes, já que a intenção do apresentador era "roubar" telespectadores do futebol da Globo. O game do SBT obteve média de 6 pontos e 7 de pico. O share ficou em 10%, durante às 22h40 e 23h37, mas não atingiu os índices esperados. As informações são do "Na Telinha".

Por outro lado, a Globo, com o jogo Coritiba x Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro, chegou a 25 pontos, a Record ficou com 12, a Band com 6 e a RedeTV! com 4 pontos. Os índices são prévios e a medição foi feita na Grande São Paulo.

Segundo informações da Coluna Radar-Online,a audiência obtida por Justus na estreia no SBT foi o pior de sua carreira. Já que quando apresentava "O Aprendiz" na Record, as edições de estreia chegaram a 8 pontos (O Aprendiz 4) e 12 pontos, índice máximo no "O Aprendz 5".
Redação Adnews
(http://www.adnews.com.br/tv.php?id=94003)



RECORD
Inscrições para nova edição de "Aprendiz Universitário" foram reabertas

A Rede Record reabriu nesta última quarta-feira (16) as inscrições para a sétima edição do reality show “Aprendiz”, a primeira com João Dória Jr. no comando.

Como já havia sido anunciado pela emissora, ainda com o antigo apresentador Roberto Justus à frente do projeto, o reality em 2010 repetirá a fórmula de 2009 e será voltado aos universitários.

Podem se candidatar estudantes matriculados em qualquer curso de graduação. O vencedor levará o prêmio de R$ 1 milhão e um estágio remunerado em uma das empresas de João Dória Jr.

O cadastro para o programa deve ser realizado somente através do site da emissora. Cerca de 40 mil estudantes já fizeram sua inscrição no reality.

João Dória Jr. substitui Roberto Justus, que comandou seis edições do reality e migrou neste ano para o SBT.
Fonte: Na Telinha.

Poder Paralelo garante vice-liderança absoluta para a Record
Na noite desta quarta-feira (16/09), o capítulo de Poder Paralelo ficou com a vice-liderança isolada de audiência.
Na faixa das 21h53 às 22h34, a trama marcou 11 pontos de média, pico de 12 e share de 17%. A novela é escrita por Lauro Cesar Muniz e dirigida por Ignácio Coqueiro.
Fonte: Na Telinha.


REDE TV
Narrador esportivo da Band vai para RedeTV

O narrador esportivo Silvio Luiz, saiu da Band e assinou com a RedeTV.
Silvio vai narrar os jogos do Campeonato Brasileiro serie B que começa nesse sábado as 16horas com o jogo Vasco e Guarani.
Fonte:: http://curtinhass.blogspot.com/

RedeTV fará seu primeiro reality show
A série conta com a participação fixa de cinco empresários milionários, "os tubarões" - quatro homens e uma mulher - dispostos a investir em pessoas com boas ideias e pouco dinheiro.

A RedeTV anunciou parceria com a 2waytraffic, empresa da Sony Pictures Entertainment, para produção do reality show "Dragons Den". O programa foi lançado no início de agosto nos Estados Unidos e é exibido pela rede ABC. No Brasil a atração recebeu o nome de "No Tanque dos Tubarões" e terá 13 episódios.

Trata-se de uma série que conta com a participação fixa de cinco empresários milionários - os "tubarões". São quatro homens e uma mulher dispostos a investir em pessoas com boas ideias e pouco dinheiro. Em cada episódio alguns empreendedores apresentarão seus projetos para os investidores.

Os tubarões terão que decidir se vale a pena investir nas propostas. Por isso, devem pressionar os candidatos com perguntas sobre o produto. Os candidatos não podem modificar a oferta apresentada inicialmente, o que deve gerar mais embates na disputa. O programa tem previsão de estreia para o inicio de 2010. Ainda não foram definidos o nome do apresentador nem os investidores.

Nos Estados Unidos, a versão americana do "Shark Tank" está sendo produzida por Mark Burnett, responsável pela criação de "No Limite" (Survivor) e "O Aprendiz" (The Apprentice), dois sucessos do gênero.
Fonte:
http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?RedeTV_fara_seu_primeiro_reality_show


PAY TV
Multishow ganha liderança com programa sensual

O canal Multishow, conseguiu ficar na liderança da audiência com o programa “Casa Bonita”, um reality show onde 17 mulheres ficam confinadas em uma casa, a exemplo do Big Brother, mas com forte apelo sensual. Dia 05/09 alcançou 670 mil espectadores, segundo a coluna Outro Canal.
Fonte: curtinhass.blogspot.com

:: Blockbuster fechará mais lojas nos EUA ::

Mais preocupados em economizar, os consumidores dos Estados Unidos passaram mais horas de lazer em suas próprias casas nos últimos 12 meses - comeram mais pizzas congeladas e gastaram mais em aluguel de DVDs -, mas a recessão pouco fez para ajudar a Blockbuster.

A rede de locadoras de DVDs líder nos EUA divulgou esta semana detalhes de um programa para acelerar o fechamento de lojas, enquanto reestrutura dívidas de longo prazo de US$ 941 milhões.

A varejista planejava fechar cerca de 1 mil de suas 3,75 mil lojas no país até o fim de 2010. Agora, quer fechar ou redirecionar até 1,5 mil lojas, dentro de seus esforços para acompanhar as mudanças no negócio de distribuição de DVDs.

Um relatório do grupo de pesquisas de consumo NPD, divulgado em agosto, mostrou que as locadoras tradicionais representaram apenas 45% do setor no primeiro semestre, sendo que os serviços de assinatura por correio, que emergiram nos últimos dez anos, ficaram com 36%.

A NDP também estimou que os quiosques automáticos em lojas e supermercados, que alugam DVDs a partir de US$ 1 e vêm apresentando forte expansão, poderiam ver sua participação crescer drasticamente dos atuais 19% para 30% até o fim de 2010.

A Blockbuster acelerou seu processo de fechamento para reestruturar a distribuição, o que inclui expandir sua rede de quiosques de pouco mais de 500 para 2,5 mil até o fim do ano e para 10 mil até meados de 2010. A Redbox, da Coinstar, planeja 20 mil quiosques até o fim do ano em pontos em supermercados como o Walmart, maior rede varejista em vendas dos EUA, e nas principais farmácias.

O serviço de assinatura de DVDs da Blockbuster agora possui 1,6 milhão de membros - em comparação aos mais de 3 milhões que possuía em 2007 - e está bem atrás da líder Netflix, que em julho registrou aumento anual de 26% nas a ssinaturas, para mais de 10,5 milhões de membros.

Em agosto, a Blockbuster anunciou queda de 13,8% no aluguel de vídeos no segundo trimestre. Além da maior concorrência, a queda também deveu-se ao corte de 20% nos gastos com publicidade e de 25% no estoque de DVDs, já que a rede procurou conservar o caixa enquanto aguardava por financiamento. Anunciou prejuízo de US$ 39,7 milhões e receita pouco superior a US$ 1 bilhão. Nesta semana, a empresa também divulgou que quer levantar US$ 340 milhões em uma oferta privada de bônus para pagar dívidas.

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Lingeries e DVDs

Em janeiro de 2007, a Lojas Americanas comprou a rede de 127 videolocadoras da Blockbuster no Brasil, bem como o direito de uso da marca americana por 20 anos. A varejista brasileira pagou pela operação R$ 186,2 milhões e converteu os pontos de venda em lojas de artigos diversos, batizadas de American as Express. Hoje, essas unidades vendem desde lingeries e bombons a eletrodomésticos e brinquedos, o que elevou a receita por metro quadrado. A locação e comercialização de filmes restringem-se a um espaço limitado. A Americanas considera, contudo, que o aluguel de DVDs ainda é um bom negócio porque os clientes voltam para devolver os filmes. Mas essa atividade deve tornar-se obsoleta com os avanços tecnológicos e o download mais veloz de filmes pela internet. As primeiras locadoras Blockbuster foram abertas em 1995 no Brasil pela BWU, que pertencia ao grupo Unibanco.

Valor Econômico - SP (17/09/2009)

:: Mulheres na chefia::

“No Brasil 30% dos domicílios são chefiados por mulheres – entre as classes A-B, 25% da renda familiar vem de mulheres, já na classe C, os rendimentos femininos representam 40%. É como se a classe AB estivesse voltando para casa e a classe C saindo para trabalhar”, constata Renato Meirelles, especialista do Data Popular e responsável pela análise.

MULHERES DA CLASSE C VÃO DOMINAR O MERCADO DE TRABALHO, AS FAMÍLIAS E O CONSUMO NO BRASIL
Uma análise do instituto Data Popular revelou que as jovens mulheres da classe C estudam mais que seus pais estudaram e apresentam maior interesse pelo mercado de trabalho que as mulheres da classe A. Da mesma forma, o mercado de trabalho feminino hoje é composto em sua maioria por mulheres da base da pirâmide; e por estar diretamente associado ao crescimento do índice de escolaridade, ele se desenvolverá sustentado pelo novo perfil de escolaridade das jovens trabalhadoras da classe C. Serão elas que dominarão o mercado de trabalho, as famílias e consequentemente o consumo nos próximos anos. Atualmente 51,3%, ou seja, 96 milhões da população brasileira é feminina e 80,6 milhões estão na classe C, D e E. De um modo geral, elas já detêm escolaridade superior a dos homens.

É cada vez mais difícil distinguir a diferença de preparo entre as novas trabalhadoras das classes C, B e A. Atualmente as médias de tempo de escola são 12,7 anos na classe A, 10,5 anos na B, 7,7 anos para C, mas isso tende a mudar. Quanto maior a idade das mulheres, menor a diferença entre a escolaridade nas diversas classes sociais. “No Brasil 30% dos domicílios são chefiados por mulheres – entre as classes A-B, 25% da renda familiar vem de mulheres, já na classe C, os rendimentos femininos representam 40%. É como se a classe AB estivesse voltando para casa e a classe C saindo para trabalhar”, constata Renato Meirelles, especialista do Data Popular e responsável pela análise, em comunicado à imprensa.

Considerando as jovens mulheres da classe C, 68,1 % já possuem escolaridade maior que a mãe. As mulheres com algum tipo de atividade remunerada nas classes AB representam 1,1 milhão. A tendência que se vê na realidade brasileira é que com a universalização do ensino médio e o aumento de jovens no ensino superior, mais mulheres da classe C estudem e se tornem chefes de família. 18 milhões de mulheres brasileiras, isto é, 31%, hoje têm menos de 20 anos, ou seja, existe um grande potencial para que essas pessoas, nas próximas décadas, se transformem em consumidoras mais bem informadas e, portanto, mais exigentes – o que determinará os novos rumos do mercado em muitos dos seus segmentos e também na comunicação publicitária.

Entre as mulheres de 18 a 25 anos da classe C, em comparação com a geração dos pais, já é nítida a mudança que está ocorrendo; 58,9% fazem mais pesquisas de preço antes de comprar; 59,6% são mais estressadas; 70,3% são mais interessadas em política; 72% tem menos tempo para se dedicar à família; 79,2% são mais vaidosas; e 91,7% são mais consumistas.

Sobre a população feminina

* 80 milhões de mulheres pertencem as classes C,D e E

* Apenas 10% das mulheres de classes C estudaram mais que seus pais, contra 68% das jovens de classe C

O que pensa a mulher entre 18 e 25 anos da classe C em comparação com a geração de seus pais

* 70,3% mais interessadas em política
* 79,2% mais vaidosas
* 59,6% mais estressadas
* 91,7% mais consumistas
* 58,9% fazem mais pesquisa de preço
* 72% menos tempo para se dedicar a família

Além disso...

* 25% do total do total da renda da classe A vem da mulher quanto 41% na classe C

Informações enviadas por assessoria de imprensa e postadas, sob adaptação, por Gisele Centenaro.

Fonte: Portal da Propaganda
http://www.portaldapropaganda.com/marketing/2009/09/0005

:: Tenda e Casas Bahia se unem em ação ::

Realizada no centro de São Paulo, a parceria oferece ao consumidor dois espaços diferenciados em que as marcas estão presentes.

Por terem o mesmo público-alvo, a construtora Tenda e a Casas Bahia decidiram iniciar uma parceria experimental em ponto-de-venda que não envolve transação financeira entre as duas empresas.

No quarto andar da Casas Bahia da Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo, há dois apartamentos decorados com produtos da loja, desenvolvidos pela equipe da Tenda, e um representante da construtora com informações sobre venda de imóveis. Em troca, na unidade da Tenda situada na Praça da Sé, na mesma região da cidade, há um consultor da Casas Bahia que apresenta três kits (quarto, cozinha e sala) com produtos da varejista para decorar a residência recém-adquirida pelos clientes.

"Todo mundo que compra uma casa nova quer mobília nova. É uma forma de tornar esse cliente mais satisfeito", avalia Dirce Amaral, diretora corporativa de marketing da Tenda, que não revela o quanto a organização espera crescer com a ação de crossmarketing. "Procuramos o Rafael Klein, diretor de marketing das Casas Bahia, para conversarmos e resolvemos fazer alguma coisa em comum. É legal porque nunca vi esse tipo de negociação no mercado", conta.

A divulgação da parceria deve começar em outubro e será feita pelos canais usualmente utilizados pela construtora: TV, internet e mídia impressa. Filiais de Rio de Janeiro e Salvador já estão sendo cogitadas como as próximas a terem espaços reservados às vendas da Casas Bahia. Dirce quer ir além. "Espero que essa permuta dure para sempre, e que a expandamos para todos os lugares onde estamos presentes", diz, referindo-se a Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Bahia, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Maranhão e Pará.

Antes do pacto com a Casas Bahia, a Tenda já tinha uma linha especial de torneiras desenvolvida pela Deca e vem procurando firmar novas sociedades desse gênero. "Mas o mercado tem de procurar ações inovadoras que satisfaçam o cliente sem gerar gastos para ele. É extremamente possível duas grandes empresas com o mesmo target fazerem acordos sem envolver dinheiro", afirma Dirce Amaral.

:: Som para embalar as marcas ::

Agência pesquisa tendências e cria projetos para empresas que utilizem a música como plataforma para se aproximar do público


A ideia é simples: desenvolver projetos de música junto a marcas que queiram usar essa plataforma para se aproximar do público. Esse é o foco do trabalho da Agência de Música, que tem à frente Rafael Rossatto, publicitário por formação que chegou a trabalhar com o produtor cultural Manoel Poladian.Rossatto também teve sua própria banda, a Bidê ou Balde, na qual era encarregado da guitarra. "Mas eu era péssimo músico. O que sabia fazer melhor era negociar pela banda", admite. A experiência fez com que fosse sempre lembrado pelo pessoal da propaganda como um cara de música e vice-versa. Então, por que não aproveitar essa percepção e lançar uma empresa de marketing musical?

A Agência de Música, lançada em 2006, já desenvolveu projetos para clientes como a cerveja Polar, da Ambev, e Pepsi. Em geral, a empresa é contatada pela própria agência de publicidade que busca um parceiro com know-how específico. Para a Levis, Rossatto e sua equipe desenvolvem o Levis Music, que tem por objetivo revelar e gravar jovens talentos musicais, abrindo para eles as portas da fama. A musa teen e fenômeno virtual Mallu Magalhães está entre os nomes que já participaram - Rossatto é inclusive seu empresário.

Também está no portfólio de serviços da agência a realização de estudos e análises de tendências relacionadas à música, o que permite prestar consultoria às marcas. Com presença física em São Paulo, a empresa conta com time formado por profissionais da área de comunicação e propaganda, artistas e profissionais reconhecidos no mundo da música. Em um momento em que a indústria fonográfica busca se reinventar, a Agência de Música comprova que isso, sim, é possível.

Fonte:
http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Som_para_embalar_as_marcas

:: Revista lança 1ª propaganda em vídeo no papel ::

A última edição da revista Entertainment Weekly chegou às bancas nesta semana com uma novidade: a primeira propaganda em vídeo encartada em um meio impresso.

Uma pequena tela, do tamanho da de um celular, foi embutida dentro de um encaixe de papelão e transmite a propaganda da Pepsi e trailers de programas da rede de TV CBS.

A revista também traz pequenos alto-falantes que permitem ao leitor ouvir a propaganda. O serviço é capaz de armazenar até 40 minutos de vídeo.

"Esta é uma maneira extraordinária de renovar a forma como interagimos com os consumidores", disse o diretor de marketing da Pepsi, Frank Cooper.
Apesar da inovação, o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani criticou a campanha “o vídeo leva alguns segundos para ser carregado e começar a tocar, o que é uma vida para o mundo da propaganda.”

A CBS e a Pepsi não informaram o custo da campanha, mas segundo a empresa Americhip, fabricante das telas, o custo unitário do encarte é próximo dos US$ 20.

Informações Terra
Redação Adnews
http://www.adnews.com.br/publicidade.php?id=94037

:: Celular com câmera representa 60% das vendas no Brasil ::

No último ano, a venda de celulares com câmeras embutidas alcançou 60% no Brasil. Os aparelhos com esse recurso mais procurados foram os com câmeras com definição superior a dois megapixels.Já na América Latina, esse tipo de aparelho foi responsável por 61% do volume total das vendas, segundo revela levantamento realizado pela Nielsen na região.

Além de gostar de celulares com câmera digital, o brasileiro tem dado preferência aos aparelhos com rádio, tocadores de MP3 e Bluetooth. As principais atividades que executam com seus aparelhos são baixar toques e músicas. Em relação aos websites acessados, os preferidos são os de músicas e jogos. Os aparelhos com MP3 e Rádio FM, serviços favoritos de brasileiros e argentinos, representaram 35% e 55% do total, respectivamente."Este tipo de análise oferece uma visão mais completa e profunda do consumidor, para assim detectar suas motivações, os critérios que adota em seu processo de tomada de decisões, as causas das escolhas na compra”, afirma Thiago Moreira, gerente regional de produtos da Nielsen Telecom Practice Group para a América Latina.

O estudo revelou que apesar de o número de aparelhos por habitante no país ainda estar abaixo da média latino-americana, os brasileiros dividem com o México a liderança no ranking de celulares vendidos na região.As vendas de terminais na região aumentaram 5% no último ano móvel, encerrado em março de 2009. Por outro lado, Chile, Venezuela, Colômbia e Argentina não registraram crescimento de consumo dos aparelhos.FuncionalidadesA venda de aparelhos com funcionalidades e novas tecnologias aumentam em um ritmo constante na região. Aplicativos relacionados à música e imagem são as favoritas dos consumidores."Ao mesmo tempo, a venda de itens que oferecem novas tecnologias, tais como 3G e smartphones, também aumentou significativamente. Aliás, estas novas facilidades criaram novos hábitos e formas de se comunicar. Os consumidores estão de olho nos serviços de valor agregado (SVA)", observa Moreira.O relatório mostra que 16% dos usuários usam os telefones exclusivamente para falar e 28% para comunicações de voz e mensagens de texto (SMS). Outros 37% fazem uso de funcionalidades sem acesso à rede (offline) e os 19% restantes são usuários de algum tipo de SVA.Fonte: W/News

Fonte:
http://www.adnews.com.br/telecom.php?id=93967