quarta-feira, 6 de outubro de 2010

:: Audiências de 05 de outubro ::

GLOBO:
Sete pecados - 12
Malhação - 21
Araguaia - 25
Ti-ti-ti - 33
Passione - 40
Casseta & planeta - 24
A cura - 15
Profissão repórter - 11
Boletim Hipertensão - 10

SBT:
Pérola Negra - 6
Esmeralda - 7
As tontas não vão ao céu - 6
Canavial de paixões - 4
Ana Raio e Zé Trovão - 7
Programa do Ratinho - 4
Esquadrão da moda - 4
Cine espetacular ("O vingador") - 7

BAND:
Brasil urgente - 5
A liga - 5

RECORD:
Fala Brasil - 6
Hoje em dia - 5
Os mutantes - 9
CSI Investigação criminal - 11
Ribeirão do Tempo - 15
A fazenda - 17
CSI Miami - 9

Fonte: Blog Patricia Kogut.

:: Rede Globo - Som Brasil ::

No dia 22 de outubro, após o Programa do Jô, o Som Brasil homenageia um dos artistas mais inovadores da nossa MPB: Marcos Valle.

E para cantar a versatilidade de seu estilo único, Camila Pitanga convida ao palco o próprio Marcos Valle; Monique Kessous, uma das melho-res surpresas da nova MPB; Tulipa Ruiz, jovem cantora e compositora paulista de forte interpre-tação; e Jair de Oliveira, notável pela sua mixa-gem de samba com jazz e soul. E para relembrar sucessos que estouraram nos quatro cantos do mundo, eles cantam Samba de Verão; Gente; Viola Enluarada; Black is Beautiful; Mentira; Que Bandeira; Mustang Cor de Sangue; Os Grilos; Preciso Aprender a Ser Só; Estrelar; Capitão de Indústria; Paraíba não é Chicago; Mais de 30 e Azimuth.

Marcos Kostenbader Valle nasceu no Rio de Ja-neiro em 1943 e aos cinco anos já mostrava a veia artística que herdara de sua mãe e de sua avó, formando-se mais tarde em piano e teoria musical. Marcos começou sua trajetória profis-sional em parceria com Edu Lobo e Dori Caymmi e, em 1964 conheceu o sucesso com Samba de Verão, uma canção de sucesso tão grande que teve pelo menos 80 versões gravadas nos EUA – mais tarde seria sucesso também no circuito eu-ropeu e japonês, comprovando o potencial rítmi-co de sua música. Valle consagrou-se ainda co-mo um dos principais artistas da MPB nos anos 60, deixando seu nome gravado na chamada “segunda onda da Bossa Nova” e escreveu mui-tos temas para telenovelas.

Fonte: Coemrcial Rede Globo.

:: Mercado brasileiro terá mais de 20 novos empreendimentos até 2012 ::

Mais de 20 shopping centers serão inaugurados no Brasil até 2012. A projeção foi feita ontem pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), que estima uma alta de 15% no faturamento do setor este ano. Em 2009, os empreendimentos movimentaram R$ 71 bilhões.

"Para 2010, tínhamos previsto um crescimento de 12%, mas no acumulado até agosto já verificamos alta de 13,7%. Logo, devemos superar as projeções anteriores", afirmou Luiz Fernando Pinto Veiga, presidente da Abrasce.

Grande parte desse crescimento, segundo ele, vem do forte mercado consumidor brasileiro e do fácil acesso a crédito. A classe C também tende a ser uma propulsora do setor.

"A Brookfield se focou nos ativos de classe A e B e procurou consolidá-los, mas agora está na hora de começarmos a pensar na classe C", afirmou o presidente-executivo da Brookfield, Bayard Lima. "É uma tendência natural que os próximos projetos sejam focados nesse público."

Há também uma tendência de os shopping centers buscarem novas áreas fora das grandes metrópoles. Segundo o presidente do Iguatemi, Carlos Jereissati Filho, o interior do Brasil tem alto potencial.

"Temos nos focado em outras regiões [fora de São Paulo e Rio]. Olhamos mercados de longo prazo", afirmou Jereissati.

O presidente da Abrasce afirmou ainda que, de 2008 até agora, já foram lançados 58 empreendimentos e, para o ano que vem, a associação prevê 28 shopping centers lançados, inaugurados ou projetados.


Veículo: Valor Econômico

:: Brasileiro reduz pela metade tempo gasto em compra no supermercado ::

Consumidor faz visitas mais frequentes e gasta em média 30 minutos, ante uma hora em 1998

Mudança de hábito é motivada por falta de tempo, trânsito difícil e maior comodidade, segundo pesquisadora

O consumidor brasileiro prefere ir a mercados mais próximos de casa para fazer compras menores e mais frequentes. O tempo médio de permanência não passa de 30 minutos, enquanto em 1998 superava uma hora.

Os dados fazem parte do estudo "Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados", que será divulgado hoje pela Popai Brasil, associação para o desenvolvimento do marketing nos pontos de venda.

Fatores como comodidade, falta de tempo e trânsito engarrafado explicam essa mudança de comportamento, afirma a pesquisadora do Provar (Programa de Administração do Varejo) Ana Caroline Fernandes.

E a inflação controlada desobriga o brasileiro de comprar em grande quantidade para se proteger da disparada dos preços, como era comum até o início dos anos 90.

A média de itens comprados a cada visita ao mercado caiu de 44, em 1998, para 23, em 2004, e 8, em 2010.

Isso leva as empresas a investir em unidades mais enxutas, onde a menor dispersão dos produtos permite economizar tempo, diz Fernandes. Ela ressalta que os hipermercados não estão perdendo mercado.

"O consumidor privilegia os mercados próximos para comprar produtos perecíveis. Os demais, ele adquire mensalmente em lojas mais distantes e baratas."

Entre os 1.860 entrevistados pela Popai em 62 lojas de sete Estados (SP, RJ, RS, PR, PE, BA e MG), 24% disseram que compram no local mais próximo de casa. Esse percentual era de 22% em 2004.

Os que consomem em locais não muito distantes ainda são maioria (51%), mas a proporção diminuiu em relação a seis anos antes (55%).

O percentual daqueles que se deslocam para longe ou muito longe subiu de 23% em 2004 para 25% em 2010.

MINISHOPPINGS

Fernandes observa que, entre os mercados maiores, as redes de "atacarejo" (que vendem para comércios menores, mas também atendem o pequeno consumidor) atraem as classes C e D, em busca de preços melhores.

Já os hipermercados têm investido cada vez mais em serviços, como farmácia, lavanderia e restaurante, visando as classes A e B. "Estão virando minishoppings", resume ela.

Segundo o presidente da Popai, Chan Wook Min, o objetivo é reter o cliente pelo máximo de tempo na loja, potencializando os ganhos com compras por impulso. A pesquisa mostra que o brasileiro compra em média um quarto a mais do que planeja.

A pesquisa mostra ainda que a alta da renda das classes C e D provocou o aumento do grupo que paga em dinheiro (58% em 2010, ante 45% em 2004).

Para Chan, o aumento dos divórcios e as mudanças na divisão de tarefas domésticas explicam a maior frequência de homens nos mercados (32% ante 23%).

Veículo: Folha de S.Paulo

:: Preços dos brinquedos são o melhor presente ::

Nas lojas da 25 de Março, os objetos de desejo mais procurados pelas crianças estão na faixa de R$ 30

O Dia da Criança promete muitas novidades neste ano. E o melhor, com preços menores. Com 900 lançamentos, a garotada deve fazer a festa. Por enquanto, quem comemora são os comerciantes da 25 de Março, no Centro da capital.

Os  personagens do  desenho  Toy Story, como Woody e o Buzz Lightyear, estão entre os mais procurados e têm preços mais acessíveis, na faixa de R$ 30.
Um dos mais pedidos no ano passado, a  linha Ben 10, o menino-herói, continua em alta e conquistou mais meninos que sonham com as aventuras alienígenas dos desenhos. Se acha de tudo do personagem: de reloginho digital a carros. É garantia de venda. E os preços variam de R$ 9,90 a R$ 137,90.
"Estoque é o que não falta porque se não vender agora, vende no Natal", falou Ondamar Ferreira, gerente da Armarinhos Fernando, tradicional loja da 25 de Março.

Aos olhos das meninas, tudo o que é cor rosa reluz como ouro. Assim, a prateleira com produtos da Xuxa faz sucesso. Os brinquedos atendem gostos de mocinhas exigentes e trazem uma infinidade de detalhes, como o "Meu querido Diário",  com corações e adesivos.

Já na Comercial Gomes, também na Rua 25 de Março, as meninas se encantam pelos brinquedos para brincar de casinha. A marca Xalingo lançou a pia, a banheira, a lava-louça, o fogão, o microondas, a máquina de lavar, entre vários outros produtos. Claro, nas cores rosa e branco. A média de preço é de R$ 40. 

Vendas maiores / As vendas do Dia da Criança representam 40% do faturamento dos fabricantes de brinquedos, enquanto as do Natal, 30%. E não é para menos, os pequenos sabem o que pedir. "Não deixo a data passar em branco. Eles pedem e negociamos o que podem levar", disse a comerciante Paula Westin, de 27 anos, que foi com os filhos Matheus, de 8 anos, e Cayque, de 5 anos, para comprar brinquedos em lojas da rua comercial mais agitada e famosa de São Paulo.

Os comerciantes estão otimistas. Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), as vendas neste ano cresceram 7%, principalmente por conta  dos preços que ficaram cerca de 4% menores neste ano. A mágica é simples: os fabricantes aumentaram a produção.

O resultado se vê nas prateleiras. Os pais têm muita opção e os estoques das lojas estão lotados. O que sai mais, em geral, são os produtos licenciados, aqueles que pegam emprestados os personagens de filmes e desenhos animados.

Fiscalização para proibir venda de brinquedos sem segurança

A   Fundação  Procon-SP  fiscalizou  120  estabelecimentos  localizados  em shoppings  e  ruas  de  comércio  da  capital  durante  a "Operação Dia das Crianças", no período de 28 de setembro a 1º de  outubro. A intenção era coibir ações irregulares e desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor. Os  fiscais  constataram  54 irregularidades e autuaram 23 estabelecimentos. A diferença ocorre porque algumas lojas apresentaram mais  de  uma  situação  irregular.

Os principais problemas encontrados foram: ausência do selo de certificação do  Inmetro;  ausência  de  informação sobre o fabricante, importador ou   distribuidor do brinquedo; ausência  de informação  em  língua portuguesa; e falha na informação sobre validade. Os  fornecedores  podem ser multados.

Veículo: Diário de S.Paulo

:: Consumidor decide 76% das compras no PDV ::

Índice está na pesquisa "O Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados".

Segundo a pesquisa “O Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados”, encomendada pelo Popai ao Ibope Inteligência, 76% das decisões de compra acontecem no PDV e o aumento no número de itens comprados em relação aos planejados chega a 125%.
Essa é a terceira edição da pesquisa, que já foi realizada em 1998 e em 2004. O Ibope fez 1.860 entrevistas em 62 lojas de Campinas, Ribeirão Preto, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador e Belo Horizonte.
A pesquisa também mostrou que aumentou o número de homens no PDV. Em 1998, eles eram 16% do público; em 2004, 23%; e, neste ano, representam 32% dos consumidores.

Fonte: Meio e Mensagem.

:: Comércio otimista para Dia das Crianças ::

Segundo a pesquisa realizada pela Alshop, a expectativa de crescimento nas vendas para a data é de 16,5% em comparação ao mesmo período do ano passado

Uma das principais datas do varejo nacional e um termômetro para as vendas de final de ano, o Dia das Crianças promete fazer não só a molecada feliz. Segundo a pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), a expectativa de crescimento nas vendas para a data é de 16,5% em comparação ao mesmo período do ano passado. Com tíquete médio estimado entre R$ 80 e R$ 120, os produtos que devem provocar o desempenho positivo vão desde as tradicionais bonecas para as meninas, e os carrinhos e jogos para meninos, até linha de vestuário, celulares, MP3 e acessórios tecnológicos.

"As crianças são ótimas geradoras de consumo para toda a família, e a data tende a reforçar ainda mais o poder de compra dos adultos, que fazem dos shoppings um verdadeiro paraíso de compras e lazer para seus pequenos familiares. Seja na aquisição de brinquedos diversos, ou na ida às áreas de lazer e lanchonetes, além de outras atividades preferidas das crianças nos empreendimentos", analisa Nabil Sahyoun, presidente da Alshop.

Com base nos níveis crescentes de emprego, no crescimento da renda da população e na oferta de crédito, empresários varejistas também estão otimistas em relação ao crescimento. De acordo com a Pesquisa Serasa Experian de Perspectiva Empresarial para o Dia das Crianças 2010, 57% dos entrevistados acreditam no aumento do faturamento de seu negócio na data comercial. Este é o maior percentual de empresários otimistas desde o início da pesquisa, em 2005. No Dia das Crianças de 2009 esse percentual foi de 49%.

As grandes empresas estão liderando as opiniões positivas, com 76% de empresários otimistas. Nas médias empresas esse percentual foi 66%, enquanto que nas pequenas, 54%. Já na análise regional, o Nordeste se destaca. 72% dos varejistas da região acreditam que vão ampliar seu faturamento no Dia das Crianças deste ano em relação a 2009. Na sequência estão a região Norte (61%), Centro-Oeste (56%), Sudeste (55%) e Sul 50%. Os varejistas estimam ainda que 49% das vendas serão à vista e 51% a prazo. Em 2009, esta relação era de 52% à vista e 48% a prazo.

Os brinquedos continuam no topo da lista de desejos dos pequenos. Na opinião dos varejistas de todo o Brasil, 65% das vendas serão de brinquedos. Na sequência aparecem jogos eletrônicos (10%), celular (7%), aparelhos eletrônicos (5%), computadores e impressoras (4%), roupas sapatos e acessórios (3%), chocolates e doces (2%) e DVDs, CDs e livros (1%). Os percentuais se mantiveram equiparados aos do ano passado. A grande mudança foi o crescimento de 3% na projeção de vendas de computadores e impressoras.

A Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial para o Dia das Crianças 2010 foi a campo no período de 8 a 15 de setembro, com 1.007 executivos do setor do comércio de todo o País. A pesquisa para as datas comemorativas do varejo começou a ser desenvolvida em 2005. Trata-se de um levantamento estatístico com uma amostra de empresas representativas do setor do comércio, dos portes pequeno, médio e grande, e das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Fonte: Meio & Mensagem.