GLOBO:
Amistoso Seleção brasileira: Brasil x Irã - 15
Malhação - 20
Araguaia - 25
Ti-ti-ti - 33
Passione - 38
A grande família - 26
Hipertensão - 16
SBT:
Pérola Negra - 7
Esmeralda - 8
As tontas não vão ao céu - 6
Canavial de paixões - 4
Ana Raio e Zé Trovão - 7
Programa do Ratinho - 4
A praça é nossa - 7
Conexão repórter - 5
RECORD:
Fala Brasil - 7
Hoje em dia - 6
Os mutantes - 7
CSI Invesigação criminal - 10
Ribeirão do Tempo -12
A fazenda - 16
House - 8
Fonte: Blog Patricia Kogut.
:::.. T A L E N T . Mídia Varejo ..:::
Novidades sobre varejo, pesquisas e tendências.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
:: Confiança no e-commerce chega a 87,29%, maior nível histórico ::
Os consumidores brasileiros que realizam compras por meio de lojas virtuais estão cada vez mais satisfeitos. Em agosto, o Índice de Confiança do e-Consumidor, que mede o grau de contentamento das pessoas que adquiriram produtos pela internet, ficou em 87,29%. Desde que o indicador começou a ser divulgado, em fevereiro de 2009, esse foi o melhor desempenho já registrado, empatando com o recorde anterior, de agosto do ano passado. A previsão da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) é de que as vendas cheguem a R$ 15 bilhões em 2010 número quase 50% superior aos R$ 10,8 bilhões de 2009.
Criado pela camara-e.net em parceria com a consultoria e-bit e com o Movimento Internet Segura (MIS), o índice reflete a média de satisfação dos consumidores que fizeram compras nas 2,5 mil lojas de comércio eletrônico conveniadas. Para levantar esses dados, o internauta é convidado a responder duas pesquisas: uma após concluir a transação na rede e outra depois de receber o produto em casa. Neles, o consumidor (1) avalia diferentes questões referentes à experiência de compra, como facilidade de efetuar o pagamento, informações sobre produtos, preços, navegação, prazo de entrega, qualidade de atendimento e política de privacidade. O levantamento foi feito com 123.841 pessoas entre 1º e 31 de agosto.
Evolução
Segundo dados do setor divulgados pela e-bit, as vendas no e-commerce cresceram 40% no primeiro semestre. Excluindo os segmentos de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais, os brasileiros gastaram aproximadamente R$ 6,7 bilhões com compras de janeiro a junho. No mesmo período de 2009, o montante atingido pelo setor foi de R$ 4,8 bilhões.
O aumento se deu principalmente pela expansão de itens ligados à Copa do Mundo, como artigos esportivos e televisores de tela plana. Além deles, assinaturas de revistas e jornais, eletrodomésticos, livros, cosméticos, medicamentos e informática lideraram o ranking dos mais procurados pelos consumidores. O valor médio gasto também cresceu, atingindo R$ 379, numa alta de 17%.
1 - 23 milhões de usuários
Hoje, o Brasil conta com 70 milhões de usuários de internet, sendo que 43 milhões possuem conta de internet banking. De acordo com a camara-e.net, em 2009 o Brasil somou 17,2 milhões consumidores que realizaram compras pela rede. Para este ano, a expectativa é que esse número alcance os 23 milhões de usuários.
Fonte: Correio Braziliense.
Criado pela camara-e.net em parceria com a consultoria e-bit e com o Movimento Internet Segura (MIS), o índice reflete a média de satisfação dos consumidores que fizeram compras nas 2,5 mil lojas de comércio eletrônico conveniadas. Para levantar esses dados, o internauta é convidado a responder duas pesquisas: uma após concluir a transação na rede e outra depois de receber o produto em casa. Neles, o consumidor (1) avalia diferentes questões referentes à experiência de compra, como facilidade de efetuar o pagamento, informações sobre produtos, preços, navegação, prazo de entrega, qualidade de atendimento e política de privacidade. O levantamento foi feito com 123.841 pessoas entre 1º e 31 de agosto.
Evolução
Segundo dados do setor divulgados pela e-bit, as vendas no e-commerce cresceram 40% no primeiro semestre. Excluindo os segmentos de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais, os brasileiros gastaram aproximadamente R$ 6,7 bilhões com compras de janeiro a junho. No mesmo período de 2009, o montante atingido pelo setor foi de R$ 4,8 bilhões.
O aumento se deu principalmente pela expansão de itens ligados à Copa do Mundo, como artigos esportivos e televisores de tela plana. Além deles, assinaturas de revistas e jornais, eletrodomésticos, livros, cosméticos, medicamentos e informática lideraram o ranking dos mais procurados pelos consumidores. O valor médio gasto também cresceu, atingindo R$ 379, numa alta de 17%.
1 - 23 milhões de usuários
Hoje, o Brasil conta com 70 milhões de usuários de internet, sendo que 43 milhões possuem conta de internet banking. De acordo com a camara-e.net, em 2009 o Brasil somou 17,2 milhões consumidores que realizaram compras pela rede. Para este ano, a expectativa é que esse número alcance os 23 milhões de usuários.
Fonte: Correio Braziliense.
:: Adolescente planeja gastar 50% a mais em 12 meses ::
Pais de adolescentes, preparem os bolsos. Segundo pesquisa da TNS Research International, os brasileiros com idade entre 12 anos e 19 anos, que gastam em média R$ 50 por semana (R$ 200 por mês), esperam aumentar em 50% os desembolsos nos próximos 12 meses. Em 2008, o valor mensal era, em média, de R$ 90. Esse universo representa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 32 milhões de pessoas que, no ano passado, gastaram cerca de R$ 32 bilhões.
De acordo com o levantamento, no Nordeste o gasto é menor, de R$ 31 por semana, enquanto no Sudeste as despesas chegam a R$ 54. A pesquisa foi feita em dezembro do ano passado com 1,5 mil jovens das classes A, B, C e D, moradores das nove regiões metropolitanas, além das principais cidades do interior.
Os gastos dos adolescentes do Brasil estão entre os mais baixos dos países que integram o Bric - grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China. Na Rússia e na China, a média de desembolso é 10% acima da brasileira. A explicação, segundo Jorge Kodja, diretor comercial da subsidiária local da TNS e responsável pelo estudo, é que os brasileiros demoram mais tempo para começar a trabalhar e para sair da casa dos pais. Isso faz com que a renda deles esteja atrelada à mesada.
"Com 18, 19 anos, o americano já é independente financeiramente, por exemplo. No Brasil, isso acontece por volta dos 25 anos", diz Kodja. De acordo com a pesquisa, 52% dos entrevistados estudam e vivem com os pais. Nas classes A e B, essa participação sobe para 67%.
Fonte: O Estado de São Paulo
:: Americanas tem duas novas lojas ::
A rede de produtos para o lar, roupas, acessórios, alimentos e eletrônicos Lojas Americanas inaugurou duas unidades em São Paulo, capital: uma na região da Lapa e uma em Campos do Jordão. Assim, a rede totaliza 192 lojas no estado, sendo as novas no formato Express, com área de vendas de 460 m² e 467 m² e investimentos de R$ 1 milhão cada. A loja da Lapa fica no Shopping Center Lapa, na Rua Catão, 72, bairro Vila Romana, e a de Campos do Jordão, na Avenida Frei Orestes Girardi, 1.315, Centro.
Veículo: DCI
:: Varejista prevê vendas até 11% maiores no ano ::
O aumento do parcelamento e a confiança dos consumidores devem levar o varejo a ampliar suas vendas entre 10% e 11% este ano, na comparação com 2009. Para alegria dos varejistas, o cenário é ainda melhor do que o visto no começo do ano, de acordo com o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Júnior.
A expectativa cresceu perante a última estimativa, quando a previsão era de uma expansão de até 10% ante 2009, que já registrou um acréscimo no comércio na casa dos 6% ante 2008. "No fim do ano, teremos volume de compradores a prazo bem maior que em 2009. E isso nos projeta um Natal bastante positivo", comparou Pellizzaro Júnior.
De acordo com o presidente da CNDL, os números apresentados em setembro já foram "bastante animadores" e devem ser atribuídos ao desempenho positivo do tripé que, segundo ele, sustenta o aquecimento do varejo: emprego, aumento de renda e crédito. "Não há falta nenhuma de crédito no varejo", resumiu. A queda de 4,65% nas consultas ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) de agosto para setembro, na opinião de Pellizzaro Júnior, era esperada.
"A queda é natural, pois não temos nenhuma data festiva em setembro. Normalmente, as vendas em setembro são mais frias do que as de agosto, sem dúvida nenhuma", observou. Na comparação com setembro de 2009, houve um crescimento do volume de consultas da ordem de 8,23%.
Para o Dia da Criança, a CNDL prevê crescimento de 8,5% nas vendas do comércio neste ano em relação a 2009. O número leva em conta os sete dias úteis que antecedem a comemoração. "Sem dúvida, será o melhor dos últimos cinco anos", disse o presidente da CNDL.
Compra em alta
O bom desempenho do varejo e otimismo do mercado impulsionaram a classe C a novos planos, entre os quais a aquisição de novas casas. De acordo com números do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), 19% dessa classe já têm planos de comprar uma casa.
Aproveitando esta onda, a rede varejista de material de construção Dicico prevê aumento das vendas. "Com a forte alta dos preços dos imóveis novos, a aquisição de imóveis usados voltou a ser atraente", explica Dimitrios Markakis, controlador da Construdecor, holding à qual pertence a Dicico. Com essa alta das vendas, a Dicico pretende faturar cerca de R$ 880 milhões até dezembro.
Afora a casa, o plano de comprar um carro faz parte do objetivo de cerca de 30% da classe C brasileira, ainda de acordo com os números do Ibope. Esse percentual, que representa cerca de 9,5 milhões de pessoas, otimiza a expectativa das concessionárias. "Esperamos um fim de ano bom, com a volta da confiança do crédito, da estabilidade financeira e do otimismo do consumidor, principalmente da classe C, que voltou a apostar no mercado e já faz planos de comprar seu próprio automóvel", diz o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Sérgio Reze.
Outro fator que impulsiona a classe C a comprar, de acordo com o executivo, é a liberação do crédito para motos. "Os bancos estão confiando crédito e eles [a classe C] estão comprando mais".
Veículo: DCI
:: Shopping quer fisgar clientes de lojas de rua ::
O brasileiro que se encaixa no perfil econômico da nova classe C parece gostar de fazer mais compras em lojas instaladas nas ruas do que nas que estão dentro de shopping centers. A informação pega de surpresa o segmento de centros de compras, que tem ampliado a presença no mercado brasileiro com cada vez mais inaugurações, para atender a uma demanda em franca expansão, com consumidores afoitos pela agilidade e praticidade dos malls, com estacionamento e segurança, além de áreas de entretenimento e praças de alimentação em um mesmo espaço, o que gera conforto, comodidade.
A indicação da preferência da classe C por lojas de rua vem de uma pesquisa do Instituto Brasileiro e Opinião Pública e Estatística (Ibope), que mostra que 57% dessa população têm preferência por compras a céu aberto. Para mudar este dado, os shoppings têm tentado conquistar essa classe emergente, que hoje soma quase 100 milhões de pessoas.
Para a professora de Economia Popular e pesquisadora de mercado da Universidade São Judas, Analice Calixto, esse cenário deverá mudar nos próximos anos, principalmente por causa da construção de shoppings específicos para essa parcela da população. "Os shoppings já sentiram o potencial desta classe e não deixarão este número barato", disse a professora. "Logo veremos shoppings nos grandes centros, perto de metrôs, além da entrada de marcas mais populares, estacionamentos mais baratos e outros atrativos, que é a grande cartada deles", disse ela.
De acordo com a diretora comercial do Ibope e responsável pela pesquisa do perfil da classe C, Dora Camara, o motivo da preferência pelas ruas é uma simples questão de conveniência. "Eles se sentem mais à vontade nas ruas. Se há uma loja da Casas Bahia no shopping e outra na rua, eles vão na da rua", afirmou.
Para se consolidar neste mercado, os shopping centers se movimentam visando a um pedaço do segmento, segundo informações da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), que promoveu um grande evento do setor na capital paulista esta semana, a 11ª edição do Expo Shopping. A entidade estima que nos últimos sete anos, cerca de 32 milhões de brasileiros entraram definitivamente na economia brasileira, o que representa aportes na casa de R$ 760 bilhões anuais, dando à classe média, pela primeira vez, acesso a produtos que antes se destinavam a outras classes. Com isso em mente, a expectativa da Abrasce é de que este público impulsione o crescimento do setor de shoppings. "Em média a Abrasce prevê a abertura de 10 a 20 shoppings por ano", afirmou Paulo Stewart, presidente da entidade.
Os números da entidade mostram que 56% (cerca de 52 milhões de pessoas) já vão aos shopping centers, e que 89% dessa fatia compram roupas. "Essa porcentagem representa R$ 2 bilhões em compras mensais, número que não podemos descartar", continuou o executivo.
Acompanhando esta tendência, a professora Analice Calixto também prevê uma nova modalidade de shopping: "Acredito que essa movimentação estimada em R$ 2 bilhões signifique a declaração da guerra contra as lojas de rua, já que há tanto dinheiro envolvido". Por outro lado, a professora lembra que tais dados não conferem com a pesquisa recente do Ibope. "É importante ter os dois pés nos chão quando o assunto são compras; segundo os dados do Ibope, apenas 34% dos entrevistados da classe C afirmaram fazer compras nos shoppings, enquanto a afirmação da Abrasce aponta 56% deles", disse.
Movimentação
Com um investimento de R$ 157 milhões, o ParkShopping, em Brasília (DF), realizou ampla revitalização do hall e áreas externas, finalizando sua expansão. O projeto resultou em um crescimento de 103% em área construída, e, com 100% de locação, inaugurou 101 lojas, registrando crescimento de 46% de vendas e 76% de receita líquida a empreendedores.
Com apenas oito meses de operação, e com investimentos de R$ 150 milhões, o Salvador Shopping, na Bahia, deu inicio às obras da expansão idealizada desde sua concepção. Em apenas dois anos e quatro meses inaugurou sua "evolução". O shopping center baiano cresceu e tornou-se mais atrativo e confortável, aumentando o tamanho de sua área em 50%, passando para 82.498 metros quadrados, com a oferta de 3.500 novos empregos.
Em Curitiba, no Paraná, depois da inauguração do ParkShopping Barigui, com uma área de 2.800 metros quadrados, e com o piso superior ao das lojas mantido desocupado, acaba de ser criada uma área gastronômica com sete restaurantes e um empório, o ParkGourmet. Os restaurantes estão lado a lado como se fossem opções de uma rua especial, o paisagismo é contemporâneo, as varandas internas são separadas por floreiras e a iluminação é agradável.
Já em outra área mais periférica, que também quer a atenção dos consumidores da classe emergente, como é o caso do Praça da Moça, aberto na cidade de Diadema (SP), o projeto arquitetônico de expansão e revitalização do Shopping Taboão, de São Paulo, teve como foco principal a ampliação da frente do empreendimento, e o aumento da área bruta locável (ABL) em 8 mil metros quadrados, passando de 39.295 para 46.600 mil metros quadrados, ao criar a circulação em elipse, e integrando todas as lojas num circuito único, sem perder sua característica original. Segundo a empresa, falta pouco mais de um mês agora para a entrega dessa obra, em que foram preenchidos 98% dos espaços abertos pela expansão, com a adesão de 70 novas lojas.
Veículo: DCI
:: Panasonic quer voltar ao mercado de jogos eletrônicos ::
A Panasonic está desenvolvendo um videogame portátil, na tentativa de voltar ao mercado de jogos eletrônicos após uma pausa de mais de dez anos.
O projeto, denominado de Jungle, colocaria a Panasonic contra gigantes consolidadas do setor como Microsoft, Nintendo e Sony, além do crescente número de jogos para smartphones e tablets. A iniciativa visa alcançar o mercado americano.
Segundo o blog "TechCrunch", a Panasonic, cujo último console foi lançado em 1994, estava pronta para retornar ao mercado de games focada em jogos on-line.
O novo produto da empresa consiste em um portátil "abre e fecha", com a tela em um lado e o teclado no outro.
O novo produto da empresa consiste em um portátil "abre e fecha", com a tela em um lado e o teclado no outro.
A Panasonic criou uma nova subsidiária, a Panasonic Cloud Entertainment, para desenvolver o projeto, que também envolve criação de conteúdo, segundo o blog.
Um porta-voz da Panasonic confirmou que a empresa tem um projeto chamado Jungle, mas não deu mais detalhes.
Veículo: Folha de S.Paulo
Um porta-voz da Panasonic confirmou que a empresa tem um projeto chamado Jungle, mas não deu mais detalhes.
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