GLOBO:
Mais você - 7
Sinhá moça - 15
Malhação - 20
Escrito das estrelas - 26
Tempos modernos - 25
Passione - 32
Tela Quente ("Motoqueiros selvagens") - 24
SBT:
As tontas não vão ao céu - 4
Uma rosa com amor - 6
Programa do Ratinho - 5
Hebe - 3
Conexão repórter - 3
RECORD:
Hoje em dia - 6
Bela, a feia - 14
Ribeirão do Tempo - 12
Fala Brasil - 8
CSI Investigação Criminal - 12
CSI Nova York - 6
Fonte: Blog Patricia Kogut.
terça-feira, 1 de junho de 2010
:: Campeão pode chegar em São Paulo em setembro ::
O jornal carioca Campeão deve desembarcar em breve em São Paulo. Segundo apuração do M&M Online, a Empresa Jornalística Econômico S.A. (Ejesa) - que na quinta-feira 27 efetivou a compra do título de esportes e também de O Dia e do Meia Hora - pretende lançar o periódico na capital paulista na data em que se comemora o centenário do Corinthians, no dia 1º de setembro.
Presidente do O Dia e da Ejesa, José Antônio Mascarenhas, porém, não confirma a informação. A expectativa é de que, até o fim do ano, a companhia também lance um título em Brasília e o Meia Hora em São Paulo. A Ejesa detém ainda o Brasil Econômico e tem 30% de seu capital nas mãos do grupo português Ongoing.
Presidente do O Dia e da Ejesa, José Antônio Mascarenhas, porém, não confirma a informação. A expectativa é de que, até o fim do ano, a companhia também lance um título em Brasília e o Meia Hora em São Paulo. A Ejesa detém ainda o Brasil Econômico e tem 30% de seu capital nas mãos do grupo português Ongoing.
Fonte: m&m online - Em Pauta - Mídia
:: A Topper é a bola da vez na Alpargatas ::
O executivo Márcio Utsch, que comanda a Alpargatas desde 2003, tem um desafio e tanto pela frente: replicar até a metade da década com a linha de artigos esportivos Topper a experiência vitoriosa da Havaianas, a marca de sandálias mais conhecida do País e carro-chefe da companhia. "A Havaianas foi, ao mesmo tempo, laboratório e campo de prova de nossa estratégia de gestão de portfólio", diz Utsch. "Com a experiência acumulada, queremos reprisar sua história de sucesso na Topper."
Ao lado do aprofundamento do processo de internacionalização, que ainda depende em muito da Havaianas, o reposicionamento da Topper é um item prioritário do planejamento da Alpargatas, que faturou R$ 2 bilhões no ano passado. O processo tomou corpo com a integração da Alpargatas da Argentina, comprada por US$ 84 milhões, em 2008. Um time misto de executivos brasileiros e argentinos tratou de desenhar a estratégia de valorização da marca, a partir de trajetórias desiguais: enquanto na Argentina a Topper é líder de mercado, com 32% de participação, no Brasil, a despeito de ter sido lançada há 36 anos, mal ultrapassa os 7%.
Além disso, a Topper argentina e a Topper brasileira pouco tinham em comum, além do nome: logotipia, cores, produtos, marketing, tudo era diferente. Mais: os direitos da marca eram da Alpargatas da Argentina. "Pagávamos royalties para eles", diz Utsch. Desse trabalho, ademais da unificação do visual e da linha de produtos, nasceu também o slogan "o coração manda", comum aos dois países. "É a fusão do conceito argentino de raça com o talento e a emoção do brasileiro", afirma.
Naturalmente, o principal mercado a ser trabalhado é o do Brasil, onde a distância que separa a Topper das marcas líderes é enorme. Uma das decisões de Utsch e sua equipe foi estender a marca, até então restrita a artigos para futebol, como bolas e chuteiras, para outros esportes, visando não apenas a Copa do Mundo de 2014, mas também a Olimpíada de 2016. Um deles é o rúgbi, popularíssimo na Argentina, por sinal. Além de capitalizar o apoio à seleção brasileira da modalidade, Utsch antevê grandes chances de que ela ganhe espaço no País. "Em 2016, o rúgbi pela primeira vez será disputado numa Olimpíada", lembra. Ao mesmo tempo, a Topper reforçará sua atuação em outros esportes, como o futsal, cuja seleção já patrocina no Brasil, e o futebol profissional. Detalhe: a equipe escolhida foi o Atlético Mineiro, arquirrival do Cruzeiro, time do coração de Utsch, nascido em Conceição do Mato Dentro (MG).
Ao transformar a Topper numa marca poliesportiva, Utsch mira nas possibilidades do mercado externo. Embora há alguns anos exporte para o Japão, sua ambição internacional é, ao contrário do que ocorreu com a Havaianas, mais limitada. Em seus planos, estará de bom tamanho se a Topper vier a se transformar numa marca regional forte - no caso, no âmbito da América Latina -, capaz de bater localmente gigantes como a Nike e a Adidas. "Nosso modelo são marcas como as chinesas Anta e Li Ning e a francesa Le Coq", diz.
A revitalização da Topper não será feita em detrimento das outras marcas da Alpargatas, como a Havaianas, Dupé, Rainha e Timberland, assegura Utsch, que deve destinar em torno de 13% das receitas da Alpargatas para as campanhas de propaganda e promoção neste ano. "Estamos extremamente líquidos", diz. "Por isso mesmo, a ordem é investir."
Até aqui, a estratégia de gestão do portfólio de marcas da Alpargatas tem sido sancionada pelos investidores. Nos últimos 18 meses, o valor de mercado da companhia quase dobrou, passando de R$ 1,2 bilhão, de setembro de 2008, para os R$ 2,2 bilhões registrados no pregão da Bovespa na última sexta feira.
Veja a materia na integra, clique aqui.
Fonte: O Estado de São Paulo
Ao lado do aprofundamento do processo de internacionalização, que ainda depende em muito da Havaianas, o reposicionamento da Topper é um item prioritário do planejamento da Alpargatas, que faturou R$ 2 bilhões no ano passado. O processo tomou corpo com a integração da Alpargatas da Argentina, comprada por US$ 84 milhões, em 2008. Um time misto de executivos brasileiros e argentinos tratou de desenhar a estratégia de valorização da marca, a partir de trajetórias desiguais: enquanto na Argentina a Topper é líder de mercado, com 32% de participação, no Brasil, a despeito de ter sido lançada há 36 anos, mal ultrapassa os 7%.
Além disso, a Topper argentina e a Topper brasileira pouco tinham em comum, além do nome: logotipia, cores, produtos, marketing, tudo era diferente. Mais: os direitos da marca eram da Alpargatas da Argentina. "Pagávamos royalties para eles", diz Utsch. Desse trabalho, ademais da unificação do visual e da linha de produtos, nasceu também o slogan "o coração manda", comum aos dois países. "É a fusão do conceito argentino de raça com o talento e a emoção do brasileiro", afirma.
Naturalmente, o principal mercado a ser trabalhado é o do Brasil, onde a distância que separa a Topper das marcas líderes é enorme. Uma das decisões de Utsch e sua equipe foi estender a marca, até então restrita a artigos para futebol, como bolas e chuteiras, para outros esportes, visando não apenas a Copa do Mundo de 2014, mas também a Olimpíada de 2016. Um deles é o rúgbi, popularíssimo na Argentina, por sinal. Além de capitalizar o apoio à seleção brasileira da modalidade, Utsch antevê grandes chances de que ela ganhe espaço no País. "Em 2016, o rúgbi pela primeira vez será disputado numa Olimpíada", lembra. Ao mesmo tempo, a Topper reforçará sua atuação em outros esportes, como o futsal, cuja seleção já patrocina no Brasil, e o futebol profissional. Detalhe: a equipe escolhida foi o Atlético Mineiro, arquirrival do Cruzeiro, time do coração de Utsch, nascido em Conceição do Mato Dentro (MG).
Ao transformar a Topper numa marca poliesportiva, Utsch mira nas possibilidades do mercado externo. Embora há alguns anos exporte para o Japão, sua ambição internacional é, ao contrário do que ocorreu com a Havaianas, mais limitada. Em seus planos, estará de bom tamanho se a Topper vier a se transformar numa marca regional forte - no caso, no âmbito da América Latina -, capaz de bater localmente gigantes como a Nike e a Adidas. "Nosso modelo são marcas como as chinesas Anta e Li Ning e a francesa Le Coq", diz.
A revitalização da Topper não será feita em detrimento das outras marcas da Alpargatas, como a Havaianas, Dupé, Rainha e Timberland, assegura Utsch, que deve destinar em torno de 13% das receitas da Alpargatas para as campanhas de propaganda e promoção neste ano. "Estamos extremamente líquidos", diz. "Por isso mesmo, a ordem é investir."
Até aqui, a estratégia de gestão do portfólio de marcas da Alpargatas tem sido sancionada pelos investidores. Nos últimos 18 meses, o valor de mercado da companhia quase dobrou, passando de R$ 1,2 bilhão, de setembro de 2008, para os R$ 2,2 bilhões registrados no pregão da Bovespa na última sexta feira.
Veja a materia na integra, clique aqui.
Fonte: O Estado de São Paulo
:: Celulares estão mais baratos para Dia dos Namorados ::
O preço médio dos telefones celulares caiu em todo o país e os aparelhos devem ser uma boa opção de presente para o Dia dos Namorados, em 12 de junho. Mas se a ideia é convidar o namorado ou namorada para um programa cultural, prepare-se: os ingressos para teatro e shows musicais ficaram mais caros, assim como diárias de hotéis. É o que mostra uma pesquisa divulgada segunda-feira (31) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
No caso dos celulares, a queda de preço em relação ao ano passado se deu em todas as sete cidades pesquisadas, sendo que, em Salvador, chegou a 18,36%. Em Porto Alegre, redução média de 11,41%. São Paulo (-8,92%) e Rio (-8,09%) também registraram quedas expressivas de preço.
Segundo o coordenador da pesquisa, economista André Braz, a queda está ligada à multiplicidade de marcas e modelos disponíveis no mercado, à grande concorrência que favorece o consumidor, com a oferta de aparelhos mais completos e com preços mais em conta. Outros segmentos, como roupas e acessórios, também apresentaram queda dos preços em relação à inflação, embora de forma mais discreta.
“Nós fizemos um recorte no nosso índice de preços ao consumidor. Escolhemos os produtos e serviços que poderiam ser candidatos [a presentes] no Dia dos Namorados. Constatamos que, em média, a variação de preço veio um pouco abaixo da inflação. Nos últimos 12 meses, nosso IPC Brasil está em 5,35%, enquanto a média dos preços dos produtos e serviços selecionados aumentou 4,70%. Em termos reais, não houve aumento.”
Na contramão dessa tendência estão os programas culturais e de lazer. Segundo o levantamento da FGV, em capitais como Belo Horizonte, o preço do teatro subiu 36,03%. Em Recife, alta de 19,38%. No Rio, foram os shows musicais que apresentaram a maior alta, 15,31%. Em São Paulo, o setor hoteleiro foi o que apresentou a maior alta nos preços médios: 10,7%.
Fonte: Agência Brasil
No caso dos celulares, a queda de preço em relação ao ano passado se deu em todas as sete cidades pesquisadas, sendo que, em Salvador, chegou a 18,36%. Em Porto Alegre, redução média de 11,41%. São Paulo (-8,92%) e Rio (-8,09%) também registraram quedas expressivas de preço.
Segundo o coordenador da pesquisa, economista André Braz, a queda está ligada à multiplicidade de marcas e modelos disponíveis no mercado, à grande concorrência que favorece o consumidor, com a oferta de aparelhos mais completos e com preços mais em conta. Outros segmentos, como roupas e acessórios, também apresentaram queda dos preços em relação à inflação, embora de forma mais discreta.
“Nós fizemos um recorte no nosso índice de preços ao consumidor. Escolhemos os produtos e serviços que poderiam ser candidatos [a presentes] no Dia dos Namorados. Constatamos que, em média, a variação de preço veio um pouco abaixo da inflação. Nos últimos 12 meses, nosso IPC Brasil está em 5,35%, enquanto a média dos preços dos produtos e serviços selecionados aumentou 4,70%. Em termos reais, não houve aumento.”
Na contramão dessa tendência estão os programas culturais e de lazer. Segundo o levantamento da FGV, em capitais como Belo Horizonte, o preço do teatro subiu 36,03%. Em Recife, alta de 19,38%. No Rio, foram os shows musicais que apresentaram a maior alta, 15,31%. Em São Paulo, o setor hoteleiro foi o que apresentou a maior alta nos preços médios: 10,7%.
Fonte: Agência Brasil
:: BIC lança linha verde de produtos ::
A BIC aderiu à onda dos produtos verdes com quatro lançamentos. A caneta feita de embalagens longa-vida reaproveitadas; a cola bastão produzida com 100% de plástico reciclado, que é lavável e não tóxica; o blister, fabricado com aparas de embalagens de iogurte (pré-consumo); e o corretivo à base de água que não tem solventes e, portanto, é inofensivo ao ambiente. As notas adesivas são feitas de papel reciclado.
Veículo: Brasil Econômico
Veículo: Brasil Econômico
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:: TV de tela fina deve liderar vendas pela internet ::
Os 15 dias que compõem a data sazonal do Dia dos Namorados - entre 29/05 a 12/06 - devem render um faturamento de R$ 550 milhões ao comércio eletrônico (e-commerce), segundo apuração da e-bit, empresa especializada em dados sobre e-commerce. Se a expectativa se confirmar, isso representará um aumento de 40% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram vendidos R$ 393 milhões via comércio eletrônico.
Para este ano, as TVs de tela fina (LCD, LED e plasma) devem liderar os presentes, notadamente por conta da Copa do Mundo - que começa no dia 11 de junho. Em seguida, a e-bit prevê que os produtos mais vendidos serão itens de informática (em especial, netbooks), perfumes e cosméticos, flores e cestas e telefones celulares. Esse perfil de produtos muda um pouco em relação ao ano passado quando os itens mais vendidos no Dia dos Namorados foram livros, assinaturas de revistas e jornais (com 18% do total), produtos de saúde, beleza e medicamentos (14%), eletrodomésticos (12%), informática (10%) e eletrônicos (6%).
Além da evolução do faturamento das vendas pela internet, a e-bit calcula que também o tíquete médio deve ser 45% maior e atingir R$ 375 ante os R$ 330 do mesmo período do ano passado.
Para este ano, as TVs de tela fina (LCD, LED e plasma) devem liderar os presentes, notadamente por conta da Copa do Mundo - que começa no dia 11 de junho. Em seguida, a e-bit prevê que os produtos mais vendidos serão itens de informática (em especial, netbooks), perfumes e cosméticos, flores e cestas e telefones celulares. Esse perfil de produtos muda um pouco em relação ao ano passado quando os itens mais vendidos no Dia dos Namorados foram livros, assinaturas de revistas e jornais (com 18% do total), produtos de saúde, beleza e medicamentos (14%), eletrodomésticos (12%), informática (10%) e eletrônicos (6%).
Além da evolução do faturamento das vendas pela internet, a e-bit calcula que também o tíquete médio deve ser 45% maior e atingir R$ 375 ante os R$ 330 do mesmo período do ano passado.
Fonte: m&m on line - Em Pauta - Marketing & Negócios
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:: Pernambucanas resgata o "Quem bate? É o frio!" ::
A campanha de inverno da rede de lojas Pernambucanas, com estreia prevista para meados de junho, fará o resgate do clássico jingle "Quem Bate? É o frio", composto por Heitor Carillo no início dos anos 60.
Inicialmente criada para o rádio, a peça chegou à televisão em 1962, em um filme de animação produzido pela Linxfilm, e colocou no imaginário de várias gerações os versos "Não adianta bater/Eu não deixo você entrar/As Casas Pernambucanas/É que vão aquecer o meu lar".
A informação é da coluna Em Pauta, publicada na edição 1411 de Meio & Mensagem, que circula com data de 31 de Maio de 2010.
Inicialmente criada para o rádio, a peça chegou à televisão em 1962, em um filme de animação produzido pela Linxfilm, e colocou no imaginário de várias gerações os versos "Não adianta bater/Eu não deixo você entrar/As Casas Pernambucanas/É que vão aquecer o meu lar".
A informação é da coluna Em Pauta, publicada na edição 1411 de Meio & Mensagem, que circula com data de 31 de Maio de 2010.
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