quinta-feira, 22 de julho de 2010

:: Audiências de 19, 20 e 21 de julho ::

21 de julho
GLOBO:
Mais você - 6
Sinhá moça - 15
Malhação - 16
Escrito nas estrelas - 23
Ti-ti-ti - 29
Passione - 31
Futebol (Campeonato Brasileiro) : Atlético-GO x Corinthians - 23
Placar da rodada - 18

SBT:
Pérola Negra - 5
Esmeralda - 5
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 9
Programa do Ratinho - 5
Qual é o seu talento - 9
Um contra cem - 7


RECORD:
Fala Brasil - 7
Hoje em dia - 6
Os mutantes - 5
CSI Investigação criminal - 13
Roibeirão do Tempo - 9
Super tela ("O incrível Huck") - 13


20 de julho
GLOBO:
Sinhá moça - 15
Malhação - 19
Escrito nas estrelas - 25
Ti-ti-ti - 29
Passione - 34
Casseta & Planeta - 23
Na forma da lei - 17
Profissão repórter -16

SBT:
Pérola negra - 5
Esmeralda - 4
As tontas não vão ao céu- 3
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 9
Programa do Ratinho - 4
Esquadrão da moda - 7

RECORD:
Fala Brasil - 6
Hoje em dia - 6
CSI Investigação criminal - 13
Ribeirão do Tempo - 12
Os mutantes - 4
Ídolos - 12


19 de julho
GLOBO:
Mais você - 6
Sinha Moça -15
Malhação - 18
Escrito nas estrelas - 23
Ti-ti-ti - 29
Passione - 35
Tela quente - 27

SBT:
Pérola negra - 4
Esmeralda - 4
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 8
Programa do Ratinho - 5
Hebe - 5

RECORD:
Fala Brasil - 8
Hoje - 6
Os mutantes - 5
Ribeirão do Tempo - 8
CSI investigação criminal - 13
Show do Tom - 7

BAND:
Brasil urgente - 6
CQC - 6

Fonte: Blog Patricia Kogut.

:: Pai no mesmo status do namorado ::

A indústria se prepara para a venda comemorativa do Dia dos Pais, com lançamentos e promoções, numa tentativa de tornar a data tão importante quanto o Dia dos Namorados. Não é uma algo fácil de ser feito. Enquanto a comemoração do mês de junho envolve a venda de produtos para homens e mulheres, e se chega a lançar linhas completas para ambos os sexos, no Dia dos Pais a indústria tem, historicamente, mostrado basicamente um produto novo ao mercado.

O Boticário desembolsou R$ 19 milhões em desenvolvimento de produto e mídia de uma nova fragrância, a Quasar Ônix, dentro da meta de ampliar em 25% as vendas na data comemorativa em relação a 2009. "O Dia dos País tem ganhado proporção no nosso negócio", diz Tatiana Ponce, gerente nacional do Boticário. "Nosso estudos mostram que 61% dos homens se preocupam com a própria beleza e 72% deles escolhe a marca e o tipo de produto sem interferência de outros", afirma ela.

Segundo a Natura, a data ainda figura em quarto lugar entre as mais importantes para a companhia, "mas tem sido ampliado o número de ações em termos de ofertas para esse público consumidor", diz a gerente de marketing da Natura, Claudia Klingelfus Pinheiro. A empresa lançou para a data o perfume Natura Essencial Exclusivo, que será vendido com quase 20% de desconto do preço original (o produto continuará no portfólio da companhia).

A maior demanda por produtos masculinos nessa época do ano também pode ganhar algum impulso, dizem as empresas, com a atenção maior da indústria em relação ao "Dia do Homem", que acontece em 15 de julho. A Associação Comercial de São Paulo identificou neste ano mais promoções nas lojas para a data.(AM)
Veículo: Valor Econômico

:: Alshop estima aumento médio de 10% para o Dia dos Pais ::

Na previsão dos lojistas de shopping centers, as vendas para o Dia dos Pais devem crescer 10% neste ano. De olho na data e na disposição do consumidor para gastar, empresas do setor já intensificam os preparativos para alavancar bons resultados de vendas, com as tradicionais promoções em épocas sazonais.

Segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), um levantamento da entidade com mais de 60 varejistas mostrou que eles esperam um tíquete médio de R$ 60 a R$ 100 por consumidor, com presentes para os pais. Ao todo as vendas devem chegar a 10%, na opinião dos comerciantes. As lojas de departamentos esperam um avanço de 7% nos resultados, enquanto as lojas especializadas em artigos esportivos e em moda íntima masculina aguardam um crescimento de 10%. Para as lojas especializadas em calçados, a previsão é de que as vendas cresçam 9%.

A área de venda de produtos como vestuário e acessórios está otimista com a economia aquecida e já prepara inúmeras promoções, esperando assim aumentar 8% as vendas nessas lojas. Livrarias de todo o Brasil também reservam grandes lançamentos literários para a data, com o objetivo de atingir os pais que não dispensam uma boa leitura, com expectativa de incrementar de 15% as vendas dos pontos-de- -venda especializados.
Veículo: DCI

:: Com 9 pares por segundo, Havaianas mira no exterior ::

As tradicionais sandálias Havaianas querem ganhar o mundo. Para isso, a Alpargatas, detentora da marca, está abrindo operações em mercados estratégicos fora do País. A Austrália, por exemplo, é o segundo melhor mercado em vendas para a companhia. "Temos muito potencial no mercado externo", afirma o presidente da Alpargatas, Márcio Utsch. Com a produção de nove pares de sandálias por segundo, a Havaianas já vendeu cerca de 3,6 bilhões de pares pelo mundo. Em 2010, do total produzido, 30% foram destinados ao mercado externo.

As Havaianas estão presentes em 80 países e, segundo Utsch, um dos termômetros da intensa globalização da Alpargatas, o que inclui as sandálias, está na origem dos seus colaboradores. Hoje, a empresa conta com 23 nacionalidades diferentes na produção e comercialização de seus produtos. Dos seus 16 mil funcionários, 4.800 estão no exterior.

Nem a crise que ronda a zona do euro afeta o otimismo do presidente da Alpargatas quanto ao mercado externo. Utsch diz que agora é o momento ideal para investimentos globais. "Investir tanto em marketing como em ativos ficou muito mais barato com a crise por lá", afirmou ele.

Produtividade

Segundo o presidente da Alpargatas, não há planos da Alpargatas de abrir novas fábricas no Brasil ou no exterior. Utsch disse que o foco da empresa é a ampliação da produtividade. "Nós já tivemos 17 fábricas, hoje temos cinco. Para mim, o mais relevante é trabalhar o valor da marca."

Para Utsch, no Brasil a perda da competitividade local tem relação direta com o custo da mão de obra da China, que é muito barata. "A Alpargatas combate esse tipo de concorrência com o aumento de produtividade e com o fortalecimento da marca. Se fôssemos só vender chinelo barato, iríamos quebrar. Na Alpargatas vendemos marca, e esta é a única forma de combater os produtos chineses."

História

"As legítimas" começaram a ser fabricadas em 1962 pela Alpargatas, com maior penetração nas classes C e D. A massificação do produto levou a rentabilidade aos menores níveis na década de 1980 e o enquadrou na categoria de commodity. Com a fabricação de um único modelo, a operação corria riscos e a estratégia da Alpargatas para Havaianas foi provocar uma mudança drástica no mix de marketing. Passados 32 anos, surgiram 13 novos modelos, com novas cores, para começar a consolidação do plano estratégico de reposicionamento de marca, e para alcançar penetração em outras classes. "Queríamos continuar onde estávamos e esticar para as classes A e B. Aumentamos a produtividade e o portfólio de produtos", explica Utsch.

De acordo com o novo posicionamento posto em prática em 1994, o primeiro passo foi criar outros modelos do chinelo. A estreia aconteceu com a linha Havaianas Top, com novas cores e formatos diferenciados. Dando continuidade ao processo de reestruturação da marca, a distribuição também passou a ser focada em nichos de mercado. Cada ponto-de-venda recebia um modelo diferente, de acordo com seu perfil de vendas.

Para acompanhar o novo posicionamento do produto, foi criada uma agressiva campanha publicitária com a presença de celebridades televisivas que desfilavam alegremente com o par de sandálias que "todo mundo usa". Em pouco tempo, a nova proposta reelaborou o posicionamento simbólico do produto.

Em 1998, durante a Copa da França a empresa lançou um modelo promocional que levava a bandeira do Brasil nas tiras. No ano de 2000, o sucesso experimentado abriu caminho para que fossem abertas lojas de Havaianas nos centros comerciais mais luxuosos dos Estados Unidos e da Europa. Em 2008, a marca passou a atuar diretamente na Europa, com um escritório em Madrid, na Espanha.

Em 2010 a Alpargatas está investindo para ampliar a utilização da marca, com a produção de bolsas e tênis. Os novos produtos com a marca Havaianas carregam as características das "legítimas", como as tiras e o solado das sandálias, presente nos novos artigos.

Para a diretora de Negócios da Alpargatas, Carla Schmitzberger, a expectativa nas linhas de bolsas e tênis Havainas é de que em menos de quatro anos elas cheguem a representar 10% do faturamento da companhia.
Veículo: DCI

:: Sharp se prepara para ser a maior fornecedora de televisões LCD na China ::

A japonesa Sharp planeja aumentar sua participação no mercado chinês de televisores LCD para mais de 10% para se tornar a maior representante estrangeira do setor, de acordo com o diretor de operações para a China. A Sharp compete com Samsung, LG Display e Sony em TVs de tela plana e respondeu por 4,8%do mercado de televisores LCD na China no segundo trimestre, de acordo com a Display Search.
Veículo: Brasil Econômico

:: Tv`s ::

Poucos dias após o final da Copa do Mundo, os preços de TVs de LCD caíram, segundo levantamento do site de comparação de preços BuscaPé. Alguns aparelhos podem ser encontrados com diferenças de preço de quase R$ 150 depois da Copa, como a TV LG Flatron LCD IPS tela plana de 26 polegadas, que poderia ser comprada por R$ 1.148 em maio e agora é vendida por R$ 999, diferença de 15%, de acordo com a pesquisa. Outro exemplo é a TV Philips LCD de tela plana com 42 polegadas, que caiu 11%.
Veículo: Folha de S.Paulo

:: Como a Coca-Cola deu origem ao 'hino' da Copa ::

Os executivos da indústria de música estão fazendo uma peregrinação incomum à sede da Coca-Cola, em Atlanta, nos Estados Unidos - sinal do sucesso da blitz de marketing da companhia na Copa do Mundo. Todos querem saber como a Coca conseguiu transformar uma canção chamada "Wavin ' Flag", interpretada por um cantor de hip-hop pouco conhecido e de origem somali-canadense, no hino da Copa do Mundo e 'hit' número 1 do iTunes em 17 países. "Eles vêm de Nova York, da Inglaterra, de Los Angeles", diz Joe Belliotti, diretor internacional de entretenimento da Coca-Cola.

A intenção da Coca, inicialmente, era só criar uma música para entreter os torcedores nos estádios da Copa. Para tanto, a empresa fez uma parceria incomum com cantor-compositor K ' naan e sua gravadora, a A&M/Octone Records. A música era a peça central da maior campanha de marketing já feita pela Coca-Cola, veiculada em 160 países. Há quatro anos, na Copa da Alemanha, uma campanha mais modesta foi suficiente para aumentar em 6% o volume de refrigerantes vendidos pela companhia, segundo Emmanuel Seuge, especialista em eventos esportivos e entretenimento. Desta vez, o objetivo da Coca era conseguir um aumento bem maior do que a alta de vendas de 2006, diz Seuge.

Ao usar uma única música-tema (em 2006 a Coca criou 13 músicas diferentes para vários países) a companhia economizou US$ 45 milhões em custos.

A canção é uma versão de uma gravação de K ' naan lançada em fevereiro de 2009 em seu álbum "Troubadour", que vendeu somente 89 mil cópias, de acordo com a Nielsen SoundScan.

Naquela mesma época, os executivos da Coca-Cola pediram aos representantes da indústria da música uma canção para ser usada na campanha. A companhia frisou que a música deveria capturar o espírito da África, como anfitriã do evento, precisaria lembrar o slogan "Open Happiness", do refrigerante e que o intérprete tivesse um bom histórico.

Belliotti, então, apresentou K ' naan para a Coca-Cola. Os executivos da Coca gostaram do cantor, de sua origem, tanto canadense quanto africana, e também simpatizaram com a melodia de "Wavin ' Flag" e principalmente com o refrão, que fala de esperança. As estrofes originais, que falavam da fome que K'naan (cujo nome real é Keinan Abdi Warsame) passou quando criança foram suprimidas e deram lugar a histórias de campeões e de torcedores de futebol. As cinco notas musicais que são tocadas quando o slogan da Coca aparece na TV tiveram de ser incluídas.

Embora os detalhes financeiros sejam confidenciais, a Coca-Cola divide com K ' naan os direitos autorais e de reprodução da música. A Coca, que também patrocinou parte da turnê de K ' naan pelo mundo, está agora colhendo os lucros inesperados da venda de "Wavin ' Flag".
Veículo: Valor Econômico

:: Coca-cola lança batons com sabor ::


A Coca-cola lançou no exterior batons com sabor de refrigerante,tipo “gloss”. A ideia é conquistar os jovens. Os produtos são feitos em parceria com a fabricante Bonne Bell Company. Os sabores variam de acordo com a marca: há opções da própria Coca-cola, Fanta Laranja e Sprite, de limão.
Veículo: Brasil Econômico

:: Beleza mantém forte ritmo de lançamentos ::

Cosméticos não seguem movimento de queda no número de novidades registrado em 2010 até julho

Ao contrário do verificado em 2009, neste ano houve uma retração no volume de lançamentos de produtos no primeiro semestre no Brasil. Levantamento da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), realizado com exclusividade ao Valor , revela que a queda de 10% (para 6.315 itens), no entanto, não afeta todos os setores da mesma forma. Mercados expressivos e em forte expansão, como cosméticos e produtos para beleza continuam a registrar número elevado de novidades nas lojas.

Segundo a consultoria americana Mintel, parceira da ESPM, a soma total de novos produtos apresentados neste ano no Brasil, até o dia 14 de julho, na área de perfumaria e maquiagens, por exemplo, já supera o número de 2009 em igual período. Esse é o principal destaque do levantamento de 2010. No caso de produtos de cuidados para casa e bebidas, a expectativa é que ocorra um empate com o número de 2009.

"O Brasil é o terceiro maior mercado de cosméticos do mundo e o segundo em perfumaria. É claro que as empresas acabam mantendo investimentos em áreas tão prósperas, independentemente de crises", diz Lásaro do Carmo Jr, diretor da Jequiti, empresa do grupo Silvio Santos e concorrente de Natura e Avon.

Pelos cálculos da Mintel, se o ritmo de inovações se mantiver, a quaNtidade de lançamentos de beleza e cuidados pessoais deve atingir mais de 3,6 mil itens em 2010 - foram cerca de 3,5 mil em 2009.

Na avaliação de Fábio Mestriner, coordenador do núcleo de estudos da embalagem da ESPM, é preciso analisar esses resultados com cautela. Há um encolhimento no número de novos produtos no Brasil por conta de uma migração de investimentos para outros mercados. Essas regiões voltam a receber altos volumes de lançamentos, passado o pior da crise global iniciada em 2008.

No entanto, ainda que alguns setores tenham menor vigor em termos de lançamentos, há exceções à regra. "Mesmo que nós tenhamos perdido velocidade de crescimento, ainda ocupamos o sexto lugar em termos de países com mais lançamentos. Não somos mais o segundo colocado como em 2009, mas é a mesma colocação de 2008", diz ele. Além disso, diz, ainda há setores com tamanha importância que não sentem esses impactos pontuais.

De acordo com a consultoria Mintel, a mudança nos hábitos de compra dos consumidores nos Estados Unidos levou as companhias a repensarem os seus planejamentos de produtos e marcas pelo mundo.

"Depois de os consumidores terem sentido forte impacto da recessão em suas vidas, nós esperamos melhorias nos gastos em consumo [nos EUA]. Os compradores estão vivendo dentro de uma 'nova economia', e as companhias estão se adaptando a esse novo perfil de compra", informa a empresa de pesquisa na área de consumo, em relatório sobre perspectivas para 2010.

Para economistas ouvidos pelo Valor, é pouco provável que o Brasil termine o ano com queda no volume de itens lançados em 2010. Aumento no consumo das famílias (4,1% em 2009) e elevação nos investimentos anunciados pelas empresas de consumo explicam o otimismo.

"Nós temos um mercado consumidor muito variado, com diferentes perfis de consumo, e com demanda crescente em todos os níveis. É algo que só temos aqui", diz Tarek Farahat, presidente da Procter & Gamble no Brasil.

"Há um cenário muito mais confiável em termos de potencial de consumo hoje do que há cinco ou dez anos, e um mercado propício para desenvolvimento de novos produtos em muitas áreas e para diferentes classes sociais", diz Fabio Silveira, sócio da RC Consultores.
Veículo: Valor Econômico

:: Embalagens e nomes inspirados nas marcas líderes são armas para vender ::

Entre os produtos de higiene pessoal, os absorventes higiênicos da marca Seja Livre chamam atenção na prateleira dos supermercados de periferia. Produzidos pela empresa fluminense Aloés, o pacote com 8 unidades custa R$ 0,99. Já a marca que "inspirou" o nome Seja Livre, a Sempre Livre, da Johnson & Johnson, sai por R$ 1,49.

Outro produto que surpreende é o da linha de cereais matinais da Alca Foods, com sede em Itumbiara (GO). Lembrando a marca líder Kelloggs, cujo mascote é o tigre Tony, todos os cereais da Alca Foods têm um leão sorridente estampado na caixa do produto. "Um é o rei da selva, o outro não é", diz, brincando, o diretor comercial da empresa, Roberval Dias Martins.

A ideia do leão, segundo ele, não é confundir o consumidor, mas fazer uma versão "mais brasileira" do produto. É por isso, segundo ele, que um dos cereais chama-se "ChocoBol" e não "ChocoBall", em inglês.

Alguns fabricantes chegam a operar com liminares obtidas na Justiça, para deixar de pagar a diferença de ICMS entre os Estados. Isso acontece principalmente com empresas de Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina, em relação ao ICMS paulista. "Esses fornecedores fazem o possível e o impossível para vender mais barato, pois o preço é o único instrumento que eles têm como diferencial", explica Martinho Paiva Moreira, vice-presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas).(LC)
Veículo: Valor Econômico

:: Sephora encurta prazo para abrir loja ::

A Sephora, uma das maiores redes varejistas de cosméticos do mundo, já negocia a abertura de lojas no Brasil com alguns shopping centers em São Paulo e no Rio de Janeiro. Já existem conversas com o Morumbi Shopping e com o Rio Design Barra. No início deste mês, o grupo francês LVMH, controlador da Sephora, comprou 70% do capital da Sack's, maior site na área de cosméticos e perfumaria do país. Na ocasião, a companhia anunciou a abertura de pontos no Brasil em até 18 meses.

O Valor apurou que esse prazo pode cair para um ano, o que levará a Sephora a abrir as portas no Brasil até meados do ano que vem.

"Doze meses é uma meta agressiva, e não fugimos de metas agressivas", diz Carlos André Montenegro, CEO da Sacks e presidente da Sephora no Brasil. Montenegro deve se reunir com o comando da Sephora na sede da rede em São Francisco, nos EUA, para tratar dessas questões, e também de outros pontos, como a fabricação de cosméticos da LVMH no Brasil, para a venda no site.

O Valor apurou que há espaço, para o primeiro ano de operação, de abertura de no mínimo três lojas, informação que a empresa não confirma. Neste momento, as negociações envolvem o comando da BR Malls, da Aliansce, do Multiplan e do grupo Iguatemi. O Shopping Cidade Jardim estaria fora dos planos iniciais da rede. Ali, o tráfego de consumidores é inferior ao de outros centros de compras, como o Morumbi, e o perfil de público se limita à classe de alta renda - ao contrário do Morumbi e do Iguatemi de São Paulo, que reúnem compradores da classe média alta.

A companhia também já tem claro que deve montar no Brasil uma estrutura de varejo multimarcas. Ou seja, a LVMH não irá comercializar apenas as suas marcas, como Dior e Kenzo, nas lojas físicas e no site na internet. Todas as outras empresas, como Chanel, MAC (de maquiagem) e a L'Occitane, devem manter seus acordos de fornecimento com a Sephora. "Uma andorinha só não faz verão. Eles [controladores da Sephora] sabem disso", diz Montenegro. Inclusive, a manutenção dos acordos consta em contrato assinado entre o comando da Sack's e a Sephora.

O encontro no próximo mês será importante para evoluir o projeto de nacionalização das linhas de cosméticos e perfumes da LVMH. Já existe uma busca por fabricantes locais porque há necessidade de a companhia tornar o produto mais competitivo por aqui. O Imposto de Importação em produtos cosméticos varia de 18% a 35%. Ao produzir localmente, a Sephora pode reduzir preço e passar a vender o mesmo produto num menor número de parcelas. A Sephora só irá vender a prazo nas lojas do Brasil.

Enquanto ajusta o plano de expansão com a Sephora nos EUA, os controladores da Sack's reforçam o plano de expansão de outro negócio. A loja online de roupas e acessórios Glamour está ganhando musculatura e deve se preparar para uma futura abertura de capital ou fechamento de parceria com investidores.

"Não definimos que caminho será seguido ainda, mas queremos ampliar a operação para novos vôos futuros", diz Alexandre Icaza, diretor da Albatroz Participações, dona de 25,8% da Glamour e de 33,3% da Sack's.
Veículo: Valor Econômico

:: Magazine Luiza inicia troca de marcas em três meses ::

Num prazo de um ano, as 141 unidades das Lojas Maia espalhadas pelos nove estados do Nordeste já estarão com a bandeira do Magazine Luiza. A primeira fase da transição começou nesta semana, quando os funcionários das duas redes foram informados do negócio. A segunda etapa terá inicio num prazo de três meses, e prevê a exposição das duas marcas em todos os pontos de venda.

O anúncio da entrada do Magazine Luiza na região foi feito no programa Domingão do Faustão, da Rede Globo, no domingo, 18, mas a varejista prepara uma campanha para o Nordeste para explicar ao consumidor que a partir de agora as Lojas Maia tem a chancela do Magazine Luiza. A ação será desenvolvida a quatro mãos pela Etco Ogivly, agência da empresa paulista, e pela Valor Comunicação, do Grupo Morya, que atende a rede nordestina.

"Vamos fazer pesquisas para que o consumidor aponte as forças da marca Lojas Maia e o que ele espera de novo do varejo. Em termos de investimento, ainda não tivemos definição. Mas as Lojas Maia sempre foram conservadores. Então devemos ter um aumento. No entanto, 25% do nosso investimento em marketing já é nacional", pontua Frederico Trajano, diretor de marketing e vendas do Magazine Luiza.

Aquisição
Depois de três meses de conversas, Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza, e Arnaldo Maia, presidente das Lojas Maia, assinaram o contrato na sexta-feira, 16. O valor do negócio não foi divulgado, mas de acordo com especulações do mercado, girou em torno de R$ 290 milhões. Segundo Luiza, a rede usou capital próprio para pagar 40% do negócio. Os 60% restantes a empresa pagou assumindo as dívidas da bandeira nordestina. A varejista sediada em Franca assume o controle da operação em 1º de agosto.

O negócio envolveu 141 lojas (mais outras seis em construção), e dois Centros de Distribuição (um na Paraíba e outro na Bahia). A rede faturou R$ 560 milhões em 2009. Com a consolidação das duas bandeiras, o Magazine Luiza terá 611 lojas em 16 estados, oito Centros de Distribuição e vendas brutas de R$ 6 bilhões. Marcelo Maia, atual vice-presidente das Lojas Maia, assumirá o posto de diretor da região Nordeste da varejista.

Fonte: m&m online.