quarta-feira, 14 de julho de 2010

:: Audiências de 09 a 11 de julho ::

GLOBO (sexta):
Sinhá moça - 15
Malhação - 21
Escrito nas estrelas - 23
Tempos modernos - 22
Passione - 26
Globo repórter - 24

GLOBO (sábado):
Caldeirão do Huck - 12
Escrito nas estrelas - 22
Tempos modernos - 21
Passione - 26
Zorra total - 22
Super cine ("Lara Croft Tom Raider") - 19
Altas horas - 7

Copa do Mundo:
Central da Copa (das 15h11 às 15h16) - 11
Uruguai x Alemanha - 17
Central da Copa (das 17h23 às 18h11) - 17

GLOBO (domingo):
Os caras de pau - 11
Temperatura máxima ("O medalhão") - 14
Domingão do Faustão - 22
Fantástico - 23
S.O.S. emergência - 16

Copa do Mundo:
Central da Copa (das 15h06 às 15h16) - 16
Holanda x Espanha - 28
Central da Copa (das 18h26 às 18h36) - 25
Central da Copa (das 0h14 às 1h17) - 14


SBT (sexta):
As tontas não vão ao céu - 3
Uma rosa com amor - 6
Ana Raio e Zé Trovão - 6
Programa do Ratinho - 4
Aventura selvagem - 6
Tela de sucessos ("Fique rico ou morra tentando") - 7

SBT (sábado):
Supernanny - 6
Programa Raul Gil - 8
Uma rosa com amor - 6
Ana Raio e Zé Trovão - 6
Cine belas artes ("Penalidade máxima") - 5

SBT (domingo):
Domingo legal - 7
Eliana - 6
Programa Silvio Santos - 9
De frente com Gabi - 4


BAND (sexta):
Brasil urgente - 9
Vídeo news - 3

BAND (sábado):
Uruguai x Alemanha - 5
Bandmania - 3

BAND (domingo):
Holanda x Espanha - 10
Terceiro tempo - 4
Band esporte clube - 3
Diário da África - 5


RECORD (sexta):
Hoje em dia - 7
Fala Brasil - 9
Ribeirão do Tempo - 7
CSI Investigação criminal - 12
Futebol: Palmeiras x Boca Juniors - 9

RECORD (sábado):
O melhor do Brasil - 12
Show do Tom - 8
Legendários - 8
Lipstick jungle - 5

RECORD (domingo):
Domingo espetacular-14
Tudo é possível - 6


REDETV! (domingo):
Pânico na TV - 8
DR. Hollywood - 6

Fonte: Blog Patricia Kogut.

:: Audiências de 12 de julho ::

GLOBO:
Sinhá moça - 16
Malhação - 21
Escrito nas estrelas - 26
Tempos modernos - 28
Passione - 31
Tela quente ("Operação babá") - 28


SBT:
As tontas não vão ao céu - 4
Uma rosa com amor - 8
Ana Raio & Zé Trovão - 5
Programa do Ratinho - 5
Pérola negra - 5
Esmeralda - 5
Hebe - 5
SBT repórter - 5


BAND:
CQC - 6


RECORD:
Hoje em dia - 6
Fala Brasil - 9
CSI Nova York - 6

Fonte: Blog Patricia Kogut.

:: Audiências de 13 de julho ::

GLOBO:
Mais você - 8
Sinhá moça - 18
Malhação - 20
Escrito nas estrelas - 27
Tempos modernos - 30
Passione - 36
Casseta & planeta - 26
Na forma de lei - 16
Proifissão repórter - 12


SBT:
Pérola negra - 5
Esmeralda - 5
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 8
Programa do Ratinho - 4
Esquadrão da moda - 7
Eu, a patroa e as crianças - 10


RECORD:
Hoje em dia - 7
Fala Brasil - 8
Ribeirão do Tempo - 10
Os mutantes - 7
Ídolos - 11
CSI Miami - 8
CSI Investigação criminal - 13

Fonte: Blog Patricia Kogut.

:: Para competir com chineses, Estrela vai relançar clássicos ::

Ferrorama, Autorama e Banco Imobiliário são relançados; demanda foi descoberta na internet - 45% do mercado pertence a estrangeiros; empresa quer ganhar mercados externos com produtos em bioplástico.

Nascida nos anos 1930, a Estrela aproveita uma onda de saudosismo virtual para relançar clássicos.

A empresa liderou o mercado interno de brinquedos 100% nacionais até o início do Plano Real e depois viu os seus consumidores serem abocanhados pela concorrência chinesa.

O projeto de relançamentos começou com um mapeamento de redes sociais, como Orkut, que detectou comunidades de fãs do Ferrorama. São na maioria homens na faixa de 40 anos que, um dia, já se divertiram com o circuito de trilhos onde serpenteava uma locomotiva.

A partir disso, uma campanha publicitária, que levou o brinquedo para percorrer os 20 quilômetros finais do caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, traz o Ferrorama de volta às lojas em agosto. Estratégias envolvendo a web foram adotadas para outros produtos considerados "ícones", como o Autorama (de pista de corrida). "Com as redes sociais, estamos resgatando o público do passado", diz Carlos Tlkian, presidente da Estrela.

E, para os filhos desses consumidores, há outros clássicos "modernizados". No mês que vem, chega às prateleiras a boneca Susi "Ti-ti-ti", com referência ao mundo da moda. E o Super Banco Imobiliário traz elementos que podem gerar discussão entre pais e educadores.

Com o tabuleiro, vem uma maquininha de cartão de crédito MasterCard para as compras fictícias de produtos de empresas como Vivo, Fiat e Postos Ipiranga. Ostensivo? "São itens que as crianças conhecem", diz Tilkian.

INVESTIMENTOS

Só nas novas versões de brinquedos, a Estrela planejou investimento de R$ 5 milhões neste ano. Em 2009, não houve relançamentos. Em 2010, o orçamento para as áreas de produtos e publicidade foi previsto em R$ 20 milhões. No ano passado, foram R$ 15 milhões. A Estrela faturou R$ 114 milhões em 2009, 8% mais do que em 2008.

CONCORRÊNCIA

Segundo Tilkian, a empresa nunca perdeu a liderança relativa entre as companhias nacionais -sendo a única com ações em Bolsa. Mas, desde a abertura do mercado, nos anos 1990, os grupos brasileiros, que supriam toda a demanda do país, perderam 45% do bolo para os estrangeiros -especialmente os chineses. A própria Estrela, hoje, para ser mais competitiva internamente, importa itens da China (o que corresponde a 45% do faturamento). Externamente, a aposta da empresa é levar brinquedos do Brasil, feitos com material sustentável (como bioplástico), para consumidores europeus e americanos. "Diferenciação é a única forma de competir com os chineses", diz Tilkian.
Veículo: Folha de S.Paulo

:: Nestlé lança linha de picolés Chocolovers ::

A área de sorvetes da Nestlé apresenta aos consumidores a linha de picolés Chocolovers. A novidade reforça a campanha que leva o mesmo nome e foi lançada em 2009. Chocolovers remete à paixão pelo chocolate e foi desenvolvido com base em pesquisas que apontaram para o fato de que os fãs de chocolate desejavam uma palavra que representasse essa paixão.

A linha é constituída por três sabores elaborados a partir de produtos clássicos da linha de chocolates da Nestlé. A primeira novidade é o lançamento do Chokito, picolé de sabor baunilha com caramelo e cobertura de chocolate ao leite com flocos de arroz. Fazem parte também as marcas Prestígio – que apresenta uma nova fórmula, deixando o picolé ainda mais cremoso e com sabor marcante de coco, assim como já acontece com o chocolate – e Diplomata. Além disso, os picolés chegam em formato exclusivo e diferenciado, prometendo agradar os chocolovers. Os lançamentos já estão disponíveis nos pontos-de-venda de todo o país.
Veículo: Revista Fator Brasil

:: J&J regionaliza comando no Brasil e foca no varejo de pequeno porte ::

Modelo adotado pela divisão de consumo da companhia ajuda venda a crescer 9%

Com um faturamento em alta de 9% em 2009, a divisão de produtos de consumo da Johnson & Johnson já colhe resultados da nova estrutura de vendas implantada há um ano no Brasil. O modelo regionalizou o comando da companhia, deu autonomia aos executivos em cada área e fortaleceu presença no varejo de pequeno porte.

O desempenho da divisão brasileira ficou muito acima da média da J&J Produtos de Consumo Global, cujas vendas encolheram 1,6% em 2009. "E neste ano, devemos crescer dois dígitos robustos", diz o diretor de vendas da divisão de consumo da J&J do Brasil, Carlos Siqueira. Em entrevista ao Valor, o ele afirmou que a operação brasileira hoje ocupa a 2ª posição no ranking global da divisão de consumo da multinacional, superando a Inglaterra e atrás apenas da sede da J&J, nos Estados Unidos.

A área comandada por Siqueira abrange as linhas mais conhecidas da marca: as de cuidados para bebê (como Johnson's Baby), cuidados pessoais (como o Listerine e o Sempre Livre), além da linha de beleza (como a Clean&Clear) e dos medicamentos sem prescrição médica, os OTC (como o Tylenol). A divisão, que exclui os medicamentos que exigem receita médica e os produtos hospitalares da J&J, é a mais representativa da multinacional no país. Das onze fábricas instaladas no parque fabril da J&J, em São José dos Campos (SP), sete pertencem à area de consumo.

A reformulação da área de consumo dividiu a companhia em cinco unidades de negócios: São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Norte e Nordeste, além das "key accounts", que envolvem grandes clientes como Walmart, Carrefour e Pão de Açúcar. Cada uma dessas unidades passaram a ser dirigidas por um executivo.

"No último ano vivemos um processo de mudança em nossa cultura comercial. O Brasil é grande, os consumidores são muito diferentes, bem como as suas necessidades e a forma de alcançar os mercados. Não poderíamos ficar atrás neste sentido", explicou o executivo. "Agora podemos trabalhar [com marketing e portfólio] as festas de São João no Nordeste, por exemplo", disse.

Outra mudança que veio com a reestruturação foi a forma de negociação com o cliente, programada para oferecer descontos, que podem ser repassados ao consumidor final. Foi ampliado ainda o controle da exposição dos produtos da J&J nos pontos de venda, por meio da orientação dos varejistas e da contratação de uma consultoria que analisa a apresentação da marca em 5 mil lojas.

Para fortalecer a atuação da empresa nos pequenos pontos, os investimentos em treinamento de vendas dobraram nos últimos dois anos, segundo afirma Siqueira. A estratégia envolve aproximação da equipe da J&J dos pontos de venda, para orientar na decoração da loja e na exposição dos produtos.

Jesus Alves Pereira, dono de uma pequena farmácia na zona oeste da capital paulista, afirma que a mudança de comportamento da J&J fez com que seus resultados de vendas da marca dobrassem em menos de dois anos, de cerca de 700 unidades por mês, para 1,5 mil. "Agora a gente recebe o pessoal da J&J e eles ajudam a posicionar os produtos", afirmou Pereira. Hoje, a J&J está presente em cerca de 5 mil farmácias independentes (por meio do novo modelo, que inclui a distribuição direta), pretende ampliar sua atuação para 7 mil farmácias em um ano, e duplicar esse número em 2 anos.

O plano também inclui o aumento da presença da J&J nos supermercados pequenos e médios, que já cresceu 10% desde a reestruturação e deve crescer mais 10% até o final de 2010. "Estamos em 185 mil mercados, dos mais de 394 mil espalhados pelo Brasil. Vamos chegar ao varejo menor, com um mix mais adequado para a realidade desses clientes e das regiões em que atuam" disse Siqueira.

Além de se espalhar pelas lojas menores e se atentar para as diferenças regionais, a J&J colocou as áreas de beleza e medicamentos sem prescrição médica (OTC) no foco de seus investimentos. Estes dois segmentos ofecerem margem de lucro maior e grande potencial de expansão no país.

A estratégia vem da J&J global, que passou a analisar as potencialidades do mercado consumidor dos países emergentes, em especial o Brasil. "O Brasil tem sido mais observado pela matriz, principalmente nessas duas áreas. Em beleza, o país muitas vezes é priorizado nos lançamentos globais, o que promove o fluxo de recursos pra cá" afirmou Siqueira.

Mas a J&J ainda tem muito espaço para conquistar no crescente mercado de produtos de beleza brasileiro. No segmento de cuidados da pele, por exemplo, a empresa detém apenas 1% do mercado, segundo dados referentes a 2008, de uma fonte da indústria. A Hypermarcas, por sua vez tem 2% de "market share", enquanto as líderes Natura e Avon dominam com 23% e 20%, respectivamente.

A competição com essas marcas que atuam na venda direta, e conseguem atingir mercados mais distantes dos grandes centros do país, é uma preocupação da J&J. O sistema das vendas porta a porta cresce mais do que o tradicional, que promove a distribuição via farmácias e supermercados. "Estamos observando esses movimentos. É uma preocupação. Mas vemos oportunidades na venda via varejo. O mercado é competitivo, mas ganha quem investe em tecnologia e tem boa estratégia comercial", diz Siqueira.

Outro ponto de atenção da J&J é a concorrência dos genéricos no mercado dos OTC. Enquanto o crescimento do setor de medicamentos fica na faixa dos 15% no país, os genéricos crescem mais de 20% e têm pequena penetração entre os consumidores, o que evidencia seu alto potencial.

"Não vamos conseguir brigar por preço nesse segmento, em que não atuamos, mas acreditamos no nosso portfólio robusto e na força da nossa marca", diz o executivo. Dentre as ações para reforçar a marca J&J, está o Tylenol, um dos carros-chefe da empresa. O produto nunca tinha ido para a mídia de massa e, agora, entra em comerciais de rádio e televisão sobre suas fórmulas para dor de cabeça e dores musculares .

"Estamos agressivos comercialmente", diz Siqueira. Segundo ele, o novo modelo de vendas implementado pode ser exportado. Nos últimos meses, as unidades da multinacional na América Latina têm discutido a introdução do sistema, que passou a atender à estratégia global da companhia.
Veículo: Valor Econômico

:: Intenção de compras para terceiro trimestre cresce ::

Pesquisa do Provar/Fia mostra que 75,6% dos entrevistados pretendem consumir de julho a setembro

A Pesquisa Trimestral de Intenção de Compra no Varejo, realizada pelo Provar (Programa de Administração do Varejo), da FIA (Fundação Instituto de Administração), indicou que 75,6% dos consumidores entrevistados pretendem consumir no período de julho a setembro deste ano.

O índice é um ponto percentual a mais que o do trimestre anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento é de 1,4 ponto percentual.

A categoria Cine e Foto continua na liderança de intenção de compra, com 12,6%. Em segundo lugar está Informática, com 11%. Seguida por Linha Branca, com 10,6%, Eletro-Eletrônicos, com 10,4%, e Telefonia e Celulares, com 10,2%.

por Cristiane Marsola
Fonte: Propmark

:: Varejo brasileiro mais forte do que o norte-americano ::

Pesquisa Mensal do Comércio, do IBGE, apresenta números de maio e aponta que o desempenho do setor no País foi superior ao das principais economias do mundo.

Os resultados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do IBGE, referente ao mês de maio, foram divulgados nesta terça-feira, 13. O trabalho apontou um crescimento bastante positivo nas vendas do varejo brasileiro em relação ao mesmo período no ano passado. Com um crescimento de 10,2%, o segmento registrou um movimento com índice superior ao desempenho nas principais economias do mundo. Nos Estados Unidos, as vendas do varejo cresceram 6,5%, enquanto nas regiões da zona do Euro a alta foi de 0,6% em relação a 2009.

Para explicar a expansão do mercado de varejo - que já acumula crescimento de 11,5% sobre os primeiros cinco meses de 2009 - executivos da GS&MD - Gouvêa de Souza, consultoria especializada em varejo e distribuição, analisaram os resultados. No mês de maio, os segmentos mais dependentes de crédito tiveram alta mais acentuada nas vendas. Esse movimento, na opinião Luiz Góes, sócio-sênior e diretor da GS&MD, decorre de uma clara melhora no cenário macroeconômico nacional.

"Setores como veículos, móveis/eletroeletrônicos e materiais de construção tiveram um baixo desempenho no início de 2009, por conta do reflexo da crise financeira global no Brasil. Neste ano houve um crescimento mais acelerado desses segmentos, mesmo com o fim da isenção de IPI para várias categorias", comenta Góes.

Dentre os setores mais dependentes de crédito, destaca-se o de móveis e eletrodomésticos, com alta de 19,5% na comparação anual. Embora abaixo dos 22,4% do mês anterior, a expansão é expressiva. "Se por um lado houve o fim do IPI reduzido, por outro, a Copa do Mundo impulsionou a venda de aparelhos de TV e manteve o setor muito aquecido", explica.

Outros destaques são o setor de equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação, com alta de 28,7%, e o de materiais de construção que, com uma expansão de 19,9% no último mês, garantiu crescimento por sete meses consecutivos, consolidando sua recuperação depois de um 2009 bastante ruim para o segmento.

Quem também apresentou grande crescimento foi o setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo - que possui a maior participação no varejo - com uma expansão de 8,2%. Embora a performance tenha sido um pouco abaixo da média do mercado, ainda assim respondeu por 38% da taxa geral de expansão do varejo brasileiro no mês de maio.

Período pós-Copa
Em relação às previsões para este exercício, Góes afirma que, como a base comparativa é a do ano passado - momento em que o mercado estava mais fraco -, ainda não dá pra fazer previsões fortes em relação ao varejo em 2010. Ainda assim, diz, é possível saber que seu crescimento fechará acima do PIB, o que evidencia o ótimo desempenho do segmento.

"Para o período pós-Copa do Mundo, a expectativa é que continue tendo crescimento, mesmo que num ritmo menos intenso. Essa queda se deveria ao fato de a base de comparação se referir ao segundo semestre de 2009, período no qual a economia brasileira já estava indo muito melhor", explica.

Mesmo assim, a GS&MD mantém a projeção de um cenário muito positivo para o varejo brasileiro em 2010. "A alta dos juros e a própria base de comparação mais forte farão com que o varejo cresça mais moderadamente nos próximos meses. Ainda assim, mais uma vez o setor terá uma expansão por volta de 10%, bem acima do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, com destaque para os bens duráveis", completa Góes.

Fonte: m&M on line.