quarta-feira, 7 de abril de 2010

:: Classe C é a que mais se expande em 2009 ::

Mesmo em um ano marcado pela crise global, a classe C conseguiu ampliar sua participação, em 2009, para 49% da população brasileira, ante 45% no ano anterior, chegando a 92,85 milhões de pessoas no país.

As classes A/B cresceram de 15% para 16% do total, enquanto as D/E encolheram (de 40% para 35%), de acordo com a pesquisa da Cetelem, financeira do grupo francês BNP Paribas, em conjunto com a Ipsos.

Segundo o "Observador Brasil 2010", a expansão da classe C chegou a 15 pontos percentuais desde 2005, início da pesquisa, quando essa fatia da população representava 34% do total. Naquele ano, as classes A/B respondiam por 15% e as D/E, por 51%.

Nos últimos cinco anos, esse estrato intermediário ganhou 30,15 milhões de consumidores, sendo 8,23 milhões entre 2008 e 2009. Já os segmentos D/E perderam 26,05 milhões desde 2005, dos quais 8,94 milhões no último ano. "Nos próximo s anos, a classe C deve ter um crescimento menor, mas continuar em expansão", avalia Marcos Etchegoyen, diretor geral da Cetelem no Brasil.

As classes sociais utilizadas no estudo são as definidas pelo Critério de Classificação Econômica Brasil, fornecido pela Abep (Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa).
O conceito não considera a renda e leva em conta itens como posse de eletrodomésticos (televisão, rádio, aspirador de pó, máquina de lavar, DVD, geladeira, freezer), de carro de passeio, quantidade de banheiros na casa e grau de escolaridade do chefe da família.
Por isso, a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) concedida pelo governo para móveis e veículos foi uma das razões para a mobilidade social, diz Elisa Bernd, gerente de pesquisa da Ipsos, por possibilitar a mais pessoas o acesso a esses bens duráveis.

Renda
Entre 2008 e 2009, a renda familiar média mensal caiu nas classes A/B, de R$ 2.586 para R$ 2.533, mas subiu na C (d e R$ 1.201 para R$ 1.276) e nas D/E (de R$ 650 para R$ 733). "A crise afetou mais o topo da pirâmide", conclui Etchegoyen. Na média, a renda bateu recorde, de R$ 1.285.

Na análise por região, o Nordeste e o Sudeste tiveram aumento na renda familiar mensal semelhante entre 2008 e 2009, de R$ 178 e R$ 179, respectivamente, embora a diferença entre ambos ainda esteja grande: R$ 884 e 1.496.

Sobre investimentos, a pesquisa constatou que a classe C foi a única que direcionou mais dinheiro para aplicações em 2009 do que em 2008, passando de R$ 209 para R$ 633. "O consumidor [desse estrato da população] ficou mais prudente, mais maduro", avalia Marc Campi, diretor da Cetelem na América Latina.

A pretensão de compra se manteve estável para a maioria dos itens pesquisados, com destaque para a de carros, que foi de 14% para 17% das intenções, e gastos com lazer e viagem (de 26% para 28%).

Nas classes A/B, a pretensão de compra de um veículo, que havia sido de 9% em 2008, saltou para 30%.

O levantamento se baseou em 1.500 entrevistas, feitas em dezembro em 70 cidades de nove regiões metropolitanas.

Folha de S. Paulo - SP (07/04/2010)

:: As principais audiências de 06 de abril ::

GLOBO:
Bom dia Brasil - 10
Mais Você - 10
Plantão sobre as chuvas (das 10h58m às 11h59m) - 10
Sinhá Moça - 19
Malhação - 22
Cama de gato - 32
Tempos modernos - 28
Jornal Nacional - 36
Viver a vida - 42
Casseta & Planeta - 23
Força-tarefa - 18
Profissão repórter - 14
Jornal da Globo - 12

REDE TV!
TV Fama - 4
RedeTV News - 2,9
Operação de risco - 4,5

SBT:
Bom dia & cia - 8
Cinema em casa - 7,7
Uma rosa com amor - 7
Programa do Ratinho - 6
Cine espetacular - 13

RECORD:
Fala Brasil - 8
Jornal da Record - 12
Bela, a feia – 15

Fonte: Blog Patricia Kogut

:: As principais audiências de 05 de abril ::

GLOBO:
Mais você - 9
Sinhá moça - 15
Malhação - 22
Cama de gato - 32
Tempos modernos - 25
Viver a vida - 40
Tela Quente - 30


SBT:
Uma rosa com amor - 5
Programa do Ratinho - 5
Hebe - 4
Qual é o seu talento - 5


BAND:
QCQ - 4


RECORD:
Bela, a feia - 12
CSI Las Vegas - 12


REDETV!:
Operação de risco - 4,5

Fonte: Blog Patricia Kogut

:: As principais audiências de 02, 03 e 04 de abril ::

GLOBO (sexta):
Mais você - 7
Sinha Moça - 12
Malhação - 18
Cama de gato - 26
Tempos modernos - 22
Viver a vida - 36
Globo repórter - 26

GLOBO (sábado):
Estrelas - 12
Caldeirão do Huck - 19
Cama de gato - 29
Tempos modernos - 22
Viver a vida - 31
Zorra total - 27
Altas horas - 9

GLOBO (domingo):
Aventuras do Didi - 10
Domingão do Faustão - 21
Fantástico - 23
SOS Emergência - 16


SBT (sexta):
Uma rosa com amor - 5
Programa do ratinho - 5

SBT (sábado):
Uma rosa com amor - 4
Supernanny - 5
Sábado cine - 9
Aventura selvagem - 9
Uma hora de sucesso - 7
Cine belas artes - 7

SBT (domingo):
Domingo legal - 7
Eliana - 8
Programa Silvio Santos - 11
Roda a roda - 9


BAND (sexta):
Dia dia - 1
Boa tarde - 2
Márcia - 2,4
A noite é uma criança - 1

BAND (sábado):
Superliga vôlei - 1,2
Programa Raul Gil - 4,3
Cine clube - 2,4
CQC (reprise) - 2

BAND (domingo):
Uma escolinha muito louca - 2
Terceiro tempo - 5


REDE TV! (domingo):
Pânico na TV - 9,3


RECORD (sexta):
Hoje em dia - 7
Bela, a feia - 13
RECORD (sábado):
O melhor do Brasil - 12

RECORD (domingo):
Programa do Gugu - 10
Tudo é possível - 7

Fonte:
Blog Patricia Kogut

:: "Chico Xavier" bate recorde de bilheteria em sua estreia ::

O filme "Chico Xavier", que estreou na sexta-feira passada, foi assistido por cerca de 590 mil pessoas, segundo a distribuidora Dowtown. Essa é a maior bilheteria da história do cinema nacional desde 1995, nos três primeiros dias de exibição.

A bilheteria de “Chico Xavier” ultrapassou “Se Eu Fosse Você 2”, com 570 mil pessoas nos três primeiros dias de cartaz em janeiro de 2009. "Lula, o Filho do Brasil" (2010) obteve 220 mil no fim de semana de estreia, e "Avatar" (2009) registrou mais de 800 mil.

O número de espectadores de um filme em sua estreia tende a determinar o resultado global e serve de termômetro para a indústria.

O filme, lançado no dia do centenário de Chico e dirigido por Daniel Filho, está em cartaz em 337 salas do país.

Redação Adnews

:: Na crise, quem saiu no lucro foi o comércio varejista ::

Um ano e meio depois da quebra do Lehman Brothers, em setembro de 2008, está bastante claro quais setores da economia brasileira se saíram bem, e hoje lideram a retomada forte da economia brasileira, e quais penaram com os efeitos da maior crise global desde os anos 30. Os segmentos voltados para o mercado interno exibiram no ano passado, e continuam a exibir neste início de 2010, um desempenho extremamente positivo, ancorados na resistência do mercado de trabalho e na ampla oferta de crédito, além de alguns terem sido beneficiados pelas reduções de impostos promovidas pelo governo.

Os números do comércio varejista são impressionantes, especialmente os de alguns Estados do Nordeste, como evidencia a história da rede varejista pernambucana Eletroshopping (ver reportagem na página A6). As vendas de veículos também refletem esse quadro positivo, favorecidas especialmente pela queda do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Também passaram praticamente incólumes pela crise, e puxam a recuperação, empresas fornecedoras da Petrobras, cujos planos de investimento não foram afetados pela turbulência. Na outra ponta, sofreram os setores com maior dependência do mercado externo, como os ligados ao segmento siderúrgico. Fornecedores da Embraer, companhia extremamente afetada pela desaceleração global, tampouco tiveram refresco.

Indicadores econômicos importantes espelham esse quadro. O desempenho do varejo é melhor que o da indústria e, dentro do segmento industrial, se sobressai quem produz principalmente para o mercado interno.

Num cenário de renda preservada, em que o nível de emprego sofreu pouco, o comércio varejista teve desempenho bastante robusto em 2009, crescendo 5,9% mesmo num ano de crise, observa o economista-chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges. Nos 12 meses até janeiro, a taxa de crescimento já atingiu 6,2%. Em alguns Estados do Nordeste, onde o peso do Bolsa Família e do salário mínimo é maior, o desempenho é ainda mais impressionante. No Piauí, no Ceará e em Sergipe, a expansão nos 12 meses até janeiro supera os dois dígitos - 13,8% no Piauí, 10,8% no Ceará e 13,2% em Sergipe.

Borges chama a atenção para as vendas de supermercados e hipermercados, que subiram 8,4% nos 12 meses até janeiro. Em 2009, 13 empresas de varejo de capital aberto viram o lucro subir 36,9% em relação ao ano anterior, para R$ 1,621 bilhões, segundo levantamento do Valor Data, com base em dados da Economática.

Mesmo acreditando que houve antecipação razoável das compras de veículos e eletrodomésticos da linha branca em 2009, para aproveitar o IPI reduzido, Borges prevê alta de 7,5% para as vendas no varejo neste ano. "Se não tivesse ocorrido a antecipação, esse número poderia chegar a 9% ou 9,5%."

As vendas de veículos no mercado interno também se destacaram em 2009. A desoneração tributária e a melhora das condições de crédito contribuíram para a alta de 12,8% nos licenciamentos de veículos e comerciais leves em 2009. Nos 12 meses até fevereiro, a taxa de expansão ficou em 13,4% e em março as vendas bateram recorde. "Entre os setores que se saíram melhor, certamente estão os que contaram com a ajuda da redução de impostos", diz o economista Fernando Sarti, professor da Unicamp, que também cita a construção civil entre os beneficiados.

Mesmo com vendas no mercado interno em alta significativa, a produção de veículos amarga queda de 3,2% nos 12 meses até fevereiro, número que chegou a 21,9% em outubro, nessa base de comparação. O ponto é que, se o mercado interno vai bem, as exportações vão mal. Nos 12 meses até janeiro, as vendas externas de veículos, reboques e carrocerias levaram um tombo de 36,1%, segundo números da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex).

"México e Argentina, grandes compradores de carros do Brasil, tiveram um 2009 muito ruim", diz Borges. O PIB do México, por exemplo, caiu 6,5% no ano passado. Os balanços de quatro empresas de capital aberto do setor de veículos e autopeças - que não incluem as quatro grandes montadoras - mostram queda de 42,7% do lucro de 2008 para 2009, fechando em R$ 340 milhões.

Na indústria, o melhor desempenho foi dos setores que produzem bens não duráveis, como alimentos, bebidas e produtos farmacêuticos. Em 2009, num ano em que a indústria geral caiu 7,4%, a fabricação de bebidas subiu 7,1% e de artigos farmacêuticos, 7,9%. O bom desempenho da renda e o pequeno impacto da crise sobre a taxa de desemprego explicam esse desempenho, diz o economista Edgard Pereira, sócio da Edgard Pereira & Associados. O lucro de sete companhias de alimentos e bebidas aumentou 121% em 2009, totalizando R$ 6,794 bilhões, segundo o Valor Data.

Os maiores perdedores foram, sem dúvida, os que mais dependem do mercado externo, diz Sarti, da Unicamp. A produção do setor de metalurgia básica (onde está a siderurgia), por exemplo, caiu 17,6% no ano passado, e ainda está em queda de 9% nos 12 meses até fevereiro. Em 2009, o lucro de 13 companhias de metalurgia e siderurgia totalizou R$ 5,553 bilhões, queda de 60,3% em relação a 2008. Nos últimos meses, porém, há uma recuperação do segmento, especialmente devido às boas perspectivas para a construção civil e a indústria automotiva, que usam o aço como insumo importante.

Também sofreram bastante os setores ligados ao investimento, como os produtores de bens de capital. A fabricação de máquinas e equipamentos ainda está em queda de 10,3% nos 12 meses até fevereiro, embora também haja uma melhora no segmento, com a retomada dos investimentos no aumento da capacidade produtiva.

Borges acredita que o setor de bens de capital deverá se sobressair neste ano, pois o investimento vai subir com força, na casa de 17% a 18%. Pereira acredita, porém, que o setor pode ser prejudicado pela concorrência dos bens de capital importados, num cenário de câmbio valorizado.

Para 2010, o panorama parece em grande parte definido. O varejo vai continuar bem, por conta das perspectivas positivas para o mercado de trabalho e o crédito. Na indústria, quem produz para o mercado interno também tende a se sair melhor, embora Sarti observe que há o risco de que parte não desprezível desse mercado possa ser capturada pela produção estrangeira, devido ao dólar barato.

O setor de autopeças, por exemplo, tem reclamado bastante da alta das importações, que tem feito a produção do segmento não acompanhar, no mesmo ritmo, a atividade das montadoras. Exportadores de commodities também têm cenário melhor pela frente neste ano, como fica claro no caso da Vale, que quer aumento de 114% no preço do minério de ferro.

Veículo: Valor Econômico

:: Vale do Paraíba tem novo jornal ::

"O Vale" passa a circular em 39 cidades do interior de São Paulo

O Vale do Paraíba, uma regiões das mais ricas do interior do Estado de São Paulo, ganhou neste domingo (4) um novo jornal, O Vale. A publicação circula em 39 cidades do Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e Litoral Norte, região que abriga mais de 2,2 milhões de habitantes. A previsão de tiragem nos dias úteis é de 25 mil exemplares, auditados pela BDO Brazil. A tiragem de lançamento foi de 35 mil exemplares.

O novo jornal surge no vácuo deixado pelo valeparaibano, periódico de 58 anos de existência que passou a circular no formato de revista.

O Vale também será um provedor de conteúdo na mídia digital, com canais de contato com o público por meio de site, blogs, twitter e TV online. Isso está incorporado no slogan de lançamento: "O Vale: leia, assiste, conecte-se".

Fernando Salerno - vice-presidente e responsável pelo Núcleo Editorial e de Liberdade de Expressão da Associação Paulista de Jornais (APJ) - será o diretor responsável do novo jornal. Já Hélcio Costa, ocupará o cargo de editor-chefe.

O projeto gráfico e editorial de O Vale - inspirado no periódico italiano La Stampa - foi desenvolvido em parceria com o escritório Cases i Associates, com sede em Barcelona, em um processo que demorou 16 meses para ser concretizado.

A mudança não trará impacto aos 300 funcionários do jornal valeparaibano, que serão automaticamente absorvidos pela nova empresa. O jornal vai funcionar na mesma sede do antigo periódico, em São José dos Campos, com sucursais nas cidades de Jacareí e Taubaté. Estas cidades terão uma edição específica, chamada de edição Taubaté e região, com capa diferenciada e um novo caderno de classificados.

http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=58120&sid=4

:: Rede TV+ inicia operação em São Carlos ::

Emissora amplia cobertura no interior de São Paulo

A Rede TV+ inicia sua operação na cidade de São Carlos, interior de São Paulo, pelo canal 23 da NET. Nesta primeira semana de abril, a emissora exibirá as matérias gravadas nas lojas e comércio da cidade. A partir da segunda semana inicia a transmissão dos principais programas da rede: Show+ com Darcio Arruda e Momentos de Sabedoria com Nelson Moraes.

Com a estreia na cidade, a Rede TV+ concretiza mais um passo do seu plano de expansão. A emissora teve início no Grande ABC e hoje está em cinco estados do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Porto Alegre).

Em janeiro deste ano, a Rede TV+ iniciou a transmissão da sua programação no canal 14 de NET São Paulo. Essa operação ampliou para 800 as matérias gravadas semanalmente nas lojas e comércios das praças atendidas.

Fonte: Propmark
http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=58122&sid=4

:: Kassab apoia Globo e veta futebol antes da novela ::

O projeto de lei nº 564/06 que limitaria o horário de realização dos jogos de competições esportivas até às 23h15 na cidade de São Paulo foi vetado pelo prefeito Gilberto Kassab. A decisão foi oficializada na última sexta-feira no Diário Oficial.

O veto do prefeito favorece a vontade da TV Globo, que chegou a ir à Câmara Municipal para pressionar os vereadores a não aprovarem o projeto. Se a lei fosse aprovada, a emissora, detentora dos direitos das transmissões de futebol, teria que mexer na grade e antecipar os jogos, iniciados geralmente às 21h50, em São Paulo.

A Procuradoria Geral do Município alegou que o veto se motiva pelo fato de a "matéria relativa ao desporto ser de competência legislativa da União, Estados e Distrito Federal, cabendo ao Município apenas suplementar essas normas na hipótese de configuração de interesse local específico que necessita ser regulamentada, o que não ocorre nesse caso".

Além disso, a Procuradoria Geral justifica que “os inconvenientes advindos do horário do término de eventos esportivos não diferem daqueles verificados em outros tipos de eventos, não se justificando a restrição de horário a uma única programação” para concluir que “não parece razoável” a restrição de horário nos eventos esportivos.

O prefeito coloca outro aspecto como motivo para o veto: a cidade de São Paulo poderia perder a chance de sediar eventos de porte nacional ou até internacional que terminem depois desse horário.
À época da pressão da Globo sobre os vereadores da Câmara, o diretor executivo da Globo Esportes, Marcelo de Campos Pinto, argumentou que "a plasticidade dos estádios cheios nos interessam porque representa o estádio infinito, dá credibilidade à TV". Pois os jogos realizados às 21h45 durante a semana registram em média público de 23.787 pagantes, enquanto a dos jogos às 21horas, 17.911 pessoas.

O presidente da FPF, Marco Polo del Nero, que havia ameaçado levar os jogos da capital para o interior, declarou que os clubes paulistas podem ser impedidos pela Conmebol de participar da Taça Libertadores a partir de 2011, caso desrespeitem as regras de transmissão de TV.

:: Estadão e O Globo preparam sua entrada no iPad ::

Tablet nem chegou ao Brasil, mas veículos já lançam aplicativo que garante acesso aos conteúdos impressos e online
Apresentação do tablet da Apple, que garantiu vendas expressivas no mercado norte-americano
Ele ainda nem chegou ao Brasil, mas os veículos de comunicação já começam a se movimentar para estarem um passo à frente assim que a novidade tecnológica aportar no País. No sábado 3, o jornal O Globo apresentou sua versão digital no tablet da Apple. Nesta terça-feira, 6, O Estado de S.Paulo anunciou que acaba de lançar um aplicativo para o iPad.

Para ter acesso ao conteúdo de O Globo publicado no iPad, por enquanto gratuito, o usuário terá de se conectar à internet, por meio de uma rede sem fio e digitar o endereço do site específico (clique aqui).

De acordo com reportagem publicada na edição desta terça-feira 6, do Estadão o aplicativo permitirá que os portadores do iPad acessem todo o conteúdo das edições impressas e online do jornal, além do portal estadão.com.br pelo leitor digital. A previsão de chegada do tablet ao Brasil ainda nem foi revelada pela Apple.

Segundo a diretoria de produtos de O Estado de S.Paulo, a ideia de lançar o aplicativo simultaneamente ao lançamento do iPad nos Estados Unidos (que ocorreu oficialmente no dia 3) servirá como experimento para que o veículo para realizar testes e desenvolver novas versões digitais do conteúdo.

A versão oferecida pelo Estadão já pode ser baixada pela Apple Store e apresenta as notícias da página principal do portão do Estadão e também das capas da edição impressa. Informações uteis ao cotidiano, como previsão do tempo e movimentação financeira também poderão ser visualizadas pelo tablet. A previsão do grupo é de, nos próximos meses, lançar versões com mais opções de navegação e canais.

Por enquanto, o lançamento da Apple está disponível apenas no mercado norte-americano e, em seguida, deverá chegar, até o final deste mês, à Alemanha, Canadá, Espanha, França, Itália, Japão, Reino Unido e Suiça.

Com informações de O Estado de S.Paulo.

:: Record promete "o maior Aprendiz da história" ::

Programa estreia com faturamento superior a R$ 110 milhões

Por Bárbara Sacchitiello

Apresentador comandará pela primeira vez o reality, que estreia no dia 15 de abril
Recorde em inscrições, em faturamento com cotas de patrocínio, em estrutura técnica e, se as expectativas da emissora forem atendidas, logo mais também serão com a audiência e do conceito de entretenimento do programa. Foi com esse alarde que a Record apresentou à imprensa nesta terça-feira 6 a nova temporada do programa "O Aprendiz - Universitário" agora comandada por um novo apresentador.

Depois da saída de Roberto Justus, que comandou o reality show por seis edições, o empresário João Dória Jr foi escolhido para conduzir a atração, que contará com 16 participantes e terá início no dia 15 de abril, sendo exibido sempre às terças e quintas-feiras, as 23h. Seguindo basicamente a mesma forma e estilo das edições anteriores, o programa irá selecionar, entre os participantes, um jovem talento para ganhar um prêmio de R$ 1 milhão e uma vaga efetiva na Doria Associados, companhia do próprio Doria.

"A substituição de Roberto Justus era uma preocupação grande para nós. Mas, assim que o nome de Doria foi cogitado houve uma aceitação unânime do mercado publicitário e da própria emissora. Ele tem uma maneira diferente e criativa de conduzir a atração e apostamos muito que essa nova fase será um sucesso", comenta o diretor do programa, José Amâncio.

Demissão "doce"

Para Doria, o novo desafio é visto com bastante empolgação. "Estou muito animado com as gravações do programa e acho que uma atração como O Aprendiz é perfeita porque combina conhecimento e entretenimento", argumenta o empresário. Questionado sobre o estilo que usará no trato com os participantes, ele conta que ouviu conselhos do ex-apresentador Justus, mas que pretende usar o próprio estilo. "Acho que é possível ser rígido, mas de forma educada. Vou demitir sim, mas de um jeito doce", explicou o apresentador.

Aprendiz em números

Antes mesmo de entrar no ar, as cifras geradas pelo programa já são comemoradas pelo vice-presidente comercial da emissora, Walter Zagari. Segundo ele, o faturamento inicial de "O Aprendiz 7" supera em 10% a renda total obtida na edição de 2009.

Para essa temporada, a emissora disponibilizou quatro cotas de patrocínio máster que foram compradas por Fiat, Vivo, Santander e Nestlé. Apenas essa comercialização rendeu R$ 110,8 milhões à Record (cada cota tem o preço de tabela de R$ 29,7 milhões). "A expectativa é de fecharmos a atração com um faturamento de R$ 120 milhões, pois o programa abre espaço para provas patrocinadas e ações de merchandising", aponta ele.

Segundo Zagari, o sucesso comercial do Aprendiz é tanto que três dos atuais anunciantes já teriam garantido vaga para a temporada de 2011. O vice-presidente comercial, entretanto, preferiu não identificar esses cotistas.
M&M online - Em Pauta - Mídia

:: Veja São Paulo pega carona com estreia de Alice no País das Maravilhas ::

Versão online do veículo coloca no ar hotsite com roteiros que envolvem a história

Para atrair leitores que são fãs do clássico "Alice no País das Maravilhas", que terá versão dirigida por Tim Burton com estreia no próximo dia 21, a Veja São Paulo coloca no ar um hotsite com os roteiros dos melhores eventos que têm como tema a história. O leitor encontrará dicas de palestras, oficinas, exposições, mostras e até dicas gastronômicas com receitas relacionadas à Alice.
M&M in line

:: TV, rádio e internet puxam expansão de 3,96% no mercado publicitário ::

As mídias eletrônicas - TV, rádio, internet - foram as principais responsáveis pelo crescimento dos faturamento do mercado publicitário no ano passado, de acordo com o levantamento do Projeto Inter-Meios, realizado pelo Grupo M&M em conjunto com a consultoria PricewaterhouseCoopers. No total, a mídia brasileira faturou em 2009 3,96% a mais com publicidade em 2009, totalizando R$ 22,272 bilhões. Considerada a variação do IGP-M, o aumento foi de 2,2%.

O levantamento não considera eventuais descontos concedidos aos anunciantes. Internet, TVs aberta e paga e rádio tiveram bom crescimento. O faturamento da TV aberta - que ampliou sua participação no total dos investimentos publicitários chegando a 60,9% de participação - cresceu 7,65% chegando a R$ 13,5 bilhões. A TV aberta é o veículo que responde pela maior fatia do bolo publicitário. A internet, que tem 4,27%, registrou crescimento de 25,2%. O rádio, com participação de 4,43%, cresceu 9,35%.

O canal mídia exterior também apresentou bom desempenho, com alta de 12,30%. O meio responde por 2,96% do total do mercado. Seu maior destaque foi o setor chamado de "mídia digital out of home", que são aqueles monitores instalados em redes de supermercados, shopping centers, bares e restaurantes ou até em elevadores ou ônibus, transmitindo programação segmentada. O faturamento desse tipo de negócio cresceu de R$ 60,9 milhões em 2008 para R$ 94,1 milhões no ano passado, registrando evolução de 54%.

Jornais e revistas, entretanto, tiveram queda no faturamento, de 8,11 e 6,18% respectivamente.

Com a crise, as empresas cortaram campanhas mais caras ou institucionais, que são o perfil da publicidade em meios impressos. Prefeririam dar foco às campanhas mais baratas e de efeito imediato. Por isso, as mídias eletrônicas levaram vantagem no ano que passou. O projeto ainda não divulgou números referentes a 2010.
Veículo: Valor Econômico

:: Classes C, D e E estarão conectadas à internet em 2020 ::

Estudo da FIA aponta que acesso na classe C passará de 7% em 2008 para 60% em 2010.

O serviço de acesso à internet em alta velocidade passará por um salto nos próximos 10 anos as classes C, D e E. Projeção que faz parte da pesquisa Profuturo da Fundação Instituto de Administração (FIA), ligada ao Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, mostra que 60% da classe C terá acesso à internet em 2020, ante 7% em 2008. Na mesma comparação, o acesso das classes D e E passará de 1% para 25%. Mesmo a classe B, com 26% de penetração em 2008, chegará em 2020 com 90%, enquanto no topo da pirâmide o índice da classe A irá de 64% para 99%. Dois fatores são considerados cruciais para o crescimento da penetração da banda larga: redução de custo e aumento de computadores nas casas dos brasileiros. Com a ampliação da infraestrutura e o aumento de usuários de banda larga, o custo deverá diminuir nos próximos anos, na opinião de 60% dos pesquisados, o que poderá incentivar a navegação via celulares e computadores portáteis. Com ofertas que caibam no bolso dos consumidores de menor poder aquisitivo, a base da pirâmide social ficará mais conectada, exercendo pressão sobre os governantes para a criação de projetos de inclusão digital. Impactos para o país O governo federal há meses tenta, sem sucesso, lançar o Programa Nacional de Banda Larga, com a proposta de levar o acesso às populações em áreas distantes e mais pobres. No âmbito estadual há iniciativas pontuais, de inclusão digital, como o programa Acessa São Paulo, que registrou 45 milhões de atendimentos à população. Ao todo, são 591 postos em funcionamento em 520 municípios, mais de 4,6 mil computadores e 1,1 mil monitores. Atualmente, o programa está presente em 80% dos municípios paulistas. O pesquisador Antonio Thiago Benedete disse que os especialistas indicaram a ação governamental como importante, principalmente nos pontos remotos, e também observaram interesse maior das empresas em entrar para competir neste mercado.

Mais computadores
Quanto à penetração dos computadores nos lares, 19% dos especialistas consideram que esta seja a segunda alavanca para impulsionar a banda larga. No prazo de dez anos, os impactos da maior penetração da banda larga serão aumento da produtividade das pessoas e melhoria na qualidade de vida. Isto porque haverá mais acesso à informação, aumento na velocidade de transmissão de dados e novas possibilidades no trabalho. Para 69% dos pesquisados haverá elevação do PIB e melhoria nos processos da empresas, escolas e organizações. O estudo da FIA analisou dados atuais em relação a cada segmento socioeconômico. A pesquisa foi feita no final de 2009 junto a especialistas de todo o país. Os resultados poderão oferecer subsídios às empresas para que tomem decisões de investimento, afirmou Benedete.

Acesso em casa ultrapassa lan houses
Conexão domiciliar avançou 35% na comparação anual
O brasileiro passou a acessar mais o computador da própria residência do que os de centros voltados à conexão pública, como as lan houses. O resultado reverteu tendência percebida desde 2007, segundo a pesquisa sobre uso das tecnologias da informação e da comunicação no Brasil, realizada pela quinta vez peloNúcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), órgão ligado ao Comitê Gestor, entidade mista, composta por representantes do governo e da sociedade civil. O estudo foi conduzido pelo instituto Ipsos em 21,5 mil residências. Segundo a pesquisa, a expansão de c asas que possuem computadores foi ponto determinante para a reversão da tendência. Em apenas um ano, de 2008 a 2009, o número de residências com computadores passou de 28% para 36%, nas áreas urbanas. No total do Brasil, são 18,3 milhões, atingindo 32% do total dos domicílios. “Agora a taxa de crescimento é maior nas casas de baixa renda”, afirma Alexandre Barbosa, gerente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) . O acesso à internet em casa também avançou 35% na comparação anual. Em 2008, o acesso chegava a 20% (13 milhões) das residências urbanas e agora está em 27%. Ao fim de 2009, 66% das casas com acesso à internet possuíam conexão dedicada por banda larga. Foi a maior expansão de computadores com acesso à internet desde que a pesquisa começou a ser feita em 2005, mas também houve um aumento dos domicílios com máquinas sem conexão, o que é creditado ao custo da rede ainda ser elevado. Os laptops também registraram forte avanço, ampliando sua presença em 70%. Agora eles estão em 5% das casas em regiões urbanas, frente a 3%, em 2008. O interesse do brasileiro por ter internet em casa pode estar ajudando até a revitalizar um serviço que estava em franca queda. Depois de 4 anos consecutivos, a telefonia fixa obteve seu primeiro crescimento de presença, estando agoraem40%das domicílios totais e em 44% dos urbanos. Um dos fatores responsáveis por isso foi a entrada das operadoras de TV por assinatura, que oferecem pacotes com TV, internet e telefonia fixa. “Parece uma reversão da tendência, mas precisamos esperar um ou dois anos para confirmar”, afirma Barbosa. Outra possibilidade levantada pelo pesquisador para a mudança de tendência é o alto custo da telefonia móvel. Isso se espelha no fato de 82% das casas terem telefonia celular, mas 90% delas são de planos pré-pagos. - Ao fim de 2009, 66% das casas com acesso à internet possuíam conexão por banda larga

Brasil Econômico - SP (07/04/2010)