GLOBO:
Amistoso Seleção brasileira: Brasil x Irã - 15
Malhação - 20
Araguaia - 25
Ti-ti-ti - 33
Passione - 38
A grande família - 26
Hipertensão - 16
SBT:
Pérola Negra - 7
Esmeralda - 8
As tontas não vão ao céu - 6
Canavial de paixões - 4
Ana Raio e Zé Trovão - 7
Programa do Ratinho - 4
A praça é nossa - 7
Conexão repórter - 5
RECORD:
Fala Brasil - 7
Hoje em dia - 6
Os mutantes - 7
CSI Invesigação criminal - 10
Ribeirão do Tempo -12
A fazenda - 16
House - 8
Fonte: Blog Patricia Kogut.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
:: Confiança no e-commerce chega a 87,29%, maior nível histórico ::
Os consumidores brasileiros que realizam compras por meio de lojas virtuais estão cada vez mais satisfeitos. Em agosto, o Índice de Confiança do e-Consumidor, que mede o grau de contentamento das pessoas que adquiriram produtos pela internet, ficou em 87,29%. Desde que o indicador começou a ser divulgado, em fevereiro de 2009, esse foi o melhor desempenho já registrado, empatando com o recorde anterior, de agosto do ano passado. A previsão da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) é de que as vendas cheguem a R$ 15 bilhões em 2010 número quase 50% superior aos R$ 10,8 bilhões de 2009.
Criado pela camara-e.net em parceria com a consultoria e-bit e com o Movimento Internet Segura (MIS), o índice reflete a média de satisfação dos consumidores que fizeram compras nas 2,5 mil lojas de comércio eletrônico conveniadas. Para levantar esses dados, o internauta é convidado a responder duas pesquisas: uma após concluir a transação na rede e outra depois de receber o produto em casa. Neles, o consumidor (1) avalia diferentes questões referentes à experiência de compra, como facilidade de efetuar o pagamento, informações sobre produtos, preços, navegação, prazo de entrega, qualidade de atendimento e política de privacidade. O levantamento foi feito com 123.841 pessoas entre 1º e 31 de agosto.
Evolução
Segundo dados do setor divulgados pela e-bit, as vendas no e-commerce cresceram 40% no primeiro semestre. Excluindo os segmentos de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais, os brasileiros gastaram aproximadamente R$ 6,7 bilhões com compras de janeiro a junho. No mesmo período de 2009, o montante atingido pelo setor foi de R$ 4,8 bilhões.
O aumento se deu principalmente pela expansão de itens ligados à Copa do Mundo, como artigos esportivos e televisores de tela plana. Além deles, assinaturas de revistas e jornais, eletrodomésticos, livros, cosméticos, medicamentos e informática lideraram o ranking dos mais procurados pelos consumidores. O valor médio gasto também cresceu, atingindo R$ 379, numa alta de 17%.
1 - 23 milhões de usuários
Hoje, o Brasil conta com 70 milhões de usuários de internet, sendo que 43 milhões possuem conta de internet banking. De acordo com a camara-e.net, em 2009 o Brasil somou 17,2 milhões consumidores que realizaram compras pela rede. Para este ano, a expectativa é que esse número alcance os 23 milhões de usuários.
Fonte: Correio Braziliense.
Criado pela camara-e.net em parceria com a consultoria e-bit e com o Movimento Internet Segura (MIS), o índice reflete a média de satisfação dos consumidores que fizeram compras nas 2,5 mil lojas de comércio eletrônico conveniadas. Para levantar esses dados, o internauta é convidado a responder duas pesquisas: uma após concluir a transação na rede e outra depois de receber o produto em casa. Neles, o consumidor (1) avalia diferentes questões referentes à experiência de compra, como facilidade de efetuar o pagamento, informações sobre produtos, preços, navegação, prazo de entrega, qualidade de atendimento e política de privacidade. O levantamento foi feito com 123.841 pessoas entre 1º e 31 de agosto.
Evolução
Segundo dados do setor divulgados pela e-bit, as vendas no e-commerce cresceram 40% no primeiro semestre. Excluindo os segmentos de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais, os brasileiros gastaram aproximadamente R$ 6,7 bilhões com compras de janeiro a junho. No mesmo período de 2009, o montante atingido pelo setor foi de R$ 4,8 bilhões.
O aumento se deu principalmente pela expansão de itens ligados à Copa do Mundo, como artigos esportivos e televisores de tela plana. Além deles, assinaturas de revistas e jornais, eletrodomésticos, livros, cosméticos, medicamentos e informática lideraram o ranking dos mais procurados pelos consumidores. O valor médio gasto também cresceu, atingindo R$ 379, numa alta de 17%.
1 - 23 milhões de usuários
Hoje, o Brasil conta com 70 milhões de usuários de internet, sendo que 43 milhões possuem conta de internet banking. De acordo com a camara-e.net, em 2009 o Brasil somou 17,2 milhões consumidores que realizaram compras pela rede. Para este ano, a expectativa é que esse número alcance os 23 milhões de usuários.
Fonte: Correio Braziliense.
:: Adolescente planeja gastar 50% a mais em 12 meses ::
Pais de adolescentes, preparem os bolsos. Segundo pesquisa da TNS Research International, os brasileiros com idade entre 12 anos e 19 anos, que gastam em média R$ 50 por semana (R$ 200 por mês), esperam aumentar em 50% os desembolsos nos próximos 12 meses. Em 2008, o valor mensal era, em média, de R$ 90. Esse universo representa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 32 milhões de pessoas que, no ano passado, gastaram cerca de R$ 32 bilhões.
De acordo com o levantamento, no Nordeste o gasto é menor, de R$ 31 por semana, enquanto no Sudeste as despesas chegam a R$ 54. A pesquisa foi feita em dezembro do ano passado com 1,5 mil jovens das classes A, B, C e D, moradores das nove regiões metropolitanas, além das principais cidades do interior.
Os gastos dos adolescentes do Brasil estão entre os mais baixos dos países que integram o Bric - grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China. Na Rússia e na China, a média de desembolso é 10% acima da brasileira. A explicação, segundo Jorge Kodja, diretor comercial da subsidiária local da TNS e responsável pelo estudo, é que os brasileiros demoram mais tempo para começar a trabalhar e para sair da casa dos pais. Isso faz com que a renda deles esteja atrelada à mesada.
"Com 18, 19 anos, o americano já é independente financeiramente, por exemplo. No Brasil, isso acontece por volta dos 25 anos", diz Kodja. De acordo com a pesquisa, 52% dos entrevistados estudam e vivem com os pais. Nas classes A e B, essa participação sobe para 67%.
Fonte: O Estado de São Paulo
:: Americanas tem duas novas lojas ::
A rede de produtos para o lar, roupas, acessórios, alimentos e eletrônicos Lojas Americanas inaugurou duas unidades em São Paulo, capital: uma na região da Lapa e uma em Campos do Jordão. Assim, a rede totaliza 192 lojas no estado, sendo as novas no formato Express, com área de vendas de 460 m² e 467 m² e investimentos de R$ 1 milhão cada. A loja da Lapa fica no Shopping Center Lapa, na Rua Catão, 72, bairro Vila Romana, e a de Campos do Jordão, na Avenida Frei Orestes Girardi, 1.315, Centro.
Veículo: DCI
:: Varejista prevê vendas até 11% maiores no ano ::
O aumento do parcelamento e a confiança dos consumidores devem levar o varejo a ampliar suas vendas entre 10% e 11% este ano, na comparação com 2009. Para alegria dos varejistas, o cenário é ainda melhor do que o visto no começo do ano, de acordo com o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Júnior.
A expectativa cresceu perante a última estimativa, quando a previsão era de uma expansão de até 10% ante 2009, que já registrou um acréscimo no comércio na casa dos 6% ante 2008. "No fim do ano, teremos volume de compradores a prazo bem maior que em 2009. E isso nos projeta um Natal bastante positivo", comparou Pellizzaro Júnior.
De acordo com o presidente da CNDL, os números apresentados em setembro já foram "bastante animadores" e devem ser atribuídos ao desempenho positivo do tripé que, segundo ele, sustenta o aquecimento do varejo: emprego, aumento de renda e crédito. "Não há falta nenhuma de crédito no varejo", resumiu. A queda de 4,65% nas consultas ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) de agosto para setembro, na opinião de Pellizzaro Júnior, era esperada.
"A queda é natural, pois não temos nenhuma data festiva em setembro. Normalmente, as vendas em setembro são mais frias do que as de agosto, sem dúvida nenhuma", observou. Na comparação com setembro de 2009, houve um crescimento do volume de consultas da ordem de 8,23%.
Para o Dia da Criança, a CNDL prevê crescimento de 8,5% nas vendas do comércio neste ano em relação a 2009. O número leva em conta os sete dias úteis que antecedem a comemoração. "Sem dúvida, será o melhor dos últimos cinco anos", disse o presidente da CNDL.
Compra em alta
O bom desempenho do varejo e otimismo do mercado impulsionaram a classe C a novos planos, entre os quais a aquisição de novas casas. De acordo com números do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), 19% dessa classe já têm planos de comprar uma casa.
Aproveitando esta onda, a rede varejista de material de construção Dicico prevê aumento das vendas. "Com a forte alta dos preços dos imóveis novos, a aquisição de imóveis usados voltou a ser atraente", explica Dimitrios Markakis, controlador da Construdecor, holding à qual pertence a Dicico. Com essa alta das vendas, a Dicico pretende faturar cerca de R$ 880 milhões até dezembro.
Afora a casa, o plano de comprar um carro faz parte do objetivo de cerca de 30% da classe C brasileira, ainda de acordo com os números do Ibope. Esse percentual, que representa cerca de 9,5 milhões de pessoas, otimiza a expectativa das concessionárias. "Esperamos um fim de ano bom, com a volta da confiança do crédito, da estabilidade financeira e do otimismo do consumidor, principalmente da classe C, que voltou a apostar no mercado e já faz planos de comprar seu próprio automóvel", diz o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Sérgio Reze.
Outro fator que impulsiona a classe C a comprar, de acordo com o executivo, é a liberação do crédito para motos. "Os bancos estão confiando crédito e eles [a classe C] estão comprando mais".
Veículo: DCI
:: Shopping quer fisgar clientes de lojas de rua ::
O brasileiro que se encaixa no perfil econômico da nova classe C parece gostar de fazer mais compras em lojas instaladas nas ruas do que nas que estão dentro de shopping centers. A informação pega de surpresa o segmento de centros de compras, que tem ampliado a presença no mercado brasileiro com cada vez mais inaugurações, para atender a uma demanda em franca expansão, com consumidores afoitos pela agilidade e praticidade dos malls, com estacionamento e segurança, além de áreas de entretenimento e praças de alimentação em um mesmo espaço, o que gera conforto, comodidade.
A indicação da preferência da classe C por lojas de rua vem de uma pesquisa do Instituto Brasileiro e Opinião Pública e Estatística (Ibope), que mostra que 57% dessa população têm preferência por compras a céu aberto. Para mudar este dado, os shoppings têm tentado conquistar essa classe emergente, que hoje soma quase 100 milhões de pessoas.
Para a professora de Economia Popular e pesquisadora de mercado da Universidade São Judas, Analice Calixto, esse cenário deverá mudar nos próximos anos, principalmente por causa da construção de shoppings específicos para essa parcela da população. "Os shoppings já sentiram o potencial desta classe e não deixarão este número barato", disse a professora. "Logo veremos shoppings nos grandes centros, perto de metrôs, além da entrada de marcas mais populares, estacionamentos mais baratos e outros atrativos, que é a grande cartada deles", disse ela.
De acordo com a diretora comercial do Ibope e responsável pela pesquisa do perfil da classe C, Dora Camara, o motivo da preferência pelas ruas é uma simples questão de conveniência. "Eles se sentem mais à vontade nas ruas. Se há uma loja da Casas Bahia no shopping e outra na rua, eles vão na da rua", afirmou.
Para se consolidar neste mercado, os shopping centers se movimentam visando a um pedaço do segmento, segundo informações da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), que promoveu um grande evento do setor na capital paulista esta semana, a 11ª edição do Expo Shopping. A entidade estima que nos últimos sete anos, cerca de 32 milhões de brasileiros entraram definitivamente na economia brasileira, o que representa aportes na casa de R$ 760 bilhões anuais, dando à classe média, pela primeira vez, acesso a produtos que antes se destinavam a outras classes. Com isso em mente, a expectativa da Abrasce é de que este público impulsione o crescimento do setor de shoppings. "Em média a Abrasce prevê a abertura de 10 a 20 shoppings por ano", afirmou Paulo Stewart, presidente da entidade.
Os números da entidade mostram que 56% (cerca de 52 milhões de pessoas) já vão aos shopping centers, e que 89% dessa fatia compram roupas. "Essa porcentagem representa R$ 2 bilhões em compras mensais, número que não podemos descartar", continuou o executivo.
Acompanhando esta tendência, a professora Analice Calixto também prevê uma nova modalidade de shopping: "Acredito que essa movimentação estimada em R$ 2 bilhões signifique a declaração da guerra contra as lojas de rua, já que há tanto dinheiro envolvido". Por outro lado, a professora lembra que tais dados não conferem com a pesquisa recente do Ibope. "É importante ter os dois pés nos chão quando o assunto são compras; segundo os dados do Ibope, apenas 34% dos entrevistados da classe C afirmaram fazer compras nos shoppings, enquanto a afirmação da Abrasce aponta 56% deles", disse.
Movimentação
Com um investimento de R$ 157 milhões, o ParkShopping, em Brasília (DF), realizou ampla revitalização do hall e áreas externas, finalizando sua expansão. O projeto resultou em um crescimento de 103% em área construída, e, com 100% de locação, inaugurou 101 lojas, registrando crescimento de 46% de vendas e 76% de receita líquida a empreendedores.
Com apenas oito meses de operação, e com investimentos de R$ 150 milhões, o Salvador Shopping, na Bahia, deu inicio às obras da expansão idealizada desde sua concepção. Em apenas dois anos e quatro meses inaugurou sua "evolução". O shopping center baiano cresceu e tornou-se mais atrativo e confortável, aumentando o tamanho de sua área em 50%, passando para 82.498 metros quadrados, com a oferta de 3.500 novos empregos.
Em Curitiba, no Paraná, depois da inauguração do ParkShopping Barigui, com uma área de 2.800 metros quadrados, e com o piso superior ao das lojas mantido desocupado, acaba de ser criada uma área gastronômica com sete restaurantes e um empório, o ParkGourmet. Os restaurantes estão lado a lado como se fossem opções de uma rua especial, o paisagismo é contemporâneo, as varandas internas são separadas por floreiras e a iluminação é agradável.
Já em outra área mais periférica, que também quer a atenção dos consumidores da classe emergente, como é o caso do Praça da Moça, aberto na cidade de Diadema (SP), o projeto arquitetônico de expansão e revitalização do Shopping Taboão, de São Paulo, teve como foco principal a ampliação da frente do empreendimento, e o aumento da área bruta locável (ABL) em 8 mil metros quadrados, passando de 39.295 para 46.600 mil metros quadrados, ao criar a circulação em elipse, e integrando todas as lojas num circuito único, sem perder sua característica original. Segundo a empresa, falta pouco mais de um mês agora para a entrega dessa obra, em que foram preenchidos 98% dos espaços abertos pela expansão, com a adesão de 70 novas lojas.
Veículo: DCI
:: Panasonic quer voltar ao mercado de jogos eletrônicos ::
A Panasonic está desenvolvendo um videogame portátil, na tentativa de voltar ao mercado de jogos eletrônicos após uma pausa de mais de dez anos.
O projeto, denominado de Jungle, colocaria a Panasonic contra gigantes consolidadas do setor como Microsoft, Nintendo e Sony, além do crescente número de jogos para smartphones e tablets. A iniciativa visa alcançar o mercado americano.
Segundo o blog "TechCrunch", a Panasonic, cujo último console foi lançado em 1994, estava pronta para retornar ao mercado de games focada em jogos on-line.
O novo produto da empresa consiste em um portátil "abre e fecha", com a tela em um lado e o teclado no outro.
O novo produto da empresa consiste em um portátil "abre e fecha", com a tela em um lado e o teclado no outro.
A Panasonic criou uma nova subsidiária, a Panasonic Cloud Entertainment, para desenvolver o projeto, que também envolve criação de conteúdo, segundo o blog.
Um porta-voz da Panasonic confirmou que a empresa tem um projeto chamado Jungle, mas não deu mais detalhes.
Veículo: Folha de S.Paulo
Um porta-voz da Panasonic confirmou que a empresa tem um projeto chamado Jungle, mas não deu mais detalhes.
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:: Tendências ::
:: Venda de panetones deve crescer até 20% ::
Alimentos: Com categoria em expansão, Bauducco prepara embalagem menor e mais barata para o Nordeste
No ano passado, calcula-se que o brasileiro tenha consumido cerca de 125 milhões unidades de panetones, de variados tamanhos. Foi um recorde. Desta vez, entretanto, a marca vai ser superada. Conforme a expectativa da indústria, as vendas deverão chegar a 150 milhões de unidades - uma alta de 20% em relação à temporada de Natal anterior.
A Bauducco, da Pandurata Alimentos, projeta vender 58 milhões de unidades, contra as 50 milhões do ano passado, quando até faltou a iguaria no fim da corrida natalina. A Arcor, dona das marcas marcas Triunfo, Arcor e Aymoré, espera vender 20% mais este ano. A Ofner planeja chegar a 350 toneladas - 9% a mais que em 2009. O Grupo Pão de Açúcar, que também tem produção própria, tem expectativa de venda 20% superior a do ano passado.
"O porcentual de pessoas que compra panetones durante a temporada cresceu em 2009", diz Paulo Cardamone, diretor de marketing da Bauducco. Segundo ele, há dois anos, 46,5% da população do país consumiu o produto pelo menos uma vez de outubro a dezembro. No ano passado, esse número cresceu para 51,7%. "A variedade de produtos ajuda a aumentar a expansão da categoria", diz.
Nesta temporada, a Bauducco vai vender somente no Nordeste um panetone menor que o tamanho mais tradicional, o de 500 gramas. O novo formato, de 400 gramas, custará 15% menos. "A ideia é oferecer um produto que proporcione menor desembolso, para aumentar o consumo na região", diz Cardamone. Hoje, São Paulo ainda concentra 60% das vendas.
Mas há, entretanto, uma notícia amarga para os amantes do pão natalino: este ano os preços estarão em média 5% mais altos que em 2009. "A alta do trigo, do açúcar e até das uvas passas e frutas cristalizadas - que vêm do Chile, onde houve um grande terremoto no início do ano - acabaram gerando um impacto no preço final do produto", diz Rodrigo Peçanha, gerente de marketing de biscoitos e panificados da Arcor. "O consumidor não deve ser intimidado pelos novos preços, já que na ponta o acréscimo não é tão expressivo", afirma. O panetone de frutas e amêndoas com 700 gramas - uma das apostas da empresa - tem preço sugerido de R$ 10. Na Bauducco, o tradicional panetone de 500 gramas também custará em média R$ 10. A marca é lider do mercado e dona de 40% do mercado nacional. A fatia, porém, é menor que a de outros anos. Em 2008, por exemplo, a empresa tinha 60% do mercado. "O número de concorrentes cresceu muito e agora há muitas opções de panetones mais baratos. Mas essa queda na participação não nos atrapalha, uma vez que o mercado está crescendo para todo mundo", diz Cardamone. No ano passado, a empresa investiu R$ 20 milhões na campanha do produto sazonal. Desta vez, serão R$ 25 milhões.
Na Bauducco, um dos diferenciais da marca é a massa madre dos panetones. Ela é a massa da qual é retirado um pedaço para fermentar toda a produção da temporada. "Todo ano tiramos um pedacinho dela para iniciar a produção", diz Cardamone. A massa madre usada hoje é a mesma de 58 anos atrás, quando a empresa foi fundada. É guardada e cultivada em temperatura e umidade ideias - segundo ele - a sete chaves.
Produção artesanal e só lojas próprias
Massa descansa de um dia para o outro na fábrica da Ofner, a maior confeitaria de São Paulo, que tem plano de abrir dois a três novos pontos de venda por anoNa zona Sul de São Paulo, no bairro do Socorro, fica a sede da Ofner, maior confeitaria da capital paulista. É lá que, toda a noite, às 21h, a partir de outubro, começa a produção de mais uma fornada de panetones. O processo começa com a primeira fermentação natural da massa, que descansa até as 6h do dia seguinte, antes de ser sovada e levar frutas cristalizadas ou recheios de chocolate. Novamente, nesse ponto, a massa é fermentada. Em seguida, vai para uma batedeira gigante, da qual segue para ser cortada e colocada nas formas. Aí, os pequenos panetones seguem para a terceira fermentação e, em seguida, para outro período de descanso, em uma câmara úmida e quente. Lá, eles ficam por seis horas, antes de ir ao forno. Nessa hora, o cheiro de panetone assando toma conta da vizinhança.
"É um processo totalmente artesanal", diz Marco Antonio Trolli, gerente industrial da confeitaria paulistana. Não é à toa que os panetones da Ofner são considerados um artigo de luxo. O item mais caro da produção natalina, o panetone tradicional de quatro quilos em embalagem de veludo, está indo para as dez lojas da rede a R$ 172,00.
"É um produto top de linha mas temos preços para todos", diz Laury Roman, diretor comercial da Ofner.
A confeitaria iniciou nos anos 90 um processo de franquias, para expandir-se geograficamente. "Mas abortamos essa ideia há 14 anos. Hoje, só uma loja é franquia. Todas as outras nove são próprias, inclusive a 11ª, que vamos inaugurar em breve no shopping SP Market", diz Roman. "A Ofner é um negócio único. é impossível trabalhar no sistema de franquias e manter o cuidados e as receitas de nossos doces, pães, salgadinhos e sorvetes", acrescenta o executivo. A empresa não revela seu faturamento, mas diz que está mantendo seu plano de abertura de duas a três lojas por ano e que as vendas em 2010 devem ter crescimento real (descontada a inflação) de 6% a 7% acima do registrado no ano passado. (LC)
Veículo: Valor Econômico
:: Lojas Renner lançará site de venda on-line ::
Portal passará a funcionar a partir da próxima quarta (13/10). Com investimento de R$ 5 milhões, a plataforma de comércio eletrônico terá todos os itens vendidos nas lojas físicas da rede. A expectativa é que essas vendas tenham faturamento similar ao de uma loja física, que receberá eventuais trocas.
Veículo: Folha de S.Paulo
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
:: Audiências de 05 de outubro ::
GLOBO:
Sete pecados - 12
Malhação - 21
Araguaia - 25
Ti-ti-ti - 33
Passione - 40
Casseta & planeta - 24
A cura - 15
Profissão repórter - 11
Boletim Hipertensão - 10
SBT:
Pérola Negra - 6
Esmeralda - 7
As tontas não vão ao céu - 6
Canavial de paixões - 4
Ana Raio e Zé Trovão - 7
Programa do Ratinho - 4
Esquadrão da moda - 4
Cine espetacular ("O vingador") - 7
BAND:
Brasil urgente - 5
A liga - 5
RECORD:
Fala Brasil - 6
Hoje em dia - 5
Os mutantes - 9
CSI Investigação criminal - 11
Ribeirão do Tempo - 15
A fazenda - 17
CSI Miami - 9
Fonte: Blog Patricia Kogut.
Sete pecados - 12
Malhação - 21
Araguaia - 25
Ti-ti-ti - 33
Passione - 40
Casseta & planeta - 24
A cura - 15
Profissão repórter - 11
Boletim Hipertensão - 10
SBT:
Pérola Negra - 6
Esmeralda - 7
As tontas não vão ao céu - 6
Canavial de paixões - 4
Ana Raio e Zé Trovão - 7
Programa do Ratinho - 4
Esquadrão da moda - 4
Cine espetacular ("O vingador") - 7
BAND:
Brasil urgente - 5
A liga - 5
RECORD:
Fala Brasil - 6
Hoje em dia - 5
Os mutantes - 9
CSI Investigação criminal - 11
Ribeirão do Tempo - 15
A fazenda - 17
CSI Miami - 9
Fonte: Blog Patricia Kogut.
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:: Ranking de Audiência ::
:: Rede Globo - Som Brasil ::
No dia 22 de outubro, após o Programa do Jô, o Som Brasil homenageia um dos artistas mais inovadores da nossa MPB: Marcos Valle.
E para cantar a versatilidade de seu estilo único, Camila Pitanga convida ao palco o próprio Marcos Valle; Monique Kessous, uma das melho-res surpresas da nova MPB; Tulipa Ruiz, jovem cantora e compositora paulista de forte interpre-tação; e Jair de Oliveira, notável pela sua mixa-gem de samba com jazz e soul. E para relembrar sucessos que estouraram nos quatro cantos do mundo, eles cantam Samba de Verão; Gente; Viola Enluarada; Black is Beautiful; Mentira; Que Bandeira; Mustang Cor de Sangue; Os Grilos; Preciso Aprender a Ser Só; Estrelar; Capitão de Indústria; Paraíba não é Chicago; Mais de 30 e Azimuth.
Marcos Kostenbader Valle nasceu no Rio de Ja-neiro em 1943 e aos cinco anos já mostrava a veia artística que herdara de sua mãe e de sua avó, formando-se mais tarde em piano e teoria musical. Marcos começou sua trajetória profis-sional em parceria com Edu Lobo e Dori Caymmi e, em 1964 conheceu o sucesso com Samba de Verão, uma canção de sucesso tão grande que teve pelo menos 80 versões gravadas nos EUA – mais tarde seria sucesso também no circuito eu-ropeu e japonês, comprovando o potencial rítmi-co de sua música. Valle consagrou-se ainda co-mo um dos principais artistas da MPB nos anos 60, deixando seu nome gravado na chamada “segunda onda da Bossa Nova” e escreveu mui-tos temas para telenovelas.
Fonte: Coemrcial Rede Globo.
:: Mercado brasileiro terá mais de 20 novos empreendimentos até 2012 ::
Mais de 20 shopping centers serão inaugurados no Brasil até 2012. A projeção foi feita ontem pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), que estima uma alta de 15% no faturamento do setor este ano. Em 2009, os empreendimentos movimentaram R$ 71 bilhões.
"Para 2010, tínhamos previsto um crescimento de 12%, mas no acumulado até agosto já verificamos alta de 13,7%. Logo, devemos superar as projeções anteriores", afirmou Luiz Fernando Pinto Veiga, presidente da Abrasce.
Grande parte desse crescimento, segundo ele, vem do forte mercado consumidor brasileiro e do fácil acesso a crédito. A classe C também tende a ser uma propulsora do setor.
"A Brookfield se focou nos ativos de classe A e B e procurou consolidá-los, mas agora está na hora de começarmos a pensar na classe C", afirmou o presidente-executivo da Brookfield, Bayard Lima. "É uma tendência natural que os próximos projetos sejam focados nesse público."
Há também uma tendência de os shopping centers buscarem novas áreas fora das grandes metrópoles. Segundo o presidente do Iguatemi, Carlos Jereissati Filho, o interior do Brasil tem alto potencial.
"Temos nos focado em outras regiões [fora de São Paulo e Rio]. Olhamos mercados de longo prazo", afirmou Jereissati.
O presidente da Abrasce afirmou ainda que, de 2008 até agora, já foram lançados 58 empreendimentos e, para o ano que vem, a associação prevê 28 shopping centers lançados, inaugurados ou projetados.
Veículo: Valor Econômico
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:: Brasileiro reduz pela metade tempo gasto em compra no supermercado ::
Consumidor faz visitas mais frequentes e gasta em média 30 minutos, ante uma hora em 1998
Mudança de hábito é motivada por falta de tempo, trânsito difícil e maior comodidade, segundo pesquisadora
O consumidor brasileiro prefere ir a mercados mais próximos de casa para fazer compras menores e mais frequentes. O tempo médio de permanência não passa de 30 minutos, enquanto em 1998 superava uma hora.
Os dados fazem parte do estudo "Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados", que será divulgado hoje pela Popai Brasil, associação para o desenvolvimento do marketing nos pontos de venda.
Fatores como comodidade, falta de tempo e trânsito engarrafado explicam essa mudança de comportamento, afirma a pesquisadora do Provar (Programa de Administração do Varejo) Ana Caroline Fernandes.
E a inflação controlada desobriga o brasileiro de comprar em grande quantidade para se proteger da disparada dos preços, como era comum até o início dos anos 90.
A média de itens comprados a cada visita ao mercado caiu de 44, em 1998, para 23, em 2004, e 8, em 2010.
Isso leva as empresas a investir em unidades mais enxutas, onde a menor dispersão dos produtos permite economizar tempo, diz Fernandes. Ela ressalta que os hipermercados não estão perdendo mercado.
"O consumidor privilegia os mercados próximos para comprar produtos perecíveis. Os demais, ele adquire mensalmente em lojas mais distantes e baratas."
Entre os 1.860 entrevistados pela Popai em 62 lojas de sete Estados (SP, RJ, RS, PR, PE, BA e MG), 24% disseram que compram no local mais próximo de casa. Esse percentual era de 22% em 2004.
Os que consomem em locais não muito distantes ainda são maioria (51%), mas a proporção diminuiu em relação a seis anos antes (55%).
O percentual daqueles que se deslocam para longe ou muito longe subiu de 23% em 2004 para 25% em 2010.
MINISHOPPINGS
Fernandes observa que, entre os mercados maiores, as redes de "atacarejo" (que vendem para comércios menores, mas também atendem o pequeno consumidor) atraem as classes C e D, em busca de preços melhores.
Já os hipermercados têm investido cada vez mais em serviços, como farmácia, lavanderia e restaurante, visando as classes A e B. "Estão virando minishoppings", resume ela.
Segundo o presidente da Popai, Chan Wook Min, o objetivo é reter o cliente pelo máximo de tempo na loja, potencializando os ganhos com compras por impulso. A pesquisa mostra que o brasileiro compra em média um quarto a mais do que planeja.
A pesquisa mostra ainda que a alta da renda das classes C e D provocou o aumento do grupo que paga em dinheiro (58% em 2010, ante 45% em 2004).
Para Chan, o aumento dos divórcios e as mudanças na divisão de tarefas domésticas explicam a maior frequência de homens nos mercados (32% ante 23%).
Veículo: Folha de S.Paulo
Mudança de hábito é motivada por falta de tempo, trânsito difícil e maior comodidade, segundo pesquisadora
O consumidor brasileiro prefere ir a mercados mais próximos de casa para fazer compras menores e mais frequentes. O tempo médio de permanência não passa de 30 minutos, enquanto em 1998 superava uma hora.
Os dados fazem parte do estudo "Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados", que será divulgado hoje pela Popai Brasil, associação para o desenvolvimento do marketing nos pontos de venda.
Fatores como comodidade, falta de tempo e trânsito engarrafado explicam essa mudança de comportamento, afirma a pesquisadora do Provar (Programa de Administração do Varejo) Ana Caroline Fernandes.
E a inflação controlada desobriga o brasileiro de comprar em grande quantidade para se proteger da disparada dos preços, como era comum até o início dos anos 90.
A média de itens comprados a cada visita ao mercado caiu de 44, em 1998, para 23, em 2004, e 8, em 2010.
Isso leva as empresas a investir em unidades mais enxutas, onde a menor dispersão dos produtos permite economizar tempo, diz Fernandes. Ela ressalta que os hipermercados não estão perdendo mercado.
"O consumidor privilegia os mercados próximos para comprar produtos perecíveis. Os demais, ele adquire mensalmente em lojas mais distantes e baratas."
Entre os 1.860 entrevistados pela Popai em 62 lojas de sete Estados (SP, RJ, RS, PR, PE, BA e MG), 24% disseram que compram no local mais próximo de casa. Esse percentual era de 22% em 2004.
Os que consomem em locais não muito distantes ainda são maioria (51%), mas a proporção diminuiu em relação a seis anos antes (55%).
O percentual daqueles que se deslocam para longe ou muito longe subiu de 23% em 2004 para 25% em 2010.
MINISHOPPINGS
Fernandes observa que, entre os mercados maiores, as redes de "atacarejo" (que vendem para comércios menores, mas também atendem o pequeno consumidor) atraem as classes C e D, em busca de preços melhores.
Já os hipermercados têm investido cada vez mais em serviços, como farmácia, lavanderia e restaurante, visando as classes A e B. "Estão virando minishoppings", resume ela.
Segundo o presidente da Popai, Chan Wook Min, o objetivo é reter o cliente pelo máximo de tempo na loja, potencializando os ganhos com compras por impulso. A pesquisa mostra que o brasileiro compra em média um quarto a mais do que planeja.
A pesquisa mostra ainda que a alta da renda das classes C e D provocou o aumento do grupo que paga em dinheiro (58% em 2010, ante 45% em 2004).
Para Chan, o aumento dos divórcios e as mudanças na divisão de tarefas domésticas explicam a maior frequência de homens nos mercados (32% ante 23%).
Veículo: Folha de S.Paulo
:: Preços dos brinquedos são o melhor presente ::
Nas lojas da 25 de Março, os objetos de desejo mais procurados pelas crianças estão na faixa de R$ 30
O Dia da Criança promete muitas novidades neste ano. E o melhor, com preços menores. Com 900 lançamentos, a garotada deve fazer a festa. Por enquanto, quem comemora são os comerciantes da 25 de Março, no Centro da capital.
Os personagens do desenho Toy Story, como Woody e o Buzz Lightyear, estão entre os mais procurados e têm preços mais acessíveis, na faixa de R$ 30.
Um dos mais pedidos no ano passado, a linha Ben 10, o menino-herói, continua em alta e conquistou mais meninos que sonham com as aventuras alienígenas dos desenhos. Se acha de tudo do personagem: de reloginho digital a carros. É garantia de venda. E os preços variam de R$ 9,90 a R$ 137,90.
"Estoque é o que não falta porque se não vender agora, vende no Natal", falou Ondamar Ferreira, gerente da Armarinhos Fernando, tradicional loja da 25 de Março.
Um dos mais pedidos no ano passado, a linha Ben 10, o menino-herói, continua em alta e conquistou mais meninos que sonham com as aventuras alienígenas dos desenhos. Se acha de tudo do personagem: de reloginho digital a carros. É garantia de venda. E os preços variam de R$ 9,90 a R$ 137,90.
"Estoque é o que não falta porque se não vender agora, vende no Natal", falou Ondamar Ferreira, gerente da Armarinhos Fernando, tradicional loja da 25 de Março.
Aos olhos das meninas, tudo o que é cor rosa reluz como ouro. Assim, a prateleira com produtos da Xuxa faz sucesso. Os brinquedos atendem gostos de mocinhas exigentes e trazem uma infinidade de detalhes, como o "Meu querido Diário", com corações e adesivos.
Já na Comercial Gomes, também na Rua 25 de Março, as meninas se encantam pelos brinquedos para brincar de casinha. A marca Xalingo lançou a pia, a banheira, a lava-louça, o fogão, o microondas, a máquina de lavar, entre vários outros produtos. Claro, nas cores rosa e branco. A média de preço é de R$ 40.
Vendas maiores / As vendas do Dia da Criança representam 40% do faturamento dos fabricantes de brinquedos, enquanto as do Natal, 30%. E não é para menos, os pequenos sabem o que pedir. "Não deixo a data passar em branco. Eles pedem e negociamos o que podem levar", disse a comerciante Paula Westin, de 27 anos, que foi com os filhos Matheus, de 8 anos, e Cayque, de 5 anos, para comprar brinquedos em lojas da rua comercial mais agitada e famosa de São Paulo.
Os comerciantes estão otimistas. Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), as vendas neste ano cresceram 7%, principalmente por conta dos preços que ficaram cerca de 4% menores neste ano. A mágica é simples: os fabricantes aumentaram a produção.
O resultado se vê nas prateleiras. Os pais têm muita opção e os estoques das lojas estão lotados. O que sai mais, em geral, são os produtos licenciados, aqueles que pegam emprestados os personagens de filmes e desenhos animados.
Fiscalização para proibir venda de brinquedos sem segurança
A Fundação Procon-SP fiscalizou 120 estabelecimentos localizados em shoppings e ruas de comércio da capital durante a "Operação Dia das Crianças", no período de 28 de setembro a 1º de outubro. A intenção era coibir ações irregulares e desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor. Os fiscais constataram 54 irregularidades e autuaram 23 estabelecimentos. A diferença ocorre porque algumas lojas apresentaram mais de uma situação irregular.
Os principais problemas encontrados foram: ausência do selo de certificação do Inmetro; ausência de informação sobre o fabricante, importador ou distribuidor do brinquedo; ausência de informação em língua portuguesa; e falha na informação sobre validade. Os fornecedores podem ser multados.
Veículo: Diário de S.Paulo
:: Consumidor decide 76% das compras no PDV ::
Índice está na pesquisa "O Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados".
Essa é a terceira edição da pesquisa, que já foi realizada em 1998 e em 2004. O Ibope fez 1.860 entrevistas em 62 lojas de Campinas, Ribeirão Preto, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador e Belo Horizonte.
A pesquisa também mostrou que aumentou o número de homens no PDV. Em 1998, eles eram 16% do público; em 2004, 23%; e, neste ano, representam 32% dos consumidores.
Fonte: Meio e Mensagem.
:: Comércio otimista para Dia das Crianças ::
Segundo a pesquisa realizada pela Alshop, a expectativa de crescimento nas vendas para a data é de 16,5% em comparação ao mesmo período do ano passado
Uma das principais datas do varejo nacional e um termômetro para as vendas de final de ano, o Dia das Crianças promete fazer não só a molecada feliz. Segundo a pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), a expectativa de crescimento nas vendas para a data é de 16,5% em comparação ao mesmo período do ano passado. Com tíquete médio estimado entre R$ 80 e R$ 120, os produtos que devem provocar o desempenho positivo vão desde as tradicionais bonecas para as meninas, e os carrinhos e jogos para meninos, até linha de vestuário, celulares, MP3 e acessórios tecnológicos."As crianças são ótimas geradoras de consumo para toda a família, e a data tende a reforçar ainda mais o poder de compra dos adultos, que fazem dos shoppings um verdadeiro paraíso de compras e lazer para seus pequenos familiares. Seja na aquisição de brinquedos diversos, ou na ida às áreas de lazer e lanchonetes, além de outras atividades preferidas das crianças nos empreendimentos", analisa Nabil Sahyoun, presidente da Alshop.
Com base nos níveis crescentes de emprego, no crescimento da renda da população e na oferta de crédito, empresários varejistas também estão otimistas em relação ao crescimento. De acordo com a Pesquisa Serasa Experian de Perspectiva Empresarial para o Dia das Crianças 2010, 57% dos entrevistados acreditam no aumento do faturamento de seu negócio na data comercial. Este é o maior percentual de empresários otimistas desde o início da pesquisa, em 2005. No Dia das Crianças de 2009 esse percentual foi de 49%.
As grandes empresas estão liderando as opiniões positivas, com 76% de empresários otimistas. Nas médias empresas esse percentual foi 66%, enquanto que nas pequenas, 54%. Já na análise regional, o Nordeste se destaca. 72% dos varejistas da região acreditam que vão ampliar seu faturamento no Dia das Crianças deste ano em relação a 2009. Na sequência estão a região Norte (61%), Centro-Oeste (56%), Sudeste (55%) e Sul 50%. Os varejistas estimam ainda que 49% das vendas serão à vista e 51% a prazo. Em 2009, esta relação era de 52% à vista e 48% a prazo.
Os brinquedos continuam no topo da lista de desejos dos pequenos. Na opinião dos varejistas de todo o Brasil, 65% das vendas serão de brinquedos. Na sequência aparecem jogos eletrônicos (10%), celular (7%), aparelhos eletrônicos (5%), computadores e impressoras (4%), roupas sapatos e acessórios (3%), chocolates e doces (2%) e DVDs, CDs e livros (1%). Os percentuais se mantiveram equiparados aos do ano passado. A grande mudança foi o crescimento de 3% na projeção de vendas de computadores e impressoras.
A Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial para o Dia das Crianças 2010 foi a campo no período de 8 a 15 de setembro, com 1.007 executivos do setor do comércio de todo o País. A pesquisa para as datas comemorativas do varejo começou a ser desenvolvida em 2005. Trata-se de um levantamento estatístico com uma amostra de empresas representativas do setor do comércio, dos portes pequeno, médio e grande, e das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.
Fonte: Meio & Mensagem.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
:: Audiência de 04 de outubro ::
GLOBO:
Sete pecados - 13
Malhação - 23
Araguaia - 27
Ti-ti-ti - 31
Passione - 40
Tela quente ("Motoqueiro fantasma") - 27
Boletim Hipertensão - 19
SBT:
Pérola Negra - 5
Esmeralda - 7
As tontas não vão ao céu - 4
Canavial de paixões - 4
Ana Raio e Zé Trovão - 6
Programa do Ratinho - 3
Hebe - 3
BAND:
Brasil urgente - 6
CQC - 5
Tô frito - 2
RECORD:
Fala Brasil - 8
Hoje em dia - 8
Os mutantes - 8
CSI Investigação criminal - 11
Ribeirão do Tempo - 11
A Fazenda - 12
Show do Tom - 7
Fonte: Blog Patricia Kogut.
Sete pecados - 13
Malhação - 23
Araguaia - 27
Ti-ti-ti - 31
Passione - 40
Tela quente ("Motoqueiro fantasma") - 27
Boletim Hipertensão - 19
SBT:
Pérola Negra - 5
Esmeralda - 7
As tontas não vão ao céu - 4
Canavial de paixões - 4
Ana Raio e Zé Trovão - 6
Programa do Ratinho - 3
Hebe - 3
BAND:
Brasil urgente - 6
CQC - 5
Tô frito - 2
RECORD:
Fala Brasil - 8
Hoje em dia - 8
Os mutantes - 8
CSI Investigação criminal - 11
Ribeirão do Tempo - 11
A Fazenda - 12
Show do Tom - 7
Fonte: Blog Patricia Kogut.
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:: Ranking de Audiência ::
:: Classes C e D levam supermercados a registrar alta nas vendas de 7% ::
Alta em agosto foi de 1,2%
O volume de vendas nos supermercados brasileiros cresceu 6,8% entre janeiro e agosto deste ano, em comparação com o mesmo período de 2009, quando foi registrado aumento de 2%. O mas faturamento do setor permaneceu estável, segundo informou a Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
“Esse é um sinal de que mais pessoas estão entrando no mercado de consumo. Estão entrando as classes C e D e, por isso, aumenta o volume de vendas. Mas o faturamento não aumenta porque essas pessoas compram produtos de valor mais baixo”, afirmou o presidente da Abras, Sussumu Honda.
As vendas em agosto cresceram 1,2% em relação ao mesmo mês de 2009. Já na comparação com julho, houve redução de 1,4%. Segundo Honda, os resultados são efeito da massa salarial que cresceu 8,8%, indicador que está ligado ao número de empregos gerados este ano.
De acordo com a pesquisa divulgada hoje (29) pela entidade, os itens que mais contribuíram para o aumento do volume de vendas foram bebidas alcoólicas (16,3%) e não alcoólicas (11,1%); alimentos perecíveis (9,2%); limpeza caseira (6,2%); mercearia salgada (5,2%); mercearia doce (3,9%); e higiene e beleza (3,7%).
A cesta de 35 produtos mais consumidos pela população teve, em agosto, queda de preço de 0,27% na comparação com o mês de julho. Com relação a agosto do ano passado, a cesta ficou 4,11% mais cara. As maiores altas ficaram por conta de papel higiênico (4,16%), carne (3,09%) e biscoito maisena (2,85%). Já os produtos que registraram as maiores quedas de preços foram cebola (-27,12%) e batata (-18,17%).
Veículo: EPTV Campinas
:: Alta do varejo chega a 10% ::
A atividade do comércio registrou expansão de 10% no acumulado de janeiro a setembro ante o mesmo período em 2009, segundo o indicador da Serasa Experian. Os segmentos de material de construção e de móveis, eletroeletrônicos e informática lideram a expansão, com altas de 16,8% e 15,9%, respectivamente. Veículos, motos e peças tiveram acréscimo de 14,6% nos nove primeiros meses do ano. Considerando apenas setembro, a atividade do comércio ficou estável em relação ao mês anterior, descontadas as influências sazonais.
A atividade varejista voltou a se acelerar no terceiro trimestre, depois de um segundo trimestre mais fraco. O desempenho foi puxado pela alta de 1% no movimento dos supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas e pelo avanço de 0,6% no segmento de móveis, eletroeletrônicos e informática, impulsionados pelas condições de crédito favoráveis.
Veículo: Valor Econômico
:: Brinquedos Estrela lança nova Fashion Doll para o Dia das Crianças ::
Além da tradicional Susi, chega agora ao mercado as Moxie Girlz, que já são sucesso no exterior.
Desenhadas para refletir as últimas tendências da moda, as fashion dolls viraram febre no mundo todo. Milhares de fãs no mundo inteiro já se renderam aos encantos das fashion dolls que estão entre os lançamentos da Estrela: as Moxie Girlz, uma turma de fashion dolls que, além da aparência cool, transformou-se em sucesso de vendas também por conta de seu lema Be True! Be you! Diferentemente de outras fashion dolls, com características inatingíveis, as Moxie estão muito próximas da realidade das crianças, o que facilita sua identificação. Elas transmitem a seguinte idéia: “Ser quem você quiser é mágico. Fazer o que você quiser é incrível! É só brincar de ser você mesma”.
Com essa mensagem saudável, estas fashion dolls já conquistaram o título de melhor brinquedo do ano nos EUA, e só no Brasil, onde acabam de desembarcar, já aparecem em 7 mil páginas em português no Google, mais de 10 comunidades no Orkut, 9 perfis ativos no Twitter e centenas de followers.
Para presentear as meninas antenadas e que curtem moda e bonecas descoladas, nada melhor que dar uma fashion doll de presente. Além da Susi, que foi criada pela Estrela em 1966, agora as crianças também vão poder contar com as Moxie Girlz como suas melhores amigas!
Lexa, Sophina e Avery são amicíssimas e cada uma tem uma personalidade diferente. Forte, determinada e cheia de energia, Avery acredita que tudo é possível se colocarmos todo nosso coração e empenho para alcançar o que desejamos. A loirinha é a capitã do time de volei da sua escola, líder do clube de rapel e gosta de passar seus fins-de-semana atualizando o seu blog, andando de skate, de bicicleta e de snowboard. Ela é superatarefada e mesmo assim sempre acha tempo para se divertir com seus amigos.
Já Lexa é criativa e brincalhona. Acredita que a vida deve ser engraçada e divertida e que você deve ser você mesma não importa o que aconteça. O grande sonho de Lexa é ser uma grande diretora de cinema um dia. Ela ama ir ao cinema assistir filmes legais, visitar museus de arte, ler poesias e ouvir black music. Ela também adora dançar, dançar e dançar!!! Os amigos de Lexa a amam de paixão, pois ela consegue fazê-los rir mesmo em um dia ruim!
Carinhosa e consciente, Sophina sempre se preocupa com o mundo ao seu redor. Ela acredita que cada pessoa é capaz de fazer a diferença no mundo se ela realmente quiser e se esforçar. O sonho da Sophina é ser uma compositora famosa um dia. Ela é supercriativa e tem uma memória muito boa. Ela ama viajar, acampar e escalar montanhas e compõe suas músicas se lembrando das suas aventuras. Os amigos da Sophina a amam, pois ela é uma grande ouvinte e está sempre presente quando eles precisam dela.
Confira as sugestões de presentes com as Moxie Girlz e também com a Susi, que além de ter como trunfo seus traços delicados e personalidade meiga, ganhou agora versões ligadas a personagens de cinema e também a uma novela da Globo. [ SAC Estrela – 0800-704-5520 | www.estrela.com.br].
Veículo: Revista Fator Brasil
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:: Tendências ::
:: Extra projeta vender até 25% mais celulares ::
Um dos campeões em vendas do Extra Hipermercado é o celular, produto que a rede acredita que irá disparar em vendas nesse Dia da Criança, com a expectativa da categoria saltar 25% se comparado a data do ano passado. A venda de aparelhos de telefonia no primeiro semestre em 2010, na rede, cresceu 20% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
Segundo a empresa, um dos destaques é o aparelho da Motorola WX290 vendido com exclusividade nas lojas Extra. A novidade, desenvolvida especialmente para a data sazonal, será vendida com conteúdo do musical Camp Rock 2, que inclui quatro músicas do novo CD e quatro wallpapers. Além dos celulares, o Extra também prevê aumento global por conta do Dia das Crianças, com estimativas deverá ficar na casa de 20%. O volume de importações cresceu 150% comparado ao ano anterior. "Desenvolvemos brinquedos em parceria com empresas da China, por exemplo, que nenhum dos concorrentes têm. Trazemos novidades como opções de presentes para as crianças", diz Sandro Benelli, diretor de Importações e exportações.
Veículo: DCI
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:: Tendências ::
:: Caixa amarela ganha novo recheio ::
A Caixa Amarela da Chocolates Garoto ganha novo recheio: duas unidades do Talento Bombom. Com esta nova versão, que chega ao mercado em edição limitada, a proposta da empresa é agregar um novo sabor à tradicional Caixa Amarela, incrementando ainda mais o consumo do recém-lançado Bombom Talento.
Para facilitar a identificação pelo consumidor, a Caixa especial terá uma embalagem diferenciada, que traz no painel frontal uma imagem do Talento Bombom. Ela poderá ser encontrada em algumas redes do comércio de grandes centros do país, como Carrefour, Pão de Açúcar, Walmart, entre outros. Preço sugerido: R$6,50 (preço Regular da Caixa Amarela Garoto).
Talento Bombom-Elaborados com ingredientes nobres, os bombons Talento trazem avelãs inteiras envolvidas por um suave recheio de avelã, cobertos com o chocolate Talento. A novidade também está disponível ao consumidor em caixas com 14 unidades, ideais para presentear.
Veículo: Revista Fator Brasil
:: Sephora planeja entrada no país com venda parcelada ::
Marca de cosméticos de luxo tem estratégia para classe C, com vendas em 12 vezes, e busca espaço em shoppings
Depois de comprar 70% do site brasileiro Sacks, grupo francês LVMH vai mudá-lo até 2012 para sephora.com.br
Depois de precisar contratar funcionárias brasileiras para dar conta das compradoras do Brasil nas suas lojas em Paris, a marca de cosméticos francesa Sephora planeja agora seu desembarque no Brasil.
A marca está em negociação com shoppings para a abertura de lojas, mas vai aproveitar a estrutura do site Sacks, comprado em julho.
O grupo francês de bens de luxo LVMH, dono da Louis Vuitton, comprou 70% do site brasileiro de cosméticos, em negócio estimado em R$ 250 milhões.
Num esforço para alcançar a classe C, a empresa pretende manter o parcelamento em 12 vezes -tradicional na Sacks- nos produtos da marca Sephora.
"Precisamos tornar o luxo mais acessível. Dá pena ver que os brasileiros viajam para fora e consomem lá porque os preços são muito melhores", diz Carlos André Montenegro, presidente-executivo do site Sacks, que deve se transformar até 2012 em sephora.com.br.
Ele também diz que vai tentar convencer o governo a diminuir as tarifas para a importação de produtos de beleza, que chegam a 79%.
Apesar de surpreso com pesquisas de mercado que indicaram conhecimento da marca francesa pelas brasileiras, Montenegro afirma que a Sacks ainda tem mais força. Ele e seus sócios ainda detêm 30% da Sacks.
A Sephora tem 700 lojas em 13 países (250 apenas nos EUA). O nome é uma fusão de "sephos", o termo da Grécia Antiga para beleza, com Zípora, mulher de Moisés no livro do "Êxodo" da Bíblia.
Veículo: Folha de S.Paulo
:: L'Occitane planeja estar em 500 farmácias em três anos ::
Venda começa na rede Panvel, no Sul, e agora chega à DrogaRaia em SP.
Nesta semana, na sede brasileira do grupo francês L'Occitane, na zona sul de São Paulo, funcionários da rede de farmácias DrogaRaia passeavam pelos corredores. Esses profissionais estiveram no centro de treinamento da companhia, em dias alternados, para aulas em reuniões fechadas. É parte de um projeto da marca de cosméticos que começa a ganhar musculatura em poucos dias. A partir de segunda-feira, a L'Occitane passa a vender 80 produtos de seu mix em unidades da DrogaRaia em São Paulo.
Nesta semana, na sede brasileira do grupo francês L'Occitane, na zona sul de São Paulo, funcionários da rede de farmácias DrogaRaia passeavam pelos corredores. Esses profissionais estiveram no centro de treinamento da companhia, em dias alternados, para aulas em reuniões fechadas. É parte de um projeto da marca de cosméticos que começa a ganhar musculatura em poucos dias. A partir de segunda-feira, a L'Occitane passa a vender 80 produtos de seu mix em unidades da DrogaRaia em São Paulo.
É o início de um plano que tem como meta comercializar itens da marca em 500 pontos de drogarias em até três anos, conta Anna Chaia, presidente da empresa no Brasil. "Planejamos uma expansão intensa", diz ela. "Já estamos negociando com outras varejistas, como a Onofre e a Drogasil. E ainda estamos avaliando a possibilidade de criar 'store in store' em futuras lojas de drogarias que tiverem espaço físico para isso", afirma ela.
Com 55 lojas próprias no Brasil, a rede francesa começou a avaliar, há cerca de um ano, a possibilidade de ampliar a atuação por meio de parcerias no varejo. Não se trata de alternativa aos planos de expansão orgânica no Brasil. A L'Occitane quer chegar a 70 lojas no país até março de 2011 e 100 unidades em 2012. Ainda prevê ampliar o faturamento em 35% este ano (foram R$ 102 milhões em 2009, com expansão de 30% em relação a 2008). Mas Chaia acredita que há espaço para fazer mais, de forma mais rápida e ao mesmo tempo, sem "atropelos", diz ela.
"É tudo feito com sensatez. O projeto de 500 drogarias parceiras é parte de um plano desenhado de forma detalhada e dentro das nossas capacidades de crescimento", afirma. A princípio, serão vendidas mercadorias em cinco unidades da DrogaRaia e o número será ampliado de forma gradual e constante. Quatro lojas da rede de drogarias gaúcha Panvel começaram a vender itens da marca meses atrás para testar a demanda entre as classes A e B. Os 80 itens vendidos inicialmente equivalem a 20% da linha total da marca no Brasil, com 400 itens.
No momento, serão comercializados produtos para corpo, cabelo e as fragrâncias. Itens para a área do rosto, com os preços mais elevados (há creme de 50 mililitros por R$ 255) devem complementar o portfólio das drogarias a partir de novembro. A L'Occitane vai expor os cosméticos em gôndolas exclusivas, de 1,20 metro, fabricadas pela área mobiliária da sede em Paris. Para ter esse espaço nas lojas, foi preciso negociar com as drogarias. É que cresceu, de forma assombrosa, o número de marcas que querem ter espaços próprios dentro das farmácias, para expor os produtos de forma destacada.
"A boa notícia é que, com a norma da Anvisa de exposição de medicamentos apenas atrás do balcão, sobrou espaço na frente das lojas. Por isso, o varejo anda até interessado em fechar esses acordos também", conta um gerente comercial de uma drogaria paulista.
A L'Occitane não dá detalhes, mas esses acordos de espaços exclusivos envolvem desde participação em encartes publicitários das lojas até vendas em consignação e descontos na compra dos primeiros lotes de itens.
Já está acertado que as drogarias venderão produtos com preços iguais aos dos pontos próprios da L'Occitane. É o mesmo modelo comercial adotado pela companhia na Europa e nos Estados Unidos. Nesses locais, lojas de departamento, como Macy's e Marks Spencer e Galeria Lafayette, comercializam só uma parte do portfólio pelo mesmo valor de etiqueta das lojas. Por aqui, no entanto, não haverá parcerias com grandes redes de departamento. Cadeias similares (como Mappin e Mesbla) faliram na década passada
Apesar disso, as estimativas de expansão local estão mantidas. No mundo, a L'Occitane cresceu 15% no ano passado, ao atingir € 560 milhões de receita. No Brasil, se atingir a alta de 35% prevista para o ano fiscal com término em março de 2011, a receita local chegará a R$ 135 milhões. Deve equivaler a 8% do faturamento mundial. Neste ano, a empresa no Brasil deve se tornar a quarta maior operação da rede francesa do mundo. "Até dezembro, devemos pular a Inglaterra", comemora Chaia.
Veículo: Valor Econômico.
:: Classe C cresce mais de 7% ao ano ::
O Ibope apresentou a pesquisa - Classe C Urbana do Brasil: Somos iguais, Somos diferentes - durante a 20ª edição do MaxiMídia, que começou nesta terça-feira, 5, em São Paulo. O estudo avalia os hábitos de consumo da "nova classe média brasileira", que, por sinal, responde por mais da metade da população do país, quase 100 milhões de pessoas.
Para Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Mídia e responsável pela pesquisa, a classe C atualmente é a protagonista da história. "O crescimento anual da classe A e B é de 4%. Já na classe C o ritmo está entre 7 e 8%". O estudo foi realizado com base nas informações do Target Group Index e analisou mais de 200 categorias de produtos, junto a uma amostra de cerca de 20 mil indivíduos entre 12 a 64 anos.
A "nova classe C", predominantemente jovem, está mais otimista economicamente. "Em 2005, 40% declararam estar melhor do que no ano anterior. Já em 2009, este percentual subiu para 50%. A classe C quer adquirir bens, essa classe tem desejos", complementa Dora.
Quando o assunto é perspectivas futuras o otimismo continua, sendo que em 2005 eram 74% que estavam otimistas com o próximo ano, já em 2009 foram 84% dos entrevistados. "Entre as áreas com grande potencial de crescimento, destaque para a baixa proporção da população de classe C que fala mais de um idioma (23%) e para investimentos em aparências e cuidados pessoais, sobretudo para as mulheres e os jovens (64%)", finaliza a diretora comercial do Ibope Mídia.
Fonte: Meio e Mensagem.
Para Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Mídia e responsável pela pesquisa, a classe C atualmente é a protagonista da história. "O crescimento anual da classe A e B é de 4%. Já na classe C o ritmo está entre 7 e 8%". O estudo foi realizado com base nas informações do Target Group Index e analisou mais de 200 categorias de produtos, junto a uma amostra de cerca de 20 mil indivíduos entre 12 a 64 anos.
A "nova classe C", predominantemente jovem, está mais otimista economicamente. "Em 2005, 40% declararam estar melhor do que no ano anterior. Já em 2009, este percentual subiu para 50%. A classe C quer adquirir bens, essa classe tem desejos", complementa Dora.
Quando o assunto é perspectivas futuras o otimismo continua, sendo que em 2005 eram 74% que estavam otimistas com o próximo ano, já em 2009 foram 84% dos entrevistados. "Entre as áreas com grande potencial de crescimento, destaque para a baixa proporção da população de classe C que fala mais de um idioma (23%) e para investimentos em aparências e cuidados pessoais, sobretudo para as mulheres e os jovens (64%)", finaliza a diretora comercial do Ibope Mídia.
Fonte: Meio e Mensagem.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
:: Audiências de 15 de setembro ::
GLOBO:
Sete pecados - 12
Malhação - 18
Escrito nas estrelas - 25
Ti-ti-ti - 31
Passione - 36
Futebol: Fluminense x Corinthians - 24
Boletim Hipertensão - 13
SBT:
Pérola Negra - 5
Esmeralda - 5
As tontas não vão ao céu - 5
Canavial de paixões - 4
Ana Raio e Zé Trovão - 9
Programa do Ratinho - 4
Qual é o seu talento - 8
Topa ou não topa - 7
RECORD:
Fala Brasil - 7
Hoje em dia - 6
Os mutantes - 6
CSI Investigação - 9
Ribeirão do Tempo - 14
Supertela ("Bridget Jones - No limite da razão") - 11
Fonte: Blog Patricia Kogut.
Sete pecados - 12
Malhação - 18
Escrito nas estrelas - 25
Ti-ti-ti - 31
Passione - 36
Futebol: Fluminense x Corinthians - 24
Boletim Hipertensão - 13
SBT:
Pérola Negra - 5
Esmeralda - 5
As tontas não vão ao céu - 5
Canavial de paixões - 4
Ana Raio e Zé Trovão - 9
Programa do Ratinho - 4
Qual é o seu talento - 8
Topa ou não topa - 7
RECORD:
Fala Brasil - 7
Hoje em dia - 6
Os mutantes - 6
CSI Investigação - 9
Ribeirão do Tempo - 14
Supertela ("Bridget Jones - No limite da razão") - 11
Fonte: Blog Patricia Kogut.
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terça-feira, 14 de setembro de 2010
:: Classes C e D compram mais e buscam qualidade e bom preço ::
As redes de supermercados apostam no aumento do poder de compra das classes “C e D” para expandir os negócios.
O empresário José Dantas fabrica suplementos para esportistas e produtos como capuccino, achocolatados, curau e sopas. Ele aposta na grande massa de consumidores brasileiros para aumentar os negócios.
“Eu acredito que a classe C e D ainda vão prevalecer e é um grande consumo dessa classe e é nosso intuito fazer produto voltado para ela”, comenta José Dantas.
Hoje, na linha de alimentos, 40% dos produtos da fábrica são direcionados para o consumo popular.
Hoje, na linha de alimentos, 40% dos produtos da fábrica são direcionados para o consumo popular.
“O consumo da classe C e D aumentou muito, no que diz respeito a produtos que antes eles não consumiam, tipo cappuccino, por exemplo, que era uma classe A, B que consumia. E hoje eles querem o quê? Esse mesmo produto, com a qualidade que a classe A, B consomem com o preço compatível com o deles e a qualidade acima de tudo”, destaca o diretor de marketing Alexandre Nasser.
Na fábrica, os produtos de marca própria se destacam. São aqueles encomendados com a marca de clientes, como redes de supermercados e distribuidores. Um sistema que oferece margem de lucro pequena para o fabricante, porém com baixíssimo risco.
“A marca própria é menos risco porque o nosso cliente nos fornece, na maioria dos casos, eu diria até 100%, as embalagens e as matérias-primas. Alguns clientes fornecem parte da matéria prima e o resto a gente fornece, então o risco pra nós é zero”, José Viotto, consultor da fábrica.
“A marca própria é menos risco porque o nosso cliente nos fornece, na maioria dos casos, eu diria até 100%, as embalagens e as matérias-primas. Alguns clientes fornecem parte da matéria prima e o resto a gente fornece, então o risco pra nós é zero”, José Viotto, consultor da fábrica.
A primeira estratégia para baixar custos é eliminar perdas. Na fábrica, a maior parte da matéria prima é feita de pó de cacau, leite e açúcar. Mas, trabalhar com pó exige cuidado. Ele se perde por tubulações, dispersa no ar e gera desperdícios invisíveis, mas importantes. Para controlar o gasto, a empresa encurtou o processo produtivo. Agora, a matéria-prima percorre apenas sete metros de extensão, da mistura até o envase final.
“Você vai acumulando esse pozinho que fica, esse que sai, que fica no caninho da máquina, enfim chega no final do ano, você vai ver quanto você comprou e quanto você conseguiu produzir, né? A gente conseguiu reduzir nosso desvio padrão, nossa perda da fábrica, em 12 toneladas por ano, mais ou menos”, conta Alexandre Nasser. “É uma economia considerável!”, completa.
E a empresa também descobriu o valor de certas matérias primas, nem sempre percebido pelos concorrentes.
Alguns grãos são chamados: “fora de especificação”. São produtos partidos, manchados, que a indústria rejeita. Mas é a mesma matéria-prima dos grãos inteiros, só que 30% mais barata. E como tudo vai ser moído, pra virar sopas e curaus, a única diferença que o consumidor sente está no bolso.
São grãos de vários tipos, como milho, ervilha e arroz. Eles são misturados, aquecidos e expandidos por um processo chamado extrusão, que descontamina o produto. Depois, tudo é moído de novo. Com o tempero, a mistura se transforma em uma sopa em pó, vendida R$1 o saquinho. Hoje a empresa produz 13 toneladas de sopa por mês. E a previsão é ir bem além.
“É um produto de qualidade classe A, para um público C e D. Nosso objetivo é exportação para países em desenvolvimento, principalmente, África e Oriente Médio”, comenta José Dantas.
Para fabricar alimentos em pó, é preciso comprar equipamentos como extrusora, misturadora e embaladora. O empresário calcula um investimento de R$ 1 milhão.
Além de preço e qualidade, o processo de produção conquista o consumidor com outras vantagens. Hoje a empresa faz mais de 100 produtos de marca própria.
No caso do curau de milho, é só misturar com leite, aquecer, e em três minutos está pronto. É prático e ainda economiza gás na cozinha!
Além de preço e qualidade, o processo de produção conquista o consumidor com outras vantagens. Hoje a empresa faz mais de 100 produtos de marca própria.
No caso do curau de milho, é só misturar com leite, aquecer, e em três minutos está pronto. É prático e ainda economiza gás na cozinha!
“Tudo hoje é economia, pelo fato de você ter economia em termo de cocção já ajuda muito no teu salariozinho, no dia a dia. Isso quem mora em fazenda, em interior e tem um poder aquisitivo baixo ele vai contar isso aí, ele vai contar centavo por centavo”, comenta José Dantas.
Os produtos com marca própria são vendidos para supermercados como este. As três maiores redes do país vão reservar um terço dos investimentos, nos próximos anos, para as classes C e D.
“Estes consumidores são atentos e exigentes”, garante o presidente da associação brasileira de supermercados, Sussumu Honda.
“Essa classe é uma classe que está entrando no consumo agora, então você tem necessidade de produtos, eu diria mais específicos. Mas não só produtos. Produtos voltados pra essa classe, tem que ter qualidade, mas tem que ter preço competitivo. E o varejo também tem que modelar suas lojas pra atender essa classe que não demanda tanta prestação de serviço, mas quer o atendimento como ocorre nas grandes lojas, nos grandes hipermercados”, comenta ele Sussumu.
Os produtos com marca própria são oferecidos em embalagens econômicas e há descontos para a compra em quantidade. E o supermercado atende ao desejo do consumidor: qualidade e preço.
“Eu procuro produtos bons e baratos. O carrinho está cheio. Peguei o que eu achei em conta hoje.” Cristina Magalhães, cliente.
“Não tenho problema com marca. O que está mais em conta, tem que defender um pouco o meu bolso, né?”, finaliza Inácia Torres, outra cliente.
Veículo: Pequenas Empresas & Grandes Negócios
:: Pesquisa mostra entrada de 29 milhões na classe C desde 2003 ::
De 2003 a 2009, um total de 29.063.545 brasileiros ascenderam para a classe C, a chamada nova classe média. Somente entre 2008 e 2009, período da crise financeira internacional, 3.172.653 pessoas passaram a fazer parte da classe C. Os dados constam da pesquisa "A Nova Classe Média: O Lado Brilhante dos Pobres", divulgada na última sexta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
"Essa classe já representa mais da metade da população e tem um grande poder político e econômico, pois detém o maior poder de compra da população", afirmou o pesquisador e responsável pela análise, Marcelo Nery. O estudo foi feito com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), relativa a 2009 e divulgada esta semana pelo IBGE, apontam que o número de brasileiros que compõem a nova classe média, cuja renda varia de R$ 1.126 a R$ 4.854, chegou a 94,9 milhões de pessoas e ultrapassou pela primeira vez os 50% da população.
De julho de 2009 ao mesmo mês de 2010, a renda média dos brasileiros cresceu 7,7%, mostrou o estudo da FGV. O percentual é superior à média anual de 3,8% registrada de dezembro de 2002 a dezembro de 2008. O levantamento revelou ainda que o índice de Gini, que mede a desigualdade, recuou 1,4% entre julho de 2009 e julho de 2010. "A desigualdade continua em queda, o processo de emergência da classe média é sustentável e diferente da Índia e da China, que crescem economicamente, mas nem tanto com redução de desigualdade", comentou Nery.
Ele disse ainda que o forte aumento da renda registrado no período também é resultado do fato de o País estar às vésperas de eleições. Segundo o pesquisador, este movimento costuma ocorrer em períodos que antecedem a ida dos brasileiros às urnas para a eleição presidencial.
O estudo identificou ainda que o crescimento do País nos últimos anos está mais baseado em geração de renda do que em consumo. Enquanto o índice sintético de potencial de consumo aumentou 22,6% entre 2003 e 2008, o índice de geração de renda subiu 31,2%. Para Nery, isso indica crescimento sustentável.
De acordo com o responsável pela pesquisa, "não é só crédito e programas sociais [a razão do crescimento da renda] - o Brasil foi para a escola nos anos 90, conseguiu trabalho com carteira assinada, está contribuindo para a Previdência, está investindo em computadores", comentou.
Veículo: DCI
:: Varejo online faz promoção conjunta ::
As principais redes varejistas com operações de comércio eletrônico começaram ontem uma série de promoções conjuntas, com descontos de até 70% nos produtos, frete grátis e parcelamentos em até 12 vezes. Batizada de Detonaweb, a nona edição reúne sites como Americanas, Carrefour, Comprafacil, Extra, Magazine Luiza, Marisa, Ponto Frio, Submarino e Walmart. As promoções, que seguem até sexta-feira, dia 17, podem ser acessadas pelo site da campanha, por meio do endereço eletrônico www.detonaweb.com.br.
Segundo o diretor executivo da camara-e.Net, Gerson Rolim, a expectativa é de um aumento em até 50% nas vendas quando comparado ao evento do ano passado. Em 2009, o site da campanha recebeu mais de 690 mil acessos de internautas nos cinco dias de ofertas. "Reunindo de forma inédita 20 varejistas online temos a possibilidade de proporcionar ofertas para todas as categorias", disse Rolim.
"Com este tipo de iniciativa, temos condições de oferecer produtos para consumidores que, até então, não pensavam em adquiri-los por meio da Internet." Este ano, as ofertas estão reunidas no portal da promoção, ao contrário de outros anos, quando as varejistas ofereciam diretamente em seus sites. "Neste formato, proporcionamos uma maior concorrência entre os participantes, com atualizações ao longo do dia das ofertas", afirmou o representante do comitê de varejo online da camara-e.Net, Jonas Ferreira. Conforme ele, os preços não são combinados entre as redes varejistas, "garantindo transparência e competitividade".
Segundo Rolim, a expectativa para este ano é de um crescimento de 35% do número de pessoas que vão às compras na internet, o que representaria uma base de 23 milhões de consumidores. "O aumento do número de pessoas com acesso à internet e o aumento da frequência das compras levaram o setor a crescer 40% em média nos últimos anos", destacou Rolim.
Veículo: Diário do Grande ABC
:: Lojas se preparam para o Natal ::
Encomendas em Minas Gerais deverão registrar uma expansão de 20% neste ano.
O setor supermercadista de Minas Gerais já está se preparando para abastecer as lojas para o Natal, considerada pelo varejo como a melhor data do ano em vendas. As encomendas no exterior tiveram início em março e foram até 30% maiores na comparação com o ano passado, estimuladas pela desvalorização do dólar frente ao real. Já os pedidos internos devem começar entre o final deste mês e início de outubro. Diante do cenário econômico positivo, a estimativa das redes e centrais de compras no Estado é que as encomendas tenham expansão na casa dos 20%.
Boa parte das compras é de produtos típicos para as festividades de final de ano, como vinhos, espumantes, geleias, bacalhau, peixes, frutas secas e panetones, além de artigos para presentear durante o Natal, a chamada linha bazar. Para atender ao aumento da demanda, a atividade deve contar com o trabalho dos temporários, que devem ser contratados em dezembro e chegam a representar aumento do efetivo de 10% frente a novembro.
Na rede Super Nosso, que conta com 12 lojas na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), as perspectivas para o último mês do ano são otimistas, segundo o diretor da empresa, Euler Fuad. "Devemos superar o resultado do ano passado", ressaltou. A estimativa é de alta de 15% a 20% na comercialização de produtos para o Natal ante igual intervalo de 2009.
Ele afirmou que para os importados as perspectivas são ainda melhores em razão da boa aceitação dos produtos, além da influência positiva do câmbio. "No geral, os preços não tiveram alterações, se mantiveram estáveis. Agora, em alguns casos, dependendo dos artigos há quedas que chegam a 8% frente ao ano passado", observou. A projeção é de crescimento na venda dos produtos provenientes do exterior é de 30%.
Fuad explicou que, em razão dos prazos, a compra dos importados começou em maio e apresentou expansão de 30% ante 2009. Já a programação para a aquisição de produtos nacionais teve início em agosto e a estimativa é que as encomendas tenham alta de 15% a 20% frente ao exercício passado.
Enquanto que, para os produtos de fora do país, o cenário é marcado pela estabilidade, os produtos nacionais, conforme o diretor, estão de 5% a 10% mais caros neste ano.
Ele ressaltou que a contratação dos temporários acontece no último mês do ano e chega a representar um incremento de 10% do efetivo das lojas frente a novembro. Atualmente, a rede de supermercados conta com cerca de 2 mil funcionários.
A rede Super Nosso, com 12 lojas na RMBH, prevê crescimento de 15% a 20% nos pedidos para o Natal
Negociação - A rede ABC, com sede em Divinópolis, região Centro-Oeste, ainda não fez as encomendas nacionais, segundo o diretor-presidente da empresa, Valdemar Martins Amaral. Ele frisou que as compras para abastecer as 21 lojas deverão começar até outubro. "Estamos na fase de negociação", disse.
Ele afirmou que os pedidos feitos pela empresa, considerando as novas unidades, devem ser 18% maiores frente aos efetuados no ano passado. "Levando em conta o mesmo número de lojas de 2009, o incremento deve ser na casa dos 10%", ressaltou.
Com o câmbio favorável, Amaral salientou que as compras de produtos importados tiveram expansão de 25% neste ano ante o anterior, com destaque para artigos provenientes da Argentina, Chile, Panamá e Itália. Ele afirmou que, apesar de o dólar estar cotado abaixo dos R$ 2, os preçod dos produtos se mantiveram praticamente estáveis.
Para o Natal, o presidente da rede estima incremento nas vendas de 25% em comparação com o resultado de 2009, considerando o aumento do número de lojas, que hoje está presente em dez municípios mineiros. Levando em conta a mesma quantidade de filiais, a perspectiva é de expansão de 15% na comercialização.
A União dos Supermercados do Sul de Minas (Unissul), com sede em Pouso Alegre, também não iniciou as compras para o final do ano, segundo o presidente da central de compra, Carlos Magno de Souza Fonseca. "Devemos fazer os pedidos em outubro", disse. A expectativa é que as encomendas neste ano sejam 10% maiores do que as feitas no exercício passado.
Assim como a rede de supermercados ABC, a central de compras deve contratar alguns temporários em dezembro. A estimativa da Unissul é que o efetivo tenha expansão de 3% a 4% no último mês de 2010 ante novembro do mesmo exercício.
Veículo: Diário do Comércio – MG
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