GLOBO:
Sinhá moça - 16
Malhação - 21
Escrito nas estrelas - 27
Tempos modernos - 28
Passione - 33
A grande família - 27
A vida alheia - 16
Brasileiros - 11
Jogos do Brasil:
Argentina x Coréia do Norte - 13
Grécia x Nigéria - 14
França x México - 17
SBT:
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 8
Ana Raio e Zé Trovão -7
Programa do Ratinho - 4
Conexão reporter - 7
A praça é nossa - 7
RECORD:
Hoje em dia - 4
Fala Brasil - 6
CSI Investigação Criminal - 11
Ídolos - 11
Ribeirão do tempo - 8
Os mutantes - 7
Fonte: Blog Patricia Kogut.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
:: Varejo já fatura com o fim da exclusividade no setor de cartões ::
Lojistas conseguem redução do aluguel de terminais e taxa menor
Com seis lojas em São Paulo e faturamento anual na casa dos R$ 9 milhões, a relojoaria Timeland vai reduzir as despesas com aluguel de maquininhas de captura (POS) de pagamentos com cartões de R$ 21,6 mil para cerca de R$ 5 mil ao ano. Nas taxas pagas por transação de débito, crédito ou nas vendas parceladas, a economia será da ordem de R$ 30 mil. As estimativas são do sócio Pedro Luiz Fujiwara, que, atento às implicações que a abertura do mercado traria, tratou de chamar Redecard e Cielo para a conversa há cerca de três meses. Acabou fechando contrato de um ano para ficar apenas com a rede da Cielo e vai desconectar os terminais da concorrente.
"Antes, não se tinha essa opção. Ou o lojista não aceitava cartão, como se isso fosse possível nos dias de hoje, ou ficava na mão das empresas, que são os 'melhores sócios do mundo' e numa única transação levam até 4%", diz. Na escolha da Cielo pesou a agilidade da credenciadora nas negociações e um certo pé atrás com a a Redecard. "Quando o Shopping Bourbon (zona Oeste de São Paulo) foi inaugurado, em abril de 2008, demorou um mês para instalarem o POS; na crise, eles aumentaram as taxas e depois veio a pane do Natal." O novo concorrente, o Santander, em parceria com a GetNet, não chegou a ser procurado. "Por ser uma rede nova, ainda está investindo, não sei se teria capacidade operacional para abocanhar um mercado muito maior."
Quando o contrato com a Cielo expirar, avisa, a Timeland estará aberta a novas negociações. A empresa vai manter Itaú e Bradesco como os bancos onde são depositados os fluxos de recebimento dos cartões (domicílio bancário). A ideia é buscar também nos bancos melhores condições no pacote de conta corrente e de antecipação de recebíveis. Com a economia nas despesas com as credenciadoras, a intenção é investir mais e reduzir o volume tomado com as instituições financeiras. A loja não pensa em dar desconto ao clientes.
A TDB Têxtil, dona da Tip Top, de roupas de bebê, por sua vez, decidiu testar os serviços do Santander e da GetNet. Paralelamente, porém, a recomendação aos franqueados é manter os POS da Redecard por mais seis meses, até para testar a eficiência do serviço da GetNet, conta a gerente de franquias, Daniela Venâncio. No Nordeste, onde tem lojista trabalhando com o sistema próprio, sem as maquininhas alugadas, há proposta até para isenção de aluguel dos POS que ficarão de reserva. Já os terminais da Cielo, depois de um passado de relacionamento conflituoso, serão desconectados. "Quando há loja sendo inaugurada, temos que pedir pelo amor de Deus para eles instalarem a maquineta", desabafa. A recomendação é também devolver as maquinas que capturam a bandeira American Express, que, segundo a sua percepção, passam apenas um pequeno percentual das vendas e, cujos portadores, em geral, carregam adicionalmente Visa ou MasterCard na carteira.
O Grupo FX, franqueado que reúne 20 lojas em São Paulo e Grande São Paulo, das marcas Fórum, Colcci e Tritton está propenso a fechar negociação com a Redecard. Com os pontos de venda em transição para o sistema próprio (chamado TEF, no jargão do setor), a intenção é deixar um único POS nas lojas, conta Guilherme Daguano Fargnolli. "A gente preza muito pela aparência do espaço físico da loja, o que era inviável enquanto tínhamos que manter até três maquininhas diferentes."
Na mesa de negociação, ele conta que a proposta inclui abatimento entre 5% e 10% nas taxas cobradas sobre cada transação, POS reserva de graça e até rebate se o grupo cumprir determinadas metas de elevar o volume de transações capturadas pela rede em relação ao total recebido com cartões. A intenção é também desconectar os terminais do cartão Amex, que ele imagina que poderão ser capturados por qualquer rede.
Já o diretor de franquias do Arena Café e Futebol, Alfredo Monteiro Jr., se diz inclinado a manter só o terminal da Cielo. O que o preocupa, porém, é que apesar da expectativa de que GetNet, Redecard e Cielo estejam aptas a capturar Visa e MasterCard a partir de julho, isso não será automático para os vouchers de alimentação - hoje a Visa Vale só passa nos terminais da Cielo, enquanto a Ticket passa pela Redecard. Ele mesmo não chegou a procurar nenhuma das empresas para negociar. Nos demais casos relatados ao Valor, a iniciativa de abrir o diálogo para redução de preço partiu dos lojistas. Há ainda algum grau de desinformação. O dono de uma revendedora de tintas sequer sabia que poderia ter no seu estabelecimento um único POS para receber as duas principais bandeiras do mercado.
Empresas impõem contrapartida às lojas
É junto ao comércio de pequeno e médio porte que o Santander tenta marcar terreno no negócio de credenciamento de lojistas para captura de pagamentos com cartão. Para tanto, a instituição colocou na rua seus 3 mil gerentes pessoa jurídica para ofertar o pacote de credenciamento e da batizada "conta integrada", estimulando o comerciante a centralizar nela todo o seu fluxo de cartões, com isenção de tarifa para volumes a partir de R$ 3 mil. O diretor da área de cartões, Cassius Schymura, não abre os números desses primeiros meses de atuação, mas informa que a conversão para a base Santander/GetNet, iniciada em abril, está dentro do cronograma esperado para o plano de ter 10% do mercado até 2012 e cerca de 300 mil estabelecimentos.
Para obter descontos nas taxas por transação capturada, o presidente da Redecard, Roberto Medeiros, diz que há degraus a atingir. Quanto maior o giro capturado pela rede, tanto melhor o benefício. Mas ele garante que não cederá em preço às custas da rentabilidade do negócio e que não haverá oferta de terminais de graça, pois há custos associados ao serviço que não são desprezíveis.
Na retaguarda, os investimentos têm sido direcionados para melhorar a logística e distribuição, a fim de dar uma resposta mais rápida aos lojistas, tanto na instalação quanto na reposição de terminais, além de atender aos planos de ampliar a rede credenciada nos estados do Centro-Oeste e Nordeste e em novos segmentos, como saúde e educação. A central de atendimento também recebeu mais posições.
Medeiros considera que a falha da Redecard em plena véspera de Natal não chegou a atrapalhar a expansão neste novo momento do mercado. "De janeiro para cá, acrescentamos 165 mil clientes à nossa rede; quaisquer serviços que envolvam tecnologia de ponta não têm como ter o compromisso de disponibilidade de 100%, temos 99,995%."
Já o presidente da Cielo, Rômulo Dias, diz que há muita conversa, mas os casos de renegociação de contrato são ainda minoria. "A nossa proposta de valor em resposta à concorrência é, desde ter uma diponibilidade de rede de 100% em datas como Natal, dia das mães e dos namorados, até a parceria estratégica fechada com o HSBC, que poderia uma empresa concorrente do zero." O executivo conta que a negociação de taxas e de aluguel de POS se dá caso a caso, em função de volumes e outros critérios.
Diante do ambiente mais competitivo que se pronuncia ele sabe, porém, que questões operacionais e de relacionamento com o lojista precisam ser aperfeiçoados. O acordo de nível do serviço prestado, que prevê os prazos de resposta para determinados serviços, como manutenção e substituição de POS, já foi recalibrado, sem impor custos extras aos estabelecimentos. Aqueles que precisarem de um atendimento mais ágil terão de contratar esse adicional, porque há implicações logísticas e tecnológicas nesse tipo de prestação de serviços, explica Dias. (AC)
Veículo: Valor Econômico
Com seis lojas em São Paulo e faturamento anual na casa dos R$ 9 milhões, a relojoaria Timeland vai reduzir as despesas com aluguel de maquininhas de captura (POS) de pagamentos com cartões de R$ 21,6 mil para cerca de R$ 5 mil ao ano. Nas taxas pagas por transação de débito, crédito ou nas vendas parceladas, a economia será da ordem de R$ 30 mil. As estimativas são do sócio Pedro Luiz Fujiwara, que, atento às implicações que a abertura do mercado traria, tratou de chamar Redecard e Cielo para a conversa há cerca de três meses. Acabou fechando contrato de um ano para ficar apenas com a rede da Cielo e vai desconectar os terminais da concorrente.
"Antes, não se tinha essa opção. Ou o lojista não aceitava cartão, como se isso fosse possível nos dias de hoje, ou ficava na mão das empresas, que são os 'melhores sócios do mundo' e numa única transação levam até 4%", diz. Na escolha da Cielo pesou a agilidade da credenciadora nas negociações e um certo pé atrás com a a Redecard. "Quando o Shopping Bourbon (zona Oeste de São Paulo) foi inaugurado, em abril de 2008, demorou um mês para instalarem o POS; na crise, eles aumentaram as taxas e depois veio a pane do Natal." O novo concorrente, o Santander, em parceria com a GetNet, não chegou a ser procurado. "Por ser uma rede nova, ainda está investindo, não sei se teria capacidade operacional para abocanhar um mercado muito maior."
Quando o contrato com a Cielo expirar, avisa, a Timeland estará aberta a novas negociações. A empresa vai manter Itaú e Bradesco como os bancos onde são depositados os fluxos de recebimento dos cartões (domicílio bancário). A ideia é buscar também nos bancos melhores condições no pacote de conta corrente e de antecipação de recebíveis. Com a economia nas despesas com as credenciadoras, a intenção é investir mais e reduzir o volume tomado com as instituições financeiras. A loja não pensa em dar desconto ao clientes.
A TDB Têxtil, dona da Tip Top, de roupas de bebê, por sua vez, decidiu testar os serviços do Santander e da GetNet. Paralelamente, porém, a recomendação aos franqueados é manter os POS da Redecard por mais seis meses, até para testar a eficiência do serviço da GetNet, conta a gerente de franquias, Daniela Venâncio. No Nordeste, onde tem lojista trabalhando com o sistema próprio, sem as maquininhas alugadas, há proposta até para isenção de aluguel dos POS que ficarão de reserva. Já os terminais da Cielo, depois de um passado de relacionamento conflituoso, serão desconectados. "Quando há loja sendo inaugurada, temos que pedir pelo amor de Deus para eles instalarem a maquineta", desabafa. A recomendação é também devolver as maquinas que capturam a bandeira American Express, que, segundo a sua percepção, passam apenas um pequeno percentual das vendas e, cujos portadores, em geral, carregam adicionalmente Visa ou MasterCard na carteira.
O Grupo FX, franqueado que reúne 20 lojas em São Paulo e Grande São Paulo, das marcas Fórum, Colcci e Tritton está propenso a fechar negociação com a Redecard. Com os pontos de venda em transição para o sistema próprio (chamado TEF, no jargão do setor), a intenção é deixar um único POS nas lojas, conta Guilherme Daguano Fargnolli. "A gente preza muito pela aparência do espaço físico da loja, o que era inviável enquanto tínhamos que manter até três maquininhas diferentes."
Na mesa de negociação, ele conta que a proposta inclui abatimento entre 5% e 10% nas taxas cobradas sobre cada transação, POS reserva de graça e até rebate se o grupo cumprir determinadas metas de elevar o volume de transações capturadas pela rede em relação ao total recebido com cartões. A intenção é também desconectar os terminais do cartão Amex, que ele imagina que poderão ser capturados por qualquer rede.
Já o diretor de franquias do Arena Café e Futebol, Alfredo Monteiro Jr., se diz inclinado a manter só o terminal da Cielo. O que o preocupa, porém, é que apesar da expectativa de que GetNet, Redecard e Cielo estejam aptas a capturar Visa e MasterCard a partir de julho, isso não será automático para os vouchers de alimentação - hoje a Visa Vale só passa nos terminais da Cielo, enquanto a Ticket passa pela Redecard. Ele mesmo não chegou a procurar nenhuma das empresas para negociar. Nos demais casos relatados ao Valor, a iniciativa de abrir o diálogo para redução de preço partiu dos lojistas. Há ainda algum grau de desinformação. O dono de uma revendedora de tintas sequer sabia que poderia ter no seu estabelecimento um único POS para receber as duas principais bandeiras do mercado.
Empresas impõem contrapartida às lojas
É junto ao comércio de pequeno e médio porte que o Santander tenta marcar terreno no negócio de credenciamento de lojistas para captura de pagamentos com cartão. Para tanto, a instituição colocou na rua seus 3 mil gerentes pessoa jurídica para ofertar o pacote de credenciamento e da batizada "conta integrada", estimulando o comerciante a centralizar nela todo o seu fluxo de cartões, com isenção de tarifa para volumes a partir de R$ 3 mil. O diretor da área de cartões, Cassius Schymura, não abre os números desses primeiros meses de atuação, mas informa que a conversão para a base Santander/GetNet, iniciada em abril, está dentro do cronograma esperado para o plano de ter 10% do mercado até 2012 e cerca de 300 mil estabelecimentos.
Para obter descontos nas taxas por transação capturada, o presidente da Redecard, Roberto Medeiros, diz que há degraus a atingir. Quanto maior o giro capturado pela rede, tanto melhor o benefício. Mas ele garante que não cederá em preço às custas da rentabilidade do negócio e que não haverá oferta de terminais de graça, pois há custos associados ao serviço que não são desprezíveis.
Na retaguarda, os investimentos têm sido direcionados para melhorar a logística e distribuição, a fim de dar uma resposta mais rápida aos lojistas, tanto na instalação quanto na reposição de terminais, além de atender aos planos de ampliar a rede credenciada nos estados do Centro-Oeste e Nordeste e em novos segmentos, como saúde e educação. A central de atendimento também recebeu mais posições.
Medeiros considera que a falha da Redecard em plena véspera de Natal não chegou a atrapalhar a expansão neste novo momento do mercado. "De janeiro para cá, acrescentamos 165 mil clientes à nossa rede; quaisquer serviços que envolvam tecnologia de ponta não têm como ter o compromisso de disponibilidade de 100%, temos 99,995%."
Já o presidente da Cielo, Rômulo Dias, diz que há muita conversa, mas os casos de renegociação de contrato são ainda minoria. "A nossa proposta de valor em resposta à concorrência é, desde ter uma diponibilidade de rede de 100% em datas como Natal, dia das mães e dos namorados, até a parceria estratégica fechada com o HSBC, que poderia uma empresa concorrente do zero." O executivo conta que a negociação de taxas e de aluguel de POS se dá caso a caso, em função de volumes e outros critérios.
Diante do ambiente mais competitivo que se pronuncia ele sabe, porém, que questões operacionais e de relacionamento com o lojista precisam ser aperfeiçoados. O acordo de nível do serviço prestado, que prevê os prazos de resposta para determinados serviços, como manutenção e substituição de POS, já foi recalibrado, sem impor custos extras aos estabelecimentos. Aqueles que precisarem de um atendimento mais ágil terão de contratar esse adicional, porque há implicações logísticas e tecnológicas nesse tipo de prestação de serviços, explica Dias. (AC)
Veículo: Valor Econômico
:: Consumidor compra mais roupa de inverno ::
Depois de um 2009 de retração, confecções e varejistas faturam com o frio e se animam com o verão
O consumidor está comprando mais roupa nesta temporada de inverno. O crescimento das vendas no varejo mostra um quadro bem diferente do vivido no ano passado, quando o setor de confecções encolheu. E a expectativa é que a coleção de verão, que deve começar a aparecer nas vitrines em menos de duas semanas, continue a atrair compradores.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil, a produção de vestuário e acessórios caiu quase 8% em 2009, mas de janeiro a abril deste ano a curva inverteu-se e o crescimento superou a marca de 12%, em relação a igual período do ano passado. No varejo, as vendas que caíram 2,72% no ano passado, subiram 9,53% neste ano, até março.
Em abril, divulgou esta semana o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a categoria de vestuário, tecidos e calçados foi a única de todo o varejo a registrar aumento de vendas, de 2,2% em relação a março.
"Estamos observando uma reação positiva e, com o frio, os estoques serão desovados", diz Sarah Vaintraub, coordenadora do Comitê de Moda Feminina da Abit. Roberto Chadad, presidente da Abravest, que reúne 2,2 mil confecções no país, concorda e diz que a partir de abril os pequenos e médios fabricantes de roupa "começaram a entrar no azul".
O varejo aquecido, diz Chadad, "faz entrar dinheiro no caixa dos lojistas. E com mais dinheiro, as compras da coleção de verão serão maiores."
O volume de estoque de roupas mais leves e coloridas deve crescer acima de 20% neste ano nas 105 lojas da rede de hipemercados Extra, em comparação à temporada de verão do ano passado. "Estamos com as compras programadas até dezembro", diz o diretor da área têxtil do Grupo Pão de Açúcar, Sidnei Abreu. Há dois anos o executivo começou a reestruturar a divisão que abriga vestuário e artigos de cama, mesa e banho do Extra - bandeira responsável por 50% do que o maior grupo varejista do país fatura.
Abreu compra roupa feminina, masculina e infantil de um grupo de cerca de 100 confecções. "Mas nós determinados as cores e o desenho. São roupas sob encomenda", explica o diretor. Depois que ele assumiu o posto, a rede Extra começou a ter coleções de inverno e verão e sua missão era, e é, "vender muito".
No ano passado, ao contrário da média do varejo de moda, que encolheu, a rede Extra teve expansão de 15% nas vendas, em volume, e sem considerar lojas novas. "De janeiro até agora, o crescimento tem sido acima de 20%", diz Abreu, considerando o mesmo período de 2009.
Para lojistas e confecções de pequeno e médio portes, as vendas das roupas de verão devem acelerar-se a partir da próxima semana em São Paulo. E são mais importantes para os fabricantes nacionais, diz Chadad, pois a participação do produto importado, que na temporada de inverno gira em torno de 90% do que o varejo compra, na coleção de verão cai para menos de 50%.
De segunda a sexta feira, o Expo Center Norte abrigará três feiras, de roupa feminina, masculina e infantil. A expectativa dos organizadores é otimista.
Sarah Vaintraub, da Abit, há 20 anos dedica-se a montar feiras de moda e informa que o pavilhão de roupa feminina abrigará 120 confecções. Na edição de 2009, lembra, os participantes fecharam contratos equivalentes a R$ 15 milhões. Sua estimativa para este ano é de um aumento de 20% nos negócios. No pavilhão infanto-juvenil, que vai ocupar cerca de 15 mil metros quadrados, são esperados 183 expositores e a estimativa de Humberto Rebonato, um dos organizadores, é que 15 mil lojistas circulem pelos corredores.
Veículo: Valor Econômico
O consumidor está comprando mais roupa nesta temporada de inverno. O crescimento das vendas no varejo mostra um quadro bem diferente do vivido no ano passado, quando o setor de confecções encolheu. E a expectativa é que a coleção de verão, que deve começar a aparecer nas vitrines em menos de duas semanas, continue a atrair compradores.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil, a produção de vestuário e acessórios caiu quase 8% em 2009, mas de janeiro a abril deste ano a curva inverteu-se e o crescimento superou a marca de 12%, em relação a igual período do ano passado. No varejo, as vendas que caíram 2,72% no ano passado, subiram 9,53% neste ano, até março.
Em abril, divulgou esta semana o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a categoria de vestuário, tecidos e calçados foi a única de todo o varejo a registrar aumento de vendas, de 2,2% em relação a março.
"Estamos observando uma reação positiva e, com o frio, os estoques serão desovados", diz Sarah Vaintraub, coordenadora do Comitê de Moda Feminina da Abit. Roberto Chadad, presidente da Abravest, que reúne 2,2 mil confecções no país, concorda e diz que a partir de abril os pequenos e médios fabricantes de roupa "começaram a entrar no azul".
O varejo aquecido, diz Chadad, "faz entrar dinheiro no caixa dos lojistas. E com mais dinheiro, as compras da coleção de verão serão maiores."
O volume de estoque de roupas mais leves e coloridas deve crescer acima de 20% neste ano nas 105 lojas da rede de hipemercados Extra, em comparação à temporada de verão do ano passado. "Estamos com as compras programadas até dezembro", diz o diretor da área têxtil do Grupo Pão de Açúcar, Sidnei Abreu. Há dois anos o executivo começou a reestruturar a divisão que abriga vestuário e artigos de cama, mesa e banho do Extra - bandeira responsável por 50% do que o maior grupo varejista do país fatura.
Abreu compra roupa feminina, masculina e infantil de um grupo de cerca de 100 confecções. "Mas nós determinados as cores e o desenho. São roupas sob encomenda", explica o diretor. Depois que ele assumiu o posto, a rede Extra começou a ter coleções de inverno e verão e sua missão era, e é, "vender muito".
No ano passado, ao contrário da média do varejo de moda, que encolheu, a rede Extra teve expansão de 15% nas vendas, em volume, e sem considerar lojas novas. "De janeiro até agora, o crescimento tem sido acima de 20%", diz Abreu, considerando o mesmo período de 2009.
Para lojistas e confecções de pequeno e médio portes, as vendas das roupas de verão devem acelerar-se a partir da próxima semana em São Paulo. E são mais importantes para os fabricantes nacionais, diz Chadad, pois a participação do produto importado, que na temporada de inverno gira em torno de 90% do que o varejo compra, na coleção de verão cai para menos de 50%.
De segunda a sexta feira, o Expo Center Norte abrigará três feiras, de roupa feminina, masculina e infantil. A expectativa dos organizadores é otimista.
Sarah Vaintraub, da Abit, há 20 anos dedica-se a montar feiras de moda e informa que o pavilhão de roupa feminina abrigará 120 confecções. Na edição de 2009, lembra, os participantes fecharam contratos equivalentes a R$ 15 milhões. Sua estimativa para este ano é de um aumento de 20% nos negócios. No pavilhão infanto-juvenil, que vai ocupar cerca de 15 mil metros quadrados, são esperados 183 expositores e a estimativa de Humberto Rebonato, um dos organizadores, é que 15 mil lojistas circulem pelos corredores.
Veículo: Valor Econômico
:: Pão de Açúcar inaugura loja do Assaí no Ceará ::
Com investimento de R$ 11,08 milhões o Grupo Pão de Açúcar (GPA) inaugurou ontem a sua quarta loja da rede atacadista Assaí no Ceará. O Assaí Parangaba é a terceira unidade da rede cash & carry na capital cearense.
A área construída é de 8,826 m², com 4.720,60 m² de área de vendas, 20 caixas e 258 vagas de estacionamento para atender a uma população de cerca de 350 mil pessoas que moram no entorno e em regiões próximas.
Com a expansão do Assaí no Ceará, o GPA reforça a importância do mercado nordestino, com distinção à praça cearense, que dispõe de unidades da rede de atacado e varejo (atacarejo) na capital e em Caucaia, região metropolitana de Fortaleza. "A ampliação das operações de atacarejo está entre as prioridades do GPA em 2010, e o Assaí vai abrir 18 lojas até o final do ano", afirma Maurício Cerrutti, diretor-geral do Assaí Atacadista. "Entre os investimentos, teremos ainda reformas de lojas já existentes e aquisição de novos terrenos", complementa.
A rede disponibiliza 9 mil itens à venda, entre produtos de mercearia, alimentos, perecíveis, bazar, bebidas e limpeza, de grandes marcas nacionais, regionais e importadas.
Veículo: DCI
A área construída é de 8,826 m², com 4.720,60 m² de área de vendas, 20 caixas e 258 vagas de estacionamento para atender a uma população de cerca de 350 mil pessoas que moram no entorno e em regiões próximas.
Com a expansão do Assaí no Ceará, o GPA reforça a importância do mercado nordestino, com distinção à praça cearense, que dispõe de unidades da rede de atacado e varejo (atacarejo) na capital e em Caucaia, região metropolitana de Fortaleza. "A ampliação das operações de atacarejo está entre as prioridades do GPA em 2010, e o Assaí vai abrir 18 lojas até o final do ano", afirma Maurício Cerrutti, diretor-geral do Assaí Atacadista. "Entre os investimentos, teremos ainda reformas de lojas já existentes e aquisição de novos terrenos", complementa.
A rede disponibiliza 9 mil itens à venda, entre produtos de mercearia, alimentos, perecíveis, bazar, bebidas e limpeza, de grandes marcas nacionais, regionais e importadas.
Veículo: DCI
:: Brasileiro gasta mais com produtos "verdes" ::
Imagine saber o que 9 mil consumidores da Austrália, Estados Unidos, Reino Unido, China, Brasil, Índia, Alemanha e França pensam sobre empresas verdes? Para descobrir essas e outras informações valiosas a Penn, Schoen & Berland Associates (PSB), com participação das agências da WPP, Landor Associates e Cohn & Wolfe - essa última representada no Brasil pela G&A Comunicação Empresarial - e a empresa de consultoria independente, Esty Environmental Partnersum, conduziram a pesquisa ImagePower Green Brands pelo quinto ano consecutivo.
Com uma amostra muito maior que nos anos anteriores, essa pesquisa investigou como os consumidores percebem e se comportam em relação às iniciativas verdes das empresas de diversos segmentos. A pesquisa traz informações relevantes para o mercado e para empresas que desejam fazer negócios em algum dos países participantes.
Os resultados apontam que o meio ambiente é a principal preocupação de brasileiros e indianos, enquanto que nos demais países, a economia é o tema de maior relevância no momento. Entre os brasileiros, 60% consideram as mudanças do clima e o desflorestamento as questões mais importantes. O Brasil ainda está entre os países que se consideram na direção errada em relação à forma de lidar com meio ambiente. Neste grupo também estão França, Índia e Alemanha.
A grande surpresa deste ano é que, apesar de a maioria das nações acharem que produtos verdes custam mais que os outros, brasileiros e indianos consideram que o maior empecilho para a compra desses produtos é a falta de opções. Nesse sentido, somente China, Índia e Brasil apresentaram números significativos: 82% dos chineses, 81% de indianos e 73% dos brasileiros dizem que gastarão mais consumindo produtos ecologicamente corretos. Outro dado interessante é que 83% dos brasileiros, juntamente com grande parte das nações, acreditam que as empresas usam muitos materiais para embalagem e outros 70% planejam comprar produtos que possam ser reciclados e reutilizados.
"Os dados da pesquisa de 2010 apontam que, mesmo preocupados com a situação econômica de seus países, os consumidores estão conscientes sobre a importância de cobrar das empresas mais ações e produtos ecologicamente corretos", afirmou a vice-presidente da Gaspar & Associados, Heloísa Picos. "Além disso, os dados do Brasil mostram uma grande oportunidade para os fabricantes de linhas ecologicamente responsáveis, pois a população quer consumir mais produtos verdes, mas o preço e a falta de oferta ainda dificultam esse processo", complementou Picos.
Imagem e produtos - Quando a pesquisa aborda a questão da escolha das marcas, quase 95% dos brasileiros dizem que para eles é importante ou muito importante comprar produtos de uma empresa "verde". A maioria dos consumidores dos oito países concordou que para uma companhia ser vista como ambientalmente responsável elas devem primeiramente reduzir a quantidade de substâncias tóxicas ou perigosas em seus produtos e na fabricação, terem processos de reciclagem e conservação da água. Mais de 80% dos brasileiros ainda afirmam que as empresas deveriam reciclar seus produtos.
A pesquisa explorou também o aspecto da comunicação das iniciativas verdes e constatou que a televisão e a internet são as principais fontes de informação sobre o meio ambiente. No Brasil não é diferente: os consumidores são mais influenciados por reportagens do que por certificações e experiências prévias.
Veículo: Diário do Comércio - MG
Com uma amostra muito maior que nos anos anteriores, essa pesquisa investigou como os consumidores percebem e se comportam em relação às iniciativas verdes das empresas de diversos segmentos. A pesquisa traz informações relevantes para o mercado e para empresas que desejam fazer negócios em algum dos países participantes.
Os resultados apontam que o meio ambiente é a principal preocupação de brasileiros e indianos, enquanto que nos demais países, a economia é o tema de maior relevância no momento. Entre os brasileiros, 60% consideram as mudanças do clima e o desflorestamento as questões mais importantes. O Brasil ainda está entre os países que se consideram na direção errada em relação à forma de lidar com meio ambiente. Neste grupo também estão França, Índia e Alemanha.
A grande surpresa deste ano é que, apesar de a maioria das nações acharem que produtos verdes custam mais que os outros, brasileiros e indianos consideram que o maior empecilho para a compra desses produtos é a falta de opções. Nesse sentido, somente China, Índia e Brasil apresentaram números significativos: 82% dos chineses, 81% de indianos e 73% dos brasileiros dizem que gastarão mais consumindo produtos ecologicamente corretos. Outro dado interessante é que 83% dos brasileiros, juntamente com grande parte das nações, acreditam que as empresas usam muitos materiais para embalagem e outros 70% planejam comprar produtos que possam ser reciclados e reutilizados.
"Os dados da pesquisa de 2010 apontam que, mesmo preocupados com a situação econômica de seus países, os consumidores estão conscientes sobre a importância de cobrar das empresas mais ações e produtos ecologicamente corretos", afirmou a vice-presidente da Gaspar & Associados, Heloísa Picos. "Além disso, os dados do Brasil mostram uma grande oportunidade para os fabricantes de linhas ecologicamente responsáveis, pois a população quer consumir mais produtos verdes, mas o preço e a falta de oferta ainda dificultam esse processo", complementou Picos.
Imagem e produtos - Quando a pesquisa aborda a questão da escolha das marcas, quase 95% dos brasileiros dizem que para eles é importante ou muito importante comprar produtos de uma empresa "verde". A maioria dos consumidores dos oito países concordou que para uma companhia ser vista como ambientalmente responsável elas devem primeiramente reduzir a quantidade de substâncias tóxicas ou perigosas em seus produtos e na fabricação, terem processos de reciclagem e conservação da água. Mais de 80% dos brasileiros ainda afirmam que as empresas deveriam reciclar seus produtos.
A pesquisa explorou também o aspecto da comunicação das iniciativas verdes e constatou que a televisão e a internet são as principais fontes de informação sobre o meio ambiente. No Brasil não é diferente: os consumidores são mais influenciados por reportagens do que por certificações e experiências prévias.
Veículo: Diário do Comércio - MG
Marcadores:
:: Tendências ::
Assinar:
Postagens (Atom)