quinta-feira, 1 de julho de 2010

:: Audiências de 30 de junho ::

GLOBO:
Sinhá moça - 14
Malhação - 21
Escrito nas estrelas - 28
Tempos modernos - 26
Passione - 32
Festival nacional ("Verônica") - 29
Programa do Jô - 9


SBT:
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 6
Programa do Ratinho - 4
Qual é o seu talento - 7
Um contra cem - 4


RECORD:
Hoje em dia - 6
Fala Brasil - 8
Ribeirão do Tempo - 9
CSI Investigação criminal - 12
Os mutantes - 6


BAND:
Brasil urgente - 8

Fonte: Blog Patricia Kogut.

:: Audiências de 29 de junho ::

GLOBO:
Sinhá moça - 16
Malhação - 24
Escrito nas estrelas - 29
Tempos modernos - 28
Passione - 34
Casseta e Planeta - 24
Na forma da lei - 17
Profissão repórter - 12

Jogos da Copa:
Paraguai x Japão - 17
Espanha x Portugal - 20


SBT:
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 8
Programa do Ratinho - 4
Esquadrão da moda - 7


BAND:
Brasil urgente - 9
A liga - 8

Jogos da Copa:
Espanha x Portugal - 5
Paraguai x Japão - 4,5


RECORD:
Hoje em dia - 5
Fala Brasil - 7
Ribeirão do Tempo - 10
Os mutantes - 7
Ídolos - 12
CSI Investigação criminal - 13
CSI Miami - 9

Fonte: Blog Patricia Kogut.

:: Editora Escala lança revista em áudio para cegos ::

A Editora Escala lançou, neste mês, um formato especial da Revista Sentidos. Junto a Fundação Dorina Nowill para Cegos, a publicação circulará além do formato convencional, em áudio.

O CD, que a priori é comercializado pelo e-commerce da editora, tem o custo da revista (R$ 7,90) e reproduz todo o conteúdo da versão impressa, inclusive os anúncios.
Por enquanto, a versão está em fase de experimentação. Não há previsão para venda em bancas, mas a partir do momento que a iniciativa obtenha sucesso serão realizados estudos para expansão do mercado.

De acordo com a Fundação Dorina, a Revista Sentidos é a primeira a tomar a iniciativa e a investir no projeto. A mesma fundação já reproduz a Revista Veja, da Editora Abril, há 10 anos por iniciativa própria. Por esse fator a Veja Falada só contém as reportagens e não os anúncios.

Fonte: M&M online.

:: Duracell patrocina ação de arrecadação de brinquedos ::

Estratégia é inspirada no conceito de Toy Story 3 e norteará as ações promocionais da marca

A Mix Brand Experience criou uma plataforma de arrecadação e doação de brinquedos para a Duracell, que norteará as ações promocionais da marca no segundo semestre de 2010. Baseada no conceito de storytelling, a estratégia procura gerar conteúdo relevante em torno do universo dos brinquedos e conquistar espaço na mídia para difundir o conceito dos produtos, “8X mais”.

A empresa patrocina a campanha de arrecadação de brinquedos intitulada “A brincadeira tem que continuar”, inspirada na mensagem central da animação Toy Story 3, da Disney Pixar. A intenção é aproveitar o lançamento do filme para divulgar a marca por meio de ações de ativação e mídia. Os brinquedos arrecadados serão doados à Fundação Abrinq. Além da Duracell, participam da campanha Renault, Save The Children, Trucklog, Silfab e Destak.

Fonte: Propmark.

:: Nestlé tem supermercado flutuante ::

Barco, com cerca de 300 produtos da marca, foi criado para navegar pelo rio Pará

Para atender as comunidades ribeirinhas na Amazônia, a Nestlé criou seu primeiro supermercado flutuante. O barco, com cerca de 300 produtos da marca, foi criado para navegar pelo rio Pará, passando por 18 cidades do Estado.

A B+G designers responde pelo logo, nome, projeto arquitetônico e comunicação visual do projeto. A agência criou o naming e logo "Nestlé até Você a Bordo", a partir do "Nestlé até Você" - projeto corporativo da companhia, de vendas porta-a-porta - e adequou sua identidade visual ao novo cenário.

Reforçando o posicionamento da Nestlé, o novo modelo de negócios visa desenvolver mais um canal de comercialização que ofereça às comunidades remotas da Região Norte acesso à nutrição, saúde e bem-estar.

Fonte: Propmark.

:: Microsoft cancela linha de celulares Kin ::

A Microsoft decidiu cancelar a linha de celulares Kin – que tinha como público-alvo os jovens, com foco em redes sociais – apenas dois meses após seu lançamento em San Francisco, de acordo com reportagem publicada nesta quarta-feira pela “Cnet”.

“Decidimos nos concentrar exclusivamente no Windows Phone 7 e não vamos lançar o KIN na Europa neste outono como planejado”, disse a Microsoft, em comunicado enviado à equipe da “Cnet”.

“Além disso, estamos integrando nossa equipe do KIN à equipe do Windows 7, incorporando ideias valiosas e tecnologias do KIN para futuros lançamentos Windows Phone. Continuaremos a trabalhar com a Verizon nos EUA para vender os telefones KIN atualmente no mercado”, completou a companhia em nota.

Com a decisão da Microsoft, ainda não está claro se haverá novas atualizações de software para o Kin, incluindo um inicialmente previsto para este segundo semestre, ressaltou a reportagem. No fim de semana, a Verizon cortou o preço dos dois modelos Kin em quase 50%.

Mesmo depois do curto espaço de tempo após o lançamento e com reduções de preços para tentar estimular as vendas, a empresa não conseguiu manter o produto no mercado. O preço do Kin básico passou de US$ 49 para US$ 29. Já a versão top caiu de US$ 99 para US$ 49.

“Nós não compartilhamos dados de vendas e estratégias de marketing, mas o dispositivo continua a ser uma parte importante do nosso portfólio”, disse um representante da Verizon em comunicado ao site.

Fonte: G1

:: Amazon compra site de varejo eletrônico Woot.com ::

A Amazon anunciou na quarta-feira (30) a aquisição do site de varejo eletrônico de descontos Woot.com. Os detalhes financeiros do acordo não foram divulgados.

As operações da Woot.com não serão absorvidas pela Amazon.com, já que o site continuará a existir como unidade autônoma, e não como parte da empresa de compras on-line.

O diferencial do site Woot.com, inaugurado em 2004, é que ele funciona como uma espécie de portal de sites de descontos que vende desde eletroeletrônicos até vinho e camisetas.

O fundador do Woot.com, Matt Rutledge, disse no blog da empresa, em nota aos funcionários, que o plano é continuar a administrar os negócios da mesma forma como foi feito até hoje, somando uma "pessoa" ao esquema hierárquico, só que com a diferença que essa "pessoa" tem um poder de compra e venda de US$ 1 bilhão.

Fonte: Valor Online

:: Brecha na Lei Cidade Limpa permite publicidade no Copan ::

São Paulo dará uma chance à publicidade de rua, extinta desde que a Lei Cidade Limpa passou a vigorar – há três anos. O primeiro prédio a abrigar anúncios é o Copan, um dos principais cartões-postais da cidade. E a ação só será possível graças a um artigo contido na Lei, que permite publicidade em "melhorias urbanas, ambientais e paisagísticas".

O Artigo 50 nunca foi utilizado, o que torna o Copan estreante do artifício, segundo a diretora da Empresa Municipal de Urbanização (Emurb) Regina Monteiro – a responsável, inclusive, pela criação da Lei. Segundo ela, a expectativa é que essa primeira publicidade sirva como estimulante para que outros prédios históricos sejam recuperados com ajuda de anunciantes.

O Copan

O Copan foi projetado por Oscar Niemeyer e Carlos Lemos e sua construção ocorreu entre 1951 e 1966. Mesmo sendo tão antigo, o edifício nunca viu sua fachada passar por algum tipo de manutenção. Isso resultou na oxidação da ferragem do quebra-sol de concreto, que expandiu e agora provoca queda de cimento e pastilhas.

De acordo com Regina, o uso de publicidade como fonte de renda para o restauro demorou por culpa dos próprios anunciantes. "O mercado publicitário está muito guloso", disse, em referência ao tamanho dos anúncios oferecidos. O Copan chegou até a recusar algumas ofertas. "Queriam colocar uma peça que cobria quase toda a fachada. Era ostensiva demais, dava para ver da Lua. Assim não passa."

Mas a "gula" faz sentido. A fachada do edifício tem 45 mil m2 – o tamanho de cinco campos de futebol. Segundo Rafael Nasser e Silva, da Refix, empresa especializada nesse tipo de obra, o custo do restauro varia entre R$ 35 milhões e R$ 40 milhões. "Se o anúncio não tiver certo porte, não dá para pagar uma reforma com esse valor. Publicitários querem retorno", afirma Silva.

Artigo desconhecido

Uma das razões para o Artigo 50 nunca ter saído do papel é o próprio desconhecimento. Até mesmo o diretor do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) – responsável pela recuperação – Rafael Schmidt, disse não saber da possibilidade. "Só soube que podia usar publicidade porque moro no Copan e ouvi isso numa reunião de condomínio", disse.

Mas, como cada projeto precisa ser aprovado pela Comissão de Proteção Urbana, sem qualquer critério, há o temor de que ocorra em São Paulo o mesmo que em Barcelona, na Espanha. "Lá, a lei foi desvirtuada. Tem tanto anúncio nos prédios históricos que não dá para ver a fachada das casas do Gaudí", declara Silva.

As informações são da Folha de S.Paulo

Redação Adnews

:: Supermercados tem alta de 3,82% em maio ::

As vendas nos supermercados brasileiros em maio mantiveram-se praticamente estabilizadas em relação a abril.

A Abras considera que a massa salarial e a taxa de desemprego quase estabilizados colaboraram para o resultado.As vendas nos supermercados brasileiros em maio mantiveram-se praticamente estabilizadas em relação a abril, com alta de 0,03% no período. Na comparação com o igual mês de 2009, houve aumento de 3,82%. Os números foram divulgados ontem pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que atribuiu o desempenho mensal ao recuo sazonal e de preços de produtos com peso significativo para o setor, como o açúcar (que apresentou queda de 4,46%, na média nacional) e o leite longa vida (recuo de 3,02%).

O superintendente da Abras, Tiarajú Pires, explicou que outros fatores como a massa salarial e a taxa de desemprego quase estabilizados colaboraram para o resultado. Ressaltou que o avanço do setor ante igual mês de 2009 é positivo e, a alta nominal de 10,98% nos cinco primeiros meses deste ano, em relação a igual período de 2009, são sinais de que o setor continua em trajetória de avanço desde janeiro.

Preços – O índice AbrasMercado registrou estabilidade de preços em relação a abril. Formado pela cesta de 35 produtos de amplo consumo e analisada pela GfK, apresentou alta de 5,56% entre maio de 2009 e maio último, passando de R$ 264,59 para R$ 279,31. As maiores altas em maio frente a abril, os destaques foram a cebola (14,44%), feijão (10,22%) e batata (2,97%). Entre as maiores retrações detectadas no período destacaram-se tomate (-20,47%), açúcar (-4,46%) e leite longa vida (-3,02%).

Volume – Quanto ao Índice Nacional de Volume, houve crescimento de 7,1% no primeiro quadrimestre do ano sobre os quatro primeiros meses de 2009. O resultado positivo foi consequência do aumento das vendas de bebidas alcoólicas (15,7%) e não alcoólicas (12,2%).

O destaque por porte ficou com as lojas de cinco a nove check-outs (número de caixas), em detrimento daqueles com mais de 50 check-outs. Segundo o superintendente da Abras, isso indica que os consumidores não querem mais se deslocar para lojas maiores e mais distantes de suas residências. E este comportamento já é uma tendência, pois repete o cenário observado nos quatro primeiros meses de 2009 ante igual período de 2008.
Veículo: Diário do Comércio - SP

:: Na Índia, barba lisinha vira moda e P&G fatura ::

Desafio no Brasil é fazer homem trocar sabonete por creme

Mulheres não gostam de homens que deixam a barba por fazer. "Eles ficam mais bonitos com a pele lisinha, sem contar que o contato do nosso rosto com barba incomoda e irrita", conta uma jovem a um repórter de TV, em um filme publicitário que faz parte da campanha da Gillette na Índia, veiculado no ano passado. A Procter & Gamble, dona da maior marca de barbeador descartável do mundo, com mais de 70% do mercado, chegou a "criar" um movimento, o W.A.L.S - "Women Against Lazy Stubbles", algo como, "Mulheres são contra a barba mal feita"- para ampliar as vendas no mercado indiano. Deu certo. A P&G conseguiu faturar mais na Índia.

A venda de aparelhos de barbear na Índia ficava muito a desejar para a P&G - que gastou US$ 1 bilhão só para desenvolver o seu líder de vendas, o Gillette Mach3. "Os indianos se barbeiam só uma vez por semana e achavam 'cool' ter barba. Era preciso mudar o hábito", informa a agência BBDO Mumbai, dona da conta da Gillete, em relatório de defesa da campanha W.A.L.S. aos jurados do 57º Festival de Publicidade de Cannes, que terminou no sábado. A ação tornou-se finalista no Festival em três categorias. E acabou dando resultado.

A venda de barbeadores da marca na Índia cresceu cinco vezes no período da campanha, em relação a 2008. Segundo a Nielsen relatou à BBDO, a participação de mercado da Gillete aumentou 400% em 2010 naquele país.

Se vender barbeador na Índia é tarefa árdua, no Brasil difícil é fazer os homens usarem os cremes de barbear. "O brasileiro faz a barba no chuveiro e com sabonete. É esse o hábito que temos que mudar por aqui", contou em entrevista ao Valor Tarek Farahat, presidente da P&G no Brasil. "O sabonete não substitui o creme em nenhum momento". Com preços entre R$ 19 a R$ 26 , a empresa lançou há dois meses uma linha de géis de barbear com aloe vera, manteiga de cacau, eucalipto e mentol. A ideia é enriquecer o produto e ampliar ao máximo as opções, que custam de R$ 7 a R$ 27 no varejo.

Cinquenta milhões de homens no Brasil fazem a barba todos os dias. Pesquisa da marca Bozzano, da Hypermarcas, mostra que 35% desse total possui a pele sensível e as empresas estimam que essa fatia de 35%, no máximo, de homens com pele delicada recorra a esses cremes esporadicamente. É apenas um entre cada três brasileiros.

A expansão do mercado consumidor desse produto no Brasil segue em linha com a estratégia mundial da P&G, a maior anunciante do mundo e dona de marcas como Ariel, Oral-B e Pantene.

No sábado, o CEO do grupo, Bob McDonald, disse em seminário no Festival de Cannes, que a empresa precisa ampliar a base de consumidores de suas marcas no mundo - as 23 maiores faturam US$ 1 bilhão ao ano. Ou seja, em vez de fazer o mesmo comprador adquirir mais itens, o plano é atrair novos compradores.

"Nós precisamos tocar mais a vida das pessoas", disse ele. "Hoje, a Procter atinge quatro bilhões de consumidores pelo mundo e planejamos chegar a cinco bilhões num futuro próximo. Em média, esse consumidor gasta US$ 12 ao ano em nossos produtos. Nossa meta é chegar a US$ 14", diz, sem dar prazo.

Segundo ele, "uma parte dessa estratégia é ir atrás de novos consumidores em países emergentes". Dentro dessa estratégia, na lista de ações recentes do grupo, a P&G escolheu o Brasil para ser o primeiro país da América Latina a receber o lançamento do Gillette Fusio. Além disso, a expansão de linha da marca Oral B em 2009 foi comandada por uma equipe brasileira. Só falta fazer o brasileiro aposentar o sabonete ao fazer barba no chuveiro.

Veículo: Valor Econômico

:: Com Opanka, Vulcabras entra na disputa com Havaianas, da Alpargatas ::

Nas últimas semanas, a marca Opanka, do grupo Vulcabras/Azaleia, foi destaque no horário nobre da TV Globo, e nas partidas da Copa do Mundo. Cotista da rede TV no campeonato, a Opanka é alvo de um plano inédito de reposicionamento criado pelo comando da Vulcabras.

Nos últimos meses, houve aumento de produção, contratação de novos funcionários, reformulação de produtos, além da compra da cota, no valor de R$ 82 milhões. É a primeira vez que a companhia decide trabalhar a marca como prioridade, após dez anos da linha no portfólio do grupo.

Há um ponto claro nesse projeto: ela não quer ser uma nova Havaianas. "O que nós não podemos fazer é copiá-los. Definimos nosso caminho, o que queremos ser e vamos seguir isso", diz Márcio Callage, gerente da divisão de marketing da Vulcabras. Visualmente, a linha Opanka em nada lembra a Havainas. As tiras são mais grossas, assim como o solado e o produto é produzido a partir do material usado nas solas dos tênis, uma espécie de espuma acetinada. Ainda custa mais caro que a concorrente, em torno de R$ 29,90 (há modelos da Havaianas por R$ 16,90) e tem como foco "ser um produto que possa ser usado além da praia".

O plano para fortalecer a marca Opanka começou a ser estudado pela empresa no segundo semestre de 2009. Após a consolidação de linhas como Olympikus e Azaleia, faltava fortalecer o segmento de chinelos, que acabou perdendo a prioridade dentro da estratégia de marcas do grupo, focado em calçados femininos e tênis nos últimos anos. "Acabávamos sacrificando a linha na fábrica para produzirmos outras marcas no lugar. Isso acabou. Vamos entrar de cabeça nesse segmento", diz.

O sinal mais visível dessa ação está nas campanhas de comunicação na Copa do Mundo. A Vulcabras comprou uma das seis cotas de patrocínio do torneio na Rede Globo - Coca-Cola e Oi, por exemplo, são outras cotistas. Nas duas últimas semanas, a Opanka era anunciada pela Globo como a patrocinadora das partidas, no intervalo dos jogos. Na próxima semana, a Olympikus deve ganhar esse destaque.

Além disso, criou uma área de desenvolvimento de produto um ano atrás, que só faz pesquisas e análises de produto, de design a nível de qualidade. A equipe de marketing da Opanka aumentou de uma para três pessoas. Somado a isso, houve ampliação de pessoal na fábrica de Itapetinga, na Bahia. "Fechamos o ano de 2009 com mais de 40 mil empregados, cerca de 5 mil acima do ano anterior. Parte disso é a ampliação do negócio de chinelos na empresa", afirma ele.

Neste ano, de janeiro a março, a Vulcabras vendeu R$ 374,4 milhões em produtos, alta de 20% sobre o ano anterior - calçados femininos, sandálias e botas representa 22% do valor. Não há dados específicos de chinelos.

Veículo: Valor Econômico