Em palestra realizada pela Associação Brasileira de Embalagens (Abre) em São Paulo, Tathiane Frezarin, gerente de novos negócios da LatinPanel, lista as principais características do público brasileiro na hora de escolher o que adquirir.
O índice de otimisto que era de 90% em dezembro de 2008 passou para os atuais 77% entre os nossos cidadãos. “A crise deixou o brasileiro em dúvida na hora de comprar e fez com que, com a readequação dos bolsos, o consumo fosse mais voltado aos produtos para o lar”, atesta Frezarin.
“O bolso do cidadão é um só, o refrigerante que ele compra vai competir com os gastos da viagem familiar, com a conta do celular e assim por diante. O consumidor se tornou muito mais seletivo e exigente", enfatiza a profissional, ressaltando, porém, que o brasileiro não se importa em pagar mais caro pelos produtos que agregam valor e praticidade à vida cotidiana.
“As classes D e E subiram para C e essa está se fortalecendo gradativamente”, diz Frezarin.
Os lares compostos por uma ou duas pessoas têm crescido a cada ano no País, consequentemente, um novo nicho consumidor foi gerado, fazendo com que a venda de produtos funcionais, como cereais, iogurtes, lasanhas pré-cozidas e pizzas, subisse significativamente. Outro fator que impulsionou o consumo foi o aumento da participação das mulheres na renda familiar. “Estamos presenciando uma inversão de papéis. Hoje em dia, para se ter uma ideia, 37% das mulheres consomem cerveja e 40% dos homens compram cremes e loções”, destaca Frezarin.
Os consumidores estão muito mais preocupados com a saúde e levam – e muito – em consideração a questão da sustentabilidade. A chamada “consciência verde” tem pautado cada vez mais o consumo brasileiro, segundo os estudos realizados pela LatinPanel.
Mesmo com as novas posturas adotadas na hora da compra, Frezarin assevera que o comprador, além de não abrir mão das promoções, continua sendo orientado pela publicidade e é ávido por inovações. Fato esse que, de acordo com a palestrante, exige maior empenho dos vendedores, pois, a fidelização do público tem se tornado uma difícil tarefa.
O índice de otimisto que era de 90% em dezembro de 2008 passou para os atuais 77% entre os nossos cidadãos. “A crise deixou o brasileiro em dúvida na hora de comprar e fez com que, com a readequação dos bolsos, o consumo fosse mais voltado aos produtos para o lar”, atesta Frezarin.
“O bolso do cidadão é um só, o refrigerante que ele compra vai competir com os gastos da viagem familiar, com a conta do celular e assim por diante. O consumidor se tornou muito mais seletivo e exigente", enfatiza a profissional, ressaltando, porém, que o brasileiro não se importa em pagar mais caro pelos produtos que agregam valor e praticidade à vida cotidiana.
“As classes D e E subiram para C e essa está se fortalecendo gradativamente”, diz Frezarin.
Os lares compostos por uma ou duas pessoas têm crescido a cada ano no País, consequentemente, um novo nicho consumidor foi gerado, fazendo com que a venda de produtos funcionais, como cereais, iogurtes, lasanhas pré-cozidas e pizzas, subisse significativamente. Outro fator que impulsionou o consumo foi o aumento da participação das mulheres na renda familiar. “Estamos presenciando uma inversão de papéis. Hoje em dia, para se ter uma ideia, 37% das mulheres consomem cerveja e 40% dos homens compram cremes e loções”, destaca Frezarin.
Os consumidores estão muito mais preocupados com a saúde e levam – e muito – em consideração a questão da sustentabilidade. A chamada “consciência verde” tem pautado cada vez mais o consumo brasileiro, segundo os estudos realizados pela LatinPanel.
Mesmo com as novas posturas adotadas na hora da compra, Frezarin assevera que o comprador, além de não abrir mão das promoções, continua sendo orientado pela publicidade e é ávido por inovações. Fato esse que, de acordo com a palestrante, exige maior empenho dos vendedores, pois, a fidelização do público tem se tornado uma difícil tarefa.
Fonte: Portal da Propaganda - SP (30/07/2009)