quinta-feira, 10 de junho de 2010

:: Audiências de 09 de junho ::

GLOBO:
Mais você - 7
Sinhá Moça - 14
Malhação - 21
Escrito nas estrelas -27
Tempos modernos - 26
Passione - 35
Festival Nacional - 28

RECORD:
CSI - 13
Fala Brasil - 8

SBT:
As tontas vão para o céu - 4
Programa do Ratinho - 5
Uma rosa com amor - 6
Ana Raio e Zé Trovão - 6
Um contra cem - 5
SBT Repórter - 4

REDE TV!
TV Kids - 3,5

Fonte: Patricia Kogut

:: Guaraná Antarctica Açaí inaugura arena inspirada na Copa ::

Espaço aberto ao público no centro de São Paulo oferece aulas de embaixadinhas e outras diversões

O Guaraná Antarctica Açaí inaugura nesta sexta-feira (11) um espaço de entretenimento no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, inspirado na Copa do Mundo 2010. A arena será aberta ao público e oferecerá aulas de embaixadinha num campo de grama sintética, vídeo games, fliperamas, mesas para jogos de botão e pebolim.

O espaço funcionará até o final do torneio, exceto durante os jogos do Brasil. O projeto foi desenvolvido pela Playcorp, com apoio da Prefeitura de São Paulo, SPTuris, Comitê Executivo para a Copa de 2014 e Brahma.

Fonte: Propmark

:: Classes C e D impulsionam as microfranquias ::

Por um lado, o setor de franquias é um dos que mais crescem no País. Faturou R$ 63 bilhões em 2009, cresceu 14,7% em relação ao ano anterior e, segundo Ricardo Camargo, diretor executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF), projeta-se um aumento de 18% do faturamento em 2010. Por outro lado, as classes C e D ascendem com grande potencial de consumo e também de investimento. A soma gera uma nova subdivisão do setor, a das microfranquias, com investimentos baixos, entre R$ 20 mil e R$ 50 mil, e que prometem ser um dos destaques da 19ª ABF Franchising Expo 2010, a maior feira de negócios do setor da América Latina.

Realizada pela ABF com organização da Brazil Trade Shows (BTS), a feira, que acontece no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo, começa hoje com expectativas de quebrar todos os recordes da edição anterior. Até sábado, 12, quando termina, são esperados 42 mil visitantes para gerar R$ 99 milhões em oportunidades de negócios, provenientes dos 330 expositores participantes.

De olho nesse filão de mercado, a Caixa Econômica Federal participa como patrocinadora e banco parceiro, oferecendo o programa Caixa Franquias, uma linha de soluções em produtos e serviços para o franqueador, franqueado ou mesmo candidato a franqueado, desenvolvido em parceria com a ABF e com o Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio (MDIC).

Opostas

A ABF Franchising Expo é a segunda maior "vitrine" de oportunidades de negócios em mais de 60 segmentos do setor, entre produtos e serviços, ficando atrás somente da Feira de Paris, na França, segundo Camargo. Por esta razão, espera-se a visita de investidores não só de ponta a ponta do Brasil, mas de toda a América Latina, além de asiáticos e europeus. "A feira é o local ideal para o empreendedor conhecer mais sobre o sistema de franquias, pesquisar oportunidades de negócios, e comparar ofertas, para, então, decidir onde e quanto deseja investir para ingressar no mundo do franchising", afirma Ricardo Bomeny, presidente da ABF.

Para este ano, a grande aposta da feira são as microfranquias. "As microfranquias sem dúvida serão destaque na exposição", afirma Camargo, referindo-se aos negócios que exigem investimento máximo de até R$ 50 mil. Para o executivo, a exploração de novas cidades deverá acelerar a abertura de negócios com custos mais acessíveis. Segundo ele, as franquias de serviços são as que oferecem oportunidades nessa faixa de investimento.

O Grupo Zaiom, franqueadora líder no Brasil no segmento de franquias home based e de baixo investimento, trabalha com cinco marcas pioneiras em mercados de grande crescimento, todas com investimento máximo de R$ 20 mil. O grupo lançará na feira duas novas operações, a Dog Relax, primeira franquia de passeios e cuidados de cães VIP, e a Dr. Jardim, a primeira franquia brasileira de manutenção de jardins e piscinas. Destacam-se também as microfranquias Costura do Futuro, Franquia Paraná Crédito e a Mais Cursos Interativos.

Algumas empresas consolidadas, que aderiram recentemente ao sistema de franquia como estratégia de crescimento, participam pela primeira vez. Entre elas, destacam-se Marisol, Havaianas, Telefônica e Ortobom. Há também redes novas no mercado de franquias e que veem no evento uma excelente oportunidade para apresentar seu plano de expansão. É o caso da Lavasecco e da IGA, do setor de limpeza e conservação, Lego Educations, em educação, YOI! Rolls & Temaki, do setor de alimentação, Extrato da Terra, do ramo de beleza e Evidence, de decoração.

Projeções

Segundo dados da associação, o número de unidades, tanto em pontos-de-venda de serviços como de produtos, saltou de 71.954 para 79.988, um aumento de 11%. Essa expansão resultou na abertura de 72 mil novos postos de trabalho. Em faturamento, o segmento de franquia que mais cresceu em 2009 foi o de Acessórios Pessoais e Calçados, registrando 41,2% de aumento em relação ao ano anterior. Em segundo lugar está o setor de Vestuário, com 37,5% de aumento no faturamento, seguido pelo setor de Informática e Eletrônicos, com crescimento de 28,9%, em relação a 2008. O setor de Alimentação manteve seu ritmo de crescimento, com 21,8%. Acompanhando esse crescimento, só no primeiro quadrimestre deste ano, a Caixa assinou convênio com 55 redes de franquias, o que resultou na contratação de R$ 133,8 milhões em crédito, representando alta de 22,35% ante o mesmo período em 2009. O Grupo Microlins, a rede de cursos profissionalizantes do Brasil, com 730 unidades divididas entre suas quatro marcas, pretende potencializar as bandeiras Instituto da Costura e Ideal Cursos Profissionalizantes.

Com o aquecimento da economia brasileira e o fortalecimento das classes C e D, este segmento educacional tem se valorizado cada vez mais. "São pessoas que também investem em educação para continuar se desenvolvendo. Adotamos um novo posicionamento de negócios para atender às necessidades desse público", diz José Carlos Semenzato, presidente do Grupo Microlins.

Segundo Júlio Volponi, diretor de expansão da empresa, aqueles que investirem nestas bandeiras entrarão em um negócio rentável e de rápido retorno, pois são segmentos que ainda apresentam baixa concorrência no país. "Antes de lançarmos um novo produto, realizamos um intenso trabalho de pesquisa de mercado para garantir que será um negócio pioneiro e inovador".

O Instituto Embelleze é a marca do grupo que mais cresceu nos últimos cinco anos: 213%. Atualmente a empresa está com 230 unidades.

O segmento chamado de microfranquias, as de investimento baixo, entre R$ 20 mil e R$ 50 mil, promete ser um dos destaques da 19ª ABF Franchising Expo 2010, maior feira de negócios do setor da América Latina. A previsão tem como base duas realidades. Primeiro, o setor de franquias é um dos que mais crescem no País, com giro de R$ 63 bilhões em 2009 e alta prevista de 18% em 2010. Além disso, as classes C e D ascendem com potencial de consumo e também de investimento, buscando opções de negócios.

Veículo: DCI

:: Alimentação fora do lar deve faturar 15% mais ::

O setor de alimentação fora de casa deve crescer de 13% a 15% este ano e chegar a um faturamento de até R$ 177 milhões, de acordo com Enzo Donna, diretor da ECD, consultoria especializada em Food Service. No ano passado, conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia), o setor faturou R$ 154 bilhões.

"Hoje, 57 milhões de brasileiros comem fora de casa. Esse número vai crescer para 83 milhões até 2014", projeta o consultor. Aproveitando esse desenvolvimento, as empresas de alimentação estão investindo no setor, como é o caso da JBS. A divisão de carnes da empresa está destinando este ano R$ 40 milhões para o desenvolvimento de produtos e logísticas especialmente para atender restaurantes, lanchonetes e padarias.

"Para a indústria de alimentos, investir em ' food service ' é duas vezes mais lucrativo do que vender para o autosserviço", diz Enzo Dona. "Além disso, o custo para o fabricante é 23% mais baixo porque ele não precisa fazer propaganda, pagar por espaço em gôndola ou por anúncio em encartes de supermercados", explica o consultor.

Vicente Zuffo, diretor de vendas e distribuição da divisão de carnes da JBS, concorda. "As pessoas estão cada vez mais comendo fora de casa e a indústria de alimentos precisa participar desse movimento", diz. Por isso, a JBS está lançando uma linha de carnes já cozidas e congeladas para restaurantes esta semana na Fispal Food Service, maior feira de alimentação fora do lar da América Latina, que acontece até o dia 10 em São Paulo. Este ano, segundo os organizadores, o evento teve um crescimento de 22% no número de expositores.

Veículo: Valor Econômico

:: Varejistas buscam fidelizar clientes com marcas próprias ::

Diante de um mercado que ainda representa 6% de participação no varejo, as marcas próprias têm um enorme potencial de crescimento. Assim, grandes empresas desenham suas estratégias para abocanhar uma fatia do setor. No Grupo Pão de Açúcar (GPA), produtos de marca própria já representam 10% do mix da rede, com crescimento de 22% das vendas nos primeiros meses deste ano em relação a igual período de 2009. A média já é de três itens de produtos exclusivos do grupo por compra. As marcas Qualitá, Extra e Taeq estão entre as mais conhecidas, segundo pesquisa da GS&MD Gouvêa de Souza. A rede tem nove marcas, das quais quatro são de alimentos, três, do setor têxtil, e duas da seção de eletro.

Sylvia Gagnotto, gerente de Marcas Exclusivas do grupo, explica que a escolha do nome das marcas não está vinculada ao nome do grupo por estratégia. "Isso ocorre porque no início das marcas próprias no País havia o estigma de que estavam vinculadas a produtos de pouca qualidade. Tínhamos qualidade e precisávamos transpor essa barreira", conta. Entre os benefícios de ter uma marca própria, o grupo destaca a fidelização do cliente. Outra vantagem seria a maior rentabilidade, devido aos baixos custos de comunicação dos produtos e à negociação direta com o fornecedor.

Para o Carrefour, os concorrentes diretos, como Pão de Açúcar e Walmart, não o são nos produtos de marca própria, pois, no momento da compra, são as marcas líderes que apontam como opção para o consumidor. O grupo crê num aumento de 15% nas vendas dos produtos nos próximos cinco anos, segundo Fernando Del Grossi, gerente de Inovação e Qualidade de Marcas Próprias do grupo, que também acredita na qualidade como diferencial - no ano os produtos exclusivos chegam a passar por mais de 75 auditorias. A varejista francesa investe na segmentação da marca, como Carrefour Baby, Kids e Premium, entre outras. "Achamos a fórmula de atender melhor cada consumidor" afirmou Grossi. Nas linhas de produtos para barbear Carrefour Man, o aumento das vendas, depois da reformulação da marca, chegou a 105%. Outro exemplo é a linha de pet care, em que a participação do produto dobrou.

Para a norte-americana Walmart a estratégia da comercialização das marcas próprias anunciada para este ano é a unificação da marca: a empresa pretende substituir as linhas que levam o nome das bandeiras Big, Mercadorama, Nacional e Great Value pela marca transversal BomPreço. São mais de 12 mil os itens de marca própria. Nos últimos anos, a varejista teve crescimento médio de 20% nas vendas dos produtos exclusivos.

Entre as fragilidades do setor, Julia Pettini, diretora de Marcas Próprias da rede, aponta a ruptura, destacando que em marcas próprias, o problema fica mais em evidência para a empresa e seus consumidores. "Nossa idéia é ajudar nossos fornecedores para um processo produtivo melhor."

Em eletrônicos, a rede Fnac afirma que até o fim do ano irá lançar sua linha de produtos de marca própria e prevê que em março de 2011 já esteja com a linha completa. "Nosso projeto de marca própria não é muito comum ao do resto das empresas", disse Pierre Gabriel Paparemborde, diretor de Produção do grupo.

A rede espera substituir de 30% a 40% dos seus produtos de acessórios e periféricos de marcas locais pela nova marca. Paparembole afirma que o grupo pensa em trazer novidades tecnológicas. As categorias para criação da marca estão sendo desenvolvidas em países diferentes: o Brasil, por exemplo, está como o responsável pela linha de acessórios.

Pesquisa

Pesquisa realizada pela GS&MD Gouvêa de Souza sobre marcas próprias nas regiões de São Paulo, Recife e Porto Alegre apontam para o fato de que produtos de limpeza e de higiene pessoal estão entre os que garantem maior rentabilidade ao varejo, com 54%, seguidos de alimentos, com 50%. O menor índice fica por conta do vestuário, com 20%.

O mercado de marcas próprias no Brasil, segundo Marcos Gouvêa de Souza, presidente da GS&MD, apresenta situações muitos distintas em cada segmento. Em confecção, por exemplo, as quatro líderes já têm hoje 100% do mercado em produtos de marca própria. Nos supermercados, essa participação gira em torno de 6,5%, e, em material de construção, é ainda incipiente. No setor de farmácia, só recentemente a Anvisa liberou as marcas próprias em medicamentos.

"O que tem em comum a todos é que o crescimento da marca própria é intenso, porque estamos vivendo uma consolidação do mercado brasileiro" afirma Gouvêa de Souza.

Veículo: DCI

:: Venda de brindes dispara com a Copa ::

O segmento de brindes especializados em eventos esportivos comemora os bons resultados gerados ao setor pela Copa do Mundo da África do Sul. Em alguns casos, as vendas ocorrem desde julho do ano passado e devem crescer entre 30% e 40% até as vésperas dos jogos, segundo as estimativas de Luiz Roberto Salvador, organizador da Expo Bríndice 2010 - Negócios e Tendências, que acontecerá de 20 a 23 de julho, em São Paulo. Para ele, a Copa do Mundo deve representar um aumento de até 10% no faturamento do setor como um todo em 2010, ante o faturamento total de 2009, que atingiu R$ 4,5 bilhões.

Esse desempenho, segundo ele, vem confirmar a tendência apontada na última pesquisa setorial feita pela Bríndice, referente ao período 2008/2009, de que o brinde deixou de ser apenas uma ferramenta de marketing de fim de ano e ganhou espaço no decorrer do ano, em especial em eventos esportivos, campanhas promocionais e datas comemorativas. Segundo a pesquisa, 50% dos fabricantes dizem que a primeira opção das empresas para brindes é o fim do ano, mas 52% dos entrevistados afirmam que o brinde é mais utilizado em campanhas promocionais. Os fabricantes de pequeno porte (22%), com faturamento anual de até R$ 500 mil, são os que mais se beneficiam do uso do brinde como ferramenta de marketing em eventos como a Copa do Mundo.

Veículo: DCI

:: Nestlé lançará primeiro supermercado flutuante do Brasil ::

A Nestlé vai inaugurar na próxima semana um supermercado flutuante para atender as populações ribeirinhas ao redor de Belém, capital do Pará. Segundo o presidente da empresa, Ivan Zurita, a ideia é que o navio itinerante seja um ponto de venda móvel dos produtos Nestlé que será, no futuro, levado para outros lugares da região Norte do País.

O supermercado, que será aberto no dia 17, faz parte do programa "Nestlé até você", iniciativa para a venda de produtos da marca de forma acessível. "Prestaremos esse serviço à população do local, que tem os rios como ruas e avenidas", afirmou Ivan Zurita, durante homenagem recebida ontem no Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).

Supervisão

O supermercado, que teve todo investimento e supervisão da Nestlé, venderá apenas produtos da marca. De acordo com o presidente da empresa, o mercado será limitado em termos de tamanho. "Mas tenho certeza que chegaremos bem."

A Nestlé, líder na área de alimentos no País, traçou desde 2001 um plano para incluir as classes menos favorecidas no mercado de consumo. Para isso, foram lançados novos produtos e desenvolvidas estratégias de venda.

Segundo Zurita, foi feito um trabalho direcionado para as classes C, D e E, que compõem 82% do consumo de alimentos no Brasil. "A regionalização, baseada no perfil do consumidor, é muito importante e tem dado resultados fabulosos. Cada região é uma área diferente", disse.

Sabor

A empresa, definida por Zurita como uma "multinacional com sabor local", fechou 2009 com faturamento de R$ 16,5 bilhões, com 30 fábricas espalhadas por todo o Brasil.

Além disso, a companhia investe mais de R$ 40 milhões em projetos sociais. "Gostaria de continuar, como no ano passado superando dois dígitos de crescimento. Acredito que podemos repetir o que ocorreu em 2009, com mais de 10% de crescimento", analisou Zurita.

A Nestlé está no Brasil desde 1921. A empresa produz 1,4 milhão de toneladas de alimentos por ano.A empresa emprega diretamente 17.670 pessoas e indiretamente 220 mil funcionários. Dentro do grupo, a Nestlé Brasil é o 2º mercado em volume.
A Nestlé é a maior empresa mundial de alimentos e bebidas.

Veículo: DCI