A embalagem foi cria da em comemoração à Copa 2010 e o lançamento é exclusivo para o Brasil. O torcedor sul-africano, que torce a caráter vestindo a Makarapa, acessório feito para comemorar, serviu de inspiração para a garrafa. Assim como muitos torcedores preparam bandeiras e outros materiais para torcer nos estádios, a Makarapa pode ser feita a mão e terá a ssinatura de seu dono ou ainda ser comprada na entrada da partida.sexta-feira, 25 de junho de 2010
:: Coca-cola lança garrafa de alumínio ::
A embalagem foi cria da em comemoração à Copa 2010 e o lançamento é exclusivo para o Brasil. O torcedor sul-africano, que torce a caráter vestindo a Makarapa, acessório feito para comemorar, serviu de inspiração para a garrafa. Assim como muitos torcedores preparam bandeiras e outros materiais para torcer nos estádios, a Makarapa pode ser feita a mão e terá a ssinatura de seu dono ou ainda ser comprada na entrada da partida.sexta-feira, 18 de junho de 2010
:: Audiencias de 17 de junho ::
GLOBO:
Sinhá moça - 16
Malhação - 21
Escrito nas estrelas - 27
Tempos modernos - 28
Passione - 33
A grande família - 27
A vida alheia - 16
Brasileiros - 11
Jogos do Brasil:
Argentina x Coréia do Norte - 13
Grécia x Nigéria - 14
França x México - 17
SBT:
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 8
Ana Raio e Zé Trovão -7
Programa do Ratinho - 4
Conexão reporter - 7
A praça é nossa - 7
RECORD:
Hoje em dia - 4
Fala Brasil - 6
CSI Investigação Criminal - 11
Ídolos - 11
Ribeirão do tempo - 8
Os mutantes - 7
Fonte: Blog Patricia Kogut.
Sinhá moça - 16
Malhação - 21
Escrito nas estrelas - 27
Tempos modernos - 28
Passione - 33
A grande família - 27
A vida alheia - 16
Brasileiros - 11
Jogos do Brasil:
Argentina x Coréia do Norte - 13
Grécia x Nigéria - 14
França x México - 17
SBT:
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 8
Ana Raio e Zé Trovão -7
Programa do Ratinho - 4
Conexão reporter - 7
A praça é nossa - 7
RECORD:
Hoje em dia - 4
Fala Brasil - 6
CSI Investigação Criminal - 11
Ídolos - 11
Ribeirão do tempo - 8
Os mutantes - 7
Fonte: Blog Patricia Kogut.
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:: Ranking de Audiência ::
:: Varejo já fatura com o fim da exclusividade no setor de cartões ::
Lojistas conseguem redução do aluguel de terminais e taxa menor
Com seis lojas em São Paulo e faturamento anual na casa dos R$ 9 milhões, a relojoaria Timeland vai reduzir as despesas com aluguel de maquininhas de captura (POS) de pagamentos com cartões de R$ 21,6 mil para cerca de R$ 5 mil ao ano. Nas taxas pagas por transação de débito, crédito ou nas vendas parceladas, a economia será da ordem de R$ 30 mil. As estimativas são do sócio Pedro Luiz Fujiwara, que, atento às implicações que a abertura do mercado traria, tratou de chamar Redecard e Cielo para a conversa há cerca de três meses. Acabou fechando contrato de um ano para ficar apenas com a rede da Cielo e vai desconectar os terminais da concorrente.
"Antes, não se tinha essa opção. Ou o lojista não aceitava cartão, como se isso fosse possível nos dias de hoje, ou ficava na mão das empresas, que são os 'melhores sócios do mundo' e numa única transação levam até 4%", diz. Na escolha da Cielo pesou a agilidade da credenciadora nas negociações e um certo pé atrás com a a Redecard. "Quando o Shopping Bourbon (zona Oeste de São Paulo) foi inaugurado, em abril de 2008, demorou um mês para instalarem o POS; na crise, eles aumentaram as taxas e depois veio a pane do Natal." O novo concorrente, o Santander, em parceria com a GetNet, não chegou a ser procurado. "Por ser uma rede nova, ainda está investindo, não sei se teria capacidade operacional para abocanhar um mercado muito maior."
Quando o contrato com a Cielo expirar, avisa, a Timeland estará aberta a novas negociações. A empresa vai manter Itaú e Bradesco como os bancos onde são depositados os fluxos de recebimento dos cartões (domicílio bancário). A ideia é buscar também nos bancos melhores condições no pacote de conta corrente e de antecipação de recebíveis. Com a economia nas despesas com as credenciadoras, a intenção é investir mais e reduzir o volume tomado com as instituições financeiras. A loja não pensa em dar desconto ao clientes.
A TDB Têxtil, dona da Tip Top, de roupas de bebê, por sua vez, decidiu testar os serviços do Santander e da GetNet. Paralelamente, porém, a recomendação aos franqueados é manter os POS da Redecard por mais seis meses, até para testar a eficiência do serviço da GetNet, conta a gerente de franquias, Daniela Venâncio. No Nordeste, onde tem lojista trabalhando com o sistema próprio, sem as maquininhas alugadas, há proposta até para isenção de aluguel dos POS que ficarão de reserva. Já os terminais da Cielo, depois de um passado de relacionamento conflituoso, serão desconectados. "Quando há loja sendo inaugurada, temos que pedir pelo amor de Deus para eles instalarem a maquineta", desabafa. A recomendação é também devolver as maquinas que capturam a bandeira American Express, que, segundo a sua percepção, passam apenas um pequeno percentual das vendas e, cujos portadores, em geral, carregam adicionalmente Visa ou MasterCard na carteira.
O Grupo FX, franqueado que reúne 20 lojas em São Paulo e Grande São Paulo, das marcas Fórum, Colcci e Tritton está propenso a fechar negociação com a Redecard. Com os pontos de venda em transição para o sistema próprio (chamado TEF, no jargão do setor), a intenção é deixar um único POS nas lojas, conta Guilherme Daguano Fargnolli. "A gente preza muito pela aparência do espaço físico da loja, o que era inviável enquanto tínhamos que manter até três maquininhas diferentes."
Na mesa de negociação, ele conta que a proposta inclui abatimento entre 5% e 10% nas taxas cobradas sobre cada transação, POS reserva de graça e até rebate se o grupo cumprir determinadas metas de elevar o volume de transações capturadas pela rede em relação ao total recebido com cartões. A intenção é também desconectar os terminais do cartão Amex, que ele imagina que poderão ser capturados por qualquer rede.
Já o diretor de franquias do Arena Café e Futebol, Alfredo Monteiro Jr., se diz inclinado a manter só o terminal da Cielo. O que o preocupa, porém, é que apesar da expectativa de que GetNet, Redecard e Cielo estejam aptas a capturar Visa e MasterCard a partir de julho, isso não será automático para os vouchers de alimentação - hoje a Visa Vale só passa nos terminais da Cielo, enquanto a Ticket passa pela Redecard. Ele mesmo não chegou a procurar nenhuma das empresas para negociar. Nos demais casos relatados ao Valor, a iniciativa de abrir o diálogo para redução de preço partiu dos lojistas. Há ainda algum grau de desinformação. O dono de uma revendedora de tintas sequer sabia que poderia ter no seu estabelecimento um único POS para receber as duas principais bandeiras do mercado.
Empresas impõem contrapartida às lojas
É junto ao comércio de pequeno e médio porte que o Santander tenta marcar terreno no negócio de credenciamento de lojistas para captura de pagamentos com cartão. Para tanto, a instituição colocou na rua seus 3 mil gerentes pessoa jurídica para ofertar o pacote de credenciamento e da batizada "conta integrada", estimulando o comerciante a centralizar nela todo o seu fluxo de cartões, com isenção de tarifa para volumes a partir de R$ 3 mil. O diretor da área de cartões, Cassius Schymura, não abre os números desses primeiros meses de atuação, mas informa que a conversão para a base Santander/GetNet, iniciada em abril, está dentro do cronograma esperado para o plano de ter 10% do mercado até 2012 e cerca de 300 mil estabelecimentos.
Para obter descontos nas taxas por transação capturada, o presidente da Redecard, Roberto Medeiros, diz que há degraus a atingir. Quanto maior o giro capturado pela rede, tanto melhor o benefício. Mas ele garante que não cederá em preço às custas da rentabilidade do negócio e que não haverá oferta de terminais de graça, pois há custos associados ao serviço que não são desprezíveis.
Na retaguarda, os investimentos têm sido direcionados para melhorar a logística e distribuição, a fim de dar uma resposta mais rápida aos lojistas, tanto na instalação quanto na reposição de terminais, além de atender aos planos de ampliar a rede credenciada nos estados do Centro-Oeste e Nordeste e em novos segmentos, como saúde e educação. A central de atendimento também recebeu mais posições.
Medeiros considera que a falha da Redecard em plena véspera de Natal não chegou a atrapalhar a expansão neste novo momento do mercado. "De janeiro para cá, acrescentamos 165 mil clientes à nossa rede; quaisquer serviços que envolvam tecnologia de ponta não têm como ter o compromisso de disponibilidade de 100%, temos 99,995%."
Já o presidente da Cielo, Rômulo Dias, diz que há muita conversa, mas os casos de renegociação de contrato são ainda minoria. "A nossa proposta de valor em resposta à concorrência é, desde ter uma diponibilidade de rede de 100% em datas como Natal, dia das mães e dos namorados, até a parceria estratégica fechada com o HSBC, que poderia uma empresa concorrente do zero." O executivo conta que a negociação de taxas e de aluguel de POS se dá caso a caso, em função de volumes e outros critérios.
Diante do ambiente mais competitivo que se pronuncia ele sabe, porém, que questões operacionais e de relacionamento com o lojista precisam ser aperfeiçoados. O acordo de nível do serviço prestado, que prevê os prazos de resposta para determinados serviços, como manutenção e substituição de POS, já foi recalibrado, sem impor custos extras aos estabelecimentos. Aqueles que precisarem de um atendimento mais ágil terão de contratar esse adicional, porque há implicações logísticas e tecnológicas nesse tipo de prestação de serviços, explica Dias. (AC)
Veículo: Valor Econômico
Com seis lojas em São Paulo e faturamento anual na casa dos R$ 9 milhões, a relojoaria Timeland vai reduzir as despesas com aluguel de maquininhas de captura (POS) de pagamentos com cartões de R$ 21,6 mil para cerca de R$ 5 mil ao ano. Nas taxas pagas por transação de débito, crédito ou nas vendas parceladas, a economia será da ordem de R$ 30 mil. As estimativas são do sócio Pedro Luiz Fujiwara, que, atento às implicações que a abertura do mercado traria, tratou de chamar Redecard e Cielo para a conversa há cerca de três meses. Acabou fechando contrato de um ano para ficar apenas com a rede da Cielo e vai desconectar os terminais da concorrente.
"Antes, não se tinha essa opção. Ou o lojista não aceitava cartão, como se isso fosse possível nos dias de hoje, ou ficava na mão das empresas, que são os 'melhores sócios do mundo' e numa única transação levam até 4%", diz. Na escolha da Cielo pesou a agilidade da credenciadora nas negociações e um certo pé atrás com a a Redecard. "Quando o Shopping Bourbon (zona Oeste de São Paulo) foi inaugurado, em abril de 2008, demorou um mês para instalarem o POS; na crise, eles aumentaram as taxas e depois veio a pane do Natal." O novo concorrente, o Santander, em parceria com a GetNet, não chegou a ser procurado. "Por ser uma rede nova, ainda está investindo, não sei se teria capacidade operacional para abocanhar um mercado muito maior."
Quando o contrato com a Cielo expirar, avisa, a Timeland estará aberta a novas negociações. A empresa vai manter Itaú e Bradesco como os bancos onde são depositados os fluxos de recebimento dos cartões (domicílio bancário). A ideia é buscar também nos bancos melhores condições no pacote de conta corrente e de antecipação de recebíveis. Com a economia nas despesas com as credenciadoras, a intenção é investir mais e reduzir o volume tomado com as instituições financeiras. A loja não pensa em dar desconto ao clientes.
A TDB Têxtil, dona da Tip Top, de roupas de bebê, por sua vez, decidiu testar os serviços do Santander e da GetNet. Paralelamente, porém, a recomendação aos franqueados é manter os POS da Redecard por mais seis meses, até para testar a eficiência do serviço da GetNet, conta a gerente de franquias, Daniela Venâncio. No Nordeste, onde tem lojista trabalhando com o sistema próprio, sem as maquininhas alugadas, há proposta até para isenção de aluguel dos POS que ficarão de reserva. Já os terminais da Cielo, depois de um passado de relacionamento conflituoso, serão desconectados. "Quando há loja sendo inaugurada, temos que pedir pelo amor de Deus para eles instalarem a maquineta", desabafa. A recomendação é também devolver as maquinas que capturam a bandeira American Express, que, segundo a sua percepção, passam apenas um pequeno percentual das vendas e, cujos portadores, em geral, carregam adicionalmente Visa ou MasterCard na carteira.
O Grupo FX, franqueado que reúne 20 lojas em São Paulo e Grande São Paulo, das marcas Fórum, Colcci e Tritton está propenso a fechar negociação com a Redecard. Com os pontos de venda em transição para o sistema próprio (chamado TEF, no jargão do setor), a intenção é deixar um único POS nas lojas, conta Guilherme Daguano Fargnolli. "A gente preza muito pela aparência do espaço físico da loja, o que era inviável enquanto tínhamos que manter até três maquininhas diferentes."
Na mesa de negociação, ele conta que a proposta inclui abatimento entre 5% e 10% nas taxas cobradas sobre cada transação, POS reserva de graça e até rebate se o grupo cumprir determinadas metas de elevar o volume de transações capturadas pela rede em relação ao total recebido com cartões. A intenção é também desconectar os terminais do cartão Amex, que ele imagina que poderão ser capturados por qualquer rede.
Já o diretor de franquias do Arena Café e Futebol, Alfredo Monteiro Jr., se diz inclinado a manter só o terminal da Cielo. O que o preocupa, porém, é que apesar da expectativa de que GetNet, Redecard e Cielo estejam aptas a capturar Visa e MasterCard a partir de julho, isso não será automático para os vouchers de alimentação - hoje a Visa Vale só passa nos terminais da Cielo, enquanto a Ticket passa pela Redecard. Ele mesmo não chegou a procurar nenhuma das empresas para negociar. Nos demais casos relatados ao Valor, a iniciativa de abrir o diálogo para redução de preço partiu dos lojistas. Há ainda algum grau de desinformação. O dono de uma revendedora de tintas sequer sabia que poderia ter no seu estabelecimento um único POS para receber as duas principais bandeiras do mercado.
Empresas impõem contrapartida às lojas
É junto ao comércio de pequeno e médio porte que o Santander tenta marcar terreno no negócio de credenciamento de lojistas para captura de pagamentos com cartão. Para tanto, a instituição colocou na rua seus 3 mil gerentes pessoa jurídica para ofertar o pacote de credenciamento e da batizada "conta integrada", estimulando o comerciante a centralizar nela todo o seu fluxo de cartões, com isenção de tarifa para volumes a partir de R$ 3 mil. O diretor da área de cartões, Cassius Schymura, não abre os números desses primeiros meses de atuação, mas informa que a conversão para a base Santander/GetNet, iniciada em abril, está dentro do cronograma esperado para o plano de ter 10% do mercado até 2012 e cerca de 300 mil estabelecimentos.
Para obter descontos nas taxas por transação capturada, o presidente da Redecard, Roberto Medeiros, diz que há degraus a atingir. Quanto maior o giro capturado pela rede, tanto melhor o benefício. Mas ele garante que não cederá em preço às custas da rentabilidade do negócio e que não haverá oferta de terminais de graça, pois há custos associados ao serviço que não são desprezíveis.
Na retaguarda, os investimentos têm sido direcionados para melhorar a logística e distribuição, a fim de dar uma resposta mais rápida aos lojistas, tanto na instalação quanto na reposição de terminais, além de atender aos planos de ampliar a rede credenciada nos estados do Centro-Oeste e Nordeste e em novos segmentos, como saúde e educação. A central de atendimento também recebeu mais posições.
Medeiros considera que a falha da Redecard em plena véspera de Natal não chegou a atrapalhar a expansão neste novo momento do mercado. "De janeiro para cá, acrescentamos 165 mil clientes à nossa rede; quaisquer serviços que envolvam tecnologia de ponta não têm como ter o compromisso de disponibilidade de 100%, temos 99,995%."
Já o presidente da Cielo, Rômulo Dias, diz que há muita conversa, mas os casos de renegociação de contrato são ainda minoria. "A nossa proposta de valor em resposta à concorrência é, desde ter uma diponibilidade de rede de 100% em datas como Natal, dia das mães e dos namorados, até a parceria estratégica fechada com o HSBC, que poderia uma empresa concorrente do zero." O executivo conta que a negociação de taxas e de aluguel de POS se dá caso a caso, em função de volumes e outros critérios.
Diante do ambiente mais competitivo que se pronuncia ele sabe, porém, que questões operacionais e de relacionamento com o lojista precisam ser aperfeiçoados. O acordo de nível do serviço prestado, que prevê os prazos de resposta para determinados serviços, como manutenção e substituição de POS, já foi recalibrado, sem impor custos extras aos estabelecimentos. Aqueles que precisarem de um atendimento mais ágil terão de contratar esse adicional, porque há implicações logísticas e tecnológicas nesse tipo de prestação de serviços, explica Dias. (AC)
Veículo: Valor Econômico
:: Consumidor compra mais roupa de inverno ::
Depois de um 2009 de retração, confecções e varejistas faturam com o frio e se animam com o verão
O consumidor está comprando mais roupa nesta temporada de inverno. O crescimento das vendas no varejo mostra um quadro bem diferente do vivido no ano passado, quando o setor de confecções encolheu. E a expectativa é que a coleção de verão, que deve começar a aparecer nas vitrines em menos de duas semanas, continue a atrair compradores.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil, a produção de vestuário e acessórios caiu quase 8% em 2009, mas de janeiro a abril deste ano a curva inverteu-se e o crescimento superou a marca de 12%, em relação a igual período do ano passado. No varejo, as vendas que caíram 2,72% no ano passado, subiram 9,53% neste ano, até março.
Em abril, divulgou esta semana o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a categoria de vestuário, tecidos e calçados foi a única de todo o varejo a registrar aumento de vendas, de 2,2% em relação a março.
"Estamos observando uma reação positiva e, com o frio, os estoques serão desovados", diz Sarah Vaintraub, coordenadora do Comitê de Moda Feminina da Abit. Roberto Chadad, presidente da Abravest, que reúne 2,2 mil confecções no país, concorda e diz que a partir de abril os pequenos e médios fabricantes de roupa "começaram a entrar no azul".
O varejo aquecido, diz Chadad, "faz entrar dinheiro no caixa dos lojistas. E com mais dinheiro, as compras da coleção de verão serão maiores."
O volume de estoque de roupas mais leves e coloridas deve crescer acima de 20% neste ano nas 105 lojas da rede de hipemercados Extra, em comparação à temporada de verão do ano passado. "Estamos com as compras programadas até dezembro", diz o diretor da área têxtil do Grupo Pão de Açúcar, Sidnei Abreu. Há dois anos o executivo começou a reestruturar a divisão que abriga vestuário e artigos de cama, mesa e banho do Extra - bandeira responsável por 50% do que o maior grupo varejista do país fatura.
Abreu compra roupa feminina, masculina e infantil de um grupo de cerca de 100 confecções. "Mas nós determinados as cores e o desenho. São roupas sob encomenda", explica o diretor. Depois que ele assumiu o posto, a rede Extra começou a ter coleções de inverno e verão e sua missão era, e é, "vender muito".
No ano passado, ao contrário da média do varejo de moda, que encolheu, a rede Extra teve expansão de 15% nas vendas, em volume, e sem considerar lojas novas. "De janeiro até agora, o crescimento tem sido acima de 20%", diz Abreu, considerando o mesmo período de 2009.
Para lojistas e confecções de pequeno e médio portes, as vendas das roupas de verão devem acelerar-se a partir da próxima semana em São Paulo. E são mais importantes para os fabricantes nacionais, diz Chadad, pois a participação do produto importado, que na temporada de inverno gira em torno de 90% do que o varejo compra, na coleção de verão cai para menos de 50%.
De segunda a sexta feira, o Expo Center Norte abrigará três feiras, de roupa feminina, masculina e infantil. A expectativa dos organizadores é otimista.
Sarah Vaintraub, da Abit, há 20 anos dedica-se a montar feiras de moda e informa que o pavilhão de roupa feminina abrigará 120 confecções. Na edição de 2009, lembra, os participantes fecharam contratos equivalentes a R$ 15 milhões. Sua estimativa para este ano é de um aumento de 20% nos negócios. No pavilhão infanto-juvenil, que vai ocupar cerca de 15 mil metros quadrados, são esperados 183 expositores e a estimativa de Humberto Rebonato, um dos organizadores, é que 15 mil lojistas circulem pelos corredores.
Veículo: Valor Econômico
O consumidor está comprando mais roupa nesta temporada de inverno. O crescimento das vendas no varejo mostra um quadro bem diferente do vivido no ano passado, quando o setor de confecções encolheu. E a expectativa é que a coleção de verão, que deve começar a aparecer nas vitrines em menos de duas semanas, continue a atrair compradores.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil, a produção de vestuário e acessórios caiu quase 8% em 2009, mas de janeiro a abril deste ano a curva inverteu-se e o crescimento superou a marca de 12%, em relação a igual período do ano passado. No varejo, as vendas que caíram 2,72% no ano passado, subiram 9,53% neste ano, até março.
Em abril, divulgou esta semana o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a categoria de vestuário, tecidos e calçados foi a única de todo o varejo a registrar aumento de vendas, de 2,2% em relação a março.
"Estamos observando uma reação positiva e, com o frio, os estoques serão desovados", diz Sarah Vaintraub, coordenadora do Comitê de Moda Feminina da Abit. Roberto Chadad, presidente da Abravest, que reúne 2,2 mil confecções no país, concorda e diz que a partir de abril os pequenos e médios fabricantes de roupa "começaram a entrar no azul".
O varejo aquecido, diz Chadad, "faz entrar dinheiro no caixa dos lojistas. E com mais dinheiro, as compras da coleção de verão serão maiores."
O volume de estoque de roupas mais leves e coloridas deve crescer acima de 20% neste ano nas 105 lojas da rede de hipemercados Extra, em comparação à temporada de verão do ano passado. "Estamos com as compras programadas até dezembro", diz o diretor da área têxtil do Grupo Pão de Açúcar, Sidnei Abreu. Há dois anos o executivo começou a reestruturar a divisão que abriga vestuário e artigos de cama, mesa e banho do Extra - bandeira responsável por 50% do que o maior grupo varejista do país fatura.
Abreu compra roupa feminina, masculina e infantil de um grupo de cerca de 100 confecções. "Mas nós determinados as cores e o desenho. São roupas sob encomenda", explica o diretor. Depois que ele assumiu o posto, a rede Extra começou a ter coleções de inverno e verão e sua missão era, e é, "vender muito".
No ano passado, ao contrário da média do varejo de moda, que encolheu, a rede Extra teve expansão de 15% nas vendas, em volume, e sem considerar lojas novas. "De janeiro até agora, o crescimento tem sido acima de 20%", diz Abreu, considerando o mesmo período de 2009.
Para lojistas e confecções de pequeno e médio portes, as vendas das roupas de verão devem acelerar-se a partir da próxima semana em São Paulo. E são mais importantes para os fabricantes nacionais, diz Chadad, pois a participação do produto importado, que na temporada de inverno gira em torno de 90% do que o varejo compra, na coleção de verão cai para menos de 50%.
De segunda a sexta feira, o Expo Center Norte abrigará três feiras, de roupa feminina, masculina e infantil. A expectativa dos organizadores é otimista.
Sarah Vaintraub, da Abit, há 20 anos dedica-se a montar feiras de moda e informa que o pavilhão de roupa feminina abrigará 120 confecções. Na edição de 2009, lembra, os participantes fecharam contratos equivalentes a R$ 15 milhões. Sua estimativa para este ano é de um aumento de 20% nos negócios. No pavilhão infanto-juvenil, que vai ocupar cerca de 15 mil metros quadrados, são esperados 183 expositores e a estimativa de Humberto Rebonato, um dos organizadores, é que 15 mil lojistas circulem pelos corredores.
Veículo: Valor Econômico
:: Pão de Açúcar inaugura loja do Assaí no Ceará ::
Com investimento de R$ 11,08 milhões o Grupo Pão de Açúcar (GPA) inaugurou ontem a sua quarta loja da rede atacadista Assaí no Ceará. O Assaí Parangaba é a terceira unidade da rede cash & carry na capital cearense.
A área construída é de 8,826 m², com 4.720,60 m² de área de vendas, 20 caixas e 258 vagas de estacionamento para atender a uma população de cerca de 350 mil pessoas que moram no entorno e em regiões próximas.
Com a expansão do Assaí no Ceará, o GPA reforça a importância do mercado nordestino, com distinção à praça cearense, que dispõe de unidades da rede de atacado e varejo (atacarejo) na capital e em Caucaia, região metropolitana de Fortaleza. "A ampliação das operações de atacarejo está entre as prioridades do GPA em 2010, e o Assaí vai abrir 18 lojas até o final do ano", afirma Maurício Cerrutti, diretor-geral do Assaí Atacadista. "Entre os investimentos, teremos ainda reformas de lojas já existentes e aquisição de novos terrenos", complementa.
A rede disponibiliza 9 mil itens à venda, entre produtos de mercearia, alimentos, perecíveis, bazar, bebidas e limpeza, de grandes marcas nacionais, regionais e importadas.
Veículo: DCI
A área construída é de 8,826 m², com 4.720,60 m² de área de vendas, 20 caixas e 258 vagas de estacionamento para atender a uma população de cerca de 350 mil pessoas que moram no entorno e em regiões próximas.
Com a expansão do Assaí no Ceará, o GPA reforça a importância do mercado nordestino, com distinção à praça cearense, que dispõe de unidades da rede de atacado e varejo (atacarejo) na capital e em Caucaia, região metropolitana de Fortaleza. "A ampliação das operações de atacarejo está entre as prioridades do GPA em 2010, e o Assaí vai abrir 18 lojas até o final do ano", afirma Maurício Cerrutti, diretor-geral do Assaí Atacadista. "Entre os investimentos, teremos ainda reformas de lojas já existentes e aquisição de novos terrenos", complementa.
A rede disponibiliza 9 mil itens à venda, entre produtos de mercearia, alimentos, perecíveis, bazar, bebidas e limpeza, de grandes marcas nacionais, regionais e importadas.
Veículo: DCI
:: Brasileiro gasta mais com produtos "verdes" ::
Imagine saber o que 9 mil consumidores da Austrália, Estados Unidos, Reino Unido, China, Brasil, Índia, Alemanha e França pensam sobre empresas verdes? Para descobrir essas e outras informações valiosas a Penn, Schoen & Berland Associates (PSB), com participação das agências da WPP, Landor Associates e Cohn & Wolfe - essa última representada no Brasil pela G&A Comunicação Empresarial - e a empresa de consultoria independente, Esty Environmental Partnersum, conduziram a pesquisa ImagePower Green Brands pelo quinto ano consecutivo.
Com uma amostra muito maior que nos anos anteriores, essa pesquisa investigou como os consumidores percebem e se comportam em relação às iniciativas verdes das empresas de diversos segmentos. A pesquisa traz informações relevantes para o mercado e para empresas que desejam fazer negócios em algum dos países participantes.
Os resultados apontam que o meio ambiente é a principal preocupação de brasileiros e indianos, enquanto que nos demais países, a economia é o tema de maior relevância no momento. Entre os brasileiros, 60% consideram as mudanças do clima e o desflorestamento as questões mais importantes. O Brasil ainda está entre os países que se consideram na direção errada em relação à forma de lidar com meio ambiente. Neste grupo também estão França, Índia e Alemanha.
A grande surpresa deste ano é que, apesar de a maioria das nações acharem que produtos verdes custam mais que os outros, brasileiros e indianos consideram que o maior empecilho para a compra desses produtos é a falta de opções. Nesse sentido, somente China, Índia e Brasil apresentaram números significativos: 82% dos chineses, 81% de indianos e 73% dos brasileiros dizem que gastarão mais consumindo produtos ecologicamente corretos. Outro dado interessante é que 83% dos brasileiros, juntamente com grande parte das nações, acreditam que as empresas usam muitos materiais para embalagem e outros 70% planejam comprar produtos que possam ser reciclados e reutilizados.
"Os dados da pesquisa de 2010 apontam que, mesmo preocupados com a situação econômica de seus países, os consumidores estão conscientes sobre a importância de cobrar das empresas mais ações e produtos ecologicamente corretos", afirmou a vice-presidente da Gaspar & Associados, Heloísa Picos. "Além disso, os dados do Brasil mostram uma grande oportunidade para os fabricantes de linhas ecologicamente responsáveis, pois a população quer consumir mais produtos verdes, mas o preço e a falta de oferta ainda dificultam esse processo", complementou Picos.
Imagem e produtos - Quando a pesquisa aborda a questão da escolha das marcas, quase 95% dos brasileiros dizem que para eles é importante ou muito importante comprar produtos de uma empresa "verde". A maioria dos consumidores dos oito países concordou que para uma companhia ser vista como ambientalmente responsável elas devem primeiramente reduzir a quantidade de substâncias tóxicas ou perigosas em seus produtos e na fabricação, terem processos de reciclagem e conservação da água. Mais de 80% dos brasileiros ainda afirmam que as empresas deveriam reciclar seus produtos.
A pesquisa explorou também o aspecto da comunicação das iniciativas verdes e constatou que a televisão e a internet são as principais fontes de informação sobre o meio ambiente. No Brasil não é diferente: os consumidores são mais influenciados por reportagens do que por certificações e experiências prévias.
Veículo: Diário do Comércio - MG
Com uma amostra muito maior que nos anos anteriores, essa pesquisa investigou como os consumidores percebem e se comportam em relação às iniciativas verdes das empresas de diversos segmentos. A pesquisa traz informações relevantes para o mercado e para empresas que desejam fazer negócios em algum dos países participantes.
Os resultados apontam que o meio ambiente é a principal preocupação de brasileiros e indianos, enquanto que nos demais países, a economia é o tema de maior relevância no momento. Entre os brasileiros, 60% consideram as mudanças do clima e o desflorestamento as questões mais importantes. O Brasil ainda está entre os países que se consideram na direção errada em relação à forma de lidar com meio ambiente. Neste grupo também estão França, Índia e Alemanha.
A grande surpresa deste ano é que, apesar de a maioria das nações acharem que produtos verdes custam mais que os outros, brasileiros e indianos consideram que o maior empecilho para a compra desses produtos é a falta de opções. Nesse sentido, somente China, Índia e Brasil apresentaram números significativos: 82% dos chineses, 81% de indianos e 73% dos brasileiros dizem que gastarão mais consumindo produtos ecologicamente corretos. Outro dado interessante é que 83% dos brasileiros, juntamente com grande parte das nações, acreditam que as empresas usam muitos materiais para embalagem e outros 70% planejam comprar produtos que possam ser reciclados e reutilizados.
"Os dados da pesquisa de 2010 apontam que, mesmo preocupados com a situação econômica de seus países, os consumidores estão conscientes sobre a importância de cobrar das empresas mais ações e produtos ecologicamente corretos", afirmou a vice-presidente da Gaspar & Associados, Heloísa Picos. "Além disso, os dados do Brasil mostram uma grande oportunidade para os fabricantes de linhas ecologicamente responsáveis, pois a população quer consumir mais produtos verdes, mas o preço e a falta de oferta ainda dificultam esse processo", complementou Picos.
Imagem e produtos - Quando a pesquisa aborda a questão da escolha das marcas, quase 95% dos brasileiros dizem que para eles é importante ou muito importante comprar produtos de uma empresa "verde". A maioria dos consumidores dos oito países concordou que para uma companhia ser vista como ambientalmente responsável elas devem primeiramente reduzir a quantidade de substâncias tóxicas ou perigosas em seus produtos e na fabricação, terem processos de reciclagem e conservação da água. Mais de 80% dos brasileiros ainda afirmam que as empresas deveriam reciclar seus produtos.
A pesquisa explorou também o aspecto da comunicação das iniciativas verdes e constatou que a televisão e a internet são as principais fontes de informação sobre o meio ambiente. No Brasil não é diferente: os consumidores são mais influenciados por reportagens do que por certificações e experiências prévias.
Veículo: Diário do Comércio - MG
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
:: Audiências de 16 de junho ::
GLOBO:
Sinhá Moça - 15
Malhação - 22
Escrito nas estrelas - 28
Tempos modernos - 25
Passione - 34
Festival nacional ("Trair e coçar é só começar") - 28
Jogos da Copa:
Honduras x Chile - 12
Espanha x Suiça - 14
África do Sul x Uruguai - 16
SBT:
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão -6
Programa do Ratinho - 4
Um contra cem - 4
SBT Repórter - 4
RECORD:
Fala Brasil - 5
Hoje em dia - 3
Ribeirão do Tempo - 11
Super tela ("A batalha de Riddick") - 9
CSI Investigação Criminal - 13
Os mutantes - 7
BAND:
Brasil urgente - 7
Jogos da Copa:
Honduras x Chile - 2
Espanha x Suiça - 4
África do Sul x Uruguai - 4
Fonte: Blog Patricia Kogut.
Sinhá Moça - 15
Malhação - 22
Escrito nas estrelas - 28
Tempos modernos - 25
Passione - 34
Festival nacional ("Trair e coçar é só começar") - 28
Jogos da Copa:
Honduras x Chile - 12
Espanha x Suiça - 14
África do Sul x Uruguai - 16
SBT:
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão -6
Programa do Ratinho - 4
Um contra cem - 4
SBT Repórter - 4
RECORD:
Fala Brasil - 5
Hoje em dia - 3
Ribeirão do Tempo - 11
Super tela ("A batalha de Riddick") - 9
CSI Investigação Criminal - 13
Os mutantes - 7
BAND:
Brasil urgente - 7
Jogos da Copa:
Honduras x Chile - 2
Espanha x Suiça - 4
África do Sul x Uruguai - 4
Fonte: Blog Patricia Kogut.
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:: Ranking de Audiência ::
:: Audiência de 15 de junho ::
GLOBO:
Sinhá moça - 18
Escrito nas estrelas - 32
Tempos modernos - 30
Passione - 33
Casseta e Planeta - 23
Na forma da lei - 18
Central da Copa - 13
Brasil x Coréia do Norte - 45
Nova Zelândia e Eslovênia: 11
Costa do Marfim e Portugal: 17
SBT:
As tontas não vão ao céu - 2
Uma rosa com amor - 6
Ana Raio e Zé Trovão - 7
Programa do Ratinho - 4
Cine espetacular ("Pânico na floresta") - 6
Grey's Anatomy - 5
BAND:
Brasil x Coréia do Norte - 10
Costa do Marfim x Portugal - 5
Nova Zelândia x Eslováquia - 2
Fonte: Patricia Kogut.
Sinhá moça - 18
Escrito nas estrelas - 32
Tempos modernos - 30
Passione - 33
Casseta e Planeta - 23
Na forma da lei - 18
Central da Copa - 13
Brasil x Coréia do Norte - 45
Nova Zelândia e Eslovênia: 11
Costa do Marfim e Portugal: 17
SBT:
As tontas não vão ao céu - 2
Uma rosa com amor - 6
Ana Raio e Zé Trovão - 7
Programa do Ratinho - 4
Cine espetacular ("Pânico na floresta") - 6
Grey's Anatomy - 5
BAND:
Brasil x Coréia do Norte - 10
Costa do Marfim x Portugal - 5
Nova Zelândia x Eslováquia - 2
Fonte: Patricia Kogut.
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:: Ranking de Audiência ::
:: Audiência de 14 de junho ::
GLOBO:
Sinhá Moça - 14
Malhação - 22
Escrito nas estrelas - 28
Tempos modernos - 27
Passione - 36
Tela quente - 29
Jogos:
Holanda x Dinamarca - 12
Japão x Camarões - 16
Central da Copa - 15
Itália x Paraguai - 21
Central da Copa - 23
Fonte: Blog Patricia Kogut.
Sinhá Moça - 14
Malhação - 22
Escrito nas estrelas - 28
Tempos modernos - 27
Passione - 36
Tela quente - 29
Jogos:
Holanda x Dinamarca - 12
Japão x Camarões - 16
Central da Copa - 15
Itália x Paraguai - 21
Central da Copa - 23
Fonte: Blog Patricia Kogut.
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:: Ranking de Audiência ::
:: Audiência de 11 a 13 de junho ::
GLOBO (sexta):
África do Sul x México - 22
Uruguai x França - 20
Mais você - 10
Sinhá Moça - 16
Malhação -20
Escrito nas estrelas - 25
Tempos modernos - 25
Passione - 34
Globo repórter - 27
Separação ?! - 18
GLOBO (sábado):
Coreia do Sul x Grécia - 16
Argentina - Nigéria - 24
Inglaterra x EUA - 22
Escrito nas estrelas - 22
Tempos modernos - 22
Passione - 26
Zorra total - 22
GLOBO (domingo):
Argélia x Eslovênia - 13
Sérvia x Gana - 18
Alemanha x Austrália - 22
Domingão do Faustão - 21
Fantástico - 21
Central da Copa - 15
SBT (sexta):
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 5
SBT (sábado):
Super nanny - 6
Qual é o seu talento - 6
Esquadrão da moda - 5
SBT (domingo):
Programa do SIlvio Santos - 10
Eliana - 7,8
Domingo legal - 6
De frente com Gabi - 5
REDE TV! (domingo):
Dr.Hollywood - 5
Pânico na TV - 10,7
RECORD (sexta):
Fala Brasil - 8
Ribeirão do Tempo - 9
CSI Las Vegas - 12
RECORD (sábado):
Legendários - 8
O melhor do Brasil - 14
RECORD (domingo):
Programa do Gugu - 11
Tudo é possível - 8
BAND (sexta):
Uruguai x França - 5
Brasil urgente- 9
BAND (sábado):
Argentina x Nigéria - 6
Inglaterra x Estados Unidos - 6
BAND (domingo):
Argélia x Eslovênia - 5
Sérvia x Gana - 5
Terceiro tempo - 4
Fonte: Blog Patricia Kogut.
África do Sul x México - 22
Uruguai x França - 20
Mais você - 10
Sinhá Moça - 16
Malhação -20
Escrito nas estrelas - 25
Tempos modernos - 25
Passione - 34
Globo repórter - 27
Separação ?! - 18
GLOBO (sábado):
Coreia do Sul x Grécia - 16
Argentina - Nigéria - 24
Inglaterra x EUA - 22
Escrito nas estrelas - 22
Tempos modernos - 22
Passione - 26
Zorra total - 22
GLOBO (domingo):
Argélia x Eslovênia - 13
Sérvia x Gana - 18
Alemanha x Austrália - 22
Domingão do Faustão - 21
Fantástico - 21
Central da Copa - 15
SBT (sexta):
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 5
SBT (sábado):
Super nanny - 6
Qual é o seu talento - 6
Esquadrão da moda - 5
SBT (domingo):
Programa do SIlvio Santos - 10
Eliana - 7,8
Domingo legal - 6
De frente com Gabi - 5
REDE TV! (domingo):
Dr.Hollywood - 5
Pânico na TV - 10,7
RECORD (sexta):
Fala Brasil - 8
Ribeirão do Tempo - 9
CSI Las Vegas - 12
RECORD (sábado):
Legendários - 8
O melhor do Brasil - 14
RECORD (domingo):
Programa do Gugu - 11
Tudo é possível - 8
BAND (sexta):
Uruguai x França - 5
Brasil urgente- 9
BAND (sábado):
Argentina x Nigéria - 6
Inglaterra x Estados Unidos - 6
BAND (domingo):
Argélia x Eslovênia - 5
Sérvia x Gana - 5
Terceiro tempo - 4
Fonte: Blog Patricia Kogut.
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:: Ranking de Audiência ::
:: Numa folha qualquer ::
A Faber-Castell está trazendo o mundo 3D para os baixinhos.Criado com o aval da Unesco,o kit 3D de canetinhas Barbie e Hot Wheels, para crianças de 06 a 08 anos, faz com que os desenhos “saiam” do papel depois de coloridos. O efeito das canetinhas, com o uso de óculos especiais, transformam o desenho em um momento mágico para a criançada.
Veículo: Brasil Econômico
Veículo: Brasil Econômico
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:: Tendências ::
:: Gosto múltiplo ::

Para os amantes de Ovomaltine, as possibilidades de degustação se multiplicam. Numa parceria com a Danone, o produto agora cabe num potinho. Foi transformado numa versão geladinha de Danette. A novidade chega ao mercado este mês.
Veículo: Valor Econômico
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:: Tendências ::
:: RedeTV! planeja expandir seu sinal no interior do Brasil ::
A RedeTV! planeja continuar investindo em sua parte técnica ao longo dos próximos meses.
Segundo a coluna Canal 1, a emissora, que recentemente implantou a tecnologia 3D, agora focará na extensão de seu sinal no interior do Brasil. Atualmente, cerca de 80% do país tem cobertura do canal, que quer elevar esse número a 100% nos próximos 12 meses.
Além dos investimentos em 3D e na cobertura do seu sinal, a RedeTV! se prepara também para fazer testes com a tecnologia 4D.
Com ela, o telespectador, além de ver em três dimensões, poderá também sentir o tempo em que a programação assistida se passa. Ou seja, em uma cena na praia em um dia ensolarado, é perceptível a quem assiste um ar mais fresco e uma luminosidade mais intensa.
A RedeTV! prevê testar o 4D até dezembro desse ano.
Fonte: Na Telinha.
Segundo a coluna Canal 1, a emissora, que recentemente implantou a tecnologia 3D, agora focará na extensão de seu sinal no interior do Brasil. Atualmente, cerca de 80% do país tem cobertura do canal, que quer elevar esse número a 100% nos próximos 12 meses.
Além dos investimentos em 3D e na cobertura do seu sinal, a RedeTV! se prepara também para fazer testes com a tecnologia 4D.
Com ela, o telespectador, além de ver em três dimensões, poderá também sentir o tempo em que a programação assistida se passa. Ou seja, em uma cena na praia em um dia ensolarado, é perceptível a quem assiste um ar mais fresco e uma luminosidade mais intensa.
A RedeTV! prevê testar o 4D até dezembro desse ano.
Fonte: Na Telinha.
:: Consumidor on-line é mais jovem e ganha o dobro, diz pesquisa ::
Os consumidores que optam pelas compras via internet são mais jovens e ganham mais que o dobro dos que preferem o varejo tradicional, constatou pesquisa divulgada nesta quarta (16) pela E-bit, empresa de informações sobre comércio eletrônico.
De acordo com o levantamento, enquanto 80% dos adeptos às compras virtuais têm entre 25 e 59 anos, 66% dos consumidores de lojas se encontram nessa faixa de etária. A renda média familiar do e-consumidor é de cerca de R$ 3.560, enquanto os que realizam suas compras off-line ganham R$ 1.444.
O consumidor virtual recorre às lojas principalmente para escolher produtos que ele quer tocar e experimentar, como alimentos, roupas e perfumes. Esse comportamento aponta que há demanda para novas plataformas nos conceitos Web 2.0. "As lojas que comercializam esse tipo de produto podem disponibilizar vídeos, opiniões de consumidores e imagens 3D para que seus clientes sintam-se mais confiantes", sugere o diretor geral da E-bit, Pedro Guasti.
Acostumados em utilizar o cartão de crédito nas compras, os e-consumidores também optam por essa forma de pagamento no varejo físico. Já quem compra apenas em lojas prefere pagar com dinheiro, exceto quando adquire produtos de maior valor, como eletroeletrônicos e eletrodomésticos.
O consumidor tradicional ainda observa a internet como obstáculo, pois não se sente familiarizado com o meio eletrônico. Segundo o estudo, entre esse público, apenas 3% considerariam adquirir um eletrodoméstico pela web, mesmo não sendo esse o canal que costumam escolher para fazer compras.
Na primeira edição da pesquisa Cross Channel, feita em parceria com o Instituto Análise, foram ouvidos cerca de 6,5 mil consumidores durante o mês de março. O objetivo do levantamento, que será feito regularmente, é analisar o comportamento do consumidor que compra na internet e no varejo tradicional.
Atualmente, o comércio eletrônico conta com mais de 17,5 milhões de consumidores e registrou faturamento de R$ 10,6 bilhões em 2009.
Fonte: Valor Online
De acordo com o levantamento, enquanto 80% dos adeptos às compras virtuais têm entre 25 e 59 anos, 66% dos consumidores de lojas se encontram nessa faixa de etária. A renda média familiar do e-consumidor é de cerca de R$ 3.560, enquanto os que realizam suas compras off-line ganham R$ 1.444.
O consumidor virtual recorre às lojas principalmente para escolher produtos que ele quer tocar e experimentar, como alimentos, roupas e perfumes. Esse comportamento aponta que há demanda para novas plataformas nos conceitos Web 2.0. "As lojas que comercializam esse tipo de produto podem disponibilizar vídeos, opiniões de consumidores e imagens 3D para que seus clientes sintam-se mais confiantes", sugere o diretor geral da E-bit, Pedro Guasti.
Acostumados em utilizar o cartão de crédito nas compras, os e-consumidores também optam por essa forma de pagamento no varejo físico. Já quem compra apenas em lojas prefere pagar com dinheiro, exceto quando adquire produtos de maior valor, como eletroeletrônicos e eletrodomésticos.
O consumidor tradicional ainda observa a internet como obstáculo, pois não se sente familiarizado com o meio eletrônico. Segundo o estudo, entre esse público, apenas 3% considerariam adquirir um eletrodoméstico pela web, mesmo não sendo esse o canal que costumam escolher para fazer compras.
Na primeira edição da pesquisa Cross Channel, feita em parceria com o Instituto Análise, foram ouvidos cerca de 6,5 mil consumidores durante o mês de março. O objetivo do levantamento, que será feito regularmente, é analisar o comportamento do consumidor que compra na internet e no varejo tradicional.
Atualmente, o comércio eletrônico conta com mais de 17,5 milhões de consumidores e registrou faturamento de R$ 10,6 bilhões em 2009.
Fonte: Valor Online
quinta-feira, 10 de junho de 2010
:: Audiências de 09 de junho ::
GLOBO:
Mais você - 7
Sinhá Moça - 14
Malhação - 21
Escrito nas estrelas -27
Tempos modernos - 26
Passione - 35
Festival Nacional - 28
RECORD:
CSI - 13
Fala Brasil - 8
SBT:
As tontas vão para o céu - 4
Programa do Ratinho - 5
Uma rosa com amor - 6
Ana Raio e Zé Trovão - 6
Um contra cem - 5
SBT Repórter - 4
REDE TV!
TV Kids - 3,5
Fonte: Patricia Kogut
Mais você - 7
Sinhá Moça - 14
Malhação - 21
Escrito nas estrelas -27
Tempos modernos - 26
Passione - 35
Festival Nacional - 28
RECORD:
CSI - 13
Fala Brasil - 8
SBT:
As tontas vão para o céu - 4
Programa do Ratinho - 5
Uma rosa com amor - 6
Ana Raio e Zé Trovão - 6
Um contra cem - 5
SBT Repórter - 4
REDE TV!
TV Kids - 3,5
Fonte: Patricia Kogut
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:: Ranking de Audiência ::
:: Guaraná Antarctica Açaí inaugura arena inspirada na Copa ::
O Guaraná Antarctica Açaí inaugura nesta sexta-feira (11) um espaço de entretenimento no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, inspirado na Copa do Mundo 2010. A arena será aberta ao público e oferecerá aulas de embaixadinha num campo de grama sintética, vídeo games, fliperamas, mesas para jogos de botão e pebolim.
O espaço funcionará até o final do torneio, exceto durante os jogos do Brasil. O projeto foi desenvolvido pela Playcorp, com apoio da Prefeitura de São Paulo, SPTuris, Comitê Executivo para a Copa de 2014 e Brahma.
O espaço funcionará até o final do torneio, exceto durante os jogos do Brasil. O projeto foi desenvolvido pela Playcorp, com apoio da Prefeitura de São Paulo, SPTuris, Comitê Executivo para a Copa de 2014 e Brahma.
Fonte: Propmark
:: Classes C e D impulsionam as microfranquias ::
Por um lado, o setor de franquias é um dos que mais crescem no País. Faturou R$ 63 bilhões em 2009, cresceu 14,7% em relação ao ano anterior e, segundo Ricardo Camargo, diretor executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF), projeta-se um aumento de 18% do faturamento em 2010. Por outro lado, as classes C e D ascendem com grande potencial de consumo e também de investimento. A soma gera uma nova subdivisão do setor, a das microfranquias, com investimentos baixos, entre R$ 20 mil e R$ 50 mil, e que prometem ser um dos destaques da 19ª ABF Franchising Expo 2010, a maior feira de negócios do setor da América Latina.
Realizada pela ABF com organização da Brazil Trade Shows (BTS), a feira, que acontece no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo, começa hoje com expectativas de quebrar todos os recordes da edição anterior. Até sábado, 12, quando termina, são esperados 42 mil visitantes para gerar R$ 99 milhões em oportunidades de negócios, provenientes dos 330 expositores participantes.
De olho nesse filão de mercado, a Caixa Econômica Federal participa como patrocinadora e banco parceiro, oferecendo o programa Caixa Franquias, uma linha de soluções em produtos e serviços para o franqueador, franqueado ou mesmo candidato a franqueado, desenvolvido em parceria com a ABF e com o Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio (MDIC).
Opostas
A ABF Franchising Expo é a segunda maior "vitrine" de oportunidades de negócios em mais de 60 segmentos do setor, entre produtos e serviços, ficando atrás somente da Feira de Paris, na França, segundo Camargo. Por esta razão, espera-se a visita de investidores não só de ponta a ponta do Brasil, mas de toda a América Latina, além de asiáticos e europeus. "A feira é o local ideal para o empreendedor conhecer mais sobre o sistema de franquias, pesquisar oportunidades de negócios, e comparar ofertas, para, então, decidir onde e quanto deseja investir para ingressar no mundo do franchising", afirma Ricardo Bomeny, presidente da ABF.
Para este ano, a grande aposta da feira são as microfranquias. "As microfranquias sem dúvida serão destaque na exposição", afirma Camargo, referindo-se aos negócios que exigem investimento máximo de até R$ 50 mil. Para o executivo, a exploração de novas cidades deverá acelerar a abertura de negócios com custos mais acessíveis. Segundo ele, as franquias de serviços são as que oferecem oportunidades nessa faixa de investimento.
O Grupo Zaiom, franqueadora líder no Brasil no segmento de franquias home based e de baixo investimento, trabalha com cinco marcas pioneiras em mercados de grande crescimento, todas com investimento máximo de R$ 20 mil. O grupo lançará na feira duas novas operações, a Dog Relax, primeira franquia de passeios e cuidados de cães VIP, e a Dr. Jardim, a primeira franquia brasileira de manutenção de jardins e piscinas. Destacam-se também as microfranquias Costura do Futuro, Franquia Paraná Crédito e a Mais Cursos Interativos.
Algumas empresas consolidadas, que aderiram recentemente ao sistema de franquia como estratégia de crescimento, participam pela primeira vez. Entre elas, destacam-se Marisol, Havaianas, Telefônica e Ortobom. Há também redes novas no mercado de franquias e que veem no evento uma excelente oportunidade para apresentar seu plano de expansão. É o caso da Lavasecco e da IGA, do setor de limpeza e conservação, Lego Educations, em educação, YOI! Rolls & Temaki, do setor de alimentação, Extrato da Terra, do ramo de beleza e Evidence, de decoração.
Projeções
Segundo dados da associação, o número de unidades, tanto em pontos-de-venda de serviços como de produtos, saltou de 71.954 para 79.988, um aumento de 11%. Essa expansão resultou na abertura de 72 mil novos postos de trabalho. Em faturamento, o segmento de franquia que mais cresceu em 2009 foi o de Acessórios Pessoais e Calçados, registrando 41,2% de aumento em relação ao ano anterior. Em segundo lugar está o setor de Vestuário, com 37,5% de aumento no faturamento, seguido pelo setor de Informática e Eletrônicos, com crescimento de 28,9%, em relação a 2008. O setor de Alimentação manteve seu ritmo de crescimento, com 21,8%. Acompanhando esse crescimento, só no primeiro quadrimestre deste ano, a Caixa assinou convênio com 55 redes de franquias, o que resultou na contratação de R$ 133,8 milhões em crédito, representando alta de 22,35% ante o mesmo período em 2009. O Grupo Microlins, a rede de cursos profissionalizantes do Brasil, com 730 unidades divididas entre suas quatro marcas, pretende potencializar as bandeiras Instituto da Costura e Ideal Cursos Profissionalizantes.
Com o aquecimento da economia brasileira e o fortalecimento das classes C e D, este segmento educacional tem se valorizado cada vez mais. "São pessoas que também investem em educação para continuar se desenvolvendo. Adotamos um novo posicionamento de negócios para atender às necessidades desse público", diz José Carlos Semenzato, presidente do Grupo Microlins.
Segundo Júlio Volponi, diretor de expansão da empresa, aqueles que investirem nestas bandeiras entrarão em um negócio rentável e de rápido retorno, pois são segmentos que ainda apresentam baixa concorrência no país. "Antes de lançarmos um novo produto, realizamos um intenso trabalho de pesquisa de mercado para garantir que será um negócio pioneiro e inovador".
O Instituto Embelleze é a marca do grupo que mais cresceu nos últimos cinco anos: 213%. Atualmente a empresa está com 230 unidades.
O segmento chamado de microfranquias, as de investimento baixo, entre R$ 20 mil e R$ 50 mil, promete ser um dos destaques da 19ª ABF Franchising Expo 2010, maior feira de negócios do setor da América Latina. A previsão tem como base duas realidades. Primeiro, o setor de franquias é um dos que mais crescem no País, com giro de R$ 63 bilhões em 2009 e alta prevista de 18% em 2010. Além disso, as classes C e D ascendem com potencial de consumo e também de investimento, buscando opções de negócios.
Veículo: DCI
Realizada pela ABF com organização da Brazil Trade Shows (BTS), a feira, que acontece no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo, começa hoje com expectativas de quebrar todos os recordes da edição anterior. Até sábado, 12, quando termina, são esperados 42 mil visitantes para gerar R$ 99 milhões em oportunidades de negócios, provenientes dos 330 expositores participantes.
De olho nesse filão de mercado, a Caixa Econômica Federal participa como patrocinadora e banco parceiro, oferecendo o programa Caixa Franquias, uma linha de soluções em produtos e serviços para o franqueador, franqueado ou mesmo candidato a franqueado, desenvolvido em parceria com a ABF e com o Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio (MDIC).
Opostas
A ABF Franchising Expo é a segunda maior "vitrine" de oportunidades de negócios em mais de 60 segmentos do setor, entre produtos e serviços, ficando atrás somente da Feira de Paris, na França, segundo Camargo. Por esta razão, espera-se a visita de investidores não só de ponta a ponta do Brasil, mas de toda a América Latina, além de asiáticos e europeus. "A feira é o local ideal para o empreendedor conhecer mais sobre o sistema de franquias, pesquisar oportunidades de negócios, e comparar ofertas, para, então, decidir onde e quanto deseja investir para ingressar no mundo do franchising", afirma Ricardo Bomeny, presidente da ABF.
Para este ano, a grande aposta da feira são as microfranquias. "As microfranquias sem dúvida serão destaque na exposição", afirma Camargo, referindo-se aos negócios que exigem investimento máximo de até R$ 50 mil. Para o executivo, a exploração de novas cidades deverá acelerar a abertura de negócios com custos mais acessíveis. Segundo ele, as franquias de serviços são as que oferecem oportunidades nessa faixa de investimento.
O Grupo Zaiom, franqueadora líder no Brasil no segmento de franquias home based e de baixo investimento, trabalha com cinco marcas pioneiras em mercados de grande crescimento, todas com investimento máximo de R$ 20 mil. O grupo lançará na feira duas novas operações, a Dog Relax, primeira franquia de passeios e cuidados de cães VIP, e a Dr. Jardim, a primeira franquia brasileira de manutenção de jardins e piscinas. Destacam-se também as microfranquias Costura do Futuro, Franquia Paraná Crédito e a Mais Cursos Interativos.
Algumas empresas consolidadas, que aderiram recentemente ao sistema de franquia como estratégia de crescimento, participam pela primeira vez. Entre elas, destacam-se Marisol, Havaianas, Telefônica e Ortobom. Há também redes novas no mercado de franquias e que veem no evento uma excelente oportunidade para apresentar seu plano de expansão. É o caso da Lavasecco e da IGA, do setor de limpeza e conservação, Lego Educations, em educação, YOI! Rolls & Temaki, do setor de alimentação, Extrato da Terra, do ramo de beleza e Evidence, de decoração.
Projeções
Segundo dados da associação, o número de unidades, tanto em pontos-de-venda de serviços como de produtos, saltou de 71.954 para 79.988, um aumento de 11%. Essa expansão resultou na abertura de 72 mil novos postos de trabalho. Em faturamento, o segmento de franquia que mais cresceu em 2009 foi o de Acessórios Pessoais e Calçados, registrando 41,2% de aumento em relação ao ano anterior. Em segundo lugar está o setor de Vestuário, com 37,5% de aumento no faturamento, seguido pelo setor de Informática e Eletrônicos, com crescimento de 28,9%, em relação a 2008. O setor de Alimentação manteve seu ritmo de crescimento, com 21,8%. Acompanhando esse crescimento, só no primeiro quadrimestre deste ano, a Caixa assinou convênio com 55 redes de franquias, o que resultou na contratação de R$ 133,8 milhões em crédito, representando alta de 22,35% ante o mesmo período em 2009. O Grupo Microlins, a rede de cursos profissionalizantes do Brasil, com 730 unidades divididas entre suas quatro marcas, pretende potencializar as bandeiras Instituto da Costura e Ideal Cursos Profissionalizantes.
Com o aquecimento da economia brasileira e o fortalecimento das classes C e D, este segmento educacional tem se valorizado cada vez mais. "São pessoas que também investem em educação para continuar se desenvolvendo. Adotamos um novo posicionamento de negócios para atender às necessidades desse público", diz José Carlos Semenzato, presidente do Grupo Microlins.
Segundo Júlio Volponi, diretor de expansão da empresa, aqueles que investirem nestas bandeiras entrarão em um negócio rentável e de rápido retorno, pois são segmentos que ainda apresentam baixa concorrência no país. "Antes de lançarmos um novo produto, realizamos um intenso trabalho de pesquisa de mercado para garantir que será um negócio pioneiro e inovador".
O Instituto Embelleze é a marca do grupo que mais cresceu nos últimos cinco anos: 213%. Atualmente a empresa está com 230 unidades.
O segmento chamado de microfranquias, as de investimento baixo, entre R$ 20 mil e R$ 50 mil, promete ser um dos destaques da 19ª ABF Franchising Expo 2010, maior feira de negócios do setor da América Latina. A previsão tem como base duas realidades. Primeiro, o setor de franquias é um dos que mais crescem no País, com giro de R$ 63 bilhões em 2009 e alta prevista de 18% em 2010. Além disso, as classes C e D ascendem com potencial de consumo e também de investimento, buscando opções de negócios.
Veículo: DCI
:: Alimentação fora do lar deve faturar 15% mais ::
O setor de alimentação fora de casa deve crescer de 13% a 15% este ano e chegar a um faturamento de até R$ 177 milhões, de acordo com Enzo Donna, diretor da ECD, consultoria especializada em Food Service. No ano passado, conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia), o setor faturou R$ 154 bilhões.
"Hoje, 57 milhões de brasileiros comem fora de casa. Esse número vai crescer para 83 milhões até 2014", projeta o consultor. Aproveitando esse desenvolvimento, as empresas de alimentação estão investindo no setor, como é o caso da JBS. A divisão de carnes da empresa está destinando este ano R$ 40 milhões para o desenvolvimento de produtos e logísticas especialmente para atender restaurantes, lanchonetes e padarias.
"Para a indústria de alimentos, investir em ' food service ' é duas vezes mais lucrativo do que vender para o autosserviço", diz Enzo Dona. "Além disso, o custo para o fabricante é 23% mais baixo porque ele não precisa fazer propaganda, pagar por espaço em gôndola ou por anúncio em encartes de supermercados", explica o consultor.
Vicente Zuffo, diretor de vendas e distribuição da divisão de carnes da JBS, concorda. "As pessoas estão cada vez mais comendo fora de casa e a indústria de alimentos precisa participar desse movimento", diz. Por isso, a JBS está lançando uma linha de carnes já cozidas e congeladas para restaurantes esta semana na Fispal Food Service, maior feira de alimentação fora do lar da América Latina, que acontece até o dia 10 em São Paulo. Este ano, segundo os organizadores, o evento teve um crescimento de 22% no número de expositores.
"Hoje, 57 milhões de brasileiros comem fora de casa. Esse número vai crescer para 83 milhões até 2014", projeta o consultor. Aproveitando esse desenvolvimento, as empresas de alimentação estão investindo no setor, como é o caso da JBS. A divisão de carnes da empresa está destinando este ano R$ 40 milhões para o desenvolvimento de produtos e logísticas especialmente para atender restaurantes, lanchonetes e padarias.
"Para a indústria de alimentos, investir em ' food service ' é duas vezes mais lucrativo do que vender para o autosserviço", diz Enzo Dona. "Além disso, o custo para o fabricante é 23% mais baixo porque ele não precisa fazer propaganda, pagar por espaço em gôndola ou por anúncio em encartes de supermercados", explica o consultor.
Vicente Zuffo, diretor de vendas e distribuição da divisão de carnes da JBS, concorda. "As pessoas estão cada vez mais comendo fora de casa e a indústria de alimentos precisa participar desse movimento", diz. Por isso, a JBS está lançando uma linha de carnes já cozidas e congeladas para restaurantes esta semana na Fispal Food Service, maior feira de alimentação fora do lar da América Latina, que acontece até o dia 10 em São Paulo. Este ano, segundo os organizadores, o evento teve um crescimento de 22% no número de expositores.
Veículo: Valor Econômico
:: Varejistas buscam fidelizar clientes com marcas próprias ::
Diante de um mercado que ainda representa 6% de participação no varejo, as marcas próprias têm um enorme potencial de crescimento. Assim, grandes empresas desenham suas estratégias para abocanhar uma fatia do setor. No Grupo Pão de Açúcar (GPA), produtos de marca própria já representam 10% do mix da rede, com crescimento de 22% das vendas nos primeiros meses deste ano em relação a igual período de 2009. A média já é de três itens de produtos exclusivos do grupo por compra. As marcas Qualitá, Extra e Taeq estão entre as mais conhecidas, segundo pesquisa da GS&MD Gouvêa de Souza. A rede tem nove marcas, das quais quatro são de alimentos, três, do setor têxtil, e duas da seção de eletro.
Sylvia Gagnotto, gerente de Marcas Exclusivas do grupo, explica que a escolha do nome das marcas não está vinculada ao nome do grupo por estratégia. "Isso ocorre porque no início das marcas próprias no País havia o estigma de que estavam vinculadas a produtos de pouca qualidade. Tínhamos qualidade e precisávamos transpor essa barreira", conta. Entre os benefícios de ter uma marca própria, o grupo destaca a fidelização do cliente. Outra vantagem seria a maior rentabilidade, devido aos baixos custos de comunicação dos produtos e à negociação direta com o fornecedor.
Para o Carrefour, os concorrentes diretos, como Pão de Açúcar e Walmart, não o são nos produtos de marca própria, pois, no momento da compra, são as marcas líderes que apontam como opção para o consumidor. O grupo crê num aumento de 15% nas vendas dos produtos nos próximos cinco anos, segundo Fernando Del Grossi, gerente de Inovação e Qualidade de Marcas Próprias do grupo, que também acredita na qualidade como diferencial - no ano os produtos exclusivos chegam a passar por mais de 75 auditorias. A varejista francesa investe na segmentação da marca, como Carrefour Baby, Kids e Premium, entre outras. "Achamos a fórmula de atender melhor cada consumidor" afirmou Grossi. Nas linhas de produtos para barbear Carrefour Man, o aumento das vendas, depois da reformulação da marca, chegou a 105%. Outro exemplo é a linha de pet care, em que a participação do produto dobrou.
Para a norte-americana Walmart a estratégia da comercialização das marcas próprias anunciada para este ano é a unificação da marca: a empresa pretende substituir as linhas que levam o nome das bandeiras Big, Mercadorama, Nacional e Great Value pela marca transversal BomPreço. São mais de 12 mil os itens de marca própria. Nos últimos anos, a varejista teve crescimento médio de 20% nas vendas dos produtos exclusivos.
Entre as fragilidades do setor, Julia Pettini, diretora de Marcas Próprias da rede, aponta a ruptura, destacando que em marcas próprias, o problema fica mais em evidência para a empresa e seus consumidores. "Nossa idéia é ajudar nossos fornecedores para um processo produtivo melhor."
Em eletrônicos, a rede Fnac afirma que até o fim do ano irá lançar sua linha de produtos de marca própria e prevê que em março de 2011 já esteja com a linha completa. "Nosso projeto de marca própria não é muito comum ao do resto das empresas", disse Pierre Gabriel Paparemborde, diretor de Produção do grupo.
A rede espera substituir de 30% a 40% dos seus produtos de acessórios e periféricos de marcas locais pela nova marca. Paparembole afirma que o grupo pensa em trazer novidades tecnológicas. As categorias para criação da marca estão sendo desenvolvidas em países diferentes: o Brasil, por exemplo, está como o responsável pela linha de acessórios.
Pesquisa
Pesquisa realizada pela GS&MD Gouvêa de Souza sobre marcas próprias nas regiões de São Paulo, Recife e Porto Alegre apontam para o fato de que produtos de limpeza e de higiene pessoal estão entre os que garantem maior rentabilidade ao varejo, com 54%, seguidos de alimentos, com 50%. O menor índice fica por conta do vestuário, com 20%.
O mercado de marcas próprias no Brasil, segundo Marcos Gouvêa de Souza, presidente da GS&MD, apresenta situações muitos distintas em cada segmento. Em confecção, por exemplo, as quatro líderes já têm hoje 100% do mercado em produtos de marca própria. Nos supermercados, essa participação gira em torno de 6,5%, e, em material de construção, é ainda incipiente. No setor de farmácia, só recentemente a Anvisa liberou as marcas próprias em medicamentos.
"O que tem em comum a todos é que o crescimento da marca própria é intenso, porque estamos vivendo uma consolidação do mercado brasileiro" afirma Gouvêa de Souza.
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:: Tendências ::
:: Venda de brindes dispara com a Copa ::
O segmento de brindes especializados em eventos esportivos comemora os bons resultados gerados ao setor pela Copa do Mundo da África do Sul. Em alguns casos, as vendas ocorrem desde julho do ano passado e devem crescer entre 30% e 40% até as vésperas dos jogos, segundo as estimativas de Luiz Roberto Salvador, organizador da Expo Bríndice 2010 - Negócios e Tendências, que acontecerá de 20 a 23 de julho, em São Paulo. Para ele, a Copa do Mundo deve representar um aumento de até 10% no faturamento do setor como um todo em 2010, ante o faturamento total de 2009, que atingiu R$ 4,5 bilhões.
Esse desempenho, segundo ele, vem confirmar a tendência apontada na última pesquisa setorial feita pela Bríndice, referente ao período 2008/2009, de que o brinde deixou de ser apenas uma ferramenta de marketing de fim de ano e ganhou espaço no decorrer do ano, em especial em eventos esportivos, campanhas promocionais e datas comemorativas. Segundo a pesquisa, 50% dos fabricantes dizem que a primeira opção das empresas para brindes é o fim do ano, mas 52% dos entrevistados afirmam que o brinde é mais utilizado em campanhas promocionais. Os fabricantes de pequeno porte (22%), com faturamento anual de até R$ 500 mil, são os que mais se beneficiam do uso do brinde como ferramenta de marketing em eventos como a Copa do Mundo.
Veículo: DCI
Esse desempenho, segundo ele, vem confirmar a tendência apontada na última pesquisa setorial feita pela Bríndice, referente ao período 2008/2009, de que o brinde deixou de ser apenas uma ferramenta de marketing de fim de ano e ganhou espaço no decorrer do ano, em especial em eventos esportivos, campanhas promocionais e datas comemorativas. Segundo a pesquisa, 50% dos fabricantes dizem que a primeira opção das empresas para brindes é o fim do ano, mas 52% dos entrevistados afirmam que o brinde é mais utilizado em campanhas promocionais. Os fabricantes de pequeno porte (22%), com faturamento anual de até R$ 500 mil, são os que mais se beneficiam do uso do brinde como ferramenta de marketing em eventos como a Copa do Mundo.
Veículo: DCI
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:: Tendências ::
:: Nestlé lançará primeiro supermercado flutuante do Brasil ::
A Nestlé vai inaugurar na próxima semana um supermercado flutuante para atender as populações ribeirinhas ao redor de Belém, capital do Pará. Segundo o presidente da empresa, Ivan Zurita, a ideia é que o navio itinerante seja um ponto de venda móvel dos produtos Nestlé que será, no futuro, levado para outros lugares da região Norte do País.
O supermercado, que será aberto no dia 17, faz parte do programa "Nestlé até você", iniciativa para a venda de produtos da marca de forma acessível. "Prestaremos esse serviço à população do local, que tem os rios como ruas e avenidas", afirmou Ivan Zurita, durante homenagem recebida ontem no Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).
Supervisão
O supermercado, que teve todo investimento e supervisão da Nestlé, venderá apenas produtos da marca. De acordo com o presidente da empresa, o mercado será limitado em termos de tamanho. "Mas tenho certeza que chegaremos bem."
A Nestlé, líder na área de alimentos no País, traçou desde 2001 um plano para incluir as classes menos favorecidas no mercado de consumo. Para isso, foram lançados novos produtos e desenvolvidas estratégias de venda.
Segundo Zurita, foi feito um trabalho direcionado para as classes C, D e E, que compõem 82% do consumo de alimentos no Brasil. "A regionalização, baseada no perfil do consumidor, é muito importante e tem dado resultados fabulosos. Cada região é uma área diferente", disse.
Sabor
A empresa, definida por Zurita como uma "multinacional com sabor local", fechou 2009 com faturamento de R$ 16,5 bilhões, com 30 fábricas espalhadas por todo o Brasil.
Além disso, a companhia investe mais de R$ 40 milhões em projetos sociais. "Gostaria de continuar, como no ano passado superando dois dígitos de crescimento. Acredito que podemos repetir o que ocorreu em 2009, com mais de 10% de crescimento", analisou Zurita.
A Nestlé está no Brasil desde 1921. A empresa produz 1,4 milhão de toneladas de alimentos por ano.A empresa emprega diretamente 17.670 pessoas e indiretamente 220 mil funcionários. Dentro do grupo, a Nestlé Brasil é o 2º mercado em volume.
A Nestlé é a maior empresa mundial de alimentos e bebidas.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
:: Audiências de 08 de junho ::
GLOBO:
Mais você - 7
Sinhá moça - 14
Malhação - 19
Escrito nas estrelas - 26
Tempos modernos - 26
Passione - 33
Casseta e Planeta - 23
Força-tarefa - 19
Profissão repórter - 16
SBT:
As tontas não vão ao céu - 3,8
Uma rosa com amor - 6,3
Programa do Ratinho - 4,3
Ana Raio e Zé Trovão - 7,3
Cine espetacular ("Licença para casar") - 6,2
RECORD:
Hoje em dia - 5
Fala Brasil - 7
Ribeirão do tempo - 9
Os mutantes - 8
Aprendiz universitário - 8
BAND:
Brasil gente - 7
Jogo aberto - 3
Fonte: Blog Patricia Kogut.
Mais você - 7
Sinhá moça - 14
Malhação - 19
Escrito nas estrelas - 26
Tempos modernos - 26
Passione - 33
Casseta e Planeta - 23
Força-tarefa - 19
Profissão repórter - 16
SBT:
As tontas não vão ao céu - 3,8
Uma rosa com amor - 6,3
Programa do Ratinho - 4,3
Ana Raio e Zé Trovão - 7,3
Cine espetacular ("Licença para casar") - 6,2
RECORD:
Hoje em dia - 5
Fala Brasil - 7
Ribeirão do tempo - 9
Os mutantes - 8
Aprendiz universitário - 8
BAND:
Brasil gente - 7
Jogo aberto - 3
Fonte: Blog Patricia Kogut.
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:: Ranking de Audiência ::
:: Audiências de segunda-feira (07 de junho) ::
GLOBO:
Mais você - 6
Sinhá Moça - 14
Video show - 13
Malhação - 20
Escrito nas estrelas - 26
Tempos modernos - 25
Passione - 33
Tela quente - 23
Programa do Jô - 6
SBT:
As tontas não vão ao céu - 4,2
Uma rosa com amor - 6,1
Programa do Ratinho - 5,6
Ana Raio e Zé Trovão - 6,5
Hebe - 3,8
Conexão repórter - 3,3
RECORD:
Fala Brasil - 8
Hoje em dia - 6
CSI Investigação criminal - 11
Ribeirão do Tempo - 8
CSI New York - 4
Os mutantes - 8
BAND:
Brasil gente - 6,4
CQC - 5
Amistosos da Copa (Brasil x Tanzânia) - 4.6
Fonte: Blog Patricia Kogut.
Mais você - 6
Sinhá Moça - 14
Video show - 13
Malhação - 20
Escrito nas estrelas - 26
Tempos modernos - 25
Passione - 33
Tela quente - 23
Programa do Jô - 6
SBT:
As tontas não vão ao céu - 4,2
Uma rosa com amor - 6,1
Programa do Ratinho - 5,6
Ana Raio e Zé Trovão - 6,5
Hebe - 3,8
Conexão repórter - 3,3
RECORD:
Fala Brasil - 8
Hoje em dia - 6
CSI Investigação criminal - 11
Ribeirão do Tempo - 8
CSI New York - 4
Os mutantes - 8
BAND:
Brasil gente - 6,4
CQC - 5
Amistosos da Copa (Brasil x Tanzânia) - 4.6
Fonte: Blog Patricia Kogut.
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:: Ranking de Audiência ::
:: Sonho de Valsa ilumina ruas com a cor pink ::
Ação acontece no Dia dos Namorados em cidades de Belo Horizonte, Porto Alegre, Campos de Jordão e Curitiba
No dia 12 de junho, a partir das 19h, as principais ruas das cidades de Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Campos de Jordão (SP) e Curitiba (PR) receberão uma iluminação na cor “pink”, característica do bombom Sonho de Valsa, para comemorar o Dia dos Namorados.
As ruas também ganharão um portal da marca de bombom, indicando que aquela é uma das vias públicas escolhidas para celebrar o dia dos apaixonados.
Além disso, até o Dia dos Namorados, uma limusine circulará por essas cidades e, ao estacionar, um violinista desce do carro e, junto com ele, uma equipe de promotoras vai distribuir o novo bombom Sonho de Valsa Trufa Branca e Preta. Ao todo, 184 mil bombons serão distribuídos.
Fonte: Propmark
Fonte: Propmark
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:: Tendências ::
:: Para relançar Ferrorama, Estrela lança desafio para internautas ::
Grupo vai fazer o trenzinho atravessar o caminho de Santiago de Compostela
Aproveitando-se do fato de ainda existirem milhares de fãs querendo a volta do Ferrorama, a Estrela lança um desafio: se os fãs fizerem o trem do brinquedo percorrer os 20 últimos quilômetros do Caminho de Santiago de Compostela, o brinquedo será relançado no Brasil. Uma ação idealizada pela DM9DDB.
A ação foi motivada por uma comunidade no Orkut, criada em 2005, com cerca de três mil aficionados pelo brinquedo que vivem enviando e-mails e correspondências à marca para retomar a produção do Ferrorama.
Detalhe: a equipe só contará com 110 metros de trilho e também não poderá deixar o trem parar em momento algum. Essa mecânica forçará a equipe a ir tirando a última peça do trilho, colocando-a no início para garantir que o Ferrorama permaneça em movimento.
A ação exige uma logística complexa, o time precisa estar bem preparado fisicamente para agüentar o rojão. Nada pode dar errado e o planejamento precisa estar perfeito. O desafio começa nesta quarta-feira (09) e o caminho será transmitido via satélite através de site.
Os testes dos GPS´s já foram iniciados para que os internautas possam acompanhar a ação à distancia com vídeos, fotos e twitts (@voltaferrorama). Quem estiver acompanhando a ação pelo site, poderá interagir com o time que estará na Espanha. O site foi desenvolvido com uma navegação lateral com uma ilustração temática de 9.000 pixels, de forma a ilustrar a amplitude do caminho. Basta arrastar o trem para acompanhar a trajetória.
"Quando vimos uma comunidade no Orkut com mais de 3 mil pessoas, achamos que deveríamos realmente pensar em relançar o Ferrorama, mas queríamos um relançamento que contasse de alguma forma com a interação dos fãs do produto. Afinal, as redes sociais propõem essa atividade conjunta. Queríamos este espírito", explica Carlos Tilkian, presidente da Estrela.
"Essa é uma ação moderna, convergente, que coloca o consumidor participando da estratégia de negócios da marca. É ele quem vai decidir pelo relançamento do produto. A lógica digital está no centro da estratégia, mas a ação acontece nos meios reais e interagem com os consumidores no mundo onde ele vive", afirma Sergio Valente, presidente da DM9DDB.
O desafio começou na segunda-feira (07) e envolverá um grupo que inclui o líder da comunidade "Ferrorama", o artista plástico curitibano Markora, 41 anos.
Fonte: Propmark
Detalhe: a equipe só contará com 110 metros de trilho e também não poderá deixar o trem parar em momento algum. Essa mecânica forçará a equipe a ir tirando a última peça do trilho, colocando-a no início para garantir que o Ferrorama permaneça em movimento.
A ação exige uma logística complexa, o time precisa estar bem preparado fisicamente para agüentar o rojão. Nada pode dar errado e o planejamento precisa estar perfeito. O desafio começa nesta quarta-feira (09) e o caminho será transmitido via satélite através de site.
Os testes dos GPS´s já foram iniciados para que os internautas possam acompanhar a ação à distancia com vídeos, fotos e twitts (@voltaferrorama). Quem estiver acompanhando a ação pelo site, poderá interagir com o time que estará na Espanha. O site foi desenvolvido com uma navegação lateral com uma ilustração temática de 9.000 pixels, de forma a ilustrar a amplitude do caminho. Basta arrastar o trem para acompanhar a trajetória.
"Quando vimos uma comunidade no Orkut com mais de 3 mil pessoas, achamos que deveríamos realmente pensar em relançar o Ferrorama, mas queríamos um relançamento que contasse de alguma forma com a interação dos fãs do produto. Afinal, as redes sociais propõem essa atividade conjunta. Queríamos este espírito", explica Carlos Tilkian, presidente da Estrela.
"Essa é uma ação moderna, convergente, que coloca o consumidor participando da estratégia de negócios da marca. É ele quem vai decidir pelo relançamento do produto. A lógica digital está no centro da estratégia, mas a ação acontece nos meios reais e interagem com os consumidores no mundo onde ele vive", afirma Sergio Valente, presidente da DM9DDB.
O desafio começou na segunda-feira (07) e envolverá um grupo que inclui o líder da comunidade "Ferrorama", o artista plástico curitibano Markora, 41 anos.
Fonte: Propmark
:: Ti-ti-ti na São Paulo Fashion Week ::
Globo fará uma série de ações para divulgar a novela durante o evento de moda na capital paulista
Na ação, a atriz Ingrid Guimarães vai incorporar a super top model Leandra Borges e agitar entre as celebridades, personalidades da moda e anônimos nos dias 09 e 10 de julho. Um estúdio itinerante do Canal Ti-ti-ti a seguirá pelos corredores da São Paulo Fashion Week para levantar os assuntos que não saem das rodas de conversa.
As melhores e mais criativas respostas sobre o atual ti-ti-ti do mundo da moda aparecerão nos teasers que serão exibidos na campanha de divulgação da novela. Todos os participantes serão presenteados com uma boneca Susi com um exclusivo roupão "Ti-ti-ti".
Na próxima novela das sete da Rede Globo, roupas de bonequinhas serão a grande fonte de inspiração de Ariclenes, personagem de Murilo Benício, para criar o falso estilista espanhol Victor Valentim. As bonecas serão comercializadas nas lojas a partir de agosto, através de uma parceria entre a Globo Marcas e a Estrela.
A ação na São Paulo Fashion Week envolve ainda a exibição de vídeos para os convidados antes de cada desfile. As imagens mostrarão Jacques Leclair (Alexandre Borges) e Victor Valentim (Murilo Benício) trocando farpas e incentivando o público a “alfinetar” seus desafetos. Também nos desfiles, mais de quatro mil almofadinhas de costura customizadas "Ti-ti-ti" com alfinetes coloridos serão distribuídas para a platéia.
Complementando a iniciativa, no dia 10, Alexandre Borges e Murilo Benício vão prestigiar o desfile de moda feminina de Alexandre Herchcovitch e contarão com exclusividade o ti-ti-ti do momento para Leandra Borges. Herchcovitch fará uma participação especial no primeiro capítulo da novela, levando para a ficção peças de sua nova coleção em um desfile que será produzido especialmente para a trama, na Central Globo de Produção.
Fonte: Propmark
A Globo vai aproveitar a São Paulo Fashion Week para divulgar o remake da novela "Ti-ti-ti". Dando início à campanha publicitária de sua próxima novela das sete, que tem estréia prevista para julho, a emissora produzirá durante o evento de moda paulista uma série iniciativas. Entre elas, está a gravação de teasers que serão veiculados na TV e na home page da Globo a partir desta semana.
Na ação, a atriz Ingrid Guimarães vai incorporar a super top model Leandra Borges e agitar entre as celebridades, personalidades da moda e anônimos nos dias 09 e 10 de julho. Um estúdio itinerante do Canal Ti-ti-ti a seguirá pelos corredores da São Paulo Fashion Week para levantar os assuntos que não saem das rodas de conversa.
As melhores e mais criativas respostas sobre o atual ti-ti-ti do mundo da moda aparecerão nos teasers que serão exibidos na campanha de divulgação da novela. Todos os participantes serão presenteados com uma boneca Susi com um exclusivo roupão "Ti-ti-ti".
Na próxima novela das sete da Rede Globo, roupas de bonequinhas serão a grande fonte de inspiração de Ariclenes, personagem de Murilo Benício, para criar o falso estilista espanhol Victor Valentim. As bonecas serão comercializadas nas lojas a partir de agosto, através de uma parceria entre a Globo Marcas e a Estrela.
A ação na São Paulo Fashion Week envolve ainda a exibição de vídeos para os convidados antes de cada desfile. As imagens mostrarão Jacques Leclair (Alexandre Borges) e Victor Valentim (Murilo Benício) trocando farpas e incentivando o público a “alfinetar” seus desafetos. Também nos desfiles, mais de quatro mil almofadinhas de costura customizadas "Ti-ti-ti" com alfinetes coloridos serão distribuídas para a platéia.
Complementando a iniciativa, no dia 10, Alexandre Borges e Murilo Benício vão prestigiar o desfile de moda feminina de Alexandre Herchcovitch e contarão com exclusividade o ti-ti-ti do momento para Leandra Borges. Herchcovitch fará uma participação especial no primeiro capítulo da novela, levando para a ficção peças de sua nova coleção em um desfile que será produzido especialmente para a trama, na Central Globo de Produção.
Fonte: Propmark
:: Sete coisas sobre a nova geração do iPhone ::
Nessa segunda-feira 7 a Apple introduziu no mercado a quarta geração de seu iPhone, juntamente com algumas características bem interessantes - como a possibilidade de bater papo por meio de vídeos, a maior definição das imagens e algumas ferramentas para incrementar os jogos.
O CEO da companhia, Steve Jobs, também apresentou algumas novas métricas e funções do aparelho. Entre elas está a pretensão da Apple de controlar 48% do mercado de móbile marketing com a comercialização de anúncios no segundo semestre deste ano e faturar US$ 60 milhões com a publicidade pelo formato móvel iAd. Para esse sistema, a empresa investiu mais de US$ 1 bilhão em receitas junto aos fornecedores.
Confira alguns pontos principais da apresentação de Jobs.
IAd: A Apple já tem contratos fechados com Nissan, Citi, Unilever, AT&T, General Eletric, Sears, Target, JC Penney e Best Buy. Até agora, esses acordos já garantem uma receita de US$ 60 milhões em anúncios. A consultoria Emarketer projeta que o mercado de móbile marketing irá chegar a US$ 166 milhões até o final de 2010. Os desenvolvedores do sistema da Apple irão recolher 60% do total das receitas obtidas.
Chamadas em vídeo: O novo iPhone possui uma câmera frontal capaz de fazer chamadas de vídeo via Wi-Fi através de um serviço chamado Face Time. Por causa disso, essas chamadas serão gratuitas e não precisarão incluir os planos de dados mensais da AT&T - (a operadora exclusiva do iPhone). Em um momento no qual o investimento em tecnologia e em recursos nos telefones móveis é cada vez mais intenso, essa ferramenta da Apple é bastante promissora.
Captura de vídeo: Essa nova geração do iPhone é capaz de filmar em HD e promete oferecer também a edição de vídeos com o aplicativo iMovie.
Maior bateria: A vida da bateria do novo iPhone é de até sete horas de conversa ininterrupta, conta cinco horas da antiga geração do aparelho.
Netflix: O aplicativo é gratuito e irá transmitir filmes via rede da AT&T ou através de uma conexão sem fio.
Bing: No novo iPhone, o sistema de busca da Microsoft será uma das opções, apesar do Google continuar sendo o sistema padrão.
AT&T: Os acordos da companhia com a Apple resultaram em aplicativos e funções como a de streaming de filmes ou upload de vídeos editados com o aplicativo iMovie. A AT&T alterou o seu sistema de taxas e de cobrança por pacotes de dados na tentativa de incrementar a utilização das ferramentas móveis.
Com informações do Advertising Age.
Fonte: www.mmonline.com.br
:: Neurociência para investigar o mercado ::
Por Mariana Ditolvo
Fonte: www.mmonline.com.br
Em evento na manhã desta terça-feira, 08, a Millward Brown do Brasil apresentou novas ferramentas de pesquisas que ajudarão os anunciantes a avaliarem a reação emocional dos consumidores diante de suas propagandas.
Desenvolvidas por neurocientistas - que desde 2004 se dedicam a métodos de coletas subliminares -, os novos produtos que estão chegando ao País oferecem três tipos de medição: uma de associações implícitas evocadas pelas peças de comunicação, outra que observa pupilas e córneas do consumidor (Eye Tracking) e, por fim, uma terceira que faz uso de sensores biológicos para medir a reação das ondas cerebrais diante do anúncio.
De acordo com Valkiria Garré, diretora executiva da Millward Brown do Brasil, estudos conduzidos pela empresa mostram que o consumidor tende a amenizar suas respostas quando não gosta de algo na comunicação. Para diminuir as distorções, portanto, as ferramentas neurocientíficas podem eliminar o viés decorrente das respostas declaradas do consumidor. "O uso das ferramentas podem levar às agências de publicidade informações que podem contribuir para a otimização do material criado", explica a executiva.
As pesquisas contratadas serão customizadas e realizadas face-a-face e as ferramentas serão utilizadas levando em consideração o objetivo de cada estudo.
Desenvolvidas por neurocientistas - que desde 2004 se dedicam a métodos de coletas subliminares -, os novos produtos que estão chegando ao País oferecem três tipos de medição: uma de associações implícitas evocadas pelas peças de comunicação, outra que observa pupilas e córneas do consumidor (Eye Tracking) e, por fim, uma terceira que faz uso de sensores biológicos para medir a reação das ondas cerebrais diante do anúncio.
De acordo com Valkiria Garré, diretora executiva da Millward Brown do Brasil, estudos conduzidos pela empresa mostram que o consumidor tende a amenizar suas respostas quando não gosta de algo na comunicação. Para diminuir as distorções, portanto, as ferramentas neurocientíficas podem eliminar o viés decorrente das respostas declaradas do consumidor. "O uso das ferramentas podem levar às agências de publicidade informações que podem contribuir para a otimização do material criado", explica a executiva.
As pesquisas contratadas serão customizadas e realizadas face-a-face e as ferramentas serão utilizadas levando em consideração o objetivo de cada estudo.
Fonte: www.mmonline.com.br
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:: Tendências ::
segunda-feira, 7 de junho de 2010
:: Audiências do final de semana ::
GLOBO (sexta):
Sinhá moça - 14
Malhação - 18
Escrito nas estrelas - 27
Tempos modernos - 25
Passione - 29
Separação?! - 16
GLOBO (sábado):
Estrelas - 12
Caldeirão do Huck - 18
Escrito nas estrelas - 26
Tempos modernos - 20
Passione - 25
Zorra total - 20
GLOBO (domingo):
Os caras de pau - 12
Domingão do Faustão - 22
Fantástico - 23
S.O.S. emergência -15
REDE TV! (domingo):
Pânico na TV - 11,2
Dr. Hollywood - 6,1
SBT (sexta):
As tontas não vão ao céu - 5,4
Uma rosa com amor - 6,3
Programa do Ratinho - 4,7
Tela de sucessos ("Como perder um homem em dez dias") - 5,3
SBT (sábado):
Uma rosa com amor - 4,3
Supernanny - 5,9
Sábado cine 1 ("Batman & Robin") - 4,6
Sábado cine 2 ("Correndo atrás do diploma") - 3,0
Qual é o seu talento - 3,8
Aventura selvagem - 7,1
Cine belas artes ("Doce novembro") - 4,9
SBT (domingo):
Domingo legal - 7,3
Eliana - 6,1
Programa Silvio Santos - 10,2
Roda a roda - 8,8
De frente com Gabi - 6
BAND (sexta):
Jogo aberto - 4
Brasil gente - 6
Tribunal na TV - 2
BAND (sábado):
Programa Raul Gil - 3
BAND (domingo):
Bande esporte clube - 3
Campeonato brasileiro (Botafogo x Corinthians) - 6
Terceiro tempo - 3
RECORD (sexta):
Hoje em dia - 6
Ribeirão do tempo - 9
Fala Brasil - 8
CSI Investigação Criminal - 10
RECORD (sábado):
O melhor do Brasil - 12
Hoje em dia - 5
Legendários - 6
Show do Tom - 6
RECORD (domingo):
Tudo é possível - 6
Domingo espetacular - 11
Programa do Gugu - 9
Fonte: Blog Patricia Kogut.
Sinhá moça - 14
Malhação - 18
Escrito nas estrelas - 27
Tempos modernos - 25
Passione - 29
Separação?! - 16
GLOBO (sábado):
Estrelas - 12
Caldeirão do Huck - 18
Escrito nas estrelas - 26
Tempos modernos - 20
Passione - 25
Zorra total - 20
GLOBO (domingo):
Os caras de pau - 12
Domingão do Faustão - 22
Fantástico - 23
S.O.S. emergência -15
REDE TV! (domingo):
Pânico na TV - 11,2
Dr. Hollywood - 6,1
SBT (sexta):
As tontas não vão ao céu - 5,4
Uma rosa com amor - 6,3
Programa do Ratinho - 4,7
Tela de sucessos ("Como perder um homem em dez dias") - 5,3
SBT (sábado):
Uma rosa com amor - 4,3
Supernanny - 5,9
Sábado cine 1 ("Batman & Robin") - 4,6
Sábado cine 2 ("Correndo atrás do diploma") - 3,0
Qual é o seu talento - 3,8
Aventura selvagem - 7,1
Cine belas artes ("Doce novembro") - 4,9
SBT (domingo):
Domingo legal - 7,3
Eliana - 6,1
Programa Silvio Santos - 10,2
Roda a roda - 8,8
De frente com Gabi - 6
BAND (sexta):
Jogo aberto - 4
Brasil gente - 6
Tribunal na TV - 2
BAND (sábado):
Programa Raul Gil - 3
BAND (domingo):
Bande esporte clube - 3
Campeonato brasileiro (Botafogo x Corinthians) - 6
Terceiro tempo - 3
RECORD (sexta):
Hoje em dia - 6
Ribeirão do tempo - 9
Fala Brasil - 8
CSI Investigação Criminal - 10
RECORD (sábado):
O melhor do Brasil - 12
Hoje em dia - 5
Legendários - 6
Show do Tom - 6
RECORD (domingo):
Tudo é possível - 6
Domingo espetacular - 11
Programa do Gugu - 9
Fonte: Blog Patricia Kogut.
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:: Ranking de Audiência ::
:: Alfa: a nova revista da Abril ::
A Editora Abril trabalha em uma nova revista para o público masculino. Intitulado de Alfa, a publicação será parecida com a norte-amerciana Esquire - que fala sobre moda, saúde e finanças, entre outros temas. O Grupo deseja atingir homens de perfil sofisticado e inteligente.
Neste ano, a Abril já lançou duas revistas: a Minha Casa e a Máxima. A Alfa chegará em breve às bancas e o Grupo já se prepara para outro lançamento, programado para o segundo semestre. Dessa vez, será destinada às mulheres.
Redação Adnews
Neste ano, a Abril já lançou duas revistas: a Minha Casa e a Máxima. A Alfa chegará em breve às bancas e o Grupo já se prepara para outro lançamento, programado para o segundo semestre. Dessa vez, será destinada às mulheres.
Redação Adnews
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:: Tendências ::
:: iPad pode mudar imprensa e publicidade ::
O iPad tem apenas dois meses de existência, mas já deu o que falar. Quando foi lançado, o gadget não tinha sequer uma categoria a ser inserido, então inaugurou a "tablet" e, desde então, se desdobra em diversos utilitários diferentes. A imprensa e o mercado publicitário se propuseram a explorar a nova plataforma e poderão figurar entre os mais beneficiados.Imprensa
Diversas publicações brasileiras lançaram versões para o tablet (que ainda nem foi lançado no Brasil), mas o mercado internacional já tem números consideráveis sobre a plataforma. A editora Condé Nast, por exemplo, responsável pelas publicações Vanity Fair, Vogue e The New Yorker, estreou uma edição da revista Wired para iPad. A expectativa era de serem vendidas cinco mil cópias, mas o aplicativo foi baixado por 24 mil pessoas em apenas 24 horas, tornando-se o maior sucesso diário da Apple.
A revista tem 672 mil assinantes e vende cerca de 82 mil exemplares nas bancas. Com o aplicativo ao custo de US$ 5, tem-se uma ideia do sucesso que ele fez, abocanhando parte considerável da audiência da publicação.
Outras revistas já tinham feito seus experimentos, mas nenhuma deu tão certo quanto a Wired, que colocou no aplicativo anúncios interativos. A revista Sports Illustrated também promete sua versão, e com recursos de vídeo.
Publicidade
Já no campo da publicidade um bom exemplo é o de dois jovens engenheiros indianos formados em Stanford. Em cinco dias, eles desenvolveram um aplicativo que une 20 canais de informação, cada um com 20 notícias. Tudo à escolha do cliente, com fotos e textos.
Em poucos dias, o Pulse (como é chamado) conquistou 15 mil clientes, que pagaram US$ 4,99, cada um, pela novidade. Como resultado, os indianos recolheram US$ 40 mil e podem ficar milionários, se o sucesso se mantiver.
O aparelho
O iPad já vendeu mais de dois milhões de unidades no mundo todo, ao preço médio de US$ 500. No Brasil, mesmo antes do lançamento oficial, pode-se comprar um por cerca de R$ 2 mil. Pensando nisso, a Apple liberou a loja online para os brasileiros, que também podem comprar os aplicativos.
Com informações de Elio Gaspari, O Globo
Redação Adnews
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:: Tendências ::
:: Novo iPhone chega por US$ 199 e grava em HD ::
Agora é oficial: o iPhone 4G realmente existe, mas foi batizado de "iPhone 4". Durante a abertura do WWDC - Worldwide Developers Conference 2010, que ocorreu nesta segunda-feira (7), em San Francisco, Steve Jobs discursou sobre as novidades do smartphone, além de falar sobre outros produtos da Apple, como o iPad e a plataforma de publicidade – o iAds, com o qual a companhia espera abocanhar quase metade da publicidade móvel americana.Este é o quarto modelo desde o surgimento do smartphone, em 2007. Ele é 24% mais fino do que o antecessor (3GS) e virá revestido em vidro, disponível nas cores preto e branco ao custo de US$ 199 no modelo com 16GB e US$ 299 na versão com 32GB. Além disso, o iPhone 4 tem tela de alta definição e câmera frontal, que permitirá conversas em vídeoconferência. A câmera tradicional agora terá flash para fotografar em locais escuros e resolução de 5 MP – o 3GS tinha 3 MP.
A nova tela utiliza uma tecnologia chamada de "Retina Display" e terá resolução de 326 pixels por polegada, ante 163 contidas nos últimos três modelos. Com isso, o aparelho passa a exibir quatro vezes mais pontos na tela, cujo tamanho permanece o mesmo: 960x640 pixels.
Das muitas novidades do iPhone 4, uma chama atenção pela comunicação com o iPad. Agora, o iBooks estará disponível para iPhone e fará sincronização automática de acordo com o aparelho que o cliente estiver utilizando. Caso compre um livro através do iPhone, não precisará pagar novamente para ler no iPad e iPod toutch.
Leia a matéria na integra no AdNews.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
:: Audiências de 01 de junho ::
GLOBO:
Mais você - 7
Sinhá moça - 13
Malhação - 20
Escrito nas estrelas - 28
Tempos modernos - 27
Passione - 32
Casseta & Planeta - 20
Força tarefa - 15
Profissão repórter - 13
SBT:
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 6
Programa do Ratinho - 4
Cine espetacular ("Carrie, a estranha") - 7
RECORD:
Bela, a feia - 17
Ribeirão do Tempo - 13
Fala Brasil - 9
Hoje em Dia - 5
CSI Investigação criminal - 14
CSI Miami - 7
Fonte: Blog Patricia Kogut.
Mais você - 7
Sinhá moça - 13
Malhação - 20
Escrito nas estrelas - 28
Tempos modernos - 27
Passione - 32
Casseta & Planeta - 20
Força tarefa - 15
Profissão repórter - 13
SBT:
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 6
Programa do Ratinho - 4
Cine espetacular ("Carrie, a estranha") - 7
RECORD:
Bela, a feia - 17
Ribeirão do Tempo - 13
Fala Brasil - 9
Hoje em Dia - 5
CSI Investigação criminal - 14
CSI Miami - 7
Fonte: Blog Patricia Kogut.
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:: Ranking de Audiência ::
:: Consumo - Classes C, D e E devem aumentar ritmo ::
O consumo de produtos e serviços nas classes C, D e E deverá crescer em um ritmo que é o dobro do esperado para as classes A e B, segundo estudo feito pela Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo).
O crescimento do consumo das famílias de faixas de renda até dez salários mínimos (R$ 5.100) deve se manter entre 7% e 8% ao ano no período de 2010 a 2013.
Entre as famílias com renda superior a dez mínimos, o ritmo de expansão do consumo deve ser de 4% ao ano até 2013.
A alimentação representa 17% nas despesas de todas as famílias. Nas classes C e D, esse peso é maior - chega a 23% e 27%, respectivamente.
Cerca de 30% das despesas totais das famílias foram destinadas para a habitação: os gastos com esse item em todas as faixas de renda chegaram a R$ 27,8 bilhões.
"Esses padrões devem mudar nos próximos anos, tanto por região como por itens de consumo. O consumo nas regiões Norte e Nordeste deve crescer mais proporcionalmente do que no Sul e no Sudeste. Mas haverá uma mudança significativa no que se consome", diz Fabio Pina, economista da Fecomercio.
"O consumo de arroz e feijão não vai mudar. Mas itens como habitação devem ter ganho de espaço entre as famílias, especialmente as de menor renda, que têm mais acesso a crédito e podem se beneficiar de empreendimentos mais econômicos."
O estudo projeta que o consumo das famílias pode atingir R$ 2,42 trilhões até 2013 e R$ 3,29 trilhões em 2020.
Leia matéria da Folha Online na íntegra aqui.
O crescimento do consumo das famílias de faixas de renda até dez salários mínimos (R$ 5.100) deve se manter entre 7% e 8% ao ano no período de 2010 a 2013.
Entre as famílias com renda superior a dez mínimos, o ritmo de expansão do consumo deve ser de 4% ao ano até 2013.
A alimentação representa 17% nas despesas de todas as famílias. Nas classes C e D, esse peso é maior - chega a 23% e 27%, respectivamente.
Cerca de 30% das despesas totais das famílias foram destinadas para a habitação: os gastos com esse item em todas as faixas de renda chegaram a R$ 27,8 bilhões.
"Esses padrões devem mudar nos próximos anos, tanto por região como por itens de consumo. O consumo nas regiões Norte e Nordeste deve crescer mais proporcionalmente do que no Sul e no Sudeste. Mas haverá uma mudança significativa no que se consome", diz Fabio Pina, economista da Fecomercio.
"O consumo de arroz e feijão não vai mudar. Mas itens como habitação devem ter ganho de espaço entre as famílias, especialmente as de menor renda, que têm mais acesso a crédito e podem se beneficiar de empreendimentos mais econômicos."
O estudo projeta que o consumo das famílias pode atingir R$ 2,42 trilhões até 2013 e R$ 3,29 trilhões em 2020.
Leia matéria da Folha Online na íntegra aqui.
:: Fifa espera audiência de 3 bilhões durante Copa ::
A Copa do Mundo na África do Sul levanta expectativas das mais ambiciosas. Nesta quarta-feira (2), em visita ao maior estádio do país, o presidente da Fifa Joseph Blatter declarou que espera ver o mundial bater recorde de audiência na televisão, com 3 bilhões de telespectadores. Se confirmada a previsão, o volume será 14% maior do que a edição anterior.
A relação entre futebol e televisão foi destacada por Blatter durante a inauguração do centro de imprensa de Johanesburgo, uma das dez sedes do torneio. "É uma grande história de amor. Antes os clubes pagavam para que as suas partidas fossem transmitidas na televisão, agora pagam a nós", disse ele, antes de cortar a faixa de inauguração. "Nosso objetivo é que 3 bilhões de telespectadores assistam ao mundial (pela TV)."
Dados da Fifa mostram que a edição alemã da Copa do Mundo levou 2,63 bilhões de pessoas a acompanharem as partidas pela televisão. O mundial de 2006 foi transmitido em 214 países, através de 376 canais. No total, o evento teve 73,072 horas de transmissão – equivalente a uma transmissão contínua por 24h diárias sem parar, por oito anos.
A final daquele ano, quando a Itália venceu a França nos pênaltis, foi vista por 715 milhões de telespectadores, número 76% maior do que o registrado em 2002 e 148% maior do que a Copa do Mundo de 1998, segundo a Fifa.
Ibope antes da Copa
Como preparação para o Mundial, a Seleção Brasileira enfrentou o Zimbábue no Estádio Nacional do país nesta quarta-feira (2). A partida, que terminou em 3x0 para os visitantes, rendeu 18 pontos no Ibope da Globo na Grande São Paulo, segundo o colunista da Veja Lauro Jardim.
De acordo com o colunista, a Record registrou cinco pontos no mesmo período e a Band, três.
Esse foi o penúltimo amistoso da equipe de Dunga antes da Copa. O próximo confronto será contra a Tanzânia, na segunda-feira (7), e a estreia no torneio será no dia 15, contra a Coreia do Norte.
Com informações da Reuters
Redação Adnews
A relação entre futebol e televisão foi destacada por Blatter durante a inauguração do centro de imprensa de Johanesburgo, uma das dez sedes do torneio. "É uma grande história de amor. Antes os clubes pagavam para que as suas partidas fossem transmitidas na televisão, agora pagam a nós", disse ele, antes de cortar a faixa de inauguração. "Nosso objetivo é que 3 bilhões de telespectadores assistam ao mundial (pela TV)."
Dados da Fifa mostram que a edição alemã da Copa do Mundo levou 2,63 bilhões de pessoas a acompanharem as partidas pela televisão. O mundial de 2006 foi transmitido em 214 países, através de 376 canais. No total, o evento teve 73,072 horas de transmissão – equivalente a uma transmissão contínua por 24h diárias sem parar, por oito anos.
A final daquele ano, quando a Itália venceu a França nos pênaltis, foi vista por 715 milhões de telespectadores, número 76% maior do que o registrado em 2002 e 148% maior do que a Copa do Mundo de 1998, segundo a Fifa.
Ibope antes da Copa
Como preparação para o Mundial, a Seleção Brasileira enfrentou o Zimbábue no Estádio Nacional do país nesta quarta-feira (2). A partida, que terminou em 3x0 para os visitantes, rendeu 18 pontos no Ibope da Globo na Grande São Paulo, segundo o colunista da Veja Lauro Jardim.
De acordo com o colunista, a Record registrou cinco pontos no mesmo período e a Band, três.
Esse foi o penúltimo amistoso da equipe de Dunga antes da Copa. O próximo confronto será contra a Tanzânia, na segunda-feira (7), e a estreia no torneio será no dia 15, contra a Coreia do Norte.
Com informações da Reuters
Redação Adnews
:: Veja lança concurso cultural para jovens ::
Após o sucesso do lançamento da Campanha Jovem da revista VEJA, que circulou em quatro títulos da Editora Abril: Capricho, Superinteressante, Mundo Estranho e Loveteen, a revista lança o Desafio Futuro: Etapa Campeonato Mundial de Futebol. Trata-se de um novo concurso cultural vinculado à campanha, voltado para jovens. Um dos principais objetivos é estimular o interesse do público dessa faixa etária em temas atuais e questões importantes para o futuro. Os assuntos abordados têm links diretos para o conteúdo do Acervo Digital de VEJA e o participante pode navegar pelas páginas da revista e pesquisar as respostas corretas.Para participar, os interessados devem acessar o hotsite interativo - http://www.desafiodofuturo.com.br/, criar um avatar e iniciar uma aventura pelas etapas do concurso. Cada semana será uma surpresa, haverá um Quiz com perguntas de futebol ou um enigma. Quanto mais acertos, maior a pontuação e maior as chances de levar prêmios que se dividem entre camisas oficiais da seleção brasileira de futebol, relógios Nike e para o grande vencedor uma televisão de LCD de 32’’. Para aqueles que jogaram o primeiro desafio, poderão utilizar a mesma senha e login.
O Desafio do Futuro: Etapa Campeonato Mundial de Futebol faz parte da Campanha Jovem, desenvolvida pela área de Projetos Especiais do Núcleo Jovem Abril com o objetivo de mostrar como o conteúdo de VEJA é importante para a formação profissional e a aquisição de conhecimento entre os jovens. Os concursos culturais atrelados à campanha, tanto o inicial quanto o atual voltado para futebol, têm como objetivo incentivar os jovens a testar seus conhecimentos e se divertirem. Na primeira etapa, o Desafio do Futuro conseguiu atrair a atenção de 25 mil interessados que disputaram ao longo de 32 semanas diversos prêmios, entre eles uma viagem para a Europa com um curso de duas semanas de Business English ou produção de cinema ou gastronomia, a depender do destino que o vencedor escolhesse.
Fonte: Adnews.
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:: Tendências ::
:: Globo aposta no Game Futebol ::
Jogo simula cobrança de pênaltis e faltas. Internauta pode escolher time e adversário de todo o Brasil
O Globoesporte.com disponibiliza em verão Beta o Game Futebol. No jogo o internauta pode praticar sozinho ou enfrentar outros usuários, sendo via web ou mobile. O game simula cobrança de pênaltis e faltas. O usuário pode escolher seu time preferido (entre 25 do país), definir adversário e depois ver sua pontuação no ranking. O Globoespote.com já informou que no segundo semestre serão lançadas as modalidades cruzamento e drible.
Acesse: Game Futebol
O Globoesporte.com disponibiliza em verão Beta o Game Futebol. No jogo o internauta pode praticar sozinho ou enfrentar outros usuários, sendo via web ou mobile. O game simula cobrança de pênaltis e faltas. O usuário pode escolher seu time preferido (entre 25 do país), definir adversário e depois ver sua pontuação no ranking. O Globoespote.com já informou que no segundo semestre serão lançadas as modalidades cruzamento e drible.
Acesse: Game Futebol
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:: Tendências ::
terça-feira, 1 de junho de 2010
:: Audiências de 31 de maio ::
GLOBO:
Mais você - 7
Sinhá moça - 15
Malhação - 20
Escrito das estrelas - 26
Tempos modernos - 25
Passione - 32
Tela Quente ("Motoqueiros selvagens") - 24
SBT:
As tontas não vão ao céu - 4
Uma rosa com amor - 6
Programa do Ratinho - 5
Hebe - 3
Conexão repórter - 3
RECORD:
Hoje em dia - 6
Bela, a feia - 14
Ribeirão do Tempo - 12
Fala Brasil - 8
CSI Investigação Criminal - 12
CSI Nova York - 6
Fonte: Blog Patricia Kogut.
Mais você - 7
Sinhá moça - 15
Malhação - 20
Escrito das estrelas - 26
Tempos modernos - 25
Passione - 32
Tela Quente ("Motoqueiros selvagens") - 24
SBT:
As tontas não vão ao céu - 4
Uma rosa com amor - 6
Programa do Ratinho - 5
Hebe - 3
Conexão repórter - 3
RECORD:
Hoje em dia - 6
Bela, a feia - 14
Ribeirão do Tempo - 12
Fala Brasil - 8
CSI Investigação Criminal - 12
CSI Nova York - 6
Fonte: Blog Patricia Kogut.
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:: Ranking de Audiência ::
:: Campeão pode chegar em São Paulo em setembro ::
O jornal carioca Campeão deve desembarcar em breve em São Paulo. Segundo apuração do M&M Online, a Empresa Jornalística Econômico S.A. (Ejesa) - que na quinta-feira 27 efetivou a compra do título de esportes e também de O Dia e do Meia Hora - pretende lançar o periódico na capital paulista na data em que se comemora o centenário do Corinthians, no dia 1º de setembro.
Presidente do O Dia e da Ejesa, José Antônio Mascarenhas, porém, não confirma a informação. A expectativa é de que, até o fim do ano, a companhia também lance um título em Brasília e o Meia Hora em São Paulo. A Ejesa detém ainda o Brasil Econômico e tem 30% de seu capital nas mãos do grupo português Ongoing.
Presidente do O Dia e da Ejesa, José Antônio Mascarenhas, porém, não confirma a informação. A expectativa é de que, até o fim do ano, a companhia também lance um título em Brasília e o Meia Hora em São Paulo. A Ejesa detém ainda o Brasil Econômico e tem 30% de seu capital nas mãos do grupo português Ongoing.
Fonte: m&m online - Em Pauta - Mídia
:: A Topper é a bola da vez na Alpargatas ::
O executivo Márcio Utsch, que comanda a Alpargatas desde 2003, tem um desafio e tanto pela frente: replicar até a metade da década com a linha de artigos esportivos Topper a experiência vitoriosa da Havaianas, a marca de sandálias mais conhecida do País e carro-chefe da companhia. "A Havaianas foi, ao mesmo tempo, laboratório e campo de prova de nossa estratégia de gestão de portfólio", diz Utsch. "Com a experiência acumulada, queremos reprisar sua história de sucesso na Topper."
Ao lado do aprofundamento do processo de internacionalização, que ainda depende em muito da Havaianas, o reposicionamento da Topper é um item prioritário do planejamento da Alpargatas, que faturou R$ 2 bilhões no ano passado. O processo tomou corpo com a integração da Alpargatas da Argentina, comprada por US$ 84 milhões, em 2008. Um time misto de executivos brasileiros e argentinos tratou de desenhar a estratégia de valorização da marca, a partir de trajetórias desiguais: enquanto na Argentina a Topper é líder de mercado, com 32% de participação, no Brasil, a despeito de ter sido lançada há 36 anos, mal ultrapassa os 7%.
Além disso, a Topper argentina e a Topper brasileira pouco tinham em comum, além do nome: logotipia, cores, produtos, marketing, tudo era diferente. Mais: os direitos da marca eram da Alpargatas da Argentina. "Pagávamos royalties para eles", diz Utsch. Desse trabalho, ademais da unificação do visual e da linha de produtos, nasceu também o slogan "o coração manda", comum aos dois países. "É a fusão do conceito argentino de raça com o talento e a emoção do brasileiro", afirma.
Naturalmente, o principal mercado a ser trabalhado é o do Brasil, onde a distância que separa a Topper das marcas líderes é enorme. Uma das decisões de Utsch e sua equipe foi estender a marca, até então restrita a artigos para futebol, como bolas e chuteiras, para outros esportes, visando não apenas a Copa do Mundo de 2014, mas também a Olimpíada de 2016. Um deles é o rúgbi, popularíssimo na Argentina, por sinal. Além de capitalizar o apoio à seleção brasileira da modalidade, Utsch antevê grandes chances de que ela ganhe espaço no País. "Em 2016, o rúgbi pela primeira vez será disputado numa Olimpíada", lembra. Ao mesmo tempo, a Topper reforçará sua atuação em outros esportes, como o futsal, cuja seleção já patrocina no Brasil, e o futebol profissional. Detalhe: a equipe escolhida foi o Atlético Mineiro, arquirrival do Cruzeiro, time do coração de Utsch, nascido em Conceição do Mato Dentro (MG).
Ao transformar a Topper numa marca poliesportiva, Utsch mira nas possibilidades do mercado externo. Embora há alguns anos exporte para o Japão, sua ambição internacional é, ao contrário do que ocorreu com a Havaianas, mais limitada. Em seus planos, estará de bom tamanho se a Topper vier a se transformar numa marca regional forte - no caso, no âmbito da América Latina -, capaz de bater localmente gigantes como a Nike e a Adidas. "Nosso modelo são marcas como as chinesas Anta e Li Ning e a francesa Le Coq", diz.
A revitalização da Topper não será feita em detrimento das outras marcas da Alpargatas, como a Havaianas, Dupé, Rainha e Timberland, assegura Utsch, que deve destinar em torno de 13% das receitas da Alpargatas para as campanhas de propaganda e promoção neste ano. "Estamos extremamente líquidos", diz. "Por isso mesmo, a ordem é investir."
Até aqui, a estratégia de gestão do portfólio de marcas da Alpargatas tem sido sancionada pelos investidores. Nos últimos 18 meses, o valor de mercado da companhia quase dobrou, passando de R$ 1,2 bilhão, de setembro de 2008, para os R$ 2,2 bilhões registrados no pregão da Bovespa na última sexta feira.
Veja a materia na integra, clique aqui.
Fonte: O Estado de São Paulo
Ao lado do aprofundamento do processo de internacionalização, que ainda depende em muito da Havaianas, o reposicionamento da Topper é um item prioritário do planejamento da Alpargatas, que faturou R$ 2 bilhões no ano passado. O processo tomou corpo com a integração da Alpargatas da Argentina, comprada por US$ 84 milhões, em 2008. Um time misto de executivos brasileiros e argentinos tratou de desenhar a estratégia de valorização da marca, a partir de trajetórias desiguais: enquanto na Argentina a Topper é líder de mercado, com 32% de participação, no Brasil, a despeito de ter sido lançada há 36 anos, mal ultrapassa os 7%.
Além disso, a Topper argentina e a Topper brasileira pouco tinham em comum, além do nome: logotipia, cores, produtos, marketing, tudo era diferente. Mais: os direitos da marca eram da Alpargatas da Argentina. "Pagávamos royalties para eles", diz Utsch. Desse trabalho, ademais da unificação do visual e da linha de produtos, nasceu também o slogan "o coração manda", comum aos dois países. "É a fusão do conceito argentino de raça com o talento e a emoção do brasileiro", afirma.
Naturalmente, o principal mercado a ser trabalhado é o do Brasil, onde a distância que separa a Topper das marcas líderes é enorme. Uma das decisões de Utsch e sua equipe foi estender a marca, até então restrita a artigos para futebol, como bolas e chuteiras, para outros esportes, visando não apenas a Copa do Mundo de 2014, mas também a Olimpíada de 2016. Um deles é o rúgbi, popularíssimo na Argentina, por sinal. Além de capitalizar o apoio à seleção brasileira da modalidade, Utsch antevê grandes chances de que ela ganhe espaço no País. "Em 2016, o rúgbi pela primeira vez será disputado numa Olimpíada", lembra. Ao mesmo tempo, a Topper reforçará sua atuação em outros esportes, como o futsal, cuja seleção já patrocina no Brasil, e o futebol profissional. Detalhe: a equipe escolhida foi o Atlético Mineiro, arquirrival do Cruzeiro, time do coração de Utsch, nascido em Conceição do Mato Dentro (MG).
Ao transformar a Topper numa marca poliesportiva, Utsch mira nas possibilidades do mercado externo. Embora há alguns anos exporte para o Japão, sua ambição internacional é, ao contrário do que ocorreu com a Havaianas, mais limitada. Em seus planos, estará de bom tamanho se a Topper vier a se transformar numa marca regional forte - no caso, no âmbito da América Latina -, capaz de bater localmente gigantes como a Nike e a Adidas. "Nosso modelo são marcas como as chinesas Anta e Li Ning e a francesa Le Coq", diz.
A revitalização da Topper não será feita em detrimento das outras marcas da Alpargatas, como a Havaianas, Dupé, Rainha e Timberland, assegura Utsch, que deve destinar em torno de 13% das receitas da Alpargatas para as campanhas de propaganda e promoção neste ano. "Estamos extremamente líquidos", diz. "Por isso mesmo, a ordem é investir."
Até aqui, a estratégia de gestão do portfólio de marcas da Alpargatas tem sido sancionada pelos investidores. Nos últimos 18 meses, o valor de mercado da companhia quase dobrou, passando de R$ 1,2 bilhão, de setembro de 2008, para os R$ 2,2 bilhões registrados no pregão da Bovespa na última sexta feira.
Veja a materia na integra, clique aqui.
Fonte: O Estado de São Paulo
:: Celulares estão mais baratos para Dia dos Namorados ::
O preço médio dos telefones celulares caiu em todo o país e os aparelhos devem ser uma boa opção de presente para o Dia dos Namorados, em 12 de junho. Mas se a ideia é convidar o namorado ou namorada para um programa cultural, prepare-se: os ingressos para teatro e shows musicais ficaram mais caros, assim como diárias de hotéis. É o que mostra uma pesquisa divulgada segunda-feira (31) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
No caso dos celulares, a queda de preço em relação ao ano passado se deu em todas as sete cidades pesquisadas, sendo que, em Salvador, chegou a 18,36%. Em Porto Alegre, redução média de 11,41%. São Paulo (-8,92%) e Rio (-8,09%) também registraram quedas expressivas de preço.
Segundo o coordenador da pesquisa, economista André Braz, a queda está ligada à multiplicidade de marcas e modelos disponíveis no mercado, à grande concorrência que favorece o consumidor, com a oferta de aparelhos mais completos e com preços mais em conta. Outros segmentos, como roupas e acessórios, também apresentaram queda dos preços em relação à inflação, embora de forma mais discreta.
“Nós fizemos um recorte no nosso índice de preços ao consumidor. Escolhemos os produtos e serviços que poderiam ser candidatos [a presentes] no Dia dos Namorados. Constatamos que, em média, a variação de preço veio um pouco abaixo da inflação. Nos últimos 12 meses, nosso IPC Brasil está em 5,35%, enquanto a média dos preços dos produtos e serviços selecionados aumentou 4,70%. Em termos reais, não houve aumento.”
Na contramão dessa tendência estão os programas culturais e de lazer. Segundo o levantamento da FGV, em capitais como Belo Horizonte, o preço do teatro subiu 36,03%. Em Recife, alta de 19,38%. No Rio, foram os shows musicais que apresentaram a maior alta, 15,31%. Em São Paulo, o setor hoteleiro foi o que apresentou a maior alta nos preços médios: 10,7%.
Fonte: Agência Brasil
No caso dos celulares, a queda de preço em relação ao ano passado se deu em todas as sete cidades pesquisadas, sendo que, em Salvador, chegou a 18,36%. Em Porto Alegre, redução média de 11,41%. São Paulo (-8,92%) e Rio (-8,09%) também registraram quedas expressivas de preço.
Segundo o coordenador da pesquisa, economista André Braz, a queda está ligada à multiplicidade de marcas e modelos disponíveis no mercado, à grande concorrência que favorece o consumidor, com a oferta de aparelhos mais completos e com preços mais em conta. Outros segmentos, como roupas e acessórios, também apresentaram queda dos preços em relação à inflação, embora de forma mais discreta.
“Nós fizemos um recorte no nosso índice de preços ao consumidor. Escolhemos os produtos e serviços que poderiam ser candidatos [a presentes] no Dia dos Namorados. Constatamos que, em média, a variação de preço veio um pouco abaixo da inflação. Nos últimos 12 meses, nosso IPC Brasil está em 5,35%, enquanto a média dos preços dos produtos e serviços selecionados aumentou 4,70%. Em termos reais, não houve aumento.”
Na contramão dessa tendência estão os programas culturais e de lazer. Segundo o levantamento da FGV, em capitais como Belo Horizonte, o preço do teatro subiu 36,03%. Em Recife, alta de 19,38%. No Rio, foram os shows musicais que apresentaram a maior alta, 15,31%. Em São Paulo, o setor hoteleiro foi o que apresentou a maior alta nos preços médios: 10,7%.
Fonte: Agência Brasil
:: BIC lança linha verde de produtos ::
A BIC aderiu à onda dos produtos verdes com quatro lançamentos. A caneta feita de embalagens longa-vida reaproveitadas; a cola bastão produzida com 100% de plástico reciclado, que é lavável e não tóxica; o blister, fabricado com aparas de embalagens de iogurte (pré-consumo); e o corretivo à base de água que não tem solventes e, portanto, é inofensivo ao ambiente. As notas adesivas são feitas de papel reciclado.
Veículo: Brasil Econômico
Veículo: Brasil Econômico
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:: TV de tela fina deve liderar vendas pela internet ::
Os 15 dias que compõem a data sazonal do Dia dos Namorados - entre 29/05 a 12/06 - devem render um faturamento de R$ 550 milhões ao comércio eletrônico (e-commerce), segundo apuração da e-bit, empresa especializada em dados sobre e-commerce. Se a expectativa se confirmar, isso representará um aumento de 40% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram vendidos R$ 393 milhões via comércio eletrônico.
Para este ano, as TVs de tela fina (LCD, LED e plasma) devem liderar os presentes, notadamente por conta da Copa do Mundo - que começa no dia 11 de junho. Em seguida, a e-bit prevê que os produtos mais vendidos serão itens de informática (em especial, netbooks), perfumes e cosméticos, flores e cestas e telefones celulares. Esse perfil de produtos muda um pouco em relação ao ano passado quando os itens mais vendidos no Dia dos Namorados foram livros, assinaturas de revistas e jornais (com 18% do total), produtos de saúde, beleza e medicamentos (14%), eletrodomésticos (12%), informática (10%) e eletrônicos (6%).
Além da evolução do faturamento das vendas pela internet, a e-bit calcula que também o tíquete médio deve ser 45% maior e atingir R$ 375 ante os R$ 330 do mesmo período do ano passado.
Para este ano, as TVs de tela fina (LCD, LED e plasma) devem liderar os presentes, notadamente por conta da Copa do Mundo - que começa no dia 11 de junho. Em seguida, a e-bit prevê que os produtos mais vendidos serão itens de informática (em especial, netbooks), perfumes e cosméticos, flores e cestas e telefones celulares. Esse perfil de produtos muda um pouco em relação ao ano passado quando os itens mais vendidos no Dia dos Namorados foram livros, assinaturas de revistas e jornais (com 18% do total), produtos de saúde, beleza e medicamentos (14%), eletrodomésticos (12%), informática (10%) e eletrônicos (6%).
Além da evolução do faturamento das vendas pela internet, a e-bit calcula que também o tíquete médio deve ser 45% maior e atingir R$ 375 ante os R$ 330 do mesmo período do ano passado.
Fonte: m&m on line - Em Pauta - Marketing & Negócios
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:: Pernambucanas resgata o "Quem bate? É o frio!" ::
A campanha de inverno da rede de lojas Pernambucanas, com estreia prevista para meados de junho, fará o resgate do clássico jingle "Quem Bate? É o frio", composto por Heitor Carillo no início dos anos 60.
Inicialmente criada para o rádio, a peça chegou à televisão em 1962, em um filme de animação produzido pela Linxfilm, e colocou no imaginário de várias gerações os versos "Não adianta bater/Eu não deixo você entrar/As Casas Pernambucanas/É que vão aquecer o meu lar".
A informação é da coluna Em Pauta, publicada na edição 1411 de Meio & Mensagem, que circula com data de 31 de Maio de 2010.
Inicialmente criada para o rádio, a peça chegou à televisão em 1962, em um filme de animação produzido pela Linxfilm, e colocou no imaginário de várias gerações os versos "Não adianta bater/Eu não deixo você entrar/As Casas Pernambucanas/É que vão aquecer o meu lar".
A informação é da coluna Em Pauta, publicada na edição 1411 de Meio & Mensagem, que circula com data de 31 de Maio de 2010.
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