sexta-feira, 30 de julho de 2010
:: Audiências de 29 de julho ::
GLOBO:
Sinhá Moça - 16
Malhação - 18
Escrito nas estrelas - 25
Ti-ti-ti - 31
Passione - 34
A grande família - 26
A vida alheia - 16
Brasileiros - 11
SBT:
Pérola negra - 5
Esmeralda - 5
As tontas não vão céu - 5
Uma rosa com amor - 8
Ana Raio e Zé Trovão - 8
Programa do Ratinho - 5
Conexão repórter - 6
A praça é nossa - 8
RECORD:
Fala Brasil - 8
Hoje em dia - 6
Os mutantes - 6
CSI Investigação criminal - 12
Ribeirão do Tempo - 10
Ídolos - 11
BAND:
Polícia 24h - 7,5
Jogo aberto - 3
Fonte: Blog Patricia Kogut.
:: Ônibus de São Paulo ganham nova mídia ::
Com o objetivo de impactar uma grande quantidade de pessoas com uma mensagem, a Media Service desenvolveu os "handles", apoios de mãos feitos de acrílico, localizados nas barras superiores dos ônibus e que têm a função de auxiliar o apoio dos passageiros durante o trajeto.
De acordo com a agência, as peças de mídia já estão homologadas pelo Inmetro e autorizadas pela SPTrans, empresa que controla o sistema de ônibus na capital paulista. A ideia é que a experiência da mídia em São Paulo sirva como base para a expansão do serviço a outras capitais brasileiras.
O espaço oferecido para veiculações publicitárias é de 120 por 170 mm e cada um dos veículos comporta entre 10 e 15 apoios. O objetivo da Media Service é instalar 60 mil peças nos ônibus paulistanos até o final do ano.
A rede de fast food McDonald's, em criação da Taterka, foi uma das primeiras marcas a fechar uma parceria com a Media Services e já veicula anúncios de seus produtos nos espaços plásticos instalados dentro dos veículos.
Fonte: m&m online.
:: Quando a moda chega à ponta dos dedos ::
Aos poucos, a Chanel, com faturamento estimado entre 2 bilhões e 3 bilhões, disseminou nos grandes mercados consumidores o uso de cores da passarela também nos esmaltes. Graças ao apelo fashion, em 2009 os esmaltes foram o único segmento entre os produtos de beleza que tiveram aumento nas vendas nos Estados Unidos.
O casamento entre moda e esmaltes também virou febre no Brasil e resultou na introdução de cores lançadas pela Chanel no portfólio de empresas. O mercado, ainda que pequeno em faturamento, apresenta altas taxas de crescimento - na casa dos 30% de janeiro a maio, de acordo com dados da Nielsen. Risqué (da Hypermarcas), Colorama (da L"Oréal) e Impala (da Mundial) têm mais da metade do mercado. Mas as pequenas empresas começam a despontar.
Um desses casos é o da Big Universo, de Mauá (SP). A empresa foi fundada há 25 anos por Roque de Siqueira, um metalúrgico que, depois de perder o braço em um acidente de trabalho, teve de procurar outra fonte de renda. Foi quando soube por um conhecido que poderia fabricar esmaltes em casa. As primeiras experiências foram feitas literalmente no fundo do quintal. Mais tarde, um dos filhos, Gilmar, se interessou pelo negócio e se formou em química para tocar os projetos de expansão.
Recentemente a terceira geração chegou aos negócios. Clarissa Ezaki, filha de Gilmar, assumiu a área de marketing e de relacionamento com clientes. "Não temos dinheiro para investir em anúncios, então tratamos as blogueiras com carinho, antecipando as novidades. Apesar de tanto tempo de mercado, apenas há seis meses nos tornamos conhecidos graças aos blogs", conta. Até novembro do ano passado, a produção da Big Universo oscilava entre 100 mil e 150 mil frascos por mês. Agora a empresa produz entre 400 mil e 500 mil e espera fechar 2010 com um faturamento de R$ 3 milhões.
Made in Pará. Outra empresa que comemora a boa fase é a Ludurana, de Ananindeua, na Grande Belém. Seu fundador é Francisco José Anastácio da Silva, de 42 anos, um ex-vendedor que há 14 anos resolveu trocar as castanhas pelos esmaltes. Hoje, segundo Paulo Romualdo, diretor da empresa, a produção da Ludurana é de 7 milhões de vidros por mês e, até dezembro, a meta é chegar a 10 milhões de unidades e atingir R$ 60 milhões em vendas - o dobro de 2009.
Os competidores tradicionais do setor não estão parados. A Impala aumentou a produção em 90% e desde março a linha de produção trabalha em três turnos. A gerente de marketing Luciana Laurito conta que as cores tradicionais perderam a majestade. Há dois meses as vendas da Impala são lideradas pela cartela de cores da linha matte flúor. "Desde os lançamentos da Chanel de cores como blue satin, black satin e jade, os esmaltes ficaram mais ligados a moda", explica.
Até a Coca-Cola pegou carona na febre dos esmaltes. A fabricante de bebidas lançou uma ação promocional com a marca inglesa de esmaltes Nails Inc. Na compra de duas garrafas de Diet Coke, a consumidora ganha um esmalte da Coca feito com cores exclusivas pela Nails Inc. A brasileira Arezzo também entrou nessa moda e há duas coleções incluiu a venda de esmaltes nas suas lojas. Como se vê, ninguém quer perder o bom momento.
Destaque
O Brasil é o segundo maior consumidor de esmaltes do mundo, atrás dos EUA. Segundo dados da consultoria Euromonitor, as vendas no País somaram US$ 326 milhões no ano passado.
Veículo: O Estado de S.Paulo
:: Varejo: Código já é obrigatório nos pontos de vendas ::
De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun, é fundamental conscientizar os clientes sobre seus direitos e deveres, o que ajuda a estreitar ainda mais a relação de confiança que deve existir entre consumidor e comerciante.
Com o objetivo de esclarecer as dúvidas dos empresários do varejo, a entidade planeja a criação de uma linha direta entre o setor e os órgãos de defesa do consumidor, disponibilizando informações e orientando os lojistas com uma consultoria especializada, porém não há ainda uma data prevista para tal.
"Não há uma previsão para o projeto entrar em vigor, pois precisamos definir alguns detalhes estratégicos que ficarão acertados após a criação de uma câmara de varejo entre a Alshop e a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), nosso parceiro neste projeto", conclui Sahyoun.
Veículo: DCI
:: Site de compras coletivas planeja triplicar clientes ::
"Nossos segmentos principais de atuação são restaurantes, entretenimento e bem-estar", afirma o empresário, que criou o site em abril, em São Paulo, com os sócios Paulo Humberg e os alemães Oliver Jung e Klaus Hommels (investidor do Skype e do Facebook). Desde então, o ClickOn se estabeleceu também em Curitiba, Salvador, Fortaleza, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre, e amanhã começa a operar no Rio de Janeiro.
O plano de Macedo é chegar ao fim do ano com uma cobertura de 18 a 20 cidades brasileiras, com possibilidade de atingir praças de porte médio no interior de alguns Estados, como Caxias do Sul (RS), Joinville (SC) ou Maringá (PR). A empresa detém participação de 39% sobre o volume de vendas do segmento, formado por cerca de 12 sites especializados no país, segundo o executivo. O valor total não foi informado.
No modelo de compras coletivas, a venda dos produtos e serviços só é efetivada se um número determinado de usuários - em geral conectados pelas redes sociais na internet - fecha o negócio. Segundo Macedo, somente quando a operação é efetivada o ClickOn lança o valor correspondente no cartão de crédito do cliente, que imprime um cupom para apresentar na loja, no restaurante ou no acesso ao espetáculo adquirido.
Com a escala de negócios ampliada, os comerciantes e prestadores de serviços que vendem no ClickOn podem oferecer descontos de até 80% nos preços, diz Macedo. As ofertas são únicas e permanecem disponíveis no site por períodos de 24 a 48 horas. Ontem, em Porto Alegre, um banho numa loja de animais da cidade podia ser agendado por R$ 14,70, ante o preço de tabela de R$ 35.
A ClickOn é remunerada com um percentual sobre as vendas dos parceiros, que fecham contratos com o site para cada oferta. "É um modelo barato e seguro para o vendedor", diz o empresário, sem revelar o faturamento. A empresa conta com equipe própria de 48 pessoas, sendo 22 representantes comerciais que oferecem a plataforma de negócios na área de atuação.
Veículo: Valor Econômico
quinta-feira, 22 de julho de 2010
:: Audiências de 19, 20 e 21 de julho ::
GLOBO:
Mais você - 6
Sinhá moça - 15
Malhação - 16
Escrito nas estrelas - 23
Ti-ti-ti - 29
Passione - 31
Futebol (Campeonato Brasileiro) : Atlético-GO x Corinthians - 23
Placar da rodada - 18
SBT:
Pérola Negra - 5
Esmeralda - 5
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 9
Programa do Ratinho - 5
Qual é o seu talento - 9
Um contra cem - 7
RECORD:
Fala Brasil - 7
Hoje em dia - 6
Os mutantes - 5
CSI Investigação criminal - 13
Roibeirão do Tempo - 9
Super tela ("O incrível Huck") - 13
20 de julho
GLOBO:
Sinhá moça - 15
Malhação - 19
Escrito nas estrelas - 25
Ti-ti-ti - 29
Passione - 34
Casseta & Planeta - 23
Na forma da lei - 17
Profissão repórter -16
SBT:
Pérola negra - 5
Esmeralda - 4
As tontas não vão ao céu- 3
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 9
Programa do Ratinho - 4
Esquadrão da moda - 7
RECORD:
Fala Brasil - 6
Hoje em dia - 6
CSI Investigação criminal - 13
Ribeirão do Tempo - 12
Os mutantes - 4
Ídolos - 12
19 de julho
GLOBO:
Mais você - 6
Sinha Moça -15
Malhação - 18
Escrito nas estrelas - 23
Ti-ti-ti - 29
Passione - 35
Tela quente - 27
SBT:
Pérola negra - 4
Esmeralda - 4
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 8
Programa do Ratinho - 5
Hebe - 5
RECORD:
Fala Brasil - 8
Hoje - 6
Os mutantes - 5
Ribeirão do Tempo - 8
CSI investigação criminal - 13
Show do Tom - 7
BAND:
Brasil urgente - 6
CQC - 6
Fonte: Blog Patricia Kogut.
:: Pai no mesmo status do namorado ::
O Boticário desembolsou R$ 19 milhões em desenvolvimento de produto e mídia de uma nova fragrância, a Quasar Ônix, dentro da meta de ampliar em 25% as vendas na data comemorativa em relação a 2009. "O Dia dos País tem ganhado proporção no nosso negócio", diz Tatiana Ponce, gerente nacional do Boticário. "Nosso estudos mostram que 61% dos homens se preocupam com a própria beleza e 72% deles escolhe a marca e o tipo de produto sem interferência de outros", afirma ela.
Segundo a Natura, a data ainda figura em quarto lugar entre as mais importantes para a companhia, "mas tem sido ampliado o número de ações em termos de ofertas para esse público consumidor", diz a gerente de marketing da Natura, Claudia Klingelfus Pinheiro. A empresa lançou para a data o perfume Natura Essencial Exclusivo, que será vendido com quase 20% de desconto do preço original (o produto continuará no portfólio da companhia).
A maior demanda por produtos masculinos nessa época do ano também pode ganhar algum impulso, dizem as empresas, com a atenção maior da indústria em relação ao "Dia do Homem", que acontece em 15 de julho. A Associação Comercial de São Paulo identificou neste ano mais promoções nas lojas para a data.(AM)
Veículo: Valor Econômico
:: Alshop estima aumento médio de 10% para o Dia dos Pais ::
Segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), um levantamento da entidade com mais de 60 varejistas mostrou que eles esperam um tíquete médio de R$ 60 a R$ 100 por consumidor, com presentes para os pais. Ao todo as vendas devem chegar a 10%, na opinião dos comerciantes. As lojas de departamentos esperam um avanço de 7% nos resultados, enquanto as lojas especializadas em artigos esportivos e em moda íntima masculina aguardam um crescimento de 10%. Para as lojas especializadas em calçados, a previsão é de que as vendas cresçam 9%.
A área de venda de produtos como vestuário e acessórios está otimista com a economia aquecida e já prepara inúmeras promoções, esperando assim aumentar 8% as vendas nessas lojas. Livrarias de todo o Brasil também reservam grandes lançamentos literários para a data, com o objetivo de atingir os pais que não dispensam uma boa leitura, com expectativa de incrementar de 15% as vendas dos pontos-de- -venda especializados.
Veículo: DCI
:: Com 9 pares por segundo, Havaianas mira no exterior ::
As Havaianas estão presentes em 80 países e, segundo Utsch, um dos termômetros da intensa globalização da Alpargatas, o que inclui as sandálias, está na origem dos seus colaboradores. Hoje, a empresa conta com 23 nacionalidades diferentes na produção e comercialização de seus produtos. Dos seus 16 mil funcionários, 4.800 estão no exterior.
Nem a crise que ronda a zona do euro afeta o otimismo do presidente da Alpargatas quanto ao mercado externo. Utsch diz que agora é o momento ideal para investimentos globais. "Investir tanto em marketing como em ativos ficou muito mais barato com a crise por lá", afirmou ele.
Produtividade
Segundo o presidente da Alpargatas, não há planos da Alpargatas de abrir novas fábricas no Brasil ou no exterior. Utsch disse que o foco da empresa é a ampliação da produtividade. "Nós já tivemos 17 fábricas, hoje temos cinco. Para mim, o mais relevante é trabalhar o valor da marca."
Para Utsch, no Brasil a perda da competitividade local tem relação direta com o custo da mão de obra da China, que é muito barata. "A Alpargatas combate esse tipo de concorrência com o aumento de produtividade e com o fortalecimento da marca. Se fôssemos só vender chinelo barato, iríamos quebrar. Na Alpargatas vendemos marca, e esta é a única forma de combater os produtos chineses."
História
"As legítimas" começaram a ser fabricadas em 1962 pela Alpargatas, com maior penetração nas classes C e D. A massificação do produto levou a rentabilidade aos menores níveis na década de 1980 e o enquadrou na categoria de commodity. Com a fabricação de um único modelo, a operação corria riscos e a estratégia da Alpargatas para Havaianas foi provocar uma mudança drástica no mix de marketing. Passados 32 anos, surgiram 13 novos modelos, com novas cores, para começar a consolidação do plano estratégico de reposicionamento de marca, e para alcançar penetração em outras classes. "Queríamos continuar onde estávamos e esticar para as classes A e B. Aumentamos a produtividade e o portfólio de produtos", explica Utsch.
De acordo com o novo posicionamento posto em prática em 1994, o primeiro passo foi criar outros modelos do chinelo. A estreia aconteceu com a linha Havaianas Top, com novas cores e formatos diferenciados. Dando continuidade ao processo de reestruturação da marca, a distribuição também passou a ser focada em nichos de mercado. Cada ponto-de-venda recebia um modelo diferente, de acordo com seu perfil de vendas.
Para acompanhar o novo posicionamento do produto, foi criada uma agressiva campanha publicitária com a presença de celebridades televisivas que desfilavam alegremente com o par de sandálias que "todo mundo usa". Em pouco tempo, a nova proposta reelaborou o posicionamento simbólico do produto.
Em 1998, durante a Copa da França a empresa lançou um modelo promocional que levava a bandeira do Brasil nas tiras. No ano de 2000, o sucesso experimentado abriu caminho para que fossem abertas lojas de Havaianas nos centros comerciais mais luxuosos dos Estados Unidos e da Europa. Em 2008, a marca passou a atuar diretamente na Europa, com um escritório em Madrid, na Espanha.
Em 2010 a Alpargatas está investindo para ampliar a utilização da marca, com a produção de bolsas e tênis. Os novos produtos com a marca Havaianas carregam as características das "legítimas", como as tiras e o solado das sandálias, presente nos novos artigos.
Para a diretora de Negócios da Alpargatas, Carla Schmitzberger, a expectativa nas linhas de bolsas e tênis Havainas é de que em menos de quatro anos elas cheguem a representar 10% do faturamento da companhia.
Veículo: DCI
:: Sharp se prepara para ser a maior fornecedora de televisões LCD na China ::
:: Tv`s ::
Veículo: Folha de S.Paulo
:: Como a Coca-Cola deu origem ao 'hino' da Copa ::
A intenção da Coca, inicialmente, era só criar uma música para entreter os torcedores nos estádios da Copa. Para tanto, a empresa fez uma parceria incomum com cantor-compositor K ' naan e sua gravadora, a A&M/Octone Records. A música era a peça central da maior campanha de marketing já feita pela Coca-Cola, veiculada em 160 países. Há quatro anos, na Copa da Alemanha, uma campanha mais modesta foi suficiente para aumentar em 6% o volume de refrigerantes vendidos pela companhia, segundo Emmanuel Seuge, especialista em eventos esportivos e entretenimento. Desta vez, o objetivo da Coca era conseguir um aumento bem maior do que a alta de vendas de 2006, diz Seuge.
Ao usar uma única música-tema (em 2006 a Coca criou 13 músicas diferentes para vários países) a companhia economizou US$ 45 milhões em custos.
A canção é uma versão de uma gravação de K ' naan lançada em fevereiro de 2009 em seu álbum "Troubadour", que vendeu somente 89 mil cópias, de acordo com a Nielsen SoundScan.
Naquela mesma época, os executivos da Coca-Cola pediram aos representantes da indústria da música uma canção para ser usada na campanha. A companhia frisou que a música deveria capturar o espírito da África, como anfitriã do evento, precisaria lembrar o slogan "Open Happiness", do refrigerante e que o intérprete tivesse um bom histórico.
Belliotti, então, apresentou K ' naan para a Coca-Cola. Os executivos da Coca gostaram do cantor, de sua origem, tanto canadense quanto africana, e também simpatizaram com a melodia de "Wavin ' Flag" e principalmente com o refrão, que fala de esperança. As estrofes originais, que falavam da fome que K'naan (cujo nome real é Keinan Abdi Warsame) passou quando criança foram suprimidas e deram lugar a histórias de campeões e de torcedores de futebol. As cinco notas musicais que são tocadas quando o slogan da Coca aparece na TV tiveram de ser incluídas.
Embora os detalhes financeiros sejam confidenciais, a Coca-Cola divide com K ' naan os direitos autorais e de reprodução da música. A Coca, que também patrocinou parte da turnê de K ' naan pelo mundo, está agora colhendo os lucros inesperados da venda de "Wavin ' Flag".
Veículo: Valor Econômico
:: Coca-cola lança batons com sabor ::

:: Beleza mantém forte ritmo de lançamentos ::
Segundo a consultoria americana Mintel, parceira da ESPM, a soma total de novos produtos apresentados neste ano no Brasil, até o dia 14 de julho, na área de perfumaria e maquiagens, por exemplo, já supera o número de 2009 em igual período. Esse é o principal destaque do levantamento de 2010. No caso de produtos de cuidados para casa e bebidas, a expectativa é que ocorra um empate com o número de 2009.
"O Brasil é o terceiro maior mercado de cosméticos do mundo e o segundo em perfumaria. É claro que as empresas acabam mantendo investimentos em áreas tão prósperas, independentemente de crises", diz Lásaro do Carmo Jr, diretor da Jequiti, empresa do grupo Silvio Santos e concorrente de Natura e Avon.
Pelos cálculos da Mintel, se o ritmo de inovações se mantiver, a quaNtidade de lançamentos de beleza e cuidados pessoais deve atingir mais de 3,6 mil itens em 2010 - foram cerca de 3,5 mil em 2009.
Na avaliação de Fábio Mestriner, coordenador do núcleo de estudos da embalagem da ESPM, é preciso analisar esses resultados com cautela. Há um encolhimento no número de novos produtos no Brasil por conta de uma migração de investimentos para outros mercados. Essas regiões voltam a receber altos volumes de lançamentos, passado o pior da crise global iniciada em 2008.
No entanto, ainda que alguns setores tenham menor vigor em termos de lançamentos, há exceções à regra. "Mesmo que nós tenhamos perdido velocidade de crescimento, ainda ocupamos o sexto lugar em termos de países com mais lançamentos. Não somos mais o segundo colocado como em 2009, mas é a mesma colocação de 2008", diz ele. Além disso, diz, ainda há setores com tamanha importância que não sentem esses impactos pontuais.
De acordo com a consultoria Mintel, a mudança nos hábitos de compra dos consumidores nos Estados Unidos levou as companhias a repensarem os seus planejamentos de produtos e marcas pelo mundo.
"Depois de os consumidores terem sentido forte impacto da recessão em suas vidas, nós esperamos melhorias nos gastos em consumo [nos EUA]. Os compradores estão vivendo dentro de uma 'nova economia', e as companhias estão se adaptando a esse novo perfil de compra", informa a empresa de pesquisa na área de consumo, em relatório sobre perspectivas para 2010.
Para economistas ouvidos pelo Valor, é pouco provável que o Brasil termine o ano com queda no volume de itens lançados em 2010. Aumento no consumo das famílias (4,1% em 2009) e elevação nos investimentos anunciados pelas empresas de consumo explicam o otimismo.
"Nós temos um mercado consumidor muito variado, com diferentes perfis de consumo, e com demanda crescente em todos os níveis. É algo que só temos aqui", diz Tarek Farahat, presidente da Procter & Gamble no Brasil.
"Há um cenário muito mais confiável em termos de potencial de consumo hoje do que há cinco ou dez anos, e um mercado propício para desenvolvimento de novos produtos em muitas áreas e para diferentes classes sociais", diz Fabio Silveira, sócio da RC Consultores.
Veículo: Valor Econômico
:: Embalagens e nomes inspirados nas marcas líderes são armas para vender ::
Outro produto que surpreende é o da linha de cereais matinais da Alca Foods, com sede em Itumbiara (GO). Lembrando a marca líder Kelloggs, cujo mascote é o tigre Tony, todos os cereais da Alca Foods têm um leão sorridente estampado na caixa do produto. "Um é o rei da selva, o outro não é", diz, brincando, o diretor comercial da empresa, Roberval Dias Martins.
A ideia do leão, segundo ele, não é confundir o consumidor, mas fazer uma versão "mais brasileira" do produto. É por isso, segundo ele, que um dos cereais chama-se "ChocoBol" e não "ChocoBall", em inglês.
Alguns fabricantes chegam a operar com liminares obtidas na Justiça, para deixar de pagar a diferença de ICMS entre os Estados. Isso acontece principalmente com empresas de Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina, em relação ao ICMS paulista. "Esses fornecedores fazem o possível e o impossível para vender mais barato, pois o preço é o único instrumento que eles têm como diferencial", explica Martinho Paiva Moreira, vice-presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas).(LC)
Veículo: Valor Econômico
:: Sephora encurta prazo para abrir loja ::
O Valor apurou que esse prazo pode cair para um ano, o que levará a Sephora a abrir as portas no Brasil até meados do ano que vem.
"Doze meses é uma meta agressiva, e não fugimos de metas agressivas", diz Carlos André Montenegro, CEO da Sacks e presidente da Sephora no Brasil. Montenegro deve se reunir com o comando da Sephora na sede da rede em São Francisco, nos EUA, para tratar dessas questões, e também de outros pontos, como a fabricação de cosméticos da LVMH no Brasil, para a venda no site.
O Valor apurou que há espaço, para o primeiro ano de operação, de abertura de no mínimo três lojas, informação que a empresa não confirma. Neste momento, as negociações envolvem o comando da BR Malls, da Aliansce, do Multiplan e do grupo Iguatemi. O Shopping Cidade Jardim estaria fora dos planos iniciais da rede. Ali, o tráfego de consumidores é inferior ao de outros centros de compras, como o Morumbi, e o perfil de público se limita à classe de alta renda - ao contrário do Morumbi e do Iguatemi de São Paulo, que reúnem compradores da classe média alta.
A companhia também já tem claro que deve montar no Brasil uma estrutura de varejo multimarcas. Ou seja, a LVMH não irá comercializar apenas as suas marcas, como Dior e Kenzo, nas lojas físicas e no site na internet. Todas as outras empresas, como Chanel, MAC (de maquiagem) e a L'Occitane, devem manter seus acordos de fornecimento com a Sephora. "Uma andorinha só não faz verão. Eles [controladores da Sephora] sabem disso", diz Montenegro. Inclusive, a manutenção dos acordos consta em contrato assinado entre o comando da Sack's e a Sephora.
O encontro no próximo mês será importante para evoluir o projeto de nacionalização das linhas de cosméticos e perfumes da LVMH. Já existe uma busca por fabricantes locais porque há necessidade de a companhia tornar o produto mais competitivo por aqui. O Imposto de Importação em produtos cosméticos varia de 18% a 35%. Ao produzir localmente, a Sephora pode reduzir preço e passar a vender o mesmo produto num menor número de parcelas. A Sephora só irá vender a prazo nas lojas do Brasil.
Enquanto ajusta o plano de expansão com a Sephora nos EUA, os controladores da Sack's reforçam o plano de expansão de outro negócio. A loja online de roupas e acessórios Glamour está ganhando musculatura e deve se preparar para uma futura abertura de capital ou fechamento de parceria com investidores.
"Não definimos que caminho será seguido ainda, mas queremos ampliar a operação para novos vôos futuros", diz Alexandre Icaza, diretor da Albatroz Participações, dona de 25,8% da Glamour e de 33,3% da Sack's.
Veículo: Valor Econômico
:: Magazine Luiza inicia troca de marcas em três meses ::
O anúncio da entrada do Magazine Luiza na região foi feito no programa Domingão do Faustão, da Rede Globo, no domingo, 18, mas a varejista prepara uma campanha para o Nordeste para explicar ao consumidor que a partir de agora as Lojas Maia tem a chancela do Magazine Luiza. A ação será desenvolvida a quatro mãos pela Etco Ogivly, agência da empresa paulista, e pela Valor Comunicação, do Grupo Morya, que atende a rede nordestina.
"Vamos fazer pesquisas para que o consumidor aponte as forças da marca Lojas Maia e o que ele espera de novo do varejo. Em termos de investimento, ainda não tivemos definição. Mas as Lojas Maia sempre foram conservadores. Então devemos ter um aumento. No entanto, 25% do nosso investimento em marketing já é nacional", pontua Frederico Trajano, diretor de marketing e vendas do Magazine Luiza.
Aquisição
Depois de três meses de conversas, Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza, e Arnaldo Maia, presidente das Lojas Maia, assinaram o contrato na sexta-feira, 16. O valor do negócio não foi divulgado, mas de acordo com especulações do mercado, girou em torno de R$ 290 milhões. Segundo Luiza, a rede usou capital próprio para pagar 40% do negócio. Os 60% restantes a empresa pagou assumindo as dívidas da bandeira nordestina. A varejista sediada em Franca assume o controle da operação em 1º de agosto.
O negócio envolveu 141 lojas (mais outras seis em construção), e dois Centros de Distribuição (um na Paraíba e outro na Bahia). A rede faturou R$ 560 milhões em 2009. Com a consolidação das duas bandeiras, o Magazine Luiza terá 611 lojas em 16 estados, oito Centros de Distribuição e vendas brutas de R$ 6 bilhões. Marcelo Maia, atual vice-presidente das Lojas Maia, assumirá o posto de diretor da região Nordeste da varejista.
Fonte: m&m online.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
:: Audiências de 09 a 11 de julho ::
Sinhá moça - 15
Malhação - 21
Escrito nas estrelas - 23
Tempos modernos - 22
Passione - 26
Globo repórter - 24
GLOBO (sábado):
Caldeirão do Huck - 12
Escrito nas estrelas - 22
Tempos modernos - 21
Passione - 26
Zorra total - 22
Super cine ("Lara Croft Tom Raider") - 19
Altas horas - 7
Copa do Mundo:
Central da Copa (das 15h11 às 15h16) - 11
Uruguai x Alemanha - 17
Central da Copa (das 17h23 às 18h11) - 17
GLOBO (domingo):
Os caras de pau - 11
Temperatura máxima ("O medalhão") - 14
Domingão do Faustão - 22
Fantástico - 23
S.O.S. emergência - 16
Copa do Mundo:
Central da Copa (das 15h06 às 15h16) - 16
Holanda x Espanha - 28
Central da Copa (das 18h26 às 18h36) - 25
Central da Copa (das 0h14 às 1h17) - 14
SBT (sexta):
As tontas não vão ao céu - 3
Uma rosa com amor - 6
Ana Raio e Zé Trovão - 6
Programa do Ratinho - 4
Aventura selvagem - 6
Tela de sucessos ("Fique rico ou morra tentando") - 7
SBT (sábado):
Supernanny - 6
Programa Raul Gil - 8
Uma rosa com amor - 6
Ana Raio e Zé Trovão - 6
Cine belas artes ("Penalidade máxima") - 5
SBT (domingo):
Domingo legal - 7
Eliana - 6
Programa Silvio Santos - 9
De frente com Gabi - 4
BAND (sexta):
Brasil urgente - 9
Vídeo news - 3
BAND (sábado):
Uruguai x Alemanha - 5
Bandmania - 3
BAND (domingo):
Holanda x Espanha - 10
Terceiro tempo - 4
Band esporte clube - 3
Diário da África - 5
RECORD (sexta):
Hoje em dia - 7
Fala Brasil - 9
Ribeirão do Tempo - 7
CSI Investigação criminal - 12
Futebol: Palmeiras x Boca Juniors - 9
RECORD (sábado):
O melhor do Brasil - 12
Show do Tom - 8
Legendários - 8
Lipstick jungle - 5
RECORD (domingo):
Domingo espetacular-14
Tudo é possível - 6
REDETV! (domingo):
Pânico na TV - 8
DR. Hollywood - 6
Fonte: Blog Patricia Kogut.
:: Audiências de 12 de julho ::
Sinhá moça - 16
Malhação - 21
Escrito nas estrelas - 26
Tempos modernos - 28
Passione - 31
Tela quente ("Operação babá") - 28
SBT:
As tontas não vão ao céu - 4
Uma rosa com amor - 8
Ana Raio & Zé Trovão - 5
Programa do Ratinho - 5
Pérola negra - 5
Esmeralda - 5
Hebe - 5
SBT repórter - 5
BAND:
CQC - 6
RECORD:
Hoje em dia - 6
Fala Brasil - 9
CSI Nova York - 6
Fonte: Blog Patricia Kogut.
:: Audiências de 13 de julho ::
Mais você - 8
Sinhá moça - 18
Malhação - 20
Escrito nas estrelas - 27
Tempos modernos - 30
Passione - 36
Casseta & planeta - 26
Na forma de lei - 16
Proifissão repórter - 12
SBT:
Pérola negra - 5
Esmeralda - 5
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 8
Programa do Ratinho - 4
Esquadrão da moda - 7
Eu, a patroa e as crianças - 10
RECORD:
Hoje em dia - 7
Fala Brasil - 8
Ribeirão do Tempo - 10
Os mutantes - 7
Ídolos - 11
CSI Miami - 8
CSI Investigação criminal - 13
Fonte: Blog Patricia Kogut.
:: Para competir com chineses, Estrela vai relançar clássicos ::
Nascida nos anos 1930, a Estrela aproveita uma onda de saudosismo virtual para relançar clássicos.
A empresa liderou o mercado interno de brinquedos 100% nacionais até o início do Plano Real e depois viu os seus consumidores serem abocanhados pela concorrência chinesa.
O projeto de relançamentos começou com um mapeamento de redes sociais, como Orkut, que detectou comunidades de fãs do Ferrorama. São na maioria homens na faixa de 40 anos que, um dia, já se divertiram com o circuito de trilhos onde serpenteava uma locomotiva.
A partir disso, uma campanha publicitária, que levou o brinquedo para percorrer os 20 quilômetros finais do caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, traz o Ferrorama de volta às lojas em agosto. Estratégias envolvendo a web foram adotadas para outros produtos considerados "ícones", como o Autorama (de pista de corrida). "Com as redes sociais, estamos resgatando o público do passado", diz Carlos Tlkian, presidente da Estrela.
E, para os filhos desses consumidores, há outros clássicos "modernizados". No mês que vem, chega às prateleiras a boneca Susi "Ti-ti-ti", com referência ao mundo da moda. E o Super Banco Imobiliário traz elementos que podem gerar discussão entre pais e educadores.
Com o tabuleiro, vem uma maquininha de cartão de crédito MasterCard para as compras fictícias de produtos de empresas como Vivo, Fiat e Postos Ipiranga. Ostensivo? "São itens que as crianças conhecem", diz Tilkian.
INVESTIMENTOS
Só nas novas versões de brinquedos, a Estrela planejou investimento de R$ 5 milhões neste ano. Em 2009, não houve relançamentos. Em 2010, o orçamento para as áreas de produtos e publicidade foi previsto em R$ 20 milhões. No ano passado, foram R$ 15 milhões. A Estrela faturou R$ 114 milhões em 2009, 8% mais do que em 2008.
CONCORRÊNCIA
Segundo Tilkian, a empresa nunca perdeu a liderança relativa entre as companhias nacionais -sendo a única com ações em Bolsa. Mas, desde a abertura do mercado, nos anos 1990, os grupos brasileiros, que supriam toda a demanda do país, perderam 45% do bolo para os estrangeiros -especialmente os chineses. A própria Estrela, hoje, para ser mais competitiva internamente, importa itens da China (o que corresponde a 45% do faturamento). Externamente, a aposta da empresa é levar brinquedos do Brasil, feitos com material sustentável (como bioplástico), para consumidores europeus e americanos. "Diferenciação é a única forma de competir com os chineses", diz Tilkian.
:: Nestlé lança linha de picolés Chocolovers ::
A linha é constituída por três sabores elaborados a partir de produtos clássicos da linha de chocolates da Nestlé. A primeira novidade é o lançamento do Chokito, picolé de sabor baunilha com caramelo e cobertura de chocolate ao leite com flocos de arroz. Fazem parte também as marcas Prestígio – que apresenta uma nova fórmula, deixando o picolé ainda mais cremoso e com sabor marcante de coco, assim como já acontece com o chocolate – e Diplomata. Além disso, os picolés chegam em formato exclusivo e diferenciado, prometendo agradar os chocolovers. Os lançamentos já estão disponíveis nos pontos-de-venda de todo o país.
:: J&J regionaliza comando no Brasil e foca no varejo de pequeno porte ::
O desempenho da divisão brasileira ficou muito acima da média da J&J Produtos de Consumo Global, cujas vendas encolheram 1,6% em 2009. "E neste ano, devemos crescer dois dígitos robustos", diz o diretor de vendas da divisão de consumo da J&J do Brasil, Carlos Siqueira. Em entrevista ao Valor, o ele afirmou que a operação brasileira hoje ocupa a 2ª posição no ranking global da divisão de consumo da multinacional, superando a Inglaterra e atrás apenas da sede da J&J, nos Estados Unidos.
A área comandada por Siqueira abrange as linhas mais conhecidas da marca: as de cuidados para bebê (como Johnson's Baby), cuidados pessoais (como o Listerine e o Sempre Livre), além da linha de beleza (como a Clean&Clear) e dos medicamentos sem prescrição médica, os OTC (como o Tylenol). A divisão, que exclui os medicamentos que exigem receita médica e os produtos hospitalares da J&J, é a mais representativa da multinacional no país. Das onze fábricas instaladas no parque fabril da J&J, em São José dos Campos (SP), sete pertencem à area de consumo.
A reformulação da área de consumo dividiu a companhia em cinco unidades de negócios: São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Norte e Nordeste, além das "key accounts", que envolvem grandes clientes como Walmart, Carrefour e Pão de Açúcar. Cada uma dessas unidades passaram a ser dirigidas por um executivo.
"No último ano vivemos um processo de mudança em nossa cultura comercial. O Brasil é grande, os consumidores são muito diferentes, bem como as suas necessidades e a forma de alcançar os mercados. Não poderíamos ficar atrás neste sentido", explicou o executivo. "Agora podemos trabalhar [com marketing e portfólio] as festas de São João no Nordeste, por exemplo", disse.
Outra mudança que veio com a reestruturação foi a forma de negociação com o cliente, programada para oferecer descontos, que podem ser repassados ao consumidor final. Foi ampliado ainda o controle da exposição dos produtos da J&J nos pontos de venda, por meio da orientação dos varejistas e da contratação de uma consultoria que analisa a apresentação da marca em 5 mil lojas.
Para fortalecer a atuação da empresa nos pequenos pontos, os investimentos em treinamento de vendas dobraram nos últimos dois anos, segundo afirma Siqueira. A estratégia envolve aproximação da equipe da J&J dos pontos de venda, para orientar na decoração da loja e na exposição dos produtos.
Jesus Alves Pereira, dono de uma pequena farmácia na zona oeste da capital paulista, afirma que a mudança de comportamento da J&J fez com que seus resultados de vendas da marca dobrassem em menos de dois anos, de cerca de 700 unidades por mês, para 1,5 mil. "Agora a gente recebe o pessoal da J&J e eles ajudam a posicionar os produtos", afirmou Pereira. Hoje, a J&J está presente em cerca de 5 mil farmácias independentes (por meio do novo modelo, que inclui a distribuição direta), pretende ampliar sua atuação para 7 mil farmácias em um ano, e duplicar esse número em 2 anos.
O plano também inclui o aumento da presença da J&J nos supermercados pequenos e médios, que já cresceu 10% desde a reestruturação e deve crescer mais 10% até o final de 2010. "Estamos em 185 mil mercados, dos mais de 394 mil espalhados pelo Brasil. Vamos chegar ao varejo menor, com um mix mais adequado para a realidade desses clientes e das regiões em que atuam" disse Siqueira.
Além de se espalhar pelas lojas menores e se atentar para as diferenças regionais, a J&J colocou as áreas de beleza e medicamentos sem prescrição médica (OTC) no foco de seus investimentos. Estes dois segmentos ofecerem margem de lucro maior e grande potencial de expansão no país.
A estratégia vem da J&J global, que passou a analisar as potencialidades do mercado consumidor dos países emergentes, em especial o Brasil. "O Brasil tem sido mais observado pela matriz, principalmente nessas duas áreas. Em beleza, o país muitas vezes é priorizado nos lançamentos globais, o que promove o fluxo de recursos pra cá" afirmou Siqueira.
Mas a J&J ainda tem muito espaço para conquistar no crescente mercado de produtos de beleza brasileiro. No segmento de cuidados da pele, por exemplo, a empresa detém apenas 1% do mercado, segundo dados referentes a 2008, de uma fonte da indústria. A Hypermarcas, por sua vez tem 2% de "market share", enquanto as líderes Natura e Avon dominam com 23% e 20%, respectivamente.
A competição com essas marcas que atuam na venda direta, e conseguem atingir mercados mais distantes dos grandes centros do país, é uma preocupação da J&J. O sistema das vendas porta a porta cresce mais do que o tradicional, que promove a distribuição via farmácias e supermercados. "Estamos observando esses movimentos. É uma preocupação. Mas vemos oportunidades na venda via varejo. O mercado é competitivo, mas ganha quem investe em tecnologia e tem boa estratégia comercial", diz Siqueira.
Outro ponto de atenção da J&J é a concorrência dos genéricos no mercado dos OTC. Enquanto o crescimento do setor de medicamentos fica na faixa dos 15% no país, os genéricos crescem mais de 20% e têm pequena penetração entre os consumidores, o que evidencia seu alto potencial.
"Não vamos conseguir brigar por preço nesse segmento, em que não atuamos, mas acreditamos no nosso portfólio robusto e na força da nossa marca", diz o executivo. Dentre as ações para reforçar a marca J&J, está o Tylenol, um dos carros-chefe da empresa. O produto nunca tinha ido para a mídia de massa e, agora, entra em comerciais de rádio e televisão sobre suas fórmulas para dor de cabeça e dores musculares .
"Estamos agressivos comercialmente", diz Siqueira. Segundo ele, o novo modelo de vendas implementado pode ser exportado. Nos últimos meses, as unidades da multinacional na América Latina têm discutido a introdução do sistema, que passou a atender à estratégia global da companhia.
:: Intenção de compras para terceiro trimestre cresce ::
O índice é um ponto percentual a mais que o do trimestre anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento é de 1,4 ponto percentual.
A categoria Cine e Foto continua na liderança de intenção de compra, com 12,6%. Em segundo lugar está Informática, com 11%. Seguida por Linha Branca, com 10,6%, Eletro-Eletrônicos, com 10,4%, e Telefonia e Celulares, com 10,2%.
por Cristiane Marsola
Fonte: Propmark
:: Varejo brasileiro mais forte do que o norte-americano ::
Os resultados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do IBGE, referente ao mês de maio, foram divulgados nesta terça-feira, 13. O trabalho apontou um crescimento bastante positivo nas vendas do varejo brasileiro em relação ao mesmo período no ano passado. Com um crescimento de 10,2%, o segmento registrou um movimento com índice superior ao desempenho nas principais economias do mundo. Nos Estados Unidos, as vendas do varejo cresceram 6,5%, enquanto nas regiões da zona do Euro a alta foi de 0,6% em relação a 2009.
Para explicar a expansão do mercado de varejo - que já acumula crescimento de 11,5% sobre os primeiros cinco meses de 2009 - executivos da GS&MD - Gouvêa de Souza, consultoria especializada em varejo e distribuição, analisaram os resultados. No mês de maio, os segmentos mais dependentes de crédito tiveram alta mais acentuada nas vendas. Esse movimento, na opinião Luiz Góes, sócio-sênior e diretor da GS&MD, decorre de uma clara melhora no cenário macroeconômico nacional.
"Setores como veículos, móveis/eletroeletrônicos e materiais de construção tiveram um baixo desempenho no início de 2009, por conta do reflexo da crise financeira global no Brasil. Neste ano houve um crescimento mais acelerado desses segmentos, mesmo com o fim da isenção de IPI para várias categorias", comenta Góes.
Dentre os setores mais dependentes de crédito, destaca-se o de móveis e eletrodomésticos, com alta de 19,5% na comparação anual. Embora abaixo dos 22,4% do mês anterior, a expansão é expressiva. "Se por um lado houve o fim do IPI reduzido, por outro, a Copa do Mundo impulsionou a venda de aparelhos de TV e manteve o setor muito aquecido", explica.
Outros destaques são o setor de equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação, com alta de 28,7%, e o de materiais de construção que, com uma expansão de 19,9% no último mês, garantiu crescimento por sete meses consecutivos, consolidando sua recuperação depois de um 2009 bastante ruim para o segmento.
Quem também apresentou grande crescimento foi o setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo - que possui a maior participação no varejo - com uma expansão de 8,2%. Embora a performance tenha sido um pouco abaixo da média do mercado, ainda assim respondeu por 38% da taxa geral de expansão do varejo brasileiro no mês de maio.
Período pós-Copa
Em relação às previsões para este exercício, Góes afirma que, como a base comparativa é a do ano passado - momento em que o mercado estava mais fraco -, ainda não dá pra fazer previsões fortes em relação ao varejo em 2010. Ainda assim, diz, é possível saber que seu crescimento fechará acima do PIB, o que evidencia o ótimo desempenho do segmento.
"Para o período pós-Copa do Mundo, a expectativa é que continue tendo crescimento, mesmo que num ritmo menos intenso. Essa queda se deveria ao fato de a base de comparação se referir ao segundo semestre de 2009, período no qual a economia brasileira já estava indo muito melhor", explica.
Mesmo assim, a GS&MD mantém a projeção de um cenário muito positivo para o varejo brasileiro em 2010. "A alta dos juros e a própria base de comparação mais forte farão com que o varejo cresça mais moderadamente nos próximos meses. Ainda assim, mais uma vez o setor terá uma expansão por volta de 10%, bem acima do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, com destaque para os bens duráveis", completa Góes.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
:: Sem tomates ::
Veículo: Revista Isto É Dinheiro
terça-feira, 6 de julho de 2010
:: Audiências de 05 de julho ::
Sinhá moça - 14
Malhação - 23
Escrito nas estrelas - 28
Tempos modernos - 28
Passione - 36
Tela quente ("Homem aranha 2") - 26
SBT:
As tontas não vão ao céu - 4
Uma rosa com amor - 6
Ana Raio e Zé Trovão - 7
Programa do Ratinho - 4
Hebe - 4
SBT repórter - 4
RECORD:
Hoje em dia - 5
Fala Brasil - 6
Ribeirão do Tempo - 8
Os mutantes - 5
CSI Nova York - 5
BAND:
CQC - 6
Fonte: Blog Patricia Kogut.
:: Sudeste consome mais de 60% do conteúdo online ::
A ComScore é uma consultoria norte-americana especializada no meio digital e agora dispõe de capacidade de segmentar o uso da internet no Brasil com base nas cinco regiões geográficas do País - Sul, Sudeste, Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
No mesmo levantamento, a consultoria concluiu que os usuários entre 6 a 14 anos (que representam 12% do total de internautas brasileiros) gastam 60% do tempo conectados em sites de entretenimento e comunicação como mensageiros instantâneos (Messenger) e redes sociais (Twitter, Facebook e Orkut, por exemplo).
Em maio, 40,7 milhões de usuários acessavam a internet de casa ou do trabalho. Os 73 milhões de usuários computados pela comScore incluem os usuários que acessam a internet em locais públicos como cafés, universidades e outros, como as LAN houses.
Ainda na faixa dos 6 aos 14 anos, os sites de entretenimento são responsáveis por 25% do tempo de acesso, os mensageiros instantâneos ocupam 22% dos acessos e as redes sociais, 15% do tempo total.
Fonte: M&M online.
:: Jornal Metro Magazine chega a São Paulo ::
A publicação que circula há três anos no mercado carioca circulará de segunda a sexta-feira em São Paulo e promete textos com linguagem dinâmica e de fácil leitura. A tiragem será de 150 mil exemplares e distribuição em 130 pontos fixos da grande São Paulo, diretamente aos motoristas.
Segundo o diretor do jornal, Alberto Carlos de Araújo, essa é uma tendência nas grandes cidades. "Em oito anos, a circulação mundial aumentou de 5,5 milhões para 28 milhões de exemplares. Países da Europa adotaram o modelo há alguns anos, mas no Brasil sua entrada ainda é recente. Lançamos o Metro Magazine há três anos no Rio de Janeiro e, em vista da grande aceitação, decidimos trazê-lo para São Paulo. Temos planos de passá-lo a diário também no mercado fluminense, onde ainda é semanal".
Em São Paulo, o Metro Magazine terá 20 editorias de página inteira. São ao todo 16 páginas diárias. Com formatos de anúncios diferenciados, o jornal permite a entrega de samplers no momento da distribuição, sobrecapas, envelopamentos e cintas. "A expectativa é de que mais de 39,6 milhões de jornais sejam impressos por ano para serem distribuídos pelas ruas da maior cidade da América do Sul e lidos por mais de 179,5 milhões de pessoas", conclui Araújo.
Fonte: M&M online.
:: Grandes marcas aquecem mercado com publicidade nas salas de cinema ::
“É um mercado em ebulição e nada melhor do que impactar seu público-alvo nesse local”, afirma o diretor comercial da Circuito Digital, André Porto Alegre. O executivo explica que a Honda, por exemplo, explorou o lançamento do modelo City com uma ação multiplataforma em que, na telona, um apresentador comentava os diferencias do carro e convidava o público para um test-drive, quando dez atores disfarçados na sessão se levantavam e saiam da sala, partindo supostamente para uma concessionária Honda. Já os Correios, recentemente, usaram as salas 3D para divulgar seu serviço de entrega rápida Sedex com o mote “Parece mágica, mas é Sedex”.
“A sala de cinema é um ambiente em que o telespectador está completamente concentrado na mensagem a ser transmitida. Um exemplo é que, no fim do ano passado, a Circuito Digital, que também auxilia agências a criar ações multiplataformas interativas, fez nevar no Kinoplex Itaim, na Zona Sul de São Paulo, em uma ação para o Natal do Morumbi Shopping”.
Além de a mídia cinema ter a vantagem de realizar ações publicitárias que transportam o público para o ambiente do que está sendo exibido na tela, usando espaços na própria telona, as empresas podem mostrar suas marcas nas bilheterias, bombonieres, foyers e até nos banheiros que também podem se tornar boas ações.
“O cinema, como mídia, agrega uma capacidade enorme à mensagem do cliente. É uma plataforma que, além de levar entretenimento, também pode gerar informação e serviços”, finaliza o executivo.
Fonte: Varejista
segunda-feira, 5 de julho de 2010
:: Audiências do final de semana ::
Sinhá moça - 16
Escrito nas estrelas - 30
Tempos modernos - 28
Passione - 32
Globo reporter - 26
Separação?! - 17
GLOBO (sábado):
Caldeirão de Huck - 16
Escrito nas estrelas - 25
Tempos modernos - 23
Passione -30
Zorra total - 24
GLOBO (domingo):
Os caras de pau - 12
Domingão do Faustão - 19
Fantástico - 21
S.O.S. emergência - 14
SBT (sexta):
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 6
Programa do Ratinho - 4
Aventura selvagem - 6
Tela de sucessos ("Mais uma sexta-feira em apuros") - 6
SBT (sábado):
Programa Raus Gil - 6,5
Supernanny - 5,4
Uma rosa com amor - 5
Ana Raio e Zé Trovão - 6,6
Cine belas artes ("Strip-tease") - 5,1
SBT (domingo):
Domingo legal - 7,3
Eliana - 8,2
Programa Silvio Santos - 9,5
De frente com Gabi - 4,5
REDETV!
Pânico na TV - 9,2
Dr. Hollywood - 4,6
RECORD (sexta):
Hoje em dia - 3
Fala Brasil - 7
Ribeirão do Tempo - 9
CSI Investigação criminal - 12
Os Mutantes - 6
RECORD (sábado):
O melhor do Brasil - 11
Legendários - 9
Show do Tom - 9
RECORD (domingo):
Domingo espetacular - 15
Programa do Gugu - 11
Tudo é possível - 7
Fonte: Blog Patrica Kogut.
:: Vendas de inverno aquecidas atrasam liquidações ::
"Quando a temperatura sobe, sobra mercadoria e os lojistas antecipam as promoções para zerar os estoques. Não foi o que ocorreu neste ano", diz Ronald Masijah, presidente do sindicato.
"As vendas continuam aquecidas, e as liquidações ocorrerão tardiamente só para a troca de coleção."
As roupas de inverno representam 20% da produção anual do setor de vestuário.
"Como o varejo está capitalizado, já que as vendas de inverno foram positivas, a perspectiva é que as compras da próxima coleção [primavera-verão] sejam ainda melhores", diz Masijah.
As vendas no primeiro semestre foram superiores em 4% às de igual período de 2009, quando o setor sofreu com a crise, segundo Stefanos Anastassiadis, da Controvento, de roupa feminina.
Apesar do resultado positivo deste inverno, as vendas foram inferiores às de 2008, quando faltaram mercadorias para o frio.
"Como a temperatura ainda está baixa, há menos promoções e liquidações", diz Luís Ildefonso da Silva, diretor da Alshop (associação de lojistas de shopping).
Veículo: Folha de S.Paulo
sexta-feira, 2 de julho de 2010
:: Audiências de 01 de julho ::
Sinhá moça – 15
Malhação – 22
Escrito nas estrelas – 27
Tempos modernos – 25
Passione – 34
A grande família – 28
A vida alheia – 16
Brasileiros – 10
SBT:
As tontas não vão ao céu – 4
Uma rosa com amor – 7
Ana Raio e Zé Trovão – 7
Programa do Ratinho – 5
Conexão repórter – 6
A praça é nossa - 8
RECORD:
Hoje em dia – 6
Fala Brasil – 9
Ribeirão do Tempo – 8
Os mutantes – 6
Dr. House - 7
Ídolos – 11
Fonte: Blog Patrica Kogut.
:: Audiência Brasil x Holanda ::
No Rio, o ibope foi um pouco melhor, de acordo com informações preliminares. A média de audiência foi de 46 pontos, com share de 70% e 69%, no primeiro e segundo tempo, respectivamente.
:: Destaques de julho na Rede Globo ::
Alexandre Borges vai interpretar o costureiro Jacques Leclair e Murilo Benício será Ariclenes Martins, o falso estilista espanhol Victor Valentim.
Na trama, André (nove verdadeiro de Leclair) e Ariclenes cresceram na mesma vila e disputavam tudo desde a infância, mas suas vidas seguiram rumos diferentes. Porém, essa rivalidade nunca foi esquecida. Quando Ari tem a ideia de criar o falso fashion designer espanhol Victor Valentim, seu caminho voltará a se cruzar com o de André, que se tornou Jacques Leclair, um estilista bem sucedido da Zona Leste de São Paulo. No elenco, Dira Paes, Malu Mader, Carolina Oliveira, Juliana Paiva, Giulia Gam, Gustavo Leão, Leopoldo Pacheco, Isis Valverde e outros.
Turma da Mônica – a partir de 17 de julho, aos sábados
Em episódios de 20 minutos, serão exibidas as animações clássicas e produções inéditas da Turma da Mônica, além de serem criados episódios do Astronauta, da Turma do Penadinho e da Turma da Mônica Jovem.
Som Brasil – Lupicínio Rodrigues, dia 30/julho
Conhecido como Lupe, Lupicínio compôs cerca de 150 músicas, muitas delas marchinhas de carnaval e sambas-canção, músicas que expressam muito sentimento, principalmente a melancolia por um amor perdido.
Mundial de Fórmula 1 – em julho, duas etapas (além dos treinos nos sábados que os antecedem):
• 11/julho – 09h – GP da Inglaterra
• 25/julho – 09h – GP da Alemanha
Fonte: Comercial Rede Globo.
:: Aparelhos 3D chegam ao Brasil no segundo semestre ::
Televisores, projetores e tocadores de Blu-ray compatíveis com conteúdo 3D já começam a chegar ao mercado.
A Sony planeja o lançamento das TVs Bravia 3D de 52 e 60 polegadas ao Brasil para o final de agosto.
No mesmo período, a empresa lançará um tocador de Blu-ray e home theaters. Ainda neste ano, deverão chegar notebooks e câmeras digitais da marca.
A Sony fará um kit promocional com quatro óculos, um tocador de Blu-ray 3D, dois filmes no novo formato e um disco com quatro jogos de PS3 em 3D.
O kit sai por R$ 15.999, para o modelo de 60 polegadas, e R$ 12.999, para o de 52.
Já a Samsung, que entregou na semana passada o primeiro lote dos modelos LED 3D Série 7000, promete para o próximo mês outros dois aparelhos de LED e um de plasma. A fabricante também diz que terá no mesmo período um tocador de Blu-ray e dois home theaters.
Também deve chegar em julho a série LX9500, da LG, nos tamanhos 47 (R$ 8.999) e 55 polegadas (R$ 10.999).
A empresa ainda lançará no mês que vem um monitor de computador 3D de 23 polegadas a R$ 1.199.
Lançamentos da Panasonic e da Philips acontecerão no segundo semestre, mas ainda não há data específica.
A Fnac, que tem apenas quatro títulos de Blu-ray em 3D, espera aumentar esse número para 15 até o fim do ano.
O 3D deve ganhar ainda mais força com os videogames. Na última feira E3, que ocorreu neste mês, uma das maiores atrações foi o portátil Nintendo 3DS, com tela que reproduz efeitos 3D sem necessidade de óculos, e o Sony PlayStation 3, que terá títulos 3D.
Para computadores, a Nvidia tem placas de vídeo e um kit com óculos especiais, e já existem laptops com o hardware e o software necessários para ver imagens 3D.
Na internet, é possível ver fotos e vídeos 3D até mesmo sem acessórios extras, a depender da técnica utilizada. O YouTube oferece diversas opções para visualização 3D de alguns clipes.
Uma possível tendência em telefones celulares é o uso de telas como a do Nintendo 3DS.
SEM CONSENSO
O diretor Francis Ford Coppola e o crítico de cinema Roger Ebert, entre outros famosos, já se manifestaram contra o 3D, e muitas pessoas não conseguem enxergar os efeitos ou passam mal ao vê-los. Mas a unanimidade não é necessária para alcançar o sucesso -principalmente o comercial, que é o que mais interessa às empresas.
Fonte: Folha de S.Paulo
:: Novo Danette Mix é a irresistível mistura de Danette com M&M'S® ::
Quem gosta de chocolate vai se apaixonar pelo mais novo produto da Danone: o Danette Mix M&M'S®! A nova tentação reúne 180 gramas da sobremesa láctea cremosa de chocolate Danette e 26 gramas de confeitos M&M'S® Minis em separado, para serem misturados no momento de saborear. O produto chega aos supermercados de todo o país em junho, em embalagem com dois potes e preço sugerido de R$ 3,49.Desde a primeira edição de Danette no Brasil, em 1979, a sobremesa pronta para comer da Danone se tornou referência de cremosidade e sabor. “A parceria inédita com a empresa Mars Brasil, que produz o M&M no Brasil, é uma inovação que oferece mais prazer para o dia a dia de nossos consumidores ao aliar duas marcas irresistíveis”, comemora o gerente de Marketing da Danone, Piero Francheschi. [www.danette.com.br].
Danone - O grupo francês Danone é líder mundial de produtos lácteos frescos e água mineral. Presente em mais de 120 países, conta com mais de 80 mil colaboradores e é o terceiro maior grupo alimentício da Europa e o sétimo maior fabricante de alimentos do mundo – o primeiro em países como França, Espanha e Itália.
O Grupo Danone começou a fazer história no Brasil em 1970. Do lançamento do primeiro iogurte com polpa de frutas – que revolucionou hábitos de consumo – à variedade de opções de produtos lácteos frescos dos dias de hoje, a marca Danone conquistou o paladar dos brasileiros e transformou-se em sinônimo não só de iogurte, mas também de saúde e nutrição. [SAC da Danone: 0800 7017561].
Perfil- A Mars Brasil é uma divisão da Mars, Incorporated, uma das maiores fabricantes de alimentos do mundo. Com aproximadamente R$ 650 milhões em vendas anuais, seus produtos nos segmentos de alimentos, chocolates e alimentos para animais de estimação são símbolos de excelência e de alta qualidade. A Mars Brasil conta com mais de 1.400 associados em cinco unidades, incluindo três fábricas. A empresa é proprietária de algumas das marcas mais populares do mundo, incluindo M&M’S®, SNICKERS®, TWIX®, UNCLE BEN’S® e os alimentos para animais de estimação PEDIGREE® e WHISKAS®. [www.mars.com.br].
quinta-feira, 1 de julho de 2010
:: Audiências de 30 de junho ::
Sinhá moça - 14
Malhação - 21
Escrito nas estrelas - 28
Tempos modernos - 26
Passione - 32
Festival nacional ("Verônica") - 29
Programa do Jô - 9
SBT:
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 6
Programa do Ratinho - 4
Qual é o seu talento - 7
Um contra cem - 4
RECORD:
Hoje em dia - 6
Fala Brasil - 8
Ribeirão do Tempo - 9
CSI Investigação criminal - 12
Os mutantes - 6
BAND:
Brasil urgente - 8
Fonte: Blog Patricia Kogut.
:: Audiências de 29 de junho ::
Sinhá moça - 16
Malhação - 24
Escrito nas estrelas - 29
Tempos modernos - 28
Passione - 34
Casseta e Planeta - 24
Na forma da lei - 17
Profissão repórter - 12
Jogos da Copa:
Paraguai x Japão - 17
Espanha x Portugal - 20
SBT:
As tontas não vão ao céu - 5
Uma rosa com amor - 7
Ana Raio e Zé Trovão - 8
Programa do Ratinho - 4
Esquadrão da moda - 7
BAND:
Brasil urgente - 9
A liga - 8
Jogos da Copa:
Espanha x Portugal - 5
Paraguai x Japão - 4,5
RECORD:
Hoje em dia - 5
Fala Brasil - 7
Ribeirão do Tempo - 10
Os mutantes - 7
Ídolos - 12
CSI Investigação criminal - 13
CSI Miami - 9
Fonte: Blog Patricia Kogut.
:: Editora Escala lança revista em áudio para cegos ::
O CD, que a priori é comercializado pelo e-commerce da editora, tem o custo da revista (R$ 7,90) e reproduz todo o conteúdo da versão impressa, inclusive os anúncios.
Por enquanto, a versão está em fase de experimentação. Não há previsão para venda em bancas, mas a partir do momento que a iniciativa obtenha sucesso serão realizados estudos para expansão do mercado.
De acordo com a Fundação Dorina, a Revista Sentidos é a primeira a tomar a iniciativa e a investir no projeto. A mesma fundação já reproduz a Revista Veja, da Editora Abril, há 10 anos por iniciativa própria. Por esse fator a Veja Falada só contém as reportagens e não os anúncios.
Fonte: M&M online.
:: Duracell patrocina ação de arrecadação de brinquedos ::
A Mix Brand Experience criou uma plataforma de arrecadação e doação de brinquedos para a Duracell, que norteará as ações promocionais da marca no segundo semestre de 2010. Baseada no conceito de storytelling, a estratégia procura gerar conteúdo relevante em torno do universo dos brinquedos e conquistar espaço na mídia para difundir o conceito dos produtos, “8X mais”.
A empresa patrocina a campanha de arrecadação de brinquedos intitulada “A brincadeira tem que continuar”, inspirada na mensagem central da animação Toy Story 3, da Disney Pixar. A intenção é aproveitar o lançamento do filme para divulgar a marca por meio de ações de ativação e mídia. Os brinquedos arrecadados serão doados à Fundação Abrinq. Além da Duracell, participam da campanha Renault, Save The Children, Trucklog, Silfab e Destak.
Fonte: Propmark.
:: Nestlé tem supermercado flutuante ::
Para atender as comunidades ribeirinhas na Amazônia, a Nestlé criou seu primeiro supermercado flutuante. O barco, com cerca de 300 produtos da marca, foi criado para navegar pelo rio Pará, passando por 18 cidades do Estado.
A B+G designers responde pelo logo, nome, projeto arquitetônico e comunicação visual do projeto. A agência criou o naming e logo "Nestlé até Você a Bordo", a partir do "Nestlé até Você" - projeto corporativo da companhia, de vendas porta-a-porta - e adequou sua identidade visual ao novo cenário.
Reforçando o posicionamento da Nestlé, o novo modelo de negócios visa desenvolver mais um canal de comercialização que ofereça às comunidades remotas da Região Norte acesso à nutrição, saúde e bem-estar.
Fonte: Propmark.
:: Microsoft cancela linha de celulares Kin ::
A Microsoft decidiu cancelar a linha de celulares Kin – que tinha como público-alvo os jovens, com foco em redes sociais – apenas dois meses após seu lançamento em San Francisco, de acordo com reportagem publicada nesta quarta-feira pela “Cnet”.“Além disso, estamos integrando nossa equipe do KIN à equipe do Windows 7, incorporando ideias valiosas e tecnologias do KIN para futuros lançamentos Windows Phone. Continuaremos a trabalhar com a Verizon nos EUA para vender os telefones KIN atualmente no mercado”, completou a companhia em nota.
Com a decisão da Microsoft, ainda não está claro se haverá novas atualizações de software para o Kin, incluindo um inicialmente previsto para este segundo semestre, ressaltou a reportagem. No fim de semana, a Verizon cortou o preço dos dois modelos Kin em quase 50%.
Mesmo depois do curto espaço de tempo após o lançamento e com reduções de preços para tentar estimular as vendas, a empresa não conseguiu manter o produto no mercado. O preço do Kin básico passou de US$ 49 para US$ 29. Já a versão top caiu de US$ 99 para US$ 49.
“Nós não compartilhamos dados de vendas e estratégias de marketing, mas o dispositivo continua a ser uma parte importante do nosso portfólio”, disse um representante da Verizon em comunicado ao site.
Fonte: G1
:: Amazon compra site de varejo eletrônico Woot.com ::
A Amazon anunciou na quarta-feira (30) a aquisição do site de varejo eletrônico de descontos Woot.com. Os detalhes financeiros do acordo não foram divulgados.As operações da Woot.com não serão absorvidas pela Amazon.com, já que o site continuará a existir como unidade autônoma, e não como parte da empresa de compras on-line.
O diferencial do site Woot.com, inaugurado em 2004, é que ele funciona como uma espécie de portal de sites de descontos que vende desde eletroeletrônicos até vinho e camisetas.
O fundador do Woot.com, Matt Rutledge, disse no blog da empresa, em nota aos funcionários, que o plano é continuar a administrar os negócios da mesma forma como foi feito até hoje, somando uma "pessoa" ao esquema hierárquico, só que com a diferença que essa "pessoa" tem um poder de compra e venda de US$ 1 bilhão.
Fonte: Valor Online
:: Brecha na Lei Cidade Limpa permite publicidade no Copan ::
São Paulo dará uma chance à publicidade de rua, extinta desde que a Lei Cidade Limpa passou a vigorar – há três anos. O primeiro prédio a abrigar anúncios é o Copan, um dos principais cartões-postais da cidade. E a ação só será possível graças a um artigo contido na Lei, que permite publicidade em "melhorias urbanas, ambientais e paisagísticas".O Artigo 50 nunca foi utilizado, o que torna o Copan estreante do artifício, segundo a diretora da Empresa Municipal de Urbanização (Emurb) Regina Monteiro – a responsável, inclusive, pela criação da Lei. Segundo ela, a expectativa é que essa primeira publicidade sirva como estimulante para que outros prédios históricos sejam recuperados com ajuda de anunciantes.
O Copan
O Copan foi projetado por Oscar Niemeyer e Carlos Lemos e sua construção ocorreu entre 1951 e 1966. Mesmo sendo tão antigo, o edifício nunca viu sua fachada passar por algum tipo de manutenção. Isso resultou na oxidação da ferragem do quebra-sol de concreto, que expandiu e agora provoca queda de cimento e pastilhas.
De acordo com Regina, o uso de publicidade como fonte de renda para o restauro demorou por culpa dos próprios anunciantes. "O mercado publicitário está muito guloso", disse, em referência ao tamanho dos anúncios oferecidos. O Copan chegou até a recusar algumas ofertas. "Queriam colocar uma peça que cobria quase toda a fachada. Era ostensiva demais, dava para ver da Lua. Assim não passa."
Mas a "gula" faz sentido. A fachada do edifício tem 45 mil m2 – o tamanho de cinco campos de futebol. Segundo Rafael Nasser e Silva, da Refix, empresa especializada nesse tipo de obra, o custo do restauro varia entre R$ 35 milhões e R$ 40 milhões. "Se o anúncio não tiver certo porte, não dá para pagar uma reforma com esse valor. Publicitários querem retorno", afirma Silva.
Artigo desconhecido
Uma das razões para o Artigo 50 nunca ter saído do papel é o próprio desconhecimento. Até mesmo o diretor do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) – responsável pela recuperação – Rafael Schmidt, disse não saber da possibilidade. "Só soube que podia usar publicidade porque moro no Copan e ouvi isso numa reunião de condomínio", disse.
Mas, como cada projeto precisa ser aprovado pela Comissão de Proteção Urbana, sem qualquer critério, há o temor de que ocorra em São Paulo o mesmo que em Barcelona, na Espanha. "Lá, a lei foi desvirtuada. Tem tanto anúncio nos prédios históricos que não dá para ver a fachada das casas do Gaudí", declara Silva.
As informações são da Folha de S.Paulo
Redação Adnews
:: Supermercados tem alta de 3,82% em maio ::
A Abras considera que a massa salarial e a taxa de desemprego quase estabilizados colaboraram para o resultado.As vendas nos supermercados brasileiros em maio mantiveram-se praticamente estabilizadas em relação a abril, com alta de 0,03% no período. Na comparação com o igual mês de 2009, houve aumento de 3,82%. Os números foram divulgados ontem pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que atribuiu o desempenho mensal ao recuo sazonal e de preços de produtos com peso significativo para o setor, como o açúcar (que apresentou queda de 4,46%, na média nacional) e o leite longa vida (recuo de 3,02%).
O superintendente da Abras, Tiarajú Pires, explicou que outros fatores como a massa salarial e a taxa de desemprego quase estabilizados colaboraram para o resultado. Ressaltou que o avanço do setor ante igual mês de 2009 é positivo e, a alta nominal de 10,98% nos cinco primeiros meses deste ano, em relação a igual período de 2009, são sinais de que o setor continua em trajetória de avanço desde janeiro.
Preços – O índice AbrasMercado registrou estabilidade de preços em relação a abril. Formado pela cesta de 35 produtos de amplo consumo e analisada pela GfK, apresentou alta de 5,56% entre maio de 2009 e maio último, passando de R$ 264,59 para R$ 279,31. As maiores altas em maio frente a abril, os destaques foram a cebola (14,44%), feijão (10,22%) e batata (2,97%). Entre as maiores retrações detectadas no período destacaram-se tomate (-20,47%), açúcar (-4,46%) e leite longa vida (-3,02%).
Volume – Quanto ao Índice Nacional de Volume, houve crescimento de 7,1% no primeiro quadrimestre do ano sobre os quatro primeiros meses de 2009. O resultado positivo foi consequência do aumento das vendas de bebidas alcoólicas (15,7%) e não alcoólicas (12,2%).
O destaque por porte ficou com as lojas de cinco a nove check-outs (número de caixas), em detrimento daqueles com mais de 50 check-outs. Segundo o superintendente da Abras, isso indica que os consumidores não querem mais se deslocar para lojas maiores e mais distantes de suas residências. E este comportamento já é uma tendência, pois repete o cenário observado nos quatro primeiros meses de 2009 ante igual período de 2008.
Veículo: Diário do Comércio - SP
:: Na Índia, barba lisinha vira moda e P&G fatura ::
A venda de aparelhos de barbear na Índia ficava muito a desejar para a P&G - que gastou US$ 1 bilhão só para desenvolver o seu líder de vendas, o Gillette Mach3. "Os indianos se barbeiam só uma vez por semana e achavam 'cool' ter barba. Era preciso mudar o hábito", informa a agência BBDO Mumbai, dona da conta da Gillete, em relatório de defesa da campanha W.A.L.S. aos jurados do 57º Festival de Publicidade de Cannes, que terminou no sábado. A ação tornou-se finalista no Festival em três categorias. E acabou dando resultado.
A venda de barbeadores da marca na Índia cresceu cinco vezes no período da campanha, em relação a 2008. Segundo a Nielsen relatou à BBDO, a participação de mercado da Gillete aumentou 400% em 2010 naquele país.
Se vender barbeador na Índia é tarefa árdua, no Brasil difícil é fazer os homens usarem os cremes de barbear. "O brasileiro faz a barba no chuveiro e com sabonete. É esse o hábito que temos que mudar por aqui", contou em entrevista ao Valor Tarek Farahat, presidente da P&G no Brasil. "O sabonete não substitui o creme em nenhum momento". Com preços entre R$ 19 a R$ 26 , a empresa lançou há dois meses uma linha de géis de barbear com aloe vera, manteiga de cacau, eucalipto e mentol. A ideia é enriquecer o produto e ampliar ao máximo as opções, que custam de R$ 7 a R$ 27 no varejo.
Cinquenta milhões de homens no Brasil fazem a barba todos os dias. Pesquisa da marca Bozzano, da Hypermarcas, mostra que 35% desse total possui a pele sensível e as empresas estimam que essa fatia de 35%, no máximo, de homens com pele delicada recorra a esses cremes esporadicamente. É apenas um entre cada três brasileiros.
A expansão do mercado consumidor desse produto no Brasil segue em linha com a estratégia mundial da P&G, a maior anunciante do mundo e dona de marcas como Ariel, Oral-B e Pantene.
No sábado, o CEO do grupo, Bob McDonald, disse em seminário no Festival de Cannes, que a empresa precisa ampliar a base de consumidores de suas marcas no mundo - as 23 maiores faturam US$ 1 bilhão ao ano. Ou seja, em vez de fazer o mesmo comprador adquirir mais itens, o plano é atrair novos compradores.
"Nós precisamos tocar mais a vida das pessoas", disse ele. "Hoje, a Procter atinge quatro bilhões de consumidores pelo mundo e planejamos chegar a cinco bilhões num futuro próximo. Em média, esse consumidor gasta US$ 12 ao ano em nossos produtos. Nossa meta é chegar a US$ 14", diz, sem dar prazo.
Segundo ele, "uma parte dessa estratégia é ir atrás de novos consumidores em países emergentes". Dentro dessa estratégia, na lista de ações recentes do grupo, a P&G escolheu o Brasil para ser o primeiro país da América Latina a receber o lançamento do Gillette Fusio. Além disso, a expansão de linha da marca Oral B em 2009 foi comandada por uma equipe brasileira. Só falta fazer o brasileiro aposentar o sabonete ao fazer barba no chuveiro.
Veículo: Valor Econômico
:: Com Opanka, Vulcabras entra na disputa com Havaianas, da Alpargatas ::
Nas últimas semanas, a marca Opanka, do grupo Vulcabras/Azaleia, foi destaque no horário nobre da TV Globo, e nas partidas da Copa do Mundo. Cotista da rede TV no campeonato, a Opanka é alvo de um plano inédito de reposicionamento criado pelo comando da Vulcabras.Há um ponto claro nesse projeto: ela não quer ser uma nova Havaianas. "O que nós não podemos fazer é copiá-los. Definimos nosso caminho, o que queremos ser e vamos seguir isso", diz Márcio Callage, gerente da divisão de marketing da Vulcabras. Visualmente, a linha Opanka em nada lembra a Havainas. As tiras são mais grossas, assim como o solado e o produto é produzido a partir do material usado nas solas dos tênis, uma espécie de espuma acetinada. Ainda custa mais caro que a concorrente, em torno de R$ 29,90 (há modelos da Havaianas por R$ 16,90) e tem como foco "ser um produto que possa ser usado além da praia".
O plano para fortalecer a marca Opanka começou a ser estudado pela empresa no segundo semestre de 2009. Após a consolidação de linhas como Olympikus e Azaleia, faltava fortalecer o segmento de chinelos, que acabou perdendo a prioridade dentro da estratégia de marcas do grupo, focado em calçados femininos e tênis nos últimos anos. "Acabávamos sacrificando a linha na fábrica para produzirmos outras marcas no lugar. Isso acabou. Vamos entrar de cabeça nesse segmento", diz.
O sinal mais visível dessa ação está nas campanhas de comunicação na Copa do Mundo. A Vulcabras comprou uma das seis cotas de patrocínio do torneio na Rede Globo - Coca-Cola e Oi, por exemplo, são outras cotistas. Nas duas últimas semanas, a Opanka era anunciada pela Globo como a patrocinadora das partidas, no intervalo dos jogos. Na próxima semana, a Olympikus deve ganhar esse destaque.
Além disso, criou uma área de desenvolvimento de produto um ano atrás, que só faz pesquisas e análises de produto, de design a nível de qualidade. A equipe de marketing da Opanka aumentou de uma para três pessoas. Somado a isso, houve ampliação de pessoal na fábrica de Itapetinga, na Bahia. "Fechamos o ano de 2009 com mais de 40 mil empregados, cerca de 5 mil acima do ano anterior. Parte disso é a ampliação do negócio de chinelos na empresa", afirma ele.
Neste ano, de janeiro a março, a Vulcabras vendeu R$ 374,4 milhões em produtos, alta de 20% sobre o ano anterior - calçados femininos, sandálias e botas representa 22% do valor. Não há dados específicos de chinelos.
Veículo: Valor Econômico
