segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

:: As principais audiências de 05, 06, 06 e 07 de fevereiro ::

GLOBO
Sexta-feira:
Malhação ID 15
Cama de Gato 21
Tempos Modernos 18
Viver a Vida 32
Big Brother Brasil 31

Sábado:

Cama de Gato 18
Tempos Modernos 17
Viver a Vida 29
Zorra Total 19
Big Brother Brasil 26

Domingo:

Domingão do Faustão 13
Big Brother Brasil 24

SBT
Domingo:
Domingo Legal 6
Programa da Eliana 7
Programa Silvio Santos 10

REDETV!
Domingo:
Pânico na TV (reprise) 7

Fonte: Blog Patricia Kogut.

:: Record vai antecipar estreia de "A Fazenda 3" ::

A Record planeja a estreia da terceira edição do reality show "A Fazenda" para o segundo semestre deste ano, entre o final de setembro e o começo de outubro. A intenção é que o fim do próximo programa ocorra antes do "Big Brother", da Globo, em janeiro de 2011.

Para a Record, o “BBB” tem maior visibilidade na mídia, e devido a isso repercute mais. Na avaliação da emissora seria tolice voltar a fazer os dois realities concorrerem.

Sobre as críticas que recebeu desde a primeira edição do reality, o apresentador Britto Jr. afirma que nunca as levou a sério, que está muito feliz com o cargo de "âncora", e que se depender de sua vontade não voltará mais ao jornalismo. “Não quero mais fazer reportagens, nem mesmo ancorar um jornal, mas quem decide é a emissora. Evolui em ‘A Fazenda’, aprendi e melhorei muito", disse Britto.

Informações UOL

Redação Adnews

:: Casas Bahia comemora loja virtual ::

Em seu primeiro ano de funcionamento, a loja virtual da Casas Bahia atinge a meta traçada quando de seu lançamento, em fevereiro de 2009. O site responde, hoje, por 1,5% do faturamento total da rede, consolidado em R$ 13 bilhões em 2009.

Com mais de 4 mil itens a venda, a loja virtual ocupa o 4º lugar em visitação entre as e-lojas de varejo segundo pesquisa realizada pela Hitwise e divulgada pela Serasa Experian em dezembro de 2009.

A posição foi alcançada pelo registro mensal de mais de 4,7 milhões de visitantes, o que resultou em mais de 52 milhões de acessos no ano, com mais de 500 milhões de pageviews. O crescimento exponencial dos visitantes também trouxe 300% de aumento no número de pedidos, durante o período.

“O resultado é excepcional para nós, já que não fizemos um grande investimento em mídia on-line e focamos nossas ações em campanhas institucionais bem pontuais, em datas comemorativas como Dia das Mães, dos Namorados, de aniversário da rede, dos Pais, Natal, entre outras”, afirma Raphael Klein, diretor de marketing da rede. “Todas essas ações tiveram um retorno bastante expressivo.”, enfatiza Klein.

Uma das estratégias adotadas pela Casas Bahia em sua plataforma digital foi buscar diariamente a otimização das campanhas de mídia on-line. A parceria com os principais portais da internet permitiu à rede obter o menor custo de aquisição x investimento de comunicação, chegando até 250% de aumento de venda com a mesma verba on-line ao longo de um período de 3 meses.

Outro diferencial, o “retira em loja”, foi um sucesso absoluto. “A integração das plataformas das lojas físicas com a virtual proporciona um atendimento bastante personalizado ao cliente. Essa dinâmica representou no ano mais de 30% do nosso volume de vendas no portal ”, conclui Klein.

A loja virtual também se mostrou uma excelente ferramenta das vendas nas lojas físicas. Mais de 15% de todos os acessos ao site foram feitos pela equipe de vendas das lojas que o utilizaram para a demonstração complementar de produtos aos clientes – outros modelos, cores, itens, ambientação - fechando a transação comercial na loja física.

Em um ano, mais de 400 novos vídeos explicativos de produtos foram produzidos, com mais de 3.8 milhões de views. Alguns produtos superaram a marca de 100 mil views. Novas funcionalidades/ferramentas também foram implementadas no período como: o Pag Seguro, o desconto no pagamento à vista, a apresentação de móveis e de montagem de produtos em 3D além de uma nova ferramenta no site, mais assertiva, baseada no comportamento de busca, com possibilidades de ordenação de resultados (ex.: menores preços, mais visualizados, etc.).

Adnews - Tecnologia

:: "Avatar": 7,4 milhões de espectadores ::

Dois meses depois de lançado, o fenômeno Avatar permanece na liderança de público nos cinemas brasileiros. Entre sexta-feira e domingo, o filme de James Cameron levou 232 000 pessoas às salas de exibição. No total, quase 7,4 milhões de espectadores.

Falta cerca de 1 milhão de pessoas para bater os resultados de A Era do Gelo 3 (2009) e Homem Aranha (2002). A expectativa dos exibidores que é o filme ultrapasse os 8,5 milhões de espectadores no fim do mês.

Por Lauro Jardim - Veja

:: Classe C chega perto da A/B no consumo, mas deve mais ::

E metade das classes C e D teve problemas com crediário, diz estudo.

A nova classe média, ou classe C, está ocupando seu espaço no crescimento do País com uma capacidade de consumo que a aproxima dos grupos de maior renda, mas com um grau de endividamento que a faz muito mais semelhante à classe D.

Essa é uma das conclusões do estudo coordenado pelos cientistas políticos Amaury de Souza e Bolívar Lamounier e patrocinado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com dados do IBGE e de uma pesquisa exclusiva do Ibope com 2 mil pessoas em 5 cidades.

O livro que resultou do trabalho, A Classe Média Brasileira, está sendo lançado esta semana em São Paulo.

O objetivo principal da CNI foi mapear essa nova classe, tema onipresente em todas as recentes abordagens sobre o aumento do consumo. A ideia era conhecer os gostos e valores do segmento e, assim, dar subsídios para os empresários tomarem decisões de produtos e serviços para esse público.

Segundo o estudo, a nova classe média brasileira representa hoje entre 30% e 50% da população, dependendo do tipo de medição ? essa última projeção inclui famílias com renda entre R$ 1.115 e R$ 4.807 mensais, a principal faixa avaliada pelo estudo.

O processo de enriquecimento desse segmento não é exclusivo do Brasil, ocorre em muitos outros países emergentes, como México e China, por exemplo. A estimativa é que haja no mundo 400 milhões de pessoas na chamada "classe média global". Calcula-se que em 20 anos o número poderá saltar para 2 bilhões.

Entre os entrevistados, 93% afirmaram que "ter um padrão de vida estável" era o que definia pertencer à classe média; a segunda condição era "ter casa própria". O porcentual de famílias que têm casa própria na classe C já é bem próximo ao das classes A/B. Enquanto na primeira é de 79%; entre os mais ricos é de 83%.

No caso de automóvel, a diferença já é maior: 92% dos entrevistados de classe A/B tem carro, mas a proporção cai para 55% na classe C. Dos que não tem imóveis, mais da metade, 56%, tem a intenção de adquirir a casa própria nos próximos 12 meses. Também mais da metade pretende comprar eletrodomésticos (53%) e móveis (51%).

"O que a classe C está copiando das classes de maior renda é o aumento de consumo. Mas ela faz isso recorrendo sobretudo ao crédito", afirma Amaury de Souza.

A pesquisa mostra claramente que, no caso de vários bens duráveis, a classe C já está colada na A/B. Na realidade, no caso dos televisores, a penetração é próxima de 100% em todas as classes. Já bens como geladeira, rádio, aparelho de DVD e lavadora estão presentes de forma semelhante nos dois estratos sociais, enquanto a classe D ainda permanece em um outro patamar.

No entanto, ao avaliar o endividamento por classe de renda, o retrato é diferente: a classe C se afasta da A/B e acaba se aproximando da D.

Perguntados sobre esse tema, 34% dos entrevistados da nova classe média disseram que precisaram se endividar para cobrir gastos nos últimos 12 meses; entre a classe média baixa vai para 35%. Entre os de maior renda, o número cai para 21%. Tiveram dificuldade de pagar compras a crédito 46% do grupo pertencente à classe C. Na classe D, o valor foi de 50%; e na A/B, de 19%.

Amaury de Souza lembra que ainda falta bastante para que essa nova classe média se estabeleça de forma mais sólida. Isso porque, apesar do aumento da renda, a instabilidade ainda é muito grande; muitos empregos não são fixos, gerando oscilação nos ganhos.

"Estamos preocupados com a sustentabilidade desse processo. Queremos saber até onde essa classe média tem condições de garantir o consumo", afirma o diretor executivo da CNI, José Augusto Fernandes, que coordenou o projeto.

Atualmente, apenas 40% da classe C têm plano de saúde, 30% tem filhos em escola privada; 32% fazem poupança e 12% têm previdência privada. Eles preferem ter o próprio negócio do que um trabalho com registro, diferentemente do que ocorre nos grupos de maior renda.

Não obstante esse modelo empreendedor, são fortemente estatistas: 88% defendem que esteja na mão do governo a aposentadoria; também 88% acham que é tarefa do Estado cuidar da saúde; 87%, da educação fundamental; e 77%, do abastecimento de água.

Por Débora Thomé
Estadão de Hoje - Economia & Negócios.

:: Disney e Google miram participação em empresa chinesa de mídia ::

Um consórcio encabeçado por Walt Disney está em negociações avançadas para comprar participação na maior empresa de mídia digital da China, um acordo que ofereceria à gigante norte-americana do entretenimento uma nova plataforma para promover seus produtos no país asiático, afirmaram fontes.

O Google, que no mês passado ameaçou deixar a China criticando censura e ataques de hackers, está entre os investidores no consórcio liderado pela Disney, disseram as fontes nesta segunda-feira.

O consórcio planeja comprar uma fatia entre 30 e 40 por cento na Bus Online por mais de 100 milhões de dólares através da aquisição de ações já em circulação e papéis novas a serem emitidos pelas empresa de forma privada, disseram as fontes.

A Bus Online, com sede em Xangai, preferiu não comentar.

Uma porta-voz do Google disse que a empresa não poderia comentar o assunto imediatamente. A Disney não pôde ser contatada imediatamente.

Fonte: Reuters

:: Publicidade online bate recorde histórico no Brasil ::

A internet brasileira deve fechar 2009 com o maior volume de investimento publicitário de sua história. Segundo o UOL, a expectativa é de que o aumento seja de 24% em relação a 2008, e alcance R$ 940 milhões. Os dados são do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), instituto que trabalha para a difusão dos meios interativos.

De acordo com a entidade, o segmento online deve abocanhar 4,2% do total que foi investido pelo mercado publicitário no país em 2009. Há três anos, essa fatia era de 1,78%.

O bom resultado é consequência da forte expansão do setor, que não sentiu a crise mundial como outros veículos. Se comparados os faturamentos dos meios de comunicação entre novembro de 2008, no auge da crise mundial, e novembro de 2009, os dados indicam que o maior salto foi dado pela internet, que cresceu 37,19%. Os jornais expandiram em 1,8% seu faturamento, e as revistas, em 4,99%.

No acumulado de janeiro a novembro de 2009, o cenário foi semelhante. As empresas de internet cresceram 23,27% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média de crescimento dos meios de comunicação em geral, que incluem, entre outros, revistas, jornais e emissoras de televisão, foi de 2,11%. Os dados de dezembro e o acumulado do ano devem ser divulgados em março.

Democratização da internet

A democratização no acesso à internet no país deve impulsionar ainda mais o fluxo de investimentos vindos da publicidade. Já são 68,5 milhões brasileiros conectados, e classe C é a que mais cresce em participação.

Além disso, o Brasil continua sendo o país que por mais tempo acessa a internet no mundo, com 24 horas e 48 minutos por mês, e a adoção da banda larga representava 83% das conexões em 2008.

A chegada da internet aos telefones celulares no Brasil promete ampliar esses valores. O resultado disso é uma mudança no mercado publicitário que, diante da expansão no número de internautas no país, precisa se adequar ao novo público e dar mais atenção a esse meio.

Nos Estados Unidos, a perspectiva também é otimista: em três anos, a internet deve ficar com um terço do fluxo desses investimentos, junto com a TV a cabo e a aberta.

Informações UOL

Redação Adnews