GLOBO:
Mais você - 8
Sinhá moça - 16
Malhação - 19
Escrito nas estrelas - 27
Tempos modernos - 24
Viver a vida - 38
Tela quente - 24
SBT:
Uma rosa com amor - 7
Programa do Ratinho - 7
Qual é o seu talento - 5
Hebe - 5
RECORD:
Bela, a feia - 13
Hoje em dia - 5
Fala Brasil - 7
BAND:
Brasil gente - 5,5
CQC - 6,5
Fonte: Blog Patricia Kogut
terça-feira, 27 de abril de 2010
:: TV por assinatura está em quase 8 milhões de lares ::
Em março, setor ganhou mais de 194 mil assinaturas, ampliando o alcance em território brasileiroQuase oito milhões de domicílios brasileiros já possuem TV por assinatura. De acordo com os mais recentes dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em março deste ano, 194.137 novas assinaturas foram habilitadas, ampliando o serviço no território nacional.
O total de novas adesões nesse período é 2,5% maior do que o registrado no mês de fevereiro de 2009. Considerando todo o ano de 2010, até o mês de março, a quantidade de residências com TV a cabo é 3,9% maior do que o total medido no ano anterior. Se forem considerados os cálculos populacionais feitos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estima-se que, atualmente, os canais por assinatura alcancem um público de 26 milhões de brasileiros.
Fonte: M&M - Em Pauta - Mídia
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:: Tendências ::
:: Metro chega a Campinas e lança campanha ::
Anúncios começam a ser veiculados na próxima semana, com conceito "Metro diferente"

Dia 26, o Metro começa a ser distribuido em Campinas e região com uma tiragem diária de 30 mil exemplares. Um semana antes, a publicição passa a veicular campanha com conceito "Metro diferente". A ação tem criação da agencia Lua Branca.
Fonte: Propmark - Veículos

Dia 26, o Metro começa a ser distribuido em Campinas e região com uma tiragem diária de 30 mil exemplares. Um semana antes, a publicição passa a veicular campanha com conceito "Metro diferente". A ação tem criação da agencia Lua Branca.
Fonte: Propmark - Veículos
:: Editora Abril lança Minha Casa ::
Publicação foca na classe C, e é destinada ao segmento imobiliário
Com foco na classe C, a Editora Abril lança, no próximo dia 27, a revista Minha Casa, publicação mensal - com tiragem inicial de 240 mil exemplares - destinada ao segmento imobiliário, e que terá aproximadamente 100 páginas (incluindo as editoriais e de publicidade).
As iniciativas da empresa são um reflexo do aquecimento do mercado imobiliário brasileiro que, segundo o Sindicato de Habitação de São Paulo, trabalha com uma margem de crescimento de 10% a 15% em 2010.
Para o lançamento da revista, a Editora Abril realizou pesquisas desde agosto de 2008 com o objetivo de compreender as necessidades deste público.
Conforme os dados coletados em cinco praças do País, mais de 85% das pessoas vêem a casa como sua maior prioridade. “Quem não tem casa própria, quer comprar. E quem já tem, quer tornar a casa mais bonita. As pesquisas também identificaram que a TV não resolve a vida desse público. A TV fala da oferta, da promoção. O consumidor quer saber como combinar o sofá com o tapete, ou pintar as paredes com cores mais modernas, por exemplo”, disse Kaíke Nanne, diretor do Núcleo Casa & Construção da Editora Abril.
De acordo com o executivo, a chamada nova classe média brasileira detém perto de 46% da renda nacional, além de ser responsável por 68% do consumo do varejo da construção. “Essa parcela da população tem acumulado realizações. E agora desejam uma casa mais bonita e confortável, refletindo seu momento de ascensão. O slogan da revista Minha Casa esclarece o tipo de conteúdo que será oferecido a esse público: 'Decoração, reforma e construção ao seu alcance'”, afirmou Nanne.
Neste sentido, a nova publicação aposta em decoração, reforma e construção, com uma comunicação direta ao consumidor para que ele próprio desenvolva o melhor projeto para sua casa.
Com circulação nacional, o novo título trará seções como a Compare e escolha – apresentando produtos, suas especificações e valores – e Minha Casa Renovada – na qual os leitores poderão concorrer a uma decoração de um ambiente idealizada pela revista. “A publicação apresentará soluções práticas, interessantes e dentro do orçamento do consumidor emergente”, destacou Nanne.
Segundo o executivo, a nova publicação já tem mais de quatro mil assinaturas. Há cerca de duas semanas, a Abril fez uma pequena divulgação de Minha Casa no encarte de assinaturas veiculado em Veja.
E a receptividade dos anunciantes ao lançamento também parece estar favorável. “Temos feito várias apresentações e a reação é sempre de entusiasmo. As pessoas têm dito: “? exatamente a revista que faltava no mercado!”, afirmou Nanne.
Casa Claudia
Outra novidade anunciada pela Editora Abril é a renovação de Casa Claudia, considerada uma das principais revistas de decoração e design do Brasil, com circulação média de 180 mil exemplares mensais.
Para celebrar com o público seus 33 anos, a publicação inovará no formato, material, layout e conteúdo. A edição de aniversário que será lançada em maio, virá com um formato maior – 208 mm x 274 mm –, novo papel, e novas seções.
Entre elas, estão Minha Peça de Design Favorita, na qual personalidades exibem e explicam por que aquele é seu objeto predileto; Bom, Bonito e Barato, que mostra design inteligente em room centers e supermercados; Viver com Arte, um espaço para galerias e ateliers que combinem bom gosto e preço; e Coisas que eu Gosto, onde profissionais ligados à decoração e arquitetura criam seu top 10 de coisas prediletas, entre objetos de decoração, filmes, espetáculos etc.
Fonte: Propmark - Veículos
Com foco na classe C, a Editora Abril lança, no próximo dia 27, a revista Minha Casa, publicação mensal - com tiragem inicial de 240 mil exemplares - destinada ao segmento imobiliário, e que terá aproximadamente 100 páginas (incluindo as editoriais e de publicidade).
As iniciativas da empresa são um reflexo do aquecimento do mercado imobiliário brasileiro que, segundo o Sindicato de Habitação de São Paulo, trabalha com uma margem de crescimento de 10% a 15% em 2010.
Para o lançamento da revista, a Editora Abril realizou pesquisas desde agosto de 2008 com o objetivo de compreender as necessidades deste público.
Conforme os dados coletados em cinco praças do País, mais de 85% das pessoas vêem a casa como sua maior prioridade. “Quem não tem casa própria, quer comprar. E quem já tem, quer tornar a casa mais bonita. As pesquisas também identificaram que a TV não resolve a vida desse público. A TV fala da oferta, da promoção. O consumidor quer saber como combinar o sofá com o tapete, ou pintar as paredes com cores mais modernas, por exemplo”, disse Kaíke Nanne, diretor do Núcleo Casa & Construção da Editora Abril.
De acordo com o executivo, a chamada nova classe média brasileira detém perto de 46% da renda nacional, além de ser responsável por 68% do consumo do varejo da construção. “Essa parcela da população tem acumulado realizações. E agora desejam uma casa mais bonita e confortável, refletindo seu momento de ascensão. O slogan da revista Minha Casa esclarece o tipo de conteúdo que será oferecido a esse público: 'Decoração, reforma e construção ao seu alcance'”, afirmou Nanne.
Neste sentido, a nova publicação aposta em decoração, reforma e construção, com uma comunicação direta ao consumidor para que ele próprio desenvolva o melhor projeto para sua casa.
Com circulação nacional, o novo título trará seções como a Compare e escolha – apresentando produtos, suas especificações e valores – e Minha Casa Renovada – na qual os leitores poderão concorrer a uma decoração de um ambiente idealizada pela revista. “A publicação apresentará soluções práticas, interessantes e dentro do orçamento do consumidor emergente”, destacou Nanne.
Segundo o executivo, a nova publicação já tem mais de quatro mil assinaturas. Há cerca de duas semanas, a Abril fez uma pequena divulgação de Minha Casa no encarte de assinaturas veiculado em Veja.
E a receptividade dos anunciantes ao lançamento também parece estar favorável. “Temos feito várias apresentações e a reação é sempre de entusiasmo. As pessoas têm dito: “? exatamente a revista que faltava no mercado!”, afirmou Nanne.
Casa Claudia
Outra novidade anunciada pela Editora Abril é a renovação de Casa Claudia, considerada uma das principais revistas de decoração e design do Brasil, com circulação média de 180 mil exemplares mensais.
Para celebrar com o público seus 33 anos, a publicação inovará no formato, material, layout e conteúdo. A edição de aniversário que será lançada em maio, virá com um formato maior – 208 mm x 274 mm –, novo papel, e novas seções.
Entre elas, estão Minha Peça de Design Favorita, na qual personalidades exibem e explicam por que aquele é seu objeto predileto; Bom, Bonito e Barato, que mostra design inteligente em room centers e supermercados; Viver com Arte, um espaço para galerias e ateliers que combinem bom gosto e preço; e Coisas que eu Gosto, onde profissionais ligados à decoração e arquitetura criam seu top 10 de coisas prediletas, entre objetos de decoração, filmes, espetáculos etc.
Fonte: Propmark - Veículos
:: Após dois anos, TV Globo e Mauricio de Sousa firmam parceria ::
A partir de julho, Turma da Mônica estará na TV aberta e na Globo InternacionalApós um 'namoro' de quase dois anos, a Rede Globo e a Mauricio de Sousa Produções anunciaram na tarde desta segunda-feira (26) um acordo para a exibição de produções da Turma da Mônica na TV aberta e no canal da TV Globo Internacional. Segundo José Luiz Bartolo, diretor de licenciamento da TV Globo, o contrato tem duração inicial de três anos e prevê exclusividade de desenhos, filmes e vinhetas dos personagens das histórias em quadrinhos.
A novidade estreia no início de julho e será exibida nas manhãs dos sábados em um programa sem formato e horário definidos, num bloco de, no mínimo, 15 minutos. Até o momento já estão garantidos 450 minutos de aventuras. "Justamente quando a Globo celebra seus 45 anos, encontramos o momento propício para valorizar a produção nacional. A qualidade da obra de Mauricio de Sousa é inquestionável. Esperamos que essa parceria continue por muitos anos", enfatizou Bartolo. O executivo não revelou, porém, o valor investido pela emissora na exibição das produções do cartunista.
No passado as empresas travaram diversas conversas a fim de emplacar as produções na programação da emissora. "Na ocasião estava ocupado com outras questões. Era um momento de reorganizar a Mauricio de Sousa Produções", justificou o "pai" da Turma da Mônica.
Apesar do contrato para a veiculação das aventuras da Turma da Mônica na TV aberta, Mauricio também disse que a formalidade não impede o desenvolvimento de outras plataformas de comunicação com o conteúdo da Turminha. "Em parceria com a Digital 21 estamos produzindo, por exemplo, games e ações em mobile. Esse negócio não pode estar contido somente em um contrato. Vivemos um processo de crescimento e internacionalização. Estamos abertos à dinâmica do futuro", ressaltou Mauricio que, em 2009, completou 50 anos de carreira. Desde então foram mais de um bilhão de revistas publicadas e mais de 200 personagens criados e publicados em diversos idiomas e países.
Além de animações clássicas, vão ao ar na Rede Globo produções inéditas protagonizadas por Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali. Também estão sendo criados episódios do Astronauta, da Turma do Penadinho, e da Turma da Mônica Jovem. Esta, porém, deverá ser exibida na Globo apenas no primeiro semestre de 2011.
Já a Turma do Penadinho possui, até o momento, seis episódios (de um total de 26) produzidos em formato 3D pela Digital 21 "Vamos exibir, ainda, episódios do Astronauta em 3D para TV aberta. Todos os personagens da Turminha vão entrar na animação", afirmou Mauricio.
Nos cinemas, o cartunista adiantou que o primeiro longa do tiranossauro vegetariano Horácio (também em 3D) deverá estrear apenas daqui a dois anos, porém, em inglês. "Temos a parceria com dois roteiristas americanos. Este é, sem dúvida, um produto sem fronteiras e que visa o mercado internacional", acrescentou Mauricio.
Sobre a atuação fora do Brasil o cartunista destacou a série sobre o jogador Ronaldinho Gaúcho, com 52 episódios, produzida na Itália e vendida para mais de trinta países. Na Índia, Mauricio também citou o sucesso da Turma da Mata. "Cada país no mundo quer um personagem da Turminha. Na China, por exemplo, o Chico Bento é um sucesso", disse ele.
Para a Copa de 2014 no Brasil, o cartunista também reforçou a candidatura do personagem Pelezinho a mascote do evento. No entanto, Mauricio afirmou que não há nenhuma definição sobre o tema. "Sabemos que isso depende de uma série de questões regulatórias que deverão ser avaliadas pela Fifa. A iniciativa seria uma maneira de preconizar o Pelé", argumentou Mauricio.
Em relação ao fim do Parque da Mônica no Shopping Eldorado (que fechou as portas no início de 2010 após 17 anos no local), o cartunista afirmou que um novo parque será estruturado na capital paulista, provavelmente, daqui a um ano e meio em sociedade com empresários americanos e canadenses. "Será um projeto extremamente sofisticado. Talvez lancemos um parque mais simples, de lona, ainda este ano. Além do parque, também vamos implementar um restaurante e lojinhas da Turma da Mônica", contou Mauricio.
Interatividade
Outra novidade que já começou a ser implementada em 2010 é a reformulação do site da Turma da Mônica, que possui a marca de 60 milhões de pageviews/mês. Segundo Rodolfo Patrocínio, sócio-diretor da Digital 21 - empresa parceira da Mauricio de Sousa Produções - o site contará com novas ferramentas interativas. "Em pageviews, o canal está atrás, apenas, dos sites do Cartoon e da Disney. Estamos preparando uma grande transformação. Em julho deveremos apresentar o primeiro pacote das novidades", afirmou Patrocínio.
Em mobile, o executivo também contou que a Digital 21 está em fase de negociação com operadoras brasileiras a fim de lançar conteúdos da Turminha via SMS. 'O produto está pronto. Com a plataforma, será possível, por exemplo, montar o seu personagem e enviá-lo via SMS", disse Patrocínio.
por Juliana Welling
Fonte: Propmark - Veículos
:: Marisa realiza desfile de lingeries em vitrine itinerante ::
Ação divulga a inauguração das novas lojas da rede, focadas em roupas íntimas
A Marisa divulga a inauguração das lojas Marisa Lingerie, que acontece nesta terça-feira (27) em cidades como São Paulo, São Bernardo e Campinas, com uma ação especial. Uma van foi adaptada e teve suas laterais substituídas por duas lâminas de vidro para deixar visível a área interna da cabine. No espaço itinerante, modelos posam apresentando alguns dos produtos que serão comercializados nas novas lojas da rede de varejo.
A Marisa divulga a inauguração das lojas Marisa Lingerie, que acontece nesta terça-feira (27) em cidades como São Paulo, São Bernardo e Campinas, com uma ação especial. Uma van foi adaptada e teve suas laterais substituídas por duas lâminas de vidro para deixar visível a área interna da cabine. No espaço itinerante, modelos posam apresentando alguns dos produtos que serão comercializados nas novas lojas da rede de varejo.
Fonte: Propmark - Anunciantes
:: E-bit prevê Dia das Mães movimentado ::
Consultoria estima crescimento de 40% em relação ao ano passado
Uma das datas mais esperadas do ano para o comércio, o Dia das Mães promete - mais uma vez - fazer a alegria das lojas virtuais. Segundo estimativa da consultoria e-Bit, o comércio eletrônico deve faturar cerca de R$ 620 milhões. Isso significa crescimento de 40% em relação ao mesmo período do ano passado.
Entre os presentes mais procurados, os eletrônicos continuam no topo da lista seguidos de eletrodomésticos e telefones celulares.
Fonte: M&M online - Em Pauta - Digital
Uma das datas mais esperadas do ano para o comércio, o Dia das Mães promete - mais uma vez - fazer a alegria das lojas virtuais. Segundo estimativa da consultoria e-Bit, o comércio eletrônico deve faturar cerca de R$ 620 milhões. Isso significa crescimento de 40% em relação ao mesmo período do ano passado.
Entre os presentes mais procurados, os eletrônicos continuam no topo da lista seguidos de eletrodomésticos e telefones celulares.
Fonte: M&M online - Em Pauta - Digital
:: Publicidade online amplia vendas pela internet ::
Divulgar produtos e serviços pela internet amplia as vendas online das empresas em até 50%. É o que mostra a Pesquisa de Mapeamento da Internet, realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Entre as empresas que utilizam publicidade online e têm operações de comércio eletrônico, cerca de metade consegue mais de 10% do seu faturamento na internet; outros 16% têm de 10% a 30% do seu movimento de vendas na internet e, para 18% delas, as vendas online representam 30% a 50%.
Foram pesquisadas 500 companhias da cidade de São Paulo, a maioria microempresas (376) e de médio porte (95).O levantamento aponta que aproximadamente 30% delas, principalmente nos segmentos de indústria e atacado, vendem ou compram pela internet. Porcentagem semelhante faz algum tipo de divulgação ou propaganda online.
Segundo a superintendente da ACSP, Sandra Turchi, embora alguns empreendedores ainda sejam descrentes em relação à internet, esta situação tem mudado de forma significativa. "Os micro e pequenos empresários vem buscando aumentar seu conhecimento nos últimos três anos, seja para divulgar o canal online ou a loja offline", afirma.
Com várias restrições, a publicidade online dentro do ambiente de pequenas e médias empresas, na maioria das situações, é feita internamente, como no exemplo das empresas de serviços (74%) e comércio varejista (80%). Apenas 6% a 7% têm suas ações executadas por agências de publicidade. Os meios mais utilizados para o estabelecimento desta comunicação são os sites de busca, os banners eletrônicos e o e-mail marketing.
O processo de monitoramento destas iniciativas segue a mesma linha: 53% das 91 empresas que declaram acompanhar os resultados o fazem internamente e 21% recebem relatórios da agência. O problema nos casos de monitoramento interno, segundo Sandra, é a dificuldade de se avaliar os resultados de maneira integral. "Provavelmente eles vão conseguir medir só uma parte. O que as empresas precisam é ter informações sobre as novas ferramentas", defende.
Fonte: m&m online - Em Pauta - Marketing & Negócios
Foram pesquisadas 500 companhias da cidade de São Paulo, a maioria microempresas (376) e de médio porte (95).O levantamento aponta que aproximadamente 30% delas, principalmente nos segmentos de indústria e atacado, vendem ou compram pela internet. Porcentagem semelhante faz algum tipo de divulgação ou propaganda online.
Segundo a superintendente da ACSP, Sandra Turchi, embora alguns empreendedores ainda sejam descrentes em relação à internet, esta situação tem mudado de forma significativa. "Os micro e pequenos empresários vem buscando aumentar seu conhecimento nos últimos três anos, seja para divulgar o canal online ou a loja offline", afirma.
Com várias restrições, a publicidade online dentro do ambiente de pequenas e médias empresas, na maioria das situações, é feita internamente, como no exemplo das empresas de serviços (74%) e comércio varejista (80%). Apenas 6% a 7% têm suas ações executadas por agências de publicidade. Os meios mais utilizados para o estabelecimento desta comunicação são os sites de busca, os banners eletrônicos e o e-mail marketing.
O processo de monitoramento destas iniciativas segue a mesma linha: 53% das 91 empresas que declaram acompanhar os resultados o fazem internamente e 21% recebem relatórios da agência. O problema nos casos de monitoramento interno, segundo Sandra, é a dificuldade de se avaliar os resultados de maneira integral. "Provavelmente eles vão conseguir medir só uma parte. O que as empresas precisam é ter informações sobre as novas ferramentas", defende.
Fonte: m&m online - Em Pauta - Marketing & Negócios
quinta-feira, 15 de abril de 2010
:: As principais audiências de 14 de abril ::
GLOBO:
Sinhá moça - 14
Malhação - 20
Escrito nas estrelas - 26
Tempos modernos - 25
Viver a vida - 38
SBT:
Uma rosa com amor - 5
Programa do Ratinho - 5
Esquadrão da moda - 7
Um contra cem - 6
BAND:
Copa do Brasil - Santos x Guarani - 7
RECORD:
Fala Brasil - 7
Bela, a feia - 16
CSI Las Vegas - 13
Super tela - 9
Fonte: Coluna Patricia Kogut
Sinhá moça - 14
Malhação - 20
Escrito nas estrelas - 26
Tempos modernos - 25
Viver a vida - 38
SBT:
Uma rosa com amor - 5
Programa do Ratinho - 5
Esquadrão da moda - 7
Um contra cem - 6
BAND:
Copa do Brasil - Santos x Guarani - 7
RECORD:
Fala Brasil - 7
Bela, a feia - 16
CSI Las Vegas - 13
Super tela - 9
Fonte: Coluna Patricia Kogut
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:: Ranking de Audiência ::
:: Record testa interatividade na estreia de O Aprendiz ::
Com apenas dois aparelhos da LG que são aptos para a interatividade da TV digital, a tecnologia já começa a despontar no mercado brasileiro.
Agora, é a Record quem se lança ao modelo. Hoje, durante a exibição do Aprendiz Universitário, a emissora testará alguns aplicativos interativos. Enquanto o reality show é exibido, o telespectador terá como visualizar o perfil dos participantes, dos conselheiros e do apresentador. Poderá também consultar as tarefas do dia e ver um resumo sobre o último episódio.
As emissoras já fazem testes com o uso da interatividade durante a programação. A Globo divulga resumos da novela Viver a Vida enquanto ela ainda está no ar. Além disso, durante os jogos, o telespectador pode acessar a escalação das equipes que estão em campo e a classificação nas tabelas dos campeonatos.
No SBT, aparece o Portal da Interatividade, onde há resumos das notícias diárias e o acesso a enquetes e promoções. E a Band realizou testes durante a disputa da Fórmula Indy, em março, na cidade de São Paulo.
A TV digital no país
Há dois anos e quatro meses instalada no país, atingindo cerca de 60% do território nacional, a tecnologia ainda é desconhecida e inacessível a grande parte da população.
Faltam aparelhos com tecnologia para atender a TV digital -- e que custam cerca de R$ 4 mil. O conversor para que um aparelho normal receba o sinal custa em torno de R$199.
Com informações de Daniel Castro, R7
Redação AdNews
Agora, é a Record quem se lança ao modelo. Hoje, durante a exibição do Aprendiz Universitário, a emissora testará alguns aplicativos interativos. Enquanto o reality show é exibido, o telespectador terá como visualizar o perfil dos participantes, dos conselheiros e do apresentador. Poderá também consultar as tarefas do dia e ver um resumo sobre o último episódio.
As emissoras já fazem testes com o uso da interatividade durante a programação. A Globo divulga resumos da novela Viver a Vida enquanto ela ainda está no ar. Além disso, durante os jogos, o telespectador pode acessar a escalação das equipes que estão em campo e a classificação nas tabelas dos campeonatos.
No SBT, aparece o Portal da Interatividade, onde há resumos das notícias diárias e o acesso a enquetes e promoções. E a Band realizou testes durante a disputa da Fórmula Indy, em março, na cidade de São Paulo.
A TV digital no país
Há dois anos e quatro meses instalada no país, atingindo cerca de 60% do território nacional, a tecnologia ainda é desconhecida e inacessível a grande parte da população.
Faltam aparelhos com tecnologia para atender a TV digital -- e que custam cerca de R$ 4 mil. O conversor para que um aparelho normal receba o sinal custa em torno de R$199.
Com informações de Daniel Castro, R7
Redação AdNews
:: Vivo vende aparelho popular com TV digital ::
A partir desta quinta-feira, a Vivo começa a vender o aparelho N290, da ZET Telecom, que recepciona o sinal da TV digital e tem preço popular.
O aparelho será comercializado com exclusividade pela operadora por um mês, com o preço de R$ 399 pré-pago e R$ 199 pós-pago, através do plano Vivo Você 200, cuja conta mensal é de R$139.
O N290 possui tela sensível ao toque e outros acessórios, como câmera de 2.0 Megapixels, mp3 e Bluetooth.
O preço do aparelho atrai por sair até R$ 400 mais baixo na comparação com modelos similares. O Sansung Star TV i6220, por exemplo, custa R$ 649 na versão pré-paga e R$ 349 no plano Vivo Você 200.
De acordo com o diretor de desenvolvimento de terminais da Vivo, Hilton Mendes, o N290 por enquanto está disponível apenas nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo. "Na próxima semana, o aparelho chega às praças onde há sinal de TV Digital no País", afirma.
O aparelho será comercializado com exclusividade pela operadora por um mês, com o preço de R$ 399 pré-pago e R$ 199 pós-pago, através do plano Vivo Você 200, cuja conta mensal é de R$139.
O N290 possui tela sensível ao toque e outros acessórios, como câmera de 2.0 Megapixels, mp3 e Bluetooth.
O preço do aparelho atrai por sair até R$ 400 mais baixo na comparação com modelos similares. O Sansung Star TV i6220, por exemplo, custa R$ 649 na versão pré-paga e R$ 349 no plano Vivo Você 200.
De acordo com o diretor de desenvolvimento de terminais da Vivo, Hilton Mendes, o N290 por enquanto está disponível apenas nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo. "Na próxima semana, o aparelho chega às praças onde há sinal de TV Digital no País", afirma.
Redação AdNews
:: Claro anuncia novos pacotes ::
A Claro anunciou um novo modelo chamado Sob Medida, que permite ao cliente personalizar seu plano de acordo com suas preferências.
Disponível apenas para planos pós-pagos, o cliente pode escolher os minutos para celulares Claro, minutos de ligações para telefonex fixo e minutos para outros celulares, além da quantidade de torpedos e dados para acesso à internet.
Outro benefício oferecido para o Sob Medida é a concessão de descontos progressivos, ou seja, quanto mais serviços você contratar, maior o benefício.
Fonte: Tudo Celular
Disponível apenas para planos pós-pagos, o cliente pode escolher os minutos para celulares Claro, minutos de ligações para telefonex fixo e minutos para outros celulares, além da quantidade de torpedos e dados para acesso à internet.
Outro benefício oferecido para o Sob Medida é a concessão de descontos progressivos, ou seja, quanto mais serviços você contratar, maior o benefício.
Fonte: Tudo Celular
:: Brasil terá um PC para cada três habitantes ::
O Brasil terá 140 milhões de computadores pessoais em 2014. A previsão foi feita pela 21ª Pesquisa Anual FGV-EAESP sobre o mercado da tecnologia da informação, divulgada nesta quinta-feira.
Atualmente, o país conta com cerca de 72 milhões de computadores ativos, e há uma expectativa para que chegue a 77 milhões até o final deste ano, o que equivale a duas máquinas para cada cinco habitantes. De acordo com a previsão da pesquisa, em 2014, serão dois PCs para cada três habitantes do país. Em 2008, a mesma pesquisa mostrou que no Brasil haviam 60 milhões de máquinas.
O professor titular da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Fernando Meirelles, acredita que o Brasil assumirá uma taxa de consumo mais alta, e comenta: “nos próximos quatro anos serão vendidos tantos computadores quanto nas três últimas décadas. Há muito espaço para crescimento no Brasil, já que a taxa de computadores por habitante ainda está bem abaixo de outros lugares do mundo”.
No período 2008-2009, foram comercializadas 12,2 milhões de unidades. Como o mundo todo, na época, passava por uma recessão, Meirelles considera positivo o fato de terem sido vendidos tantos computadores no Brasil: “Em um ano em que todos os países reduziram suas vendas, manter o índice é muito bom”.
Redação AdNews
Atualmente, o país conta com cerca de 72 milhões de computadores ativos, e há uma expectativa para que chegue a 77 milhões até o final deste ano, o que equivale a duas máquinas para cada cinco habitantes. De acordo com a previsão da pesquisa, em 2014, serão dois PCs para cada três habitantes do país. Em 2008, a mesma pesquisa mostrou que no Brasil haviam 60 milhões de máquinas.
O professor titular da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Fernando Meirelles, acredita que o Brasil assumirá uma taxa de consumo mais alta, e comenta: “nos próximos quatro anos serão vendidos tantos computadores quanto nas três últimas décadas. Há muito espaço para crescimento no Brasil, já que a taxa de computadores por habitante ainda está bem abaixo de outros lugares do mundo”.
No período 2008-2009, foram comercializadas 12,2 milhões de unidades. Como o mundo todo, na época, passava por uma recessão, Meirelles considera positivo o fato de terem sido vendidos tantos computadores no Brasil: “Em um ano em que todos os países reduziram suas vendas, manter o índice é muito bom”.
Redação AdNews
:: Twitter terá aplicativo próprio para Android ::
Depois da aquisição do Tweetie, cliente do Twitter para iPhone, o miniblog anunciou agora que pretende criar um plicativo oficial para o Android.
Evan Williams, um dos cofundadores do Twitter, afirmou que há planos de criar um aplicativo que represente o site oficialmente nos smartphones que rodam no sistema operacional do Google. A declaração foi feita nesta quarta-feira, durante a primeira conferência para desenvolvedores promovida pelo site.
Segundo o site TechCrunch, ainda não se pode afirmar se o novo aplicativo será feito a partir da aquisição de outro já existente – como foi feito com o Tweetie –, ou se será fechada uma parceria com algum desenvolvedor. Também não há expectativas quanto à data de seu lançamento.
Com informações do Geek
Redação AdNews
Evan Williams, um dos cofundadores do Twitter, afirmou que há planos de criar um aplicativo que represente o site oficialmente nos smartphones que rodam no sistema operacional do Google. A declaração foi feita nesta quarta-feira, durante a primeira conferência para desenvolvedores promovida pelo site.
Segundo o site TechCrunch, ainda não se pode afirmar se o novo aplicativo será feito a partir da aquisição de outro já existente – como foi feito com o Tweetie –, ou se será fechada uma parceria com algum desenvolvedor. Também não há expectativas quanto à data de seu lançamento.
Com informações do Geek
Redação AdNews
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:: Tendências ::
:: Alternativas do Pão de Açúcar ::
A turma ligada ao Pão de Açúcar começou ontem a fazer circular a possibilidade de surgirem conversas com a Insinuante/Ricardo Eletro, se as negociações com as Casas Bahia andarem para trás definitivamente.
Em princípio, porém, Abílio Diniz deve ceder à faca no pescoço enfiada por Michel Klein – é o consenso dos que acompanham de perto o desenrolar das negociações.
Fonte: Lauro Jardim, Veja
Em princípio, porém, Abílio Diniz deve ceder à faca no pescoço enfiada por Michel Klein – é o consenso dos que acompanham de perto o desenrolar das negociações.
Fonte: Lauro Jardim, Veja
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:: Tendências ::
:: Concentração do varejo assusta publicitários ::
Para profissionais reunidos em evento no Rio, maior desafio é tornar esse movimento favorável para as agências de publicidade do País
A consolidação no varejo, um dos setores que mais demandam publicidade, preocupa as agências de propaganda, que têm o desafio de tornar o movimento favorável ao segmento. É o que apontou o presidente da Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap), Luiz Lara, ontem, no Rio, onde abriu o 7.º Encontro Brasileiro das Agências de Propaganda (Ebap).
Segundo Lara, a retomada do crescimento da economia, com especial desempenho do varejo, e o "ano midiático", com Copa do Mundo e eleições, deverão proporcionar um crescimento de 12% no faturamento das agências de publicidade em 2010.
O dirigente admitiu que a criação de grandes conglomerados varejistas - como a Máquina de Vendas, fruto da união de Insinuante e Ricardo Eletro, e a integração das Casas Bahia e do Ponto Frio ao Grupo Pão de Açúcar - preocupa o setor, mas pode virar uma oportunidade.
Um dos ganhos de sinergia que motivam os negócios é o investimento em publicidade, componente essencial para o setor, movido a constantes promoções. Lara defende que o crescimento das vendas e o acirramento da competição poderá aumentar o volume de investimentos em propaganda e que isso deveria ser feito por agências de mercado, e não concentrado em agências próprias.
O Grupo Pão de Açúcar fez essa opção para o barateamento do custo dos serviços de marketing. Por enquanto, Insinuante e Ricardo Eletro mantiveram suas agências, mas Casas Bahia e Pão de Açúcar já transferiram a verba de propaganda do Ponto Frio para a Young & Rubicam. No futuro, especula-se, tudo poderá ser concentrado na PA, a agência própria do Pão de Açúcar.
"A consolidação preocupa, mas a gente acredita que os investimentos em propaganda vão aumentar. Com as novas plataformas de mídia e o aumento do consumo, vai ter de falar com mais gente. Mas é um jogo mais complexo, mais acirrado, e temos de nos preparar para disputar contas", afirmou Lara, em entrevista coletiva após a palestra de abertura do evento, feita pelo presidente da Lojas Renner, José Galló.
Valorização regional. A portas fechadas, Galló falou à plateia de mais de 350 profissionais do meio publicitário de 218 agências, sendo 130 delas localizada fora do eixo Rio-São Paulo, sobre a estratégia de mídia que acompanhou a expansão da sua rede de lojas. Para ele, a empresa, que nasceu no Rio Grande do Sul e hoje tem alcance nacional, obteve sucesso graças aos trabalhos de agências regionais. Atualmente, a Renner é atendida pela Paim, de Porto Alegre.
Para Lara, a emergência de redes regionais de varejo gera oportunidade para as agências locais crescerem. No entanto, ele alertou que elas precisam se organizar para manter a rentabilidade. Em parceria com a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro), a Abap traçou ações para aumentar a defesa da autorregulamentação e a profissionalização do setor.
Jogo complexo
LUIZ LARA
PRESIDENTE DA ABAP
"Cada vez mais, é preciso conhecer os hábitos de consumo locais. A globalização vai intensificar o uso da linguagem de comunicação local."
"Há um fenômeno crescente de marcas vindas do Nordeste, de Minas ou do Sul. Se o Brasil vai ser uma das cinco economias do mundo e a classe C é mesmo 49% da população, isso é inexorável."
Veículo: O Estado de São Paulo
A consolidação no varejo, um dos setores que mais demandam publicidade, preocupa as agências de propaganda, que têm o desafio de tornar o movimento favorável ao segmento. É o que apontou o presidente da Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap), Luiz Lara, ontem, no Rio, onde abriu o 7.º Encontro Brasileiro das Agências de Propaganda (Ebap).
Segundo Lara, a retomada do crescimento da economia, com especial desempenho do varejo, e o "ano midiático", com Copa do Mundo e eleições, deverão proporcionar um crescimento de 12% no faturamento das agências de publicidade em 2010.
O dirigente admitiu que a criação de grandes conglomerados varejistas - como a Máquina de Vendas, fruto da união de Insinuante e Ricardo Eletro, e a integração das Casas Bahia e do Ponto Frio ao Grupo Pão de Açúcar - preocupa o setor, mas pode virar uma oportunidade.
Um dos ganhos de sinergia que motivam os negócios é o investimento em publicidade, componente essencial para o setor, movido a constantes promoções. Lara defende que o crescimento das vendas e o acirramento da competição poderá aumentar o volume de investimentos em propaganda e que isso deveria ser feito por agências de mercado, e não concentrado em agências próprias.
O Grupo Pão de Açúcar fez essa opção para o barateamento do custo dos serviços de marketing. Por enquanto, Insinuante e Ricardo Eletro mantiveram suas agências, mas Casas Bahia e Pão de Açúcar já transferiram a verba de propaganda do Ponto Frio para a Young & Rubicam. No futuro, especula-se, tudo poderá ser concentrado na PA, a agência própria do Pão de Açúcar.
"A consolidação preocupa, mas a gente acredita que os investimentos em propaganda vão aumentar. Com as novas plataformas de mídia e o aumento do consumo, vai ter de falar com mais gente. Mas é um jogo mais complexo, mais acirrado, e temos de nos preparar para disputar contas", afirmou Lara, em entrevista coletiva após a palestra de abertura do evento, feita pelo presidente da Lojas Renner, José Galló.
Valorização regional. A portas fechadas, Galló falou à plateia de mais de 350 profissionais do meio publicitário de 218 agências, sendo 130 delas localizada fora do eixo Rio-São Paulo, sobre a estratégia de mídia que acompanhou a expansão da sua rede de lojas. Para ele, a empresa, que nasceu no Rio Grande do Sul e hoje tem alcance nacional, obteve sucesso graças aos trabalhos de agências regionais. Atualmente, a Renner é atendida pela Paim, de Porto Alegre.
Para Lara, a emergência de redes regionais de varejo gera oportunidade para as agências locais crescerem. No entanto, ele alertou que elas precisam se organizar para manter a rentabilidade. Em parceria com a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro), a Abap traçou ações para aumentar a defesa da autorregulamentação e a profissionalização do setor.
Jogo complexo
LUIZ LARA
PRESIDENTE DA ABAP
"Cada vez mais, é preciso conhecer os hábitos de consumo locais. A globalização vai intensificar o uso da linguagem de comunicação local."
"Há um fenômeno crescente de marcas vindas do Nordeste, de Minas ou do Sul. Se o Brasil vai ser uma das cinco economias do mundo e a classe C é mesmo 49% da população, isso é inexorável."
Veículo: O Estado de São Paulo
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:: Tendências ::
quinta-feira, 8 de abril de 2010
:: As principais audiências de 07 de abril ::
Destaque para a novela "Bela, a feia", que bateu o recorde de audiência desde a sua estreia, com 18 pontos de média e pico de 19. No Rio, a média foi de 25 pontos. No capítulo de ontem, a personagem título apareceu com o visual repaginado na agência em que trabalha.
GLOBO:
Mais você - 8
Sinhá Moça - 17
Malhação - 20
Cama de gato - 31
Tempos modernos - 27
Viver a vida - 40
RECORD:
Hoje em dia - 6
Fala Brasil - 9
Bela, a feia - 18
CSI Las Vegas - 15
SBT:
Uma rosa com amor - 6
Programa do Ratinho - 6
Esquadrão da moda - 9
Um contra cem - 8
BAND:
Jogo Aberto – 4
Liga dos Campeões da Europa - 7
Campeonato Paulista – 5
Apito Final – 5
Fonte: Blog Patricia Kogut
GLOBO:
Mais você - 8
Sinhá Moça - 17
Malhação - 20
Cama de gato - 31
Tempos modernos - 27
Viver a vida - 40
RECORD:
Hoje em dia - 6
Fala Brasil - 9
Bela, a feia - 18
CSI Las Vegas - 15
SBT:
Uma rosa com amor - 6
Programa do Ratinho - 6
Esquadrão da moda - 9
Um contra cem - 8
BAND:
Jogo Aberto – 4
Liga dos Campeões da Europa - 7
Campeonato Paulista – 5
Apito Final – 5
Fonte: Blog Patricia Kogut
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:: Ranking de Audiência ::
:: Marabraz continua com redução no IPI ::
Rede divulga descontos em campanha com motivos da Copa
A Marabraz está lançando uma campanha com foco nos consumidores que pretendem adquirir móveis aproveitando ainda os descontos oferecidos pela redução do IPI. Criado pela 141 Newport, o esforço de comunicação apresenta motivos da Copa do Mundo, juntamente com o mote “Aproveita galera”. Foram elaborados comercial, spot, material de PDV e tablóides.
Ficha técnica: Direção geral de criação: Luiz Toledo
Direção de criação: André Figueiredo e Paulo Asano
Direção de arte: Paulo Asano
Redação: André Figueiredo
Atendimento: Cláudia Simões
Direção de mídia: Maria Luiza Mello
RTV: Natacha Veiga e Adriano Gomes
Produtora do filme: Studio Fly
Direção de cena: Matheus Ruas
Produtora de som: Technologica
Aprovação pelo cliente: Nasser Fares
Fonte: AdNews
A Marabraz está lançando uma campanha com foco nos consumidores que pretendem adquirir móveis aproveitando ainda os descontos oferecidos pela redução do IPI. Criado pela 141 Newport, o esforço de comunicação apresenta motivos da Copa do Mundo, juntamente com o mote “Aproveita galera”. Foram elaborados comercial, spot, material de PDV e tablóides.
Ficha técnica: Direção geral de criação: Luiz Toledo
Direção de criação: André Figueiredo e Paulo Asano
Direção de arte: Paulo Asano
Redação: André Figueiredo
Atendimento: Cláudia Simões
Direção de mídia: Maria Luiza Mello
RTV: Natacha Veiga e Adriano Gomes
Produtora do filme: Studio Fly
Direção de cena: Matheus Ruas
Produtora de som: Technologica
Aprovação pelo cliente: Nasser Fares
Fonte: AdNews
:: Record cresce mais de 50% no primeiro trimestre ::
Emissora aposta nos realities shows para assegurar a boa fase de faturamento publicitário
O início do ano de 2010 foi muito comemorado pela Rede Record. De acordo com o vice-presidente comercial da emissora, Walter Zagari, no período entre janeiro e março deste ano, a Record conseguiu expandir em 54% o seu faturamento em relação ao primeiro trimestre do ano passado.
"Foi um crescimento excelente, acima de nossas expectativas. E, com os lançamentos que estamos fazendo na grade, esperamos que essa boa fase se consolide pelos próximos meses", comenta Zagari.
De acordo com o vice-presidente comercial, algumas dessas novas atrações já são um sucesso comercial mesmo antes de entrar no ar. Um exemplo, segundo ele, é o reality show "O Aprendiz - Universitário", que estreia no dia 15 e que deve gerar à emissora um faturamento de R$ 120 milhões. "Vamos inserir muitas provas patrocinadas na atração e já estamos com mais de 85% dos intervalos comerciais dos primeiros episódios ocupados", complementou.
Ainda de acordo com Zagari, se forem contabilizados somente os meses de janeiro e fevereiro, o crescimento do faturamento da emissora é ainda maior, alcançando 74% em relação ao mesmo período do ano passado. O início de ano, geralmente, é considerado morno para as emissoras de TV aberta, uma vez que as férias e o período de verão tende a fazer com que o número de televisores ligados diminua.
Nesse princípio de ano, o grande destaque da programação da Record foram os Jogos de Inverno de Vancouver, que acabaram rendendo uma boa audiência e faturamento à emissora. Ainda nesse primeiro trimestre, o canal também exibiu a final da segunda edição do reality show "A Fazenda" e lançou a minissérie "A História de Ester".
A Fazenda 3
Por conta da sequência de realities já programadas para a sua grade (O Aprendiz, Ídolos e Troca de Família), a Record adiou para o final do ano a estreia da terceira temporada do reality show "A Fazenda", antes prevista para a metade deste ano. De acordo com o presidente do Comitê Artístico de Programação e Produção da emissora, Mafran Dutra, a diretoria achou conveniente não acumular mais de um reality no mesmo período de exibição. De acordo com ele, "A Fazenda" deve entrar no ar no segundo semestre e terminar pouco antes do período do Natal.
Por Bárbara Sacchitiello
Fonte: AdNews.
O início do ano de 2010 foi muito comemorado pela Rede Record. De acordo com o vice-presidente comercial da emissora, Walter Zagari, no período entre janeiro e março deste ano, a Record conseguiu expandir em 54% o seu faturamento em relação ao primeiro trimestre do ano passado.
"Foi um crescimento excelente, acima de nossas expectativas. E, com os lançamentos que estamos fazendo na grade, esperamos que essa boa fase se consolide pelos próximos meses", comenta Zagari.
De acordo com o vice-presidente comercial, algumas dessas novas atrações já são um sucesso comercial mesmo antes de entrar no ar. Um exemplo, segundo ele, é o reality show "O Aprendiz - Universitário", que estreia no dia 15 e que deve gerar à emissora um faturamento de R$ 120 milhões. "Vamos inserir muitas provas patrocinadas na atração e já estamos com mais de 85% dos intervalos comerciais dos primeiros episódios ocupados", complementou.
Ainda de acordo com Zagari, se forem contabilizados somente os meses de janeiro e fevereiro, o crescimento do faturamento da emissora é ainda maior, alcançando 74% em relação ao mesmo período do ano passado. O início de ano, geralmente, é considerado morno para as emissoras de TV aberta, uma vez que as férias e o período de verão tende a fazer com que o número de televisores ligados diminua.
Nesse princípio de ano, o grande destaque da programação da Record foram os Jogos de Inverno de Vancouver, que acabaram rendendo uma boa audiência e faturamento à emissora. Ainda nesse primeiro trimestre, o canal também exibiu a final da segunda edição do reality show "A Fazenda" e lançou a minissérie "A História de Ester".
A Fazenda 3
Por conta da sequência de realities já programadas para a sua grade (O Aprendiz, Ídolos e Troca de Família), a Record adiou para o final do ano a estreia da terceira temporada do reality show "A Fazenda", antes prevista para a metade deste ano. De acordo com o presidente do Comitê Artístico de Programação e Produção da emissora, Mafran Dutra, a diretoria achou conveniente não acumular mais de um reality no mesmo período de exibição. De acordo com ele, "A Fazenda" deve entrar no ar no segundo semestre e terminar pouco antes do período do Natal.
Por Bárbara Sacchitiello
Fonte: AdNews.
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:: Tendências ::
:: Melissa terá programa no GNT ::
Marca prepara ainda o lançamento de uma sandália totalmente customizável durante o Fashion Rio
Case de sucesso reconhecido, o trabalho da Casa Darwin para Melissa não pára de gerar novidades. Uma delas promete movimentar o mundo da moda no mês de maio. A marca lançará durante o Fashion Rio uma sandália totalmente customizável.
Outra trata da revista da marca distribuída semestralmente para uma base de clientes e mais de dois mil revendedores nacionais. A edição de número quatro da Plastic Dreams terá sua tiragem aumentada em 100 mil exemplares e passará também a ser distribuída em outros países onde a Melissa já criou raízes.
A terceira edição, que está em circulação com 300 mil exemplares, traz uma nova campanha toda pontuada por temas circenses. "Por enquanto não temos nenhum plano de mídia além da revista, que hoje é nossa principal ferramenta de comunicação ao lado da internet", detalha Raquel Sherer, coordenadora de marketing da Melissa. "Escolhemos um tema por edição e nessa todos os ensaios de moda e matérias têm relação com o bom-humor e o colorido do circo. São características que também estão no DNA da marca", acrescenta.
No próximo mês, Melissa estreia ainda um programa de televisão no canal GNT. A marca também estará presente em um livro que será lançado em abril nos Estados Unidos. Editado pela Fiell Publishing - editora que contou com o aporte da empresa para se estabelecer -, o livro reunirá uma série de criações baseadas em plástico e virá com uma capa desenhada pelo designer chefe da Melissa.
"Além disso, Peter Fiell, autor do livro, está em negociação com a Apple para que esse seja o primeiro livro de arte adaptado para o iPad, inaugurando uma plataforma de livros de arte pretendida pela empresa da maçã", antecipa Rodrigo Leão, sócio da Casa Darwin.
Fonte: M&M online - Em Pauta - Mídia
Case de sucesso reconhecido, o trabalho da Casa Darwin para Melissa não pára de gerar novidades. Uma delas promete movimentar o mundo da moda no mês de maio. A marca lançará durante o Fashion Rio uma sandália totalmente customizável.
Outra trata da revista da marca distribuída semestralmente para uma base de clientes e mais de dois mil revendedores nacionais. A edição de número quatro da Plastic Dreams terá sua tiragem aumentada em 100 mil exemplares e passará também a ser distribuída em outros países onde a Melissa já criou raízes.
A terceira edição, que está em circulação com 300 mil exemplares, traz uma nova campanha toda pontuada por temas circenses. "Por enquanto não temos nenhum plano de mídia além da revista, que hoje é nossa principal ferramenta de comunicação ao lado da internet", detalha Raquel Sherer, coordenadora de marketing da Melissa. "Escolhemos um tema por edição e nessa todos os ensaios de moda e matérias têm relação com o bom-humor e o colorido do circo. São características que também estão no DNA da marca", acrescenta.
No próximo mês, Melissa estreia ainda um programa de televisão no canal GNT. A marca também estará presente em um livro que será lançado em abril nos Estados Unidos. Editado pela Fiell Publishing - editora que contou com o aporte da empresa para se estabelecer -, o livro reunirá uma série de criações baseadas em plástico e virá com uma capa desenhada pelo designer chefe da Melissa.
"Além disso, Peter Fiell, autor do livro, está em negociação com a Apple para que esse seja o primeiro livro de arte adaptado para o iPad, inaugurando uma plataforma de livros de arte pretendida pela empresa da maçã", antecipa Rodrigo Leão, sócio da Casa Darwin.
Fonte: M&M online - Em Pauta - Mídia
:: SBT antecipa estreia do programa de Justus ::
O SBT informa que a estreia do programa “Topa ou não Topa”, que será apresentado por Roberto Justus, foi antecipada para setembro, no lugar do programa “O Grande Desafio”, nova atração da emissora que também será comandada pelo apresentador, cuja exibição foi postergada para próximo ano.
De acordo com a direção do SBT, a estreia do O Grande Desafio inicialmente divulgada (agosto de 2010) estava condicionada à alteração da grade da emissora, prevista para o segundo semestre desse ano. “Vamos precisar de um tempo maior para rever a programação, uma vez que “O Grande Desafio” deverá ser exibido duas vezes na semana, em dias ainda não definidos”.
A expectativa da emissora é de manter os excelentes índices de audiência que o programa “Um Contra Cem” vem alcançando. O programa registrou 8 pontos em São Paulo, na última quarta, e vem alcançando uma média nacional de 7 pontos, desde janeiro desse ano. A diretoria do SBT está muito feliz com essa performance do Programa Um contra Cem.
Em função dos novos planos, as inscrições para “O Grande Desafio” serão temporariamente interrompidas. Todas as inscrições já cadastradas, em torno de 20 mil, serão mantidas sob os mesmos critérios, caso os candidatos à uma vaga no programa possam se adequar à nova agenda. As dúvidas serão disponibilizadas no site do sbt.
Fonte: M&M online - Em Pauta - Agência & Criação
De acordo com a direção do SBT, a estreia do O Grande Desafio inicialmente divulgada (agosto de 2010) estava condicionada à alteração da grade da emissora, prevista para o segundo semestre desse ano. “Vamos precisar de um tempo maior para rever a programação, uma vez que “O Grande Desafio” deverá ser exibido duas vezes na semana, em dias ainda não definidos”.
A expectativa da emissora é de manter os excelentes índices de audiência que o programa “Um Contra Cem” vem alcançando. O programa registrou 8 pontos em São Paulo, na última quarta, e vem alcançando uma média nacional de 7 pontos, desde janeiro desse ano. A diretoria do SBT está muito feliz com essa performance do Programa Um contra Cem.
Em função dos novos planos, as inscrições para “O Grande Desafio” serão temporariamente interrompidas. Todas as inscrições já cadastradas, em torno de 20 mil, serão mantidas sob os mesmos critérios, caso os candidatos à uma vaga no programa possam se adequar à nova agenda. As dúvidas serão disponibilizadas no site do sbt.
Fonte: M&M online - Em Pauta - Agência & Criação
:: Copa: jogos do Brasil serão transmitidos em 3D ::
A Fifa anunciou que até 25 partidas da Copa serão transmitidas em tecnologia 3D. O Brasil será uma das vitrines para a inovação.
Os três jogos da seleção brasileira da primeira fase – contra Coreia do Norte, Costa do Marfim e Portugal – serão transmitidos em 3-D. Ao todo, 15 jogos da primeira fase do torneio sul-africano serão disponibilizados nesse novo formato.
Alemanha, Holanda, Espanha, Argentina, Coreia do Sul e Nigéria aparecerão em 3-D duas vezes na primeira fase do Mundial. Já os ingleses, franceses e outras dez seleções aparecerão somente se passarem para a segunda fase.
Sete pares de câmeras especiais serão instalados nos estádios para que as imagens possam ser veiculadas para o mundo todo.
O jogo entre África do Sul e México, que abrirá o mundial, será o primeiro da história a ser tranbsmitido em 3D. Além do estádio Soccer City em Johannesburgo, outros quatro terão jogos passados com a tecnologia: Ellis Park em Johannesburgo, Cidade do Cabo, Durban e Port Elizabeth.
“Nós queremos ter certeza de que as principais partidas estarão no cronograma [de transmissão em 3-D]”, afirmou o diretor de televisão da Fifa, Niclas Ericson. “Tinha diversas restrições para fazer isso, principalmente por conta de tempo e espaço, mas resolvemos”.
A tecnologia estará disponível em 26 países e também será utilizada em cinemas e em eventos especiais em grandes cidades do mundo como Berlim, Paris, Rio de Janeiro e Cidade do México.
Com informações do Uol.
Redação Adnews
Os três jogos da seleção brasileira da primeira fase – contra Coreia do Norte, Costa do Marfim e Portugal – serão transmitidos em 3-D. Ao todo, 15 jogos da primeira fase do torneio sul-africano serão disponibilizados nesse novo formato.
Alemanha, Holanda, Espanha, Argentina, Coreia do Sul e Nigéria aparecerão em 3-D duas vezes na primeira fase do Mundial. Já os ingleses, franceses e outras dez seleções aparecerão somente se passarem para a segunda fase.
Sete pares de câmeras especiais serão instalados nos estádios para que as imagens possam ser veiculadas para o mundo todo.
O jogo entre África do Sul e México, que abrirá o mundial, será o primeiro da história a ser tranbsmitido em 3D. Além do estádio Soccer City em Johannesburgo, outros quatro terão jogos passados com a tecnologia: Ellis Park em Johannesburgo, Cidade do Cabo, Durban e Port Elizabeth.
“Nós queremos ter certeza de que as principais partidas estarão no cronograma [de transmissão em 3-D]”, afirmou o diretor de televisão da Fifa, Niclas Ericson. “Tinha diversas restrições para fazer isso, principalmente por conta de tempo e espaço, mas resolvemos”.
A tecnologia estará disponível em 26 países e também será utilizada em cinemas e em eventos especiais em grandes cidades do mundo como Berlim, Paris, Rio de Janeiro e Cidade do México.
Com informações do Uol.
Redação Adnews
:: Valor das marcas é apontado como o principal desejo dos clientes ::
Primeiro painel do 7º Ebap é ministrado por José Galló, presidente das Lojas Renner
O primeiro painel do 7º Ebap discutiu “Como transformar uma marca regional em uma marca nacional”, tendo como exemplo a Renner, que pulou da crise em vivida em 1991, com atuação exclusiva no Rio Grande do Sul, a um faturamento de R$ 3 bilhões ao ano e 120 lojas espalhadas por todo o País.
José Galló, presidente da rede, salientou que a necessidade de uma ligação profunda entre cliente e agência para o futuro próspero de uma marca, além da necessidade de uma relação duradoura e que pense em curto, médio e longo prazo. “Iniciamos nosso relacionamento com a Paim após eles nos terem apresentado um plano detalhado de comunicação para cinco anos”, declara o executivo.
Luiz Lara, presidente da Abap e participante do painel juntamente com Thomaz Neves, diretor da Rede Record Rio de Janeiro, aproveitou para analisar o conceito de regionalização e nacionalização da relação cliente-agência: “Não dá mais para usar uma linguagem nacional para abordar todos os mercados. Para o sucesso de ambas as partes, é preciso que as agências regionais se desenvolvam a ponto de atender seus clientes nacionalmente, da mesma forma que as agências nacionais precisam, cada vez mais, entender e se dedicar ao público regional de seus clientes”.
O valor das marcas foi apontado pelos participantes da discussão como o principal elemento de desejo dos anunciantes e a preocupação fundamental das agências para que seu trabalho seja visto como completo, indo muito além do simples auxílio na venda de produtos e serviços. “Ou nós publicitários nos qualificamos mais e aprendemos como criar valor às marcas, preservando nossa rentabilidade, ou realmente vamos ficar fora do jogo”, completou.
por Karan Novas
Fonte: Propmark - Mercado.
O primeiro painel do 7º Ebap discutiu “Como transformar uma marca regional em uma marca nacional”, tendo como exemplo a Renner, que pulou da crise em vivida em 1991, com atuação exclusiva no Rio Grande do Sul, a um faturamento de R$ 3 bilhões ao ano e 120 lojas espalhadas por todo o País.
José Galló, presidente da rede, salientou que a necessidade de uma ligação profunda entre cliente e agência para o futuro próspero de uma marca, além da necessidade de uma relação duradoura e que pense em curto, médio e longo prazo. “Iniciamos nosso relacionamento com a Paim após eles nos terem apresentado um plano detalhado de comunicação para cinco anos”, declara o executivo.
Luiz Lara, presidente da Abap e participante do painel juntamente com Thomaz Neves, diretor da Rede Record Rio de Janeiro, aproveitou para analisar o conceito de regionalização e nacionalização da relação cliente-agência: “Não dá mais para usar uma linguagem nacional para abordar todos os mercados. Para o sucesso de ambas as partes, é preciso que as agências regionais se desenvolvam a ponto de atender seus clientes nacionalmente, da mesma forma que as agências nacionais precisam, cada vez mais, entender e se dedicar ao público regional de seus clientes”.
O valor das marcas foi apontado pelos participantes da discussão como o principal elemento de desejo dos anunciantes e a preocupação fundamental das agências para que seu trabalho seja visto como completo, indo muito além do simples auxílio na venda de produtos e serviços. “Ou nós publicitários nos qualificamos mais e aprendemos como criar valor às marcas, preservando nossa rentabilidade, ou realmente vamos ficar fora do jogo”, completou.
por Karan Novas
Fonte: Propmark - Mercado.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
:: Classe C é a que mais se expande em 2009 ::
Mesmo em um ano marcado pela crise global, a classe C conseguiu ampliar sua participação, em 2009, para 49% da população brasileira, ante 45% no ano anterior, chegando a 92,85 milhões de pessoas no país.
As classes A/B cresceram de 15% para 16% do total, enquanto as D/E encolheram (de 40% para 35%), de acordo com a pesquisa da Cetelem, financeira do grupo francês BNP Paribas, em conjunto com a Ipsos.
Segundo o "Observador Brasil 2010", a expansão da classe C chegou a 15 pontos percentuais desde 2005, início da pesquisa, quando essa fatia da população representava 34% do total. Naquele ano, as classes A/B respondiam por 15% e as D/E, por 51%.
Nos últimos cinco anos, esse estrato intermediário ganhou 30,15 milhões de consumidores, sendo 8,23 milhões entre 2008 e 2009. Já os segmentos D/E perderam 26,05 milhões desde 2005, dos quais 8,94 milhões no último ano. "Nos próximo s anos, a classe C deve ter um crescimento menor, mas continuar em expansão", avalia Marcos Etchegoyen, diretor geral da Cetelem no Brasil.
As classes sociais utilizadas no estudo são as definidas pelo Critério de Classificação Econômica Brasil, fornecido pela Abep (Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa).
O conceito não considera a renda e leva em conta itens como posse de eletrodomésticos (televisão, rádio, aspirador de pó, máquina de lavar, DVD, geladeira, freezer), de carro de passeio, quantidade de banheiros na casa e grau de escolaridade do chefe da família.
Por isso, a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) concedida pelo governo para móveis e veículos foi uma das razões para a mobilidade social, diz Elisa Bernd, gerente de pesquisa da Ipsos, por possibilitar a mais pessoas o acesso a esses bens duráveis.
Renda
Entre 2008 e 2009, a renda familiar média mensal caiu nas classes A/B, de R$ 2.586 para R$ 2.533, mas subiu na C (d e R$ 1.201 para R$ 1.276) e nas D/E (de R$ 650 para R$ 733). "A crise afetou mais o topo da pirâmide", conclui Etchegoyen. Na média, a renda bateu recorde, de R$ 1.285.
Na análise por região, o Nordeste e o Sudeste tiveram aumento na renda familiar mensal semelhante entre 2008 e 2009, de R$ 178 e R$ 179, respectivamente, embora a diferença entre ambos ainda esteja grande: R$ 884 e 1.496.
Sobre investimentos, a pesquisa constatou que a classe C foi a única que direcionou mais dinheiro para aplicações em 2009 do que em 2008, passando de R$ 209 para R$ 633. "O consumidor [desse estrato da população] ficou mais prudente, mais maduro", avalia Marc Campi, diretor da Cetelem na América Latina.
A pretensão de compra se manteve estável para a maioria dos itens pesquisados, com destaque para a de carros, que foi de 14% para 17% das intenções, e gastos com lazer e viagem (de 26% para 28%).
Nas classes A/B, a pretensão de compra de um veículo, que havia sido de 9% em 2008, saltou para 30%.
O levantamento se baseou em 1.500 entrevistas, feitas em dezembro em 70 cidades de nove regiões metropolitanas.
Folha de S. Paulo - SP (07/04/2010)
As classes A/B cresceram de 15% para 16% do total, enquanto as D/E encolheram (de 40% para 35%), de acordo com a pesquisa da Cetelem, financeira do grupo francês BNP Paribas, em conjunto com a Ipsos.
Segundo o "Observador Brasil 2010", a expansão da classe C chegou a 15 pontos percentuais desde 2005, início da pesquisa, quando essa fatia da população representava 34% do total. Naquele ano, as classes A/B respondiam por 15% e as D/E, por 51%.
Nos últimos cinco anos, esse estrato intermediário ganhou 30,15 milhões de consumidores, sendo 8,23 milhões entre 2008 e 2009. Já os segmentos D/E perderam 26,05 milhões desde 2005, dos quais 8,94 milhões no último ano. "Nos próximo s anos, a classe C deve ter um crescimento menor, mas continuar em expansão", avalia Marcos Etchegoyen, diretor geral da Cetelem no Brasil.
As classes sociais utilizadas no estudo são as definidas pelo Critério de Classificação Econômica Brasil, fornecido pela Abep (Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa).
O conceito não considera a renda e leva em conta itens como posse de eletrodomésticos (televisão, rádio, aspirador de pó, máquina de lavar, DVD, geladeira, freezer), de carro de passeio, quantidade de banheiros na casa e grau de escolaridade do chefe da família.
Por isso, a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) concedida pelo governo para móveis e veículos foi uma das razões para a mobilidade social, diz Elisa Bernd, gerente de pesquisa da Ipsos, por possibilitar a mais pessoas o acesso a esses bens duráveis.
Renda
Entre 2008 e 2009, a renda familiar média mensal caiu nas classes A/B, de R$ 2.586 para R$ 2.533, mas subiu na C (d e R$ 1.201 para R$ 1.276) e nas D/E (de R$ 650 para R$ 733). "A crise afetou mais o topo da pirâmide", conclui Etchegoyen. Na média, a renda bateu recorde, de R$ 1.285.
Na análise por região, o Nordeste e o Sudeste tiveram aumento na renda familiar mensal semelhante entre 2008 e 2009, de R$ 178 e R$ 179, respectivamente, embora a diferença entre ambos ainda esteja grande: R$ 884 e 1.496.
Sobre investimentos, a pesquisa constatou que a classe C foi a única que direcionou mais dinheiro para aplicações em 2009 do que em 2008, passando de R$ 209 para R$ 633. "O consumidor [desse estrato da população] ficou mais prudente, mais maduro", avalia Marc Campi, diretor da Cetelem na América Latina.
A pretensão de compra se manteve estável para a maioria dos itens pesquisados, com destaque para a de carros, que foi de 14% para 17% das intenções, e gastos com lazer e viagem (de 26% para 28%).
Nas classes A/B, a pretensão de compra de um veículo, que havia sido de 9% em 2008, saltou para 30%.
O levantamento se baseou em 1.500 entrevistas, feitas em dezembro em 70 cidades de nove regiões metropolitanas.
Folha de S. Paulo - SP (07/04/2010)
:: As principais audiências de 06 de abril ::
GLOBO:
Bom dia Brasil - 10
Mais Você - 10
Plantão sobre as chuvas (das 10h58m às 11h59m) - 10
Sinhá Moça - 19
Malhação - 22
Cama de gato - 32
Tempos modernos - 28
Jornal Nacional - 36
Viver a vida - 42
Casseta & Planeta - 23
Força-tarefa - 18
Profissão repórter - 14
Jornal da Globo - 12
REDE TV!
TV Fama - 4
RedeTV News - 2,9
Operação de risco - 4,5
SBT:
Bom dia & cia - 8
Cinema em casa - 7,7
Uma rosa com amor - 7
Programa do Ratinho - 6
Cine espetacular - 13
RECORD:
Fala Brasil - 8
Jornal da Record - 12
Bela, a feia – 15
Fonte: Blog Patricia Kogut
Bom dia Brasil - 10
Mais Você - 10
Plantão sobre as chuvas (das 10h58m às 11h59m) - 10
Sinhá Moça - 19
Malhação - 22
Cama de gato - 32
Tempos modernos - 28
Jornal Nacional - 36
Viver a vida - 42
Casseta & Planeta - 23
Força-tarefa - 18
Profissão repórter - 14
Jornal da Globo - 12
REDE TV!
TV Fama - 4
RedeTV News - 2,9
Operação de risco - 4,5
SBT:
Bom dia & cia - 8
Cinema em casa - 7,7
Uma rosa com amor - 7
Programa do Ratinho - 6
Cine espetacular - 13
RECORD:
Fala Brasil - 8
Jornal da Record - 12
Bela, a feia – 15
Fonte: Blog Patricia Kogut
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:: Ranking de Audiência ::
:: As principais audiências de 05 de abril ::
GLOBO:
Mais você - 9
Sinhá moça - 15
Malhação - 22
Cama de gato - 32
Tempos modernos - 25
Viver a vida - 40
Tela Quente - 30
SBT:
Uma rosa com amor - 5
Programa do Ratinho - 5
Hebe - 4
Qual é o seu talento - 5
BAND:
QCQ - 4
RECORD:
Bela, a feia - 12
CSI Las Vegas - 12
REDETV!:
Operação de risco - 4,5
Fonte: Blog Patricia Kogut
Mais você - 9
Sinhá moça - 15
Malhação - 22
Cama de gato - 32
Tempos modernos - 25
Viver a vida - 40
Tela Quente - 30
SBT:
Uma rosa com amor - 5
Programa do Ratinho - 5
Hebe - 4
Qual é o seu talento - 5
BAND:
QCQ - 4
RECORD:
Bela, a feia - 12
CSI Las Vegas - 12
REDETV!:
Operação de risco - 4,5
Fonte: Blog Patricia Kogut
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:: Ranking de Audiência ::
:: As principais audiências de 02, 03 e 04 de abril ::
GLOBO (sexta):
Mais você - 7
Sinha Moça - 12
Malhação - 18
Cama de gato - 26
Tempos modernos - 22
Viver a vida - 36
Globo repórter - 26
GLOBO (sábado):
Estrelas - 12
Caldeirão do Huck - 19
Cama de gato - 29
Tempos modernos - 22
Viver a vida - 31
Zorra total - 27
Altas horas - 9
GLOBO (domingo):
Aventuras do Didi - 10
Domingão do Faustão - 21
Fantástico - 23
SOS Emergência - 16
SBT (sexta):
Uma rosa com amor - 5
Programa do ratinho - 5
SBT (sábado):
Uma rosa com amor - 4
Supernanny - 5
Sábado cine - 9
Aventura selvagem - 9
Uma hora de sucesso - 7
Cine belas artes - 7
SBT (domingo):
Domingo legal - 7
Eliana - 8
Programa Silvio Santos - 11
Roda a roda - 9
BAND (sexta):
Dia dia - 1
Boa tarde - 2
Márcia - 2,4
A noite é uma criança - 1
BAND (sábado):
Superliga vôlei - 1,2
Programa Raul Gil - 4,3
Cine clube - 2,4
CQC (reprise) - 2
BAND (domingo):
Uma escolinha muito louca - 2
Terceiro tempo - 5
REDE TV! (domingo):
Pânico na TV - 9,3
RECORD (sexta):
Hoje em dia - 7
Bela, a feia - 13
RECORD (sábado):
O melhor do Brasil - 12
RECORD (domingo):
Programa do Gugu - 10
Tudo é possível - 7
Fonte:
Blog Patricia Kogut
Mais você - 7
Sinha Moça - 12
Malhação - 18
Cama de gato - 26
Tempos modernos - 22
Viver a vida - 36
Globo repórter - 26
GLOBO (sábado):
Estrelas - 12
Caldeirão do Huck - 19
Cama de gato - 29
Tempos modernos - 22
Viver a vida - 31
Zorra total - 27
Altas horas - 9
GLOBO (domingo):
Aventuras do Didi - 10
Domingão do Faustão - 21
Fantástico - 23
SOS Emergência - 16
SBT (sexta):
Uma rosa com amor - 5
Programa do ratinho - 5
SBT (sábado):
Uma rosa com amor - 4
Supernanny - 5
Sábado cine - 9
Aventura selvagem - 9
Uma hora de sucesso - 7
Cine belas artes - 7
SBT (domingo):
Domingo legal - 7
Eliana - 8
Programa Silvio Santos - 11
Roda a roda - 9
BAND (sexta):
Dia dia - 1
Boa tarde - 2
Márcia - 2,4
A noite é uma criança - 1
BAND (sábado):
Superliga vôlei - 1,2
Programa Raul Gil - 4,3
Cine clube - 2,4
CQC (reprise) - 2
BAND (domingo):
Uma escolinha muito louca - 2
Terceiro tempo - 5
REDE TV! (domingo):
Pânico na TV - 9,3
RECORD (sexta):
Hoje em dia - 7
Bela, a feia - 13
RECORD (sábado):
O melhor do Brasil - 12
RECORD (domingo):
Programa do Gugu - 10
Tudo é possível - 7
Fonte:
Blog Patricia Kogut
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:: "Chico Xavier" bate recorde de bilheteria em sua estreia ::
O filme "Chico Xavier", que estreou na sexta-feira passada, foi assistido por cerca de 590 mil pessoas, segundo a distribuidora Dowtown. Essa é a maior bilheteria da história do cinema nacional desde 1995, nos três primeiros dias de exibição.
A bilheteria de “Chico Xavier” ultrapassou “Se Eu Fosse Você 2”, com 570 mil pessoas nos três primeiros dias de cartaz em janeiro de 2009. "Lula, o Filho do Brasil" (2010) obteve 220 mil no fim de semana de estreia, e "Avatar" (2009) registrou mais de 800 mil.
O número de espectadores de um filme em sua estreia tende a determinar o resultado global e serve de termômetro para a indústria.
O filme, lançado no dia do centenário de Chico e dirigido por Daniel Filho, está em cartaz em 337 salas do país.
Redação Adnews
A bilheteria de “Chico Xavier” ultrapassou “Se Eu Fosse Você 2”, com 570 mil pessoas nos três primeiros dias de cartaz em janeiro de 2009. "Lula, o Filho do Brasil" (2010) obteve 220 mil no fim de semana de estreia, e "Avatar" (2009) registrou mais de 800 mil.
O número de espectadores de um filme em sua estreia tende a determinar o resultado global e serve de termômetro para a indústria.
O filme, lançado no dia do centenário de Chico e dirigido por Daniel Filho, está em cartaz em 337 salas do país.
Redação Adnews
:: Na crise, quem saiu no lucro foi o comércio varejista ::
Um ano e meio depois da quebra do Lehman Brothers, em setembro de 2008, está bastante claro quais setores da economia brasileira se saíram bem, e hoje lideram a retomada forte da economia brasileira, e quais penaram com os efeitos da maior crise global desde os anos 30. Os segmentos voltados para o mercado interno exibiram no ano passado, e continuam a exibir neste início de 2010, um desempenho extremamente positivo, ancorados na resistência do mercado de trabalho e na ampla oferta de crédito, além de alguns terem sido beneficiados pelas reduções de impostos promovidas pelo governo.
Os números do comércio varejista são impressionantes, especialmente os de alguns Estados do Nordeste, como evidencia a história da rede varejista pernambucana Eletroshopping (ver reportagem na página A6). As vendas de veículos também refletem esse quadro positivo, favorecidas especialmente pela queda do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Também passaram praticamente incólumes pela crise, e puxam a recuperação, empresas fornecedoras da Petrobras, cujos planos de investimento não foram afetados pela turbulência. Na outra ponta, sofreram os setores com maior dependência do mercado externo, como os ligados ao segmento siderúrgico. Fornecedores da Embraer, companhia extremamente afetada pela desaceleração global, tampouco tiveram refresco.
Indicadores econômicos importantes espelham esse quadro. O desempenho do varejo é melhor que o da indústria e, dentro do segmento industrial, se sobressai quem produz principalmente para o mercado interno.
Num cenário de renda preservada, em que o nível de emprego sofreu pouco, o comércio varejista teve desempenho bastante robusto em 2009, crescendo 5,9% mesmo num ano de crise, observa o economista-chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges. Nos 12 meses até janeiro, a taxa de crescimento já atingiu 6,2%. Em alguns Estados do Nordeste, onde o peso do Bolsa Família e do salário mínimo é maior, o desempenho é ainda mais impressionante. No Piauí, no Ceará e em Sergipe, a expansão nos 12 meses até janeiro supera os dois dígitos - 13,8% no Piauí, 10,8% no Ceará e 13,2% em Sergipe.
Borges chama a atenção para as vendas de supermercados e hipermercados, que subiram 8,4% nos 12 meses até janeiro. Em 2009, 13 empresas de varejo de capital aberto viram o lucro subir 36,9% em relação ao ano anterior, para R$ 1,621 bilhões, segundo levantamento do Valor Data, com base em dados da Economática.
Mesmo acreditando que houve antecipação razoável das compras de veículos e eletrodomésticos da linha branca em 2009, para aproveitar o IPI reduzido, Borges prevê alta de 7,5% para as vendas no varejo neste ano. "Se não tivesse ocorrido a antecipação, esse número poderia chegar a 9% ou 9,5%."
As vendas de veículos no mercado interno também se destacaram em 2009. A desoneração tributária e a melhora das condições de crédito contribuíram para a alta de 12,8% nos licenciamentos de veículos e comerciais leves em 2009. Nos 12 meses até fevereiro, a taxa de expansão ficou em 13,4% e em março as vendas bateram recorde. "Entre os setores que se saíram melhor, certamente estão os que contaram com a ajuda da redução de impostos", diz o economista Fernando Sarti, professor da Unicamp, que também cita a construção civil entre os beneficiados.
Mesmo com vendas no mercado interno em alta significativa, a produção de veículos amarga queda de 3,2% nos 12 meses até fevereiro, número que chegou a 21,9% em outubro, nessa base de comparação. O ponto é que, se o mercado interno vai bem, as exportações vão mal. Nos 12 meses até janeiro, as vendas externas de veículos, reboques e carrocerias levaram um tombo de 36,1%, segundo números da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex).
"México e Argentina, grandes compradores de carros do Brasil, tiveram um 2009 muito ruim", diz Borges. O PIB do México, por exemplo, caiu 6,5% no ano passado. Os balanços de quatro empresas de capital aberto do setor de veículos e autopeças - que não incluem as quatro grandes montadoras - mostram queda de 42,7% do lucro de 2008 para 2009, fechando em R$ 340 milhões.
Na indústria, o melhor desempenho foi dos setores que produzem bens não duráveis, como alimentos, bebidas e produtos farmacêuticos. Em 2009, num ano em que a indústria geral caiu 7,4%, a fabricação de bebidas subiu 7,1% e de artigos farmacêuticos, 7,9%. O bom desempenho da renda e o pequeno impacto da crise sobre a taxa de desemprego explicam esse desempenho, diz o economista Edgard Pereira, sócio da Edgard Pereira & Associados. O lucro de sete companhias de alimentos e bebidas aumentou 121% em 2009, totalizando R$ 6,794 bilhões, segundo o Valor Data.
Os maiores perdedores foram, sem dúvida, os que mais dependem do mercado externo, diz Sarti, da Unicamp. A produção do setor de metalurgia básica (onde está a siderurgia), por exemplo, caiu 17,6% no ano passado, e ainda está em queda de 9% nos 12 meses até fevereiro. Em 2009, o lucro de 13 companhias de metalurgia e siderurgia totalizou R$ 5,553 bilhões, queda de 60,3% em relação a 2008. Nos últimos meses, porém, há uma recuperação do segmento, especialmente devido às boas perspectivas para a construção civil e a indústria automotiva, que usam o aço como insumo importante.
Também sofreram bastante os setores ligados ao investimento, como os produtores de bens de capital. A fabricação de máquinas e equipamentos ainda está em queda de 10,3% nos 12 meses até fevereiro, embora também haja uma melhora no segmento, com a retomada dos investimentos no aumento da capacidade produtiva.
Borges acredita que o setor de bens de capital deverá se sobressair neste ano, pois o investimento vai subir com força, na casa de 17% a 18%. Pereira acredita, porém, que o setor pode ser prejudicado pela concorrência dos bens de capital importados, num cenário de câmbio valorizado.
Para 2010, o panorama parece em grande parte definido. O varejo vai continuar bem, por conta das perspectivas positivas para o mercado de trabalho e o crédito. Na indústria, quem produz para o mercado interno também tende a se sair melhor, embora Sarti observe que há o risco de que parte não desprezível desse mercado possa ser capturada pela produção estrangeira, devido ao dólar barato.
O setor de autopeças, por exemplo, tem reclamado bastante da alta das importações, que tem feito a produção do segmento não acompanhar, no mesmo ritmo, a atividade das montadoras. Exportadores de commodities também têm cenário melhor pela frente neste ano, como fica claro no caso da Vale, que quer aumento de 114% no preço do minério de ferro.
Veículo: Valor Econômico
Os números do comércio varejista são impressionantes, especialmente os de alguns Estados do Nordeste, como evidencia a história da rede varejista pernambucana Eletroshopping (ver reportagem na página A6). As vendas de veículos também refletem esse quadro positivo, favorecidas especialmente pela queda do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Também passaram praticamente incólumes pela crise, e puxam a recuperação, empresas fornecedoras da Petrobras, cujos planos de investimento não foram afetados pela turbulência. Na outra ponta, sofreram os setores com maior dependência do mercado externo, como os ligados ao segmento siderúrgico. Fornecedores da Embraer, companhia extremamente afetada pela desaceleração global, tampouco tiveram refresco.
Indicadores econômicos importantes espelham esse quadro. O desempenho do varejo é melhor que o da indústria e, dentro do segmento industrial, se sobressai quem produz principalmente para o mercado interno.
Num cenário de renda preservada, em que o nível de emprego sofreu pouco, o comércio varejista teve desempenho bastante robusto em 2009, crescendo 5,9% mesmo num ano de crise, observa o economista-chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges. Nos 12 meses até janeiro, a taxa de crescimento já atingiu 6,2%. Em alguns Estados do Nordeste, onde o peso do Bolsa Família e do salário mínimo é maior, o desempenho é ainda mais impressionante. No Piauí, no Ceará e em Sergipe, a expansão nos 12 meses até janeiro supera os dois dígitos - 13,8% no Piauí, 10,8% no Ceará e 13,2% em Sergipe.
Borges chama a atenção para as vendas de supermercados e hipermercados, que subiram 8,4% nos 12 meses até janeiro. Em 2009, 13 empresas de varejo de capital aberto viram o lucro subir 36,9% em relação ao ano anterior, para R$ 1,621 bilhões, segundo levantamento do Valor Data, com base em dados da Economática.
Mesmo acreditando que houve antecipação razoável das compras de veículos e eletrodomésticos da linha branca em 2009, para aproveitar o IPI reduzido, Borges prevê alta de 7,5% para as vendas no varejo neste ano. "Se não tivesse ocorrido a antecipação, esse número poderia chegar a 9% ou 9,5%."
As vendas de veículos no mercado interno também se destacaram em 2009. A desoneração tributária e a melhora das condições de crédito contribuíram para a alta de 12,8% nos licenciamentos de veículos e comerciais leves em 2009. Nos 12 meses até fevereiro, a taxa de expansão ficou em 13,4% e em março as vendas bateram recorde. "Entre os setores que se saíram melhor, certamente estão os que contaram com a ajuda da redução de impostos", diz o economista Fernando Sarti, professor da Unicamp, que também cita a construção civil entre os beneficiados.
Mesmo com vendas no mercado interno em alta significativa, a produção de veículos amarga queda de 3,2% nos 12 meses até fevereiro, número que chegou a 21,9% em outubro, nessa base de comparação. O ponto é que, se o mercado interno vai bem, as exportações vão mal. Nos 12 meses até janeiro, as vendas externas de veículos, reboques e carrocerias levaram um tombo de 36,1%, segundo números da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex).
"México e Argentina, grandes compradores de carros do Brasil, tiveram um 2009 muito ruim", diz Borges. O PIB do México, por exemplo, caiu 6,5% no ano passado. Os balanços de quatro empresas de capital aberto do setor de veículos e autopeças - que não incluem as quatro grandes montadoras - mostram queda de 42,7% do lucro de 2008 para 2009, fechando em R$ 340 milhões.
Na indústria, o melhor desempenho foi dos setores que produzem bens não duráveis, como alimentos, bebidas e produtos farmacêuticos. Em 2009, num ano em que a indústria geral caiu 7,4%, a fabricação de bebidas subiu 7,1% e de artigos farmacêuticos, 7,9%. O bom desempenho da renda e o pequeno impacto da crise sobre a taxa de desemprego explicam esse desempenho, diz o economista Edgard Pereira, sócio da Edgard Pereira & Associados. O lucro de sete companhias de alimentos e bebidas aumentou 121% em 2009, totalizando R$ 6,794 bilhões, segundo o Valor Data.
Os maiores perdedores foram, sem dúvida, os que mais dependem do mercado externo, diz Sarti, da Unicamp. A produção do setor de metalurgia básica (onde está a siderurgia), por exemplo, caiu 17,6% no ano passado, e ainda está em queda de 9% nos 12 meses até fevereiro. Em 2009, o lucro de 13 companhias de metalurgia e siderurgia totalizou R$ 5,553 bilhões, queda de 60,3% em relação a 2008. Nos últimos meses, porém, há uma recuperação do segmento, especialmente devido às boas perspectivas para a construção civil e a indústria automotiva, que usam o aço como insumo importante.
Também sofreram bastante os setores ligados ao investimento, como os produtores de bens de capital. A fabricação de máquinas e equipamentos ainda está em queda de 10,3% nos 12 meses até fevereiro, embora também haja uma melhora no segmento, com a retomada dos investimentos no aumento da capacidade produtiva.
Borges acredita que o setor de bens de capital deverá se sobressair neste ano, pois o investimento vai subir com força, na casa de 17% a 18%. Pereira acredita, porém, que o setor pode ser prejudicado pela concorrência dos bens de capital importados, num cenário de câmbio valorizado.
Para 2010, o panorama parece em grande parte definido. O varejo vai continuar bem, por conta das perspectivas positivas para o mercado de trabalho e o crédito. Na indústria, quem produz para o mercado interno também tende a se sair melhor, embora Sarti observe que há o risco de que parte não desprezível desse mercado possa ser capturada pela produção estrangeira, devido ao dólar barato.
O setor de autopeças, por exemplo, tem reclamado bastante da alta das importações, que tem feito a produção do segmento não acompanhar, no mesmo ritmo, a atividade das montadoras. Exportadores de commodities também têm cenário melhor pela frente neste ano, como fica claro no caso da Vale, que quer aumento de 114% no preço do minério de ferro.
Veículo: Valor Econômico
:: Vale do Paraíba tem novo jornal ::
"O Vale" passa a circular em 39 cidades do interior de São Paulo
O Vale do Paraíba, uma regiões das mais ricas do interior do Estado de São Paulo, ganhou neste domingo (4) um novo jornal, O Vale. A publicação circula em 39 cidades do Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e Litoral Norte, região que abriga mais de 2,2 milhões de habitantes. A previsão de tiragem nos dias úteis é de 25 mil exemplares, auditados pela BDO Brazil. A tiragem de lançamento foi de 35 mil exemplares.
O novo jornal surge no vácuo deixado pelo valeparaibano, periódico de 58 anos de existência que passou a circular no formato de revista.
O Vale também será um provedor de conteúdo na mídia digital, com canais de contato com o público por meio de site, blogs, twitter e TV online. Isso está incorporado no slogan de lançamento: "O Vale: leia, assiste, conecte-se".
Fernando Salerno - vice-presidente e responsável pelo Núcleo Editorial e de Liberdade de Expressão da Associação Paulista de Jornais (APJ) - será o diretor responsável do novo jornal. Já Hélcio Costa, ocupará o cargo de editor-chefe.
O projeto gráfico e editorial de O Vale - inspirado no periódico italiano La Stampa - foi desenvolvido em parceria com o escritório Cases i Associates, com sede em Barcelona, em um processo que demorou 16 meses para ser concretizado.
A mudança não trará impacto aos 300 funcionários do jornal valeparaibano, que serão automaticamente absorvidos pela nova empresa. O jornal vai funcionar na mesma sede do antigo periódico, em São José dos Campos, com sucursais nas cidades de Jacareí e Taubaté. Estas cidades terão uma edição específica, chamada de edição Taubaté e região, com capa diferenciada e um novo caderno de classificados.
http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=58120&sid=4
O Vale do Paraíba, uma regiões das mais ricas do interior do Estado de São Paulo, ganhou neste domingo (4) um novo jornal, O Vale. A publicação circula em 39 cidades do Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e Litoral Norte, região que abriga mais de 2,2 milhões de habitantes. A previsão de tiragem nos dias úteis é de 25 mil exemplares, auditados pela BDO Brazil. A tiragem de lançamento foi de 35 mil exemplares.
O novo jornal surge no vácuo deixado pelo valeparaibano, periódico de 58 anos de existência que passou a circular no formato de revista.
O Vale também será um provedor de conteúdo na mídia digital, com canais de contato com o público por meio de site, blogs, twitter e TV online. Isso está incorporado no slogan de lançamento: "O Vale: leia, assiste, conecte-se".
Fernando Salerno - vice-presidente e responsável pelo Núcleo Editorial e de Liberdade de Expressão da Associação Paulista de Jornais (APJ) - será o diretor responsável do novo jornal. Já Hélcio Costa, ocupará o cargo de editor-chefe.
O projeto gráfico e editorial de O Vale - inspirado no periódico italiano La Stampa - foi desenvolvido em parceria com o escritório Cases i Associates, com sede em Barcelona, em um processo que demorou 16 meses para ser concretizado.
A mudança não trará impacto aos 300 funcionários do jornal valeparaibano, que serão automaticamente absorvidos pela nova empresa. O jornal vai funcionar na mesma sede do antigo periódico, em São José dos Campos, com sucursais nas cidades de Jacareí e Taubaté. Estas cidades terão uma edição específica, chamada de edição Taubaté e região, com capa diferenciada e um novo caderno de classificados.
http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=58120&sid=4
:: Rede TV+ inicia operação em São Carlos ::
Emissora amplia cobertura no interior de São Paulo
A Rede TV+ inicia sua operação na cidade de São Carlos, interior de São Paulo, pelo canal 23 da NET. Nesta primeira semana de abril, a emissora exibirá as matérias gravadas nas lojas e comércio da cidade. A partir da segunda semana inicia a transmissão dos principais programas da rede: Show+ com Darcio Arruda e Momentos de Sabedoria com Nelson Moraes.
Com a estreia na cidade, a Rede TV+ concretiza mais um passo do seu plano de expansão. A emissora teve início no Grande ABC e hoje está em cinco estados do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Porto Alegre).
Em janeiro deste ano, a Rede TV+ iniciou a transmissão da sua programação no canal 14 de NET São Paulo. Essa operação ampliou para 800 as matérias gravadas semanalmente nas lojas e comércios das praças atendidas.
Fonte: Propmark
http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=58122&sid=4
A Rede TV+ inicia sua operação na cidade de São Carlos, interior de São Paulo, pelo canal 23 da NET. Nesta primeira semana de abril, a emissora exibirá as matérias gravadas nas lojas e comércio da cidade. A partir da segunda semana inicia a transmissão dos principais programas da rede: Show+ com Darcio Arruda e Momentos de Sabedoria com Nelson Moraes.
Com a estreia na cidade, a Rede TV+ concretiza mais um passo do seu plano de expansão. A emissora teve início no Grande ABC e hoje está em cinco estados do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Porto Alegre).
Em janeiro deste ano, a Rede TV+ iniciou a transmissão da sua programação no canal 14 de NET São Paulo. Essa operação ampliou para 800 as matérias gravadas semanalmente nas lojas e comércios das praças atendidas.
Fonte: Propmark
http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=58122&sid=4
:: Kassab apoia Globo e veta futebol antes da novela ::
O projeto de lei nº 564/06 que limitaria o horário de realização dos jogos de competições esportivas até às 23h15 na cidade de São Paulo foi vetado pelo prefeito Gilberto Kassab. A decisão foi oficializada na última sexta-feira no Diário Oficial.
O veto do prefeito favorece a vontade da TV Globo, que chegou a ir à Câmara Municipal para pressionar os vereadores a não aprovarem o projeto. Se a lei fosse aprovada, a emissora, detentora dos direitos das transmissões de futebol, teria que mexer na grade e antecipar os jogos, iniciados geralmente às 21h50, em São Paulo.
A Procuradoria Geral do Município alegou que o veto se motiva pelo fato de a "matéria relativa ao desporto ser de competência legislativa da União, Estados e Distrito Federal, cabendo ao Município apenas suplementar essas normas na hipótese de configuração de interesse local específico que necessita ser regulamentada, o que não ocorre nesse caso".
Além disso, a Procuradoria Geral justifica que “os inconvenientes advindos do horário do término de eventos esportivos não diferem daqueles verificados em outros tipos de eventos, não se justificando a restrição de horário a uma única programação” para concluir que “não parece razoável” a restrição de horário nos eventos esportivos.
O prefeito coloca outro aspecto como motivo para o veto: a cidade de São Paulo poderia perder a chance de sediar eventos de porte nacional ou até internacional que terminem depois desse horário.
À época da pressão da Globo sobre os vereadores da Câmara, o diretor executivo da Globo Esportes, Marcelo de Campos Pinto, argumentou que "a plasticidade dos estádios cheios nos interessam porque representa o estádio infinito, dá credibilidade à TV". Pois os jogos realizados às 21h45 durante a semana registram em média público de 23.787 pagantes, enquanto a dos jogos às 21horas, 17.911 pessoas.
O presidente da FPF, Marco Polo del Nero, que havia ameaçado levar os jogos da capital para o interior, declarou que os clubes paulistas podem ser impedidos pela Conmebol de participar da Taça Libertadores a partir de 2011, caso desrespeitem as regras de transmissão de TV.
:: Estadão e O Globo preparam sua entrada no iPad ::
Tablet nem chegou ao Brasil, mas veículos já lançam aplicativo que garante acesso aos conteúdos impressos e online
Apresentação do tablet da Apple, que garantiu vendas expressivas no mercado norte-americano
Apresentação do tablet da Apple, que garantiu vendas expressivas no mercado norte-americano
Ele ainda nem chegou ao Brasil, mas os veículos de comunicação já começam a se movimentar para estarem um passo à frente assim que a novidade tecnológica aportar no País. No sábado 3, o jornal O Globo apresentou sua versão digital no tablet da Apple. Nesta terça-feira, 6, O Estado de S.Paulo anunciou que acaba de lançar um aplicativo para o iPad.
Para ter acesso ao conteúdo de O Globo publicado no iPad, por enquanto gratuito, o usuário terá de se conectar à internet, por meio de uma rede sem fio e digitar o endereço do site específico (clique aqui).
De acordo com reportagem publicada na edição desta terça-feira 6, do Estadão o aplicativo permitirá que os portadores do iPad acessem todo o conteúdo das edições impressas e online do jornal, além do portal estadão.com.br pelo leitor digital. A previsão de chegada do tablet ao Brasil ainda nem foi revelada pela Apple.
Segundo a diretoria de produtos de O Estado de S.Paulo, a ideia de lançar o aplicativo simultaneamente ao lançamento do iPad nos Estados Unidos (que ocorreu oficialmente no dia 3) servirá como experimento para que o veículo para realizar testes e desenvolver novas versões digitais do conteúdo.
A versão oferecida pelo Estadão já pode ser baixada pela Apple Store e apresenta as notícias da página principal do portão do Estadão e também das capas da edição impressa. Informações uteis ao cotidiano, como previsão do tempo e movimentação financeira também poderão ser visualizadas pelo tablet. A previsão do grupo é de, nos próximos meses, lançar versões com mais opções de navegação e canais.
Por enquanto, o lançamento da Apple está disponível apenas no mercado norte-americano e, em seguida, deverá chegar, até o final deste mês, à Alemanha, Canadá, Espanha, França, Itália, Japão, Reino Unido e Suiça.
Com informações de O Estado de S.Paulo.
Para ter acesso ao conteúdo de O Globo publicado no iPad, por enquanto gratuito, o usuário terá de se conectar à internet, por meio de uma rede sem fio e digitar o endereço do site específico (clique aqui).
De acordo com reportagem publicada na edição desta terça-feira 6, do Estadão o aplicativo permitirá que os portadores do iPad acessem todo o conteúdo das edições impressas e online do jornal, além do portal estadão.com.br pelo leitor digital. A previsão de chegada do tablet ao Brasil ainda nem foi revelada pela Apple.
Segundo a diretoria de produtos de O Estado de S.Paulo, a ideia de lançar o aplicativo simultaneamente ao lançamento do iPad nos Estados Unidos (que ocorreu oficialmente no dia 3) servirá como experimento para que o veículo para realizar testes e desenvolver novas versões digitais do conteúdo.
A versão oferecida pelo Estadão já pode ser baixada pela Apple Store e apresenta as notícias da página principal do portão do Estadão e também das capas da edição impressa. Informações uteis ao cotidiano, como previsão do tempo e movimentação financeira também poderão ser visualizadas pelo tablet. A previsão do grupo é de, nos próximos meses, lançar versões com mais opções de navegação e canais.
Por enquanto, o lançamento da Apple está disponível apenas no mercado norte-americano e, em seguida, deverá chegar, até o final deste mês, à Alemanha, Canadá, Espanha, França, Itália, Japão, Reino Unido e Suiça.
Com informações de O Estado de S.Paulo.
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:: Record promete "o maior Aprendiz da história" ::
Programa estreia com faturamento superior a R$ 110 milhões
Por Bárbara Sacchitiello
Apresentador comandará pela primeira vez o reality, que estreia no dia 15 de abril
Recorde em inscrições, em faturamento com cotas de patrocínio, em estrutura técnica e, se as expectativas da emissora forem atendidas, logo mais também serão com a audiência e do conceito de entretenimento do programa. Foi com esse alarde que a Record apresentou à imprensa nesta terça-feira 6 a nova temporada do programa "O Aprendiz - Universitário" agora comandada por um novo apresentador.
Depois da saída de Roberto Justus, que comandou o reality show por seis edições, o empresário João Dória Jr foi escolhido para conduzir a atração, que contará com 16 participantes e terá início no dia 15 de abril, sendo exibido sempre às terças e quintas-feiras, as 23h. Seguindo basicamente a mesma forma e estilo das edições anteriores, o programa irá selecionar, entre os participantes, um jovem talento para ganhar um prêmio de R$ 1 milhão e uma vaga efetiva na Doria Associados, companhia do próprio Doria.
"A substituição de Roberto Justus era uma preocupação grande para nós. Mas, assim que o nome de Doria foi cogitado houve uma aceitação unânime do mercado publicitário e da própria emissora. Ele tem uma maneira diferente e criativa de conduzir a atração e apostamos muito que essa nova fase será um sucesso", comenta o diretor do programa, José Amâncio.
Demissão "doce"
Para Doria, o novo desafio é visto com bastante empolgação. "Estou muito animado com as gravações do programa e acho que uma atração como O Aprendiz é perfeita porque combina conhecimento e entretenimento", argumenta o empresário. Questionado sobre o estilo que usará no trato com os participantes, ele conta que ouviu conselhos do ex-apresentador Justus, mas que pretende usar o próprio estilo. "Acho que é possível ser rígido, mas de forma educada. Vou demitir sim, mas de um jeito doce", explicou o apresentador.
Aprendiz em números
Antes mesmo de entrar no ar, as cifras geradas pelo programa já são comemoradas pelo vice-presidente comercial da emissora, Walter Zagari. Segundo ele, o faturamento inicial de "O Aprendiz 7" supera em 10% a renda total obtida na edição de 2009.
Para essa temporada, a emissora disponibilizou quatro cotas de patrocínio máster que foram compradas por Fiat, Vivo, Santander e Nestlé. Apenas essa comercialização rendeu R$ 110,8 milhões à Record (cada cota tem o preço de tabela de R$ 29,7 milhões). "A expectativa é de fecharmos a atração com um faturamento de R$ 120 milhões, pois o programa abre espaço para provas patrocinadas e ações de merchandising", aponta ele.
Segundo Zagari, o sucesso comercial do Aprendiz é tanto que três dos atuais anunciantes já teriam garantido vaga para a temporada de 2011. O vice-presidente comercial, entretanto, preferiu não identificar esses cotistas.
M&M online - Em Pauta - Mídia
Por Bárbara Sacchitiello
Apresentador comandará pela primeira vez o reality, que estreia no dia 15 de abril
Recorde em inscrições, em faturamento com cotas de patrocínio, em estrutura técnica e, se as expectativas da emissora forem atendidas, logo mais também serão com a audiência e do conceito de entretenimento do programa. Foi com esse alarde que a Record apresentou à imprensa nesta terça-feira 6 a nova temporada do programa "O Aprendiz - Universitário" agora comandada por um novo apresentador.
Depois da saída de Roberto Justus, que comandou o reality show por seis edições, o empresário João Dória Jr foi escolhido para conduzir a atração, que contará com 16 participantes e terá início no dia 15 de abril, sendo exibido sempre às terças e quintas-feiras, as 23h. Seguindo basicamente a mesma forma e estilo das edições anteriores, o programa irá selecionar, entre os participantes, um jovem talento para ganhar um prêmio de R$ 1 milhão e uma vaga efetiva na Doria Associados, companhia do próprio Doria.
"A substituição de Roberto Justus era uma preocupação grande para nós. Mas, assim que o nome de Doria foi cogitado houve uma aceitação unânime do mercado publicitário e da própria emissora. Ele tem uma maneira diferente e criativa de conduzir a atração e apostamos muito que essa nova fase será um sucesso", comenta o diretor do programa, José Amâncio.
Demissão "doce"
Para Doria, o novo desafio é visto com bastante empolgação. "Estou muito animado com as gravações do programa e acho que uma atração como O Aprendiz é perfeita porque combina conhecimento e entretenimento", argumenta o empresário. Questionado sobre o estilo que usará no trato com os participantes, ele conta que ouviu conselhos do ex-apresentador Justus, mas que pretende usar o próprio estilo. "Acho que é possível ser rígido, mas de forma educada. Vou demitir sim, mas de um jeito doce", explicou o apresentador.
Aprendiz em números
Antes mesmo de entrar no ar, as cifras geradas pelo programa já são comemoradas pelo vice-presidente comercial da emissora, Walter Zagari. Segundo ele, o faturamento inicial de "O Aprendiz 7" supera em 10% a renda total obtida na edição de 2009.
Para essa temporada, a emissora disponibilizou quatro cotas de patrocínio máster que foram compradas por Fiat, Vivo, Santander e Nestlé. Apenas essa comercialização rendeu R$ 110,8 milhões à Record (cada cota tem o preço de tabela de R$ 29,7 milhões). "A expectativa é de fecharmos a atração com um faturamento de R$ 120 milhões, pois o programa abre espaço para provas patrocinadas e ações de merchandising", aponta ele.
Segundo Zagari, o sucesso comercial do Aprendiz é tanto que três dos atuais anunciantes já teriam garantido vaga para a temporada de 2011. O vice-presidente comercial, entretanto, preferiu não identificar esses cotistas.
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:: Veja São Paulo pega carona com estreia de Alice no País das Maravilhas ::
Versão online do veículo coloca no ar hotsite com roteiros que envolvem a história
Para atrair leitores que são fãs do clássico "Alice no País das Maravilhas", que terá versão dirigida por Tim Burton com estreia no próximo dia 21, a Veja São Paulo coloca no ar um hotsite com os roteiros dos melhores eventos que têm como tema a história. O leitor encontrará dicas de palestras, oficinas, exposições, mostras e até dicas gastronômicas com receitas relacionadas à Alice.
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:: TV, rádio e internet puxam expansão de 3,96% no mercado publicitário ::
As mídias eletrônicas - TV, rádio, internet - foram as principais responsáveis pelo crescimento dos faturamento do mercado publicitário no ano passado, de acordo com o levantamento do Projeto Inter-Meios, realizado pelo Grupo M&M em conjunto com a consultoria PricewaterhouseCoopers. No total, a mídia brasileira faturou em 2009 3,96% a mais com publicidade em 2009, totalizando R$ 22,272 bilhões. Considerada a variação do IGP-M, o aumento foi de 2,2%.
O levantamento não considera eventuais descontos concedidos aos anunciantes. Internet, TVs aberta e paga e rádio tiveram bom crescimento. O faturamento da TV aberta - que ampliou sua participação no total dos investimentos publicitários chegando a 60,9% de participação - cresceu 7,65% chegando a R$ 13,5 bilhões. A TV aberta é o veículo que responde pela maior fatia do bolo publicitário. A internet, que tem 4,27%, registrou crescimento de 25,2%. O rádio, com participação de 4,43%, cresceu 9,35%.
O canal mídia exterior também apresentou bom desempenho, com alta de 12,30%. O meio responde por 2,96% do total do mercado. Seu maior destaque foi o setor chamado de "mídia digital out of home", que são aqueles monitores instalados em redes de supermercados, shopping centers, bares e restaurantes ou até em elevadores ou ônibus, transmitindo programação segmentada. O faturamento desse tipo de negócio cresceu de R$ 60,9 milhões em 2008 para R$ 94,1 milhões no ano passado, registrando evolução de 54%.
Jornais e revistas, entretanto, tiveram queda no faturamento, de 8,11 e 6,18% respectivamente.
Com a crise, as empresas cortaram campanhas mais caras ou institucionais, que são o perfil da publicidade em meios impressos. Prefeririam dar foco às campanhas mais baratas e de efeito imediato. Por isso, as mídias eletrônicas levaram vantagem no ano que passou. O projeto ainda não divulgou números referentes a 2010.
O levantamento não considera eventuais descontos concedidos aos anunciantes. Internet, TVs aberta e paga e rádio tiveram bom crescimento. O faturamento da TV aberta - que ampliou sua participação no total dos investimentos publicitários chegando a 60,9% de participação - cresceu 7,65% chegando a R$ 13,5 bilhões. A TV aberta é o veículo que responde pela maior fatia do bolo publicitário. A internet, que tem 4,27%, registrou crescimento de 25,2%. O rádio, com participação de 4,43%, cresceu 9,35%.
O canal mídia exterior também apresentou bom desempenho, com alta de 12,30%. O meio responde por 2,96% do total do mercado. Seu maior destaque foi o setor chamado de "mídia digital out of home", que são aqueles monitores instalados em redes de supermercados, shopping centers, bares e restaurantes ou até em elevadores ou ônibus, transmitindo programação segmentada. O faturamento desse tipo de negócio cresceu de R$ 60,9 milhões em 2008 para R$ 94,1 milhões no ano passado, registrando evolução de 54%.
Jornais e revistas, entretanto, tiveram queda no faturamento, de 8,11 e 6,18% respectivamente.
Com a crise, as empresas cortaram campanhas mais caras ou institucionais, que são o perfil da publicidade em meios impressos. Prefeririam dar foco às campanhas mais baratas e de efeito imediato. Por isso, as mídias eletrônicas levaram vantagem no ano que passou. O projeto ainda não divulgou números referentes a 2010.
Veículo: Valor Econômico
:: Classes C, D e E estarão conectadas à internet em 2020 ::
Estudo da FIA aponta que acesso na classe C passará de 7% em 2008 para 60% em 2010.
O serviço de acesso à internet em alta velocidade passará por um salto nos próximos 10 anos as classes C, D e E. Projeção que faz parte da pesquisa Profuturo da Fundação Instituto de Administração (FIA), ligada ao Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, mostra que 60% da classe C terá acesso à internet em 2020, ante 7% em 2008. Na mesma comparação, o acesso das classes D e E passará de 1% para 25%. Mesmo a classe B, com 26% de penetração em 2008, chegará em 2020 com 90%, enquanto no topo da pirâmide o índice da classe A irá de 64% para 99%. Dois fatores são considerados cruciais para o crescimento da penetração da banda larga: redução de custo e aumento de computadores nas casas dos brasileiros. Com a ampliação da infraestrutura e o aumento de usuários de banda larga, o custo deverá diminuir nos próximos anos, na opinião de 60% dos pesquisados, o que poderá incentivar a navegação via celulares e computadores portáteis. Com ofertas que caibam no bolso dos consumidores de menor poder aquisitivo, a base da pirâmide social ficará mais conectada, exercendo pressão sobre os governantes para a criação de projetos de inclusão digital. Impactos para o país O governo federal há meses tenta, sem sucesso, lançar o Programa Nacional de Banda Larga, com a proposta de levar o acesso às populações em áreas distantes e mais pobres. No âmbito estadual há iniciativas pontuais, de inclusão digital, como o programa Acessa São Paulo, que registrou 45 milhões de atendimentos à população. Ao todo, são 591 postos em funcionamento em 520 municípios, mais de 4,6 mil computadores e 1,1 mil monitores. Atualmente, o programa está presente em 80% dos municípios paulistas. O pesquisador Antonio Thiago Benedete disse que os especialistas indicaram a ação governamental como importante, principalmente nos pontos remotos, e também observaram interesse maior das empresas em entrar para competir neste mercado.
Mais computadores
Quanto à penetração dos computadores nos lares, 19% dos especialistas consideram que esta seja a segunda alavanca para impulsionar a banda larga. No prazo de dez anos, os impactos da maior penetração da banda larga serão aumento da produtividade das pessoas e melhoria na qualidade de vida. Isto porque haverá mais acesso à informação, aumento na velocidade de transmissão de dados e novas possibilidades no trabalho. Para 69% dos pesquisados haverá elevação do PIB e melhoria nos processos da empresas, escolas e organizações. O estudo da FIA analisou dados atuais em relação a cada segmento socioeconômico. A pesquisa foi feita no final de 2009 junto a especialistas de todo o país. Os resultados poderão oferecer subsídios às empresas para que tomem decisões de investimento, afirmou Benedete.
Acesso em casa ultrapassa lan houses
Conexão domiciliar avançou 35% na comparação anual
O brasileiro passou a acessar mais o computador da própria residência do que os de centros voltados à conexão pública, como as lan houses. O resultado reverteu tendência percebida desde 2007, segundo a pesquisa sobre uso das tecnologias da informação e da comunicação no Brasil, realizada pela quinta vez peloNúcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), órgão ligado ao Comitê Gestor, entidade mista, composta por representantes do governo e da sociedade civil. O estudo foi conduzido pelo instituto Ipsos em 21,5 mil residências. Segundo a pesquisa, a expansão de c asas que possuem computadores foi ponto determinante para a reversão da tendência. Em apenas um ano, de 2008 a 2009, o número de residências com computadores passou de 28% para 36%, nas áreas urbanas. No total do Brasil, são 18,3 milhões, atingindo 32% do total dos domicílios. “Agora a taxa de crescimento é maior nas casas de baixa renda”, afirma Alexandre Barbosa, gerente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) . O acesso à internet em casa também avançou 35% na comparação anual. Em 2008, o acesso chegava a 20% (13 milhões) das residências urbanas e agora está em 27%. Ao fim de 2009, 66% das casas com acesso à internet possuíam conexão dedicada por banda larga. Foi a maior expansão de computadores com acesso à internet desde que a pesquisa começou a ser feita em 2005, mas também houve um aumento dos domicílios com máquinas sem conexão, o que é creditado ao custo da rede ainda ser elevado. Os laptops também registraram forte avanço, ampliando sua presença em 70%. Agora eles estão em 5% das casas em regiões urbanas, frente a 3%, em 2008. O interesse do brasileiro por ter internet em casa pode estar ajudando até a revitalizar um serviço que estava em franca queda. Depois de 4 anos consecutivos, a telefonia fixa obteve seu primeiro crescimento de presença, estando agoraem40%das domicílios totais e em 44% dos urbanos. Um dos fatores responsáveis por isso foi a entrada das operadoras de TV por assinatura, que oferecem pacotes com TV, internet e telefonia fixa. “Parece uma reversão da tendência, mas precisamos esperar um ou dois anos para confirmar”, afirma Barbosa. Outra possibilidade levantada pelo pesquisador para a mudança de tendência é o alto custo da telefonia móvel. Isso se espelha no fato de 82% das casas terem telefonia celular, mas 90% delas são de planos pré-pagos. - Ao fim de 2009, 66% das casas com acesso à internet possuíam conexão por banda larga
Brasil Econômico - SP (07/04/2010)
O serviço de acesso à internet em alta velocidade passará por um salto nos próximos 10 anos as classes C, D e E. Projeção que faz parte da pesquisa Profuturo da Fundação Instituto de Administração (FIA), ligada ao Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, mostra que 60% da classe C terá acesso à internet em 2020, ante 7% em 2008. Na mesma comparação, o acesso das classes D e E passará de 1% para 25%. Mesmo a classe B, com 26% de penetração em 2008, chegará em 2020 com 90%, enquanto no topo da pirâmide o índice da classe A irá de 64% para 99%. Dois fatores são considerados cruciais para o crescimento da penetração da banda larga: redução de custo e aumento de computadores nas casas dos brasileiros. Com a ampliação da infraestrutura e o aumento de usuários de banda larga, o custo deverá diminuir nos próximos anos, na opinião de 60% dos pesquisados, o que poderá incentivar a navegação via celulares e computadores portáteis. Com ofertas que caibam no bolso dos consumidores de menor poder aquisitivo, a base da pirâmide social ficará mais conectada, exercendo pressão sobre os governantes para a criação de projetos de inclusão digital. Impactos para o país O governo federal há meses tenta, sem sucesso, lançar o Programa Nacional de Banda Larga, com a proposta de levar o acesso às populações em áreas distantes e mais pobres. No âmbito estadual há iniciativas pontuais, de inclusão digital, como o programa Acessa São Paulo, que registrou 45 milhões de atendimentos à população. Ao todo, são 591 postos em funcionamento em 520 municípios, mais de 4,6 mil computadores e 1,1 mil monitores. Atualmente, o programa está presente em 80% dos municípios paulistas. O pesquisador Antonio Thiago Benedete disse que os especialistas indicaram a ação governamental como importante, principalmente nos pontos remotos, e também observaram interesse maior das empresas em entrar para competir neste mercado.
Mais computadores
Quanto à penetração dos computadores nos lares, 19% dos especialistas consideram que esta seja a segunda alavanca para impulsionar a banda larga. No prazo de dez anos, os impactos da maior penetração da banda larga serão aumento da produtividade das pessoas e melhoria na qualidade de vida. Isto porque haverá mais acesso à informação, aumento na velocidade de transmissão de dados e novas possibilidades no trabalho. Para 69% dos pesquisados haverá elevação do PIB e melhoria nos processos da empresas, escolas e organizações. O estudo da FIA analisou dados atuais em relação a cada segmento socioeconômico. A pesquisa foi feita no final de 2009 junto a especialistas de todo o país. Os resultados poderão oferecer subsídios às empresas para que tomem decisões de investimento, afirmou Benedete.
Acesso em casa ultrapassa lan houses
Conexão domiciliar avançou 35% na comparação anual
O brasileiro passou a acessar mais o computador da própria residência do que os de centros voltados à conexão pública, como as lan houses. O resultado reverteu tendência percebida desde 2007, segundo a pesquisa sobre uso das tecnologias da informação e da comunicação no Brasil, realizada pela quinta vez peloNúcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), órgão ligado ao Comitê Gestor, entidade mista, composta por representantes do governo e da sociedade civil. O estudo foi conduzido pelo instituto Ipsos em 21,5 mil residências. Segundo a pesquisa, a expansão de c asas que possuem computadores foi ponto determinante para a reversão da tendência. Em apenas um ano, de 2008 a 2009, o número de residências com computadores passou de 28% para 36%, nas áreas urbanas. No total do Brasil, são 18,3 milhões, atingindo 32% do total dos domicílios. “Agora a taxa de crescimento é maior nas casas de baixa renda”, afirma Alexandre Barbosa, gerente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) . O acesso à internet em casa também avançou 35% na comparação anual. Em 2008, o acesso chegava a 20% (13 milhões) das residências urbanas e agora está em 27%. Ao fim de 2009, 66% das casas com acesso à internet possuíam conexão dedicada por banda larga. Foi a maior expansão de computadores com acesso à internet desde que a pesquisa começou a ser feita em 2005, mas também houve um aumento dos domicílios com máquinas sem conexão, o que é creditado ao custo da rede ainda ser elevado. Os laptops também registraram forte avanço, ampliando sua presença em 70%. Agora eles estão em 5% das casas em regiões urbanas, frente a 3%, em 2008. O interesse do brasileiro por ter internet em casa pode estar ajudando até a revitalizar um serviço que estava em franca queda. Depois de 4 anos consecutivos, a telefonia fixa obteve seu primeiro crescimento de presença, estando agoraem40%das domicílios totais e em 44% dos urbanos. Um dos fatores responsáveis por isso foi a entrada das operadoras de TV por assinatura, que oferecem pacotes com TV, internet e telefonia fixa. “Parece uma reversão da tendência, mas precisamos esperar um ou dois anos para confirmar”, afirma Barbosa. Outra possibilidade levantada pelo pesquisador para a mudança de tendência é o alto custo da telefonia móvel. Isso se espelha no fato de 82% das casas terem telefonia celular, mas 90% delas são de planos pré-pagos. - Ao fim de 2009, 66% das casas com acesso à internet possuíam conexão por banda larga
Brasil Econômico - SP (07/04/2010)
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