Grandes redes já superaram a turbulência e retomam seus planos de expansão e investimentos.
O segundo trimestre marcou a retomada no ritmo de crescimento da receita das principais redes varejistas, após a desaceleração resultante dos efeitos da crise financeira internacional sobre o consumo. Diante dessa nova realidade, algumas companhias revisaram as projeções de abertura de lojas ainda para este ano, estimuladas pelo favorável desempenho operacional do primeiro semestre. A partir do segundo semestre, os resultados devem ser beneficiados ainda pela redução das despesas financeiras, em razão da queda dos custos de captação e dos juros básicos (Selic).
Um dos principais casos de recuperação das vendas no varejo encontra-se nos segmentos de maior valor agregado, com destaque para B2W, empresa de comércio eletrônico resultante da fusão dos sites Americanas.com e Submarino. Antes da crise, a empresa vinha com um crescimento de 36% na receita consolidada, resultado que desacelerou para 12% no quarto trimestre de 2008 e 6% nos três primeiros meses deste ano.
Acesse na íntegra: http://www.dcomercio.com.br/Materia.aspx?id=24197
Fonte: Diário do Comércio - SP (11/08/2009)
O segundo trimestre marcou a retomada no ritmo de crescimento da receita das principais redes varejistas, após a desaceleração resultante dos efeitos da crise financeira internacional sobre o consumo. Diante dessa nova realidade, algumas companhias revisaram as projeções de abertura de lojas ainda para este ano, estimuladas pelo favorável desempenho operacional do primeiro semestre. A partir do segundo semestre, os resultados devem ser beneficiados ainda pela redução das despesas financeiras, em razão da queda dos custos de captação e dos juros básicos (Selic).
Um dos principais casos de recuperação das vendas no varejo encontra-se nos segmentos de maior valor agregado, com destaque para B2W, empresa de comércio eletrônico resultante da fusão dos sites Americanas.com e Submarino. Antes da crise, a empresa vinha com um crescimento de 36% na receita consolidada, resultado que desacelerou para 12% no quarto trimestre de 2008 e 6% nos três primeiros meses deste ano.
Acesse na íntegra: http://www.dcomercio.com.br/Materia.aspx?id=24197
Fonte: Diário do Comércio - SP (11/08/2009)
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