Mercado vê com naturalidade a entrada dos públicos de classes C e D no consumo de produtos de informática. Redes de lojas disponibilizam linhas de crédito e ofertas especiais que cabem no bolso dos consumidores
O consultor de tecnologia da Cecomil Informática, Luiz Sucupira, disse que a classe C já é responsável por mais da metade do volume de vendas. “A novidade mesmo é a chegada dos consumidores da classe D, que é um público extremamente cauteloso com as compras, pois o investimento representa muito para eles”, analisou.
Segundo Sucupira, a tendência mostra que a classe A deverá adquirir a sua quarta máquina para casa, que deve ser um netbook, um modelo menor de laptop usado especialmente para acesso à Internet, a cl asse B deverá comprar um segundo notebook, a C deve investir no primeiro computador portátil, como segundo computador da casa e, a classe D deverá adquirir seu primeiro desktop.
Ele vai além. “A classe E deverá comprar seu primeiro computador, que tudo indica poderá ser um usado, por menos de R$ 400 que virá de fontes diversas, desde usuários que trocaram máquinas e disponibilizaram a antiga para venda, a até empresas que modernizaram os equipamentos e querem se desfazer dos computadores antigos.
Para atender à demanda da Classe D, Sucupira explica que a loja tem um programa específico para os clientes. “Fazemos parcelamentos que chegam a até 24 meses”, contou. Valdir Nagem é enfático. Segundo ele, o público orienta suas compras apenas pelo prazo e pelo preço. “O que importa é o crediário. Se o comércio parar de vender a crédito, o consumo cai 80%” afirmou e disse que, por causa da oferta de financiamento, o público se endivida cada vez mais.
A gerente de marketing da Ibyte, Sarah Baquit diz que, mesmo não sendo públicos-alvo da rede, as classes C e D ganham cada vez mais atenção. “Não há duvidas de que estes consumidores estão chegando com mais força e vamos nos preparar para atender a todos com qualidade”, analisa. Ela adianta que, movida pela procura, a loja vai lançar um modelo de netbook de marca própria. “Já temos notebooks de 14 e 12 polegadas, agora vamos sair com um produto ainda menor”, revelou.
Fonte: O Povo - CE (20/07/2009)
O consultor de tecnologia da Cecomil Informática, Luiz Sucupira, disse que a classe C já é responsável por mais da metade do volume de vendas. “A novidade mesmo é a chegada dos consumidores da classe D, que é um público extremamente cauteloso com as compras, pois o investimento representa muito para eles”, analisou.
Segundo Sucupira, a tendência mostra que a classe A deverá adquirir a sua quarta máquina para casa, que deve ser um netbook, um modelo menor de laptop usado especialmente para acesso à Internet, a cl asse B deverá comprar um segundo notebook, a C deve investir no primeiro computador portátil, como segundo computador da casa e, a classe D deverá adquirir seu primeiro desktop.
Ele vai além. “A classe E deverá comprar seu primeiro computador, que tudo indica poderá ser um usado, por menos de R$ 400 que virá de fontes diversas, desde usuários que trocaram máquinas e disponibilizaram a antiga para venda, a até empresas que modernizaram os equipamentos e querem se desfazer dos computadores antigos.
Para atender à demanda da Classe D, Sucupira explica que a loja tem um programa específico para os clientes. “Fazemos parcelamentos que chegam a até 24 meses”, contou. Valdir Nagem é enfático. Segundo ele, o público orienta suas compras apenas pelo prazo e pelo preço. “O que importa é o crediário. Se o comércio parar de vender a crédito, o consumo cai 80%” afirmou e disse que, por causa da oferta de financiamento, o público se endivida cada vez mais.
A gerente de marketing da Ibyte, Sarah Baquit diz que, mesmo não sendo públicos-alvo da rede, as classes C e D ganham cada vez mais atenção. “Não há duvidas de que estes consumidores estão chegando com mais força e vamos nos preparar para atender a todos com qualidade”, analisa. Ela adianta que, movida pela procura, a loja vai lançar um modelo de netbook de marca própria. “Já temos notebooks de 14 e 12 polegadas, agora vamos sair com um produto ainda menor”, revelou.
Fonte: O Povo - CE (20/07/2009)
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